História Darkness of family - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Esquadrão Suicida
Personagens Bruce Wayne (Batman), Coringa (Jack Napier), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley / Poison Ivy (Hera Venenosa), Personagens Originais, Selina Kyle (Mulher-Gato)
Tags Batman, Drama, Harley Quinn, Joker, Romance, Sexo, The Joker, Violencia
Visualizações 392
Palavras 2.151
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura puddinssssss! Estou super feliz que vcs estão gostando ❤️❤️❤️

Capítulo 6 - Você não me conhece


Fanfic / Fanfiction Darkness of family - Capítulo 6 - Você não me conhece

Harley Quinn 

 


-Ignorei o fato de que eu estou apenas com um biquíni e uma canga amarrada na cintura, e parti para cima do Batsy. É isso mesmo! Esse maldito Batsy! Fiquei por cima dele e comecei a distribuir vários socos pelo seu peitoral. Depois comecei a socar sua cara com toda minha força até que vi o sangue começar a escorrer. 


-Mãe?     -Henry apareceu de repente e acabei me distraindo por um segundo. Batsy fez um movimento brusco e me empurrou na parte funda da piscina. E eu não sei nadar. Ele sabe disso. Eu tentava ao máximo ficar com a cabeça fora da água, mas meu corpo não obedecia aos meus comandos. Simplesmente afundava cada vez mais. Quando Henry ia pular na piscina, Batsy agarrou seus braços e o puxou. Fui batendo os meus braços o mais rápido que consegui até chegar na borda da piscina. Tentei puxar o máximo de ar para poder subir na borda, mas antes que eu pudesse fazer isso, Batsy pisou em uma de minhas mãos. Gritei e soltei a borda da piscina fazendo com que meu corpo voltasse a afundar. 

 

 


Batman 

 


-Qual é o seu problema? Ela é minha mãe! Você é um monstro!      -Henry gritou e saiu correndo. Corri atrás dele e o fiz cair no chão. 


-Ela não sabe nadar. Ela vai morrer!       -O garoto gritou chorando desesperadamente. De repente, levei um tiro no joelho e caí no chão. Foi aquela maldita Lucy. Depois ela correu até a piscina e pulou na mesma.   Tentei me levantar, mas algo me impediu. 


-Hoje não, Batsy. Nem hoje, nem nunca.      -Joker disse e bateu algo em minha cabeça me fazendo desmaiar. 

 

 


Lucy Napier Quinzel 

 

 

-Tirei minha mãe na piscina e a deixei deitada na borda. Ela está desadorada e eu não sei o que fazer. O desespero começou a tomar conta de mim. Por que? Por que estou me preocupando com ela? Eu deveria deixá-la aqui e voltar para meu quarto, mas simplesmente não consigo. Meu pai veio correndo desesperado e se aproximou dela. Ele começou a fazer massagem cardíaca. 


-Vamos, Harley. Você é forte. Vamos! Eu preciso de você, monstrinha.      -Ele disse e fez respiração boca a boca. Alguns segundos depois, minha mãe começou a tossir fazendo com que a água saísse de seus pulmões. 


-Você está bem! Você está bem!     -Meu pai disse e a abraçou. Eu vi a felicidade no olhar dele. Ele realmente a ama. Mas... Então por que ele a maltrata? Eu não consigo entender. Respirei aliviada por minha mãe estar bem e me sentei em uma das cadeiras para me acalmar de todo esse susto. 


-Você a salvou.      -Thomas disse e se sentou ao meu lado. 


-É... Parece que sim.     -Falei. 


-Por que você não está feliz?     -Ele perguntou. 


-Por que você está feliz? Seu pai acabou de ser levado para sala de tortura.     -Falei. 


-Ninguém mandou ele se meter onde não devia. Eu só não entendo o porquê. Se ele quisesse falar comigo era só me encontrar em casa. Ele sabe onde eu moro. Para que invadir a casa do Joker? Para que afogar a Harley? Ela não merece isso. Ela não merece sofrer. Mas meu pai merece. Ele está tão cego que nem consegue enxergar todo o mal que está fazendo.


-Acontecem muitas coisas aqui em casa que eu também não consigo entender. Temos famílias complicadas.      -Falei e ele riu. 


-Thomas!      -Henry gritou. 


-O que?     -Thomas perguntou. 


-Meu pai quer falar com você.      -Henry disse. Thomas olhou para mim e depois foi até Joker. 


-Obrigada, Lucy. Você não é tão má assim.      -Henry disse. 


-Pois é, talvez eu não seja.      -Falei. 


-Vamos ajudar a mamãe.     -Henry disse e eu assenti. 

 

 


Harley Quinn 

 


-Mãe!      -Henry veio correndo gritando. Ele se sentou ao meu lado no sofá e me abraçou. 


-Como você está?      -Henry perguntou. 


-Estou bem. Foi só um susto.     -Falei e sorri. Ele retribuiu o sorriso e me abraçou novamente. 


-Filho... É... Me deixa à sós com sua irmã um minuto, por favor.    -Falei. Henry assentiu e saiu. Lucy se sentou ao meu lado e ficou me encarando. 


-Você está bem? Eu não sou o Henry, você não precisa fingir.     -Lucy disse. 


-Já passei por coisas piores.     -Falei. 


-Tipo?      -Ela perguntou. 


-Quer mesmo saber?     -Perguntei. 


-Se estou perguntando.      -Lucy disse de um jeito grosseiro. 


-Tudo bem... Não tem como te contar todas as histórias, mas vou resumir algumas. Já fui acorrentada pendurada no teto de cabeça para baixo. O sangue dos meus machucados escorria por todo meu corpo formando uma poça de sangue no chão. Já fui afogada várias outras vezes, levei choque, já apanhei com cinto, barra de ferro, levei facada, tiro... 


-Como você está viva?       -Lucy perguntou arregalando os olhos. 


-Ah, e também já fui atropelada e perdi a memória. Eu sou uma sobrevivente. Essas coisas que aconteceram comigo e ainda acontecem, às vezes, me fazem ficar mais forte e mais resistente a cada dia.       -Falei. 


-Então... Você está dizendo que para ficar mais forte eu preciso apanhar?     -Lucy perguntou debochada. 


-Não! De jeito nenhum. No meu caso é diferente. Eu... Eu não tenho escolha.      -Falei. 


-Sim, você tem. Só não quer fazê-las.     -Ela disse. 


-O que você quer que eu faça? Nós temos muitos inimigos. Quando eles querem atacar o Joker, eles fazem isso através de mim. 


-Não é isso que eu estou dizendo.      -Ela disse. 


-Eu sei... Olha, eu sou assim, ok? Tudo que o Joker faz comigo, eu mereço. Ele teve seus motivos.     -Falei. 


-Dessa última vez ele estava errado. Então das outras milésimas vezes ele deveria estar errado também.     -Ela disse. 


-Ele errou muitas vezes, mas... Eu entendo. Eu também sou uma pessoa que faço as coisas sem pensar, então eu entendo. 


-Como você pode entender ou concordar com algo assim?     -Lucy perguntou. 


-Eu o amo dessa maneira. Eu me apaixonei por ele assim e sempre vou amá-lo assim. Você fala como se ele só me maltratasse. Ele é carinhoso comigo. Ultimamente tem sido muito mais carinhoso que o normal.      -Falei. 


-É, eu realmente nunca vou conseguir entender.      -Lucy disse e saiu andando. Segurei seu braço e ela parou. 


-Eu não quero discutir. Eu pedi para conversar com você porque queria, ou melhor, quero te agradecer.      -Falei. 


-Pelo que?     -Ela perguntou. 


-Por ter me salvado. 


-Acha que eu iria te deixar morrer?     -Ela perguntou. 


-Não. Mas foi muito corajoso da sua parte você mesma ter pulado naquela piscina e me tirado de lá. Você poderia ter se afogado junto comigo.     -Falei. 


-Eu sei nadar. E você também deveria aprender. Porque ficar só na parte rasa da piscina é muito chato. A graça é ir pro fundo. Não é você mesma que diz que temos que aproveitar a vida ao máximo? 


-Você tem razão. Já passou da hora de aprender, né?     -Falei e comecei a gargalhar. 


-Aham.     -Ela disse e gargalhou também. 


-Se você está rindo significa que já gosta um pouquinho de mim.      -Falei. 


-É... Talvez um pouquinho.      -Lucy disse e foi para seu quarto. Eu sorri e fui tomar um banho. 

 

 

Thomas Kyle Wayne 

 


-Eu quero falar com meu pai.     -Falei. 


-Eu não quero que você fique comovido e caia na laia dele. Você sabe que ele passou dos limites, como sempre.     -Joker disse. 


-Eu sei. Eu não vou fazer nenhuma estupidez. Só quero falar com ele.     -Falei. 


-Eu vou ficar na porta esperando. Você tem cinco minutos.     -Joker disse. Assenti e entrei na sala de tortura. 


-Por que você fez isso?     -Perguntei para meu pai. 


-Porque... 


-Não, não responda. Eu sei o motivo. Você queria impedir que eu passasse meu tempo com o Joker. Fique sabendo que ele está me ensinando muitas coisas.     -Falei. 


-Ensinando? O que? A usar armas, facas, bombas... 


-Sim!     -Gritei. 


-Isso não é ensinar! Ele está te levando para o lado sombrio. O caminho que ele percorreu ao longo de sua vida. E você deveria saber que o mal não leva a lugar nenhum.     


-Eu sei muito bem disso. Olha só para você.     -Falei. 


-O que disse? 


-Isso que ouviu. Você não é um herói! Você não deveria ter feito isso! Você poderia ter matado a Harley!     -Gritei. 


-Ela não ia morrer.    -Ele disse. 


-Como você sabia? Você é vidente por acaso?     -Gritei. 


-A Harley é forte. Ela já passou por coisas muito piores.      -Ele disse e eu revirei os olhos. 


-Isso não justifica nada! Você é um covarde!     -Gritei. 


-E o Joker não? Ele é bonzinho por um acaso? Ele maltrata a Harley mais do que qualquer pessoa. 


-Você não tem o direito de julgar. Ele pelo menos têm a decência de assumir as coisas que ele faz. E você se esconde atrás de uma máscara, se esconde atrás do povo de Gotham. Você é um covarde!      -Gritei novamente. 


-O Joker está enchendo sua cabecinha com essas besteiras, não está?     -Ele perguntou. 


-Não. Eu sempre soube disso. Diferente de você, eu corro atrás das respostas por conta própria. Não preciso ficar pisoteando qualquer um que esteja em meu caminho. Eu não machuco as pessoas para conseguir o que eu quero.   


-Ah não? Então como pretende se vingar da Corte?     -Ele perguntou. 


-Eu tenho meus planos.    -Falei. 


-Você acha mesmo que o Joker vai fazer o seu trabalho sujo? Acha mesmo que ele iria sujar as mãos dele por você? Não espere que ele te ajude, porque ele não vai.        -Meu pai disse. 


-Ele já está ajudando.     -Falei. 


-O tempo acabou.      -Joker disse entrando na sala. 


-Olá, Batsy. Quanto tempo! Estava com saudades?     -Joker perguntou e gargalhou. 


-Eu não admito que você fique querendo levar meu filho para o mau caminho.      -Meu pai disse e Joker gargalhou. 


-Ele já está no mau caminho, meu caro. Assim como a loucura, o mal só precisa de um empurrãozinho. Mas ele vem de dentro. Ele se cria dentro de você. E uma vez criado, nunca morre.       -Joker disse de um jeito macabro. Minha respiração ficou pesada e meu coração acelerou. 


-Acho melhor você sair, garoto. As coisas vão começar a ficar um pouco feias por aqui.     -Joker disse sem tirar os olhos do meu pai. 


-O que você vai fazer?    -Perguntei. 


-Você está do meu lado ou do dele?     -Joker perguntou. 


-Você sabe minha resposta.    -Falei. 


-Então sai. Vá para casa. Sua mãe está te esperando.     -Joker disse. Assenti e saí. Eu sei que ele não vai matar o meu pai. Se eu me importo? Sim, eu me importo. Porque apesar de tudo, ele é meu pai. E eu não quero que ele morra.    


-Ai!      -Alguém gritou de repente me fazendo levar um susto. Olhei para frente e vi que era a Lucy. Eu tinha esbarrado nela. 


-Me desculpa, Lucy.      -Falei. 


-Olha por onde anda.     -Ela disse. 


-Por que você é tão rude?     -Perguntei. 


-Por que você é tão chato?    -Ela perguntou fazendo uma careta. 


-Você não me conhece.     -Prendi Lucy na parede e disse bem próximo de seus lábios. Estávamos tão próximos que eu conseguia sentir sua respiração. 


-Você também não.     -Ela disse e me empurrou. 


-É verdade. Mas isso não significa que eu não queira conhecer.     -Falei. 


-Ah, é mesmo? Vai ficar querendo então.      -Ela disse debochada e eu ri .


-Você tem uma barreira dentro de você. Um dia alguém vai derrubá-la.      -Falei. 


-Ninguém irá derrubá-la. Se eu fizer algo bom, as pessoas vão ficar esperando coisas boas. E eu não gosto de atender às expectativas de ninguém.     -Lucy disse. Já vi que essa garota não é nada fácil. 


-Você que sabe. Mas você vai ver que eu estou certo.      -Falei e saí andando. 


-Por que você acha que sabe alguma coisa sobre mim, moleque?      -Lucy puxou meu braço e perguntou. 


-Eu não acho. Eu sei. Ao contrário do que você pensa, você é mais transparente do que imagina. Talvez seu coração não seja tão duro quanto pareça.      -Falei e saí. 

 

 

Harley Quinn 

 


-Depois de tomar um maravilhoso banho, me deitei e acabei dormindo. Acordei no meio da madrugada e percebi que meu pudinzinho não estava do meu lado. Desci as escadas e escutei gritos vindos da sala de tortura. Entrei na mesma e me assustei ao ver Batsy todo machucado e Joker sujo com seu sangue. 


-Pudinzinho, vem dormir.     -Falei com uma voz sonolenta. 


-Agora não, monstrinha. A diversão está apenas começando. Junte-se a nós.     -Joker disse. 


-Você está bêbado?     -Perguntei, mas logo tirei minha conclusão quando vi duas garrafas de whisky jogadas no chão. 


-Talvez um pouquinho.     -Ele disse e me entregou uma faca. 


-Isso é por ter tentado de matar. De novo. E de novo você falhou.     -Falei e enfiei a faca na coxa do Batsy o ouvindo gritar. Joker começou a gargalhar e eu gargalhei também. Joker me beijou me sujando com o sangue do Batsy. Depois ele me largou e voltou a atenção ao morcego.  Gargalhei novamente e comecei a torturá-lo junto com meu pudinzinho. Nossas gargalhadas invadiam todo o local. Isso soa como música para os meus ouvidos. 

 


Notas Finais


E aí? Gostaram? Lucy e Thomas... Hum... Vejo algo a mais aí hein. E sobre nossa monstrinha e nosso pudinzinho, um grande hot tá vindo aí heinnnnn 😈😈.


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