História DarkStorm - Tempestade Escura - Capítulo 41


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags 2017, 2018, Anime, Dark, Darkfic, Darkstorm, Longfic, Mangá, Official®, Originais, Original, Saga, Skr, Skrcomics, Sobrenatural, Yangwen, Yangwenxxx
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Palavras 3.859
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Ficção Científica, Harem, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Shounen, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


1. Este Capítulo é um Filler, contando uma história que servirá para entender os capítulos atuais. Mesmo respondendo algumas perguntas, abre novas dúvidas entre novos mistérios.

Sinopse do Capítulo: Há muitos anos atrás exatamente nos anos 90. Bárbara Hick, americana com 20 Anos, dedicando sua vida em ajudar necessitados e pessoas atacadas por qualquer tipo de ser que não seja humano, em um mundo aonde existe seres conhecidos como "Brav's" era irônico dizer isso, sendo que a mesma era um deles e era óbvio que não aceitava sua própria raça… Afinal, ser um demônio não era nada legal.
Na época em que vivia os ocorridos de criminalidade de "Não humanos" eram baixos, porém não deixavam de ser investigados, depois de ser expulsa do seu trabalho de policial através de um erro que levou a vida de seus dois companheiros de equipe, Bárbara se isolou do mundo até tomar iniciativa e se tornar uma exterminadora de "Brav's" por conta própria.

Capítulo 41 - DS2: Bárbara Hick.


  Era no vazio um quarto escuro que se encontrava Bárbara Hick, fantasiando sonhos sobre a fumaça de seu cigarro de "baseado". Sonolenta e cansada ela recorda do grave erro cometido a um mês atrás que levou a vida de dois de seus companheiros de trabalho. Ela apaga por segundos sobre as lembranças e é interrompida por uma batida na porta de seu apartamento. Ela se levantou da cama ajeitando sua calcinha e anda até a porta, olhou pela fechadura e bateu a mão na própria cara demonstrando frustração.


-- Puta merda… Evan, O que está fazendo aqui?!


Evan era um de seus "Amigos" ou "Conhecidos" um advogado. ele vestia um terno executivo tentando de algum jeito falar com Bárbara, ela não abre a porta e fica falando com ele sobre a fechadura com a porta trancada.


--- Foi mal chegar assim, érh… Esse cheiro aí é moconha?! Ah, nada, eu não perguntei isso… só quero te ajudar Bárbara, tenho que te mostrar uma coisa também.


Bárbara destrancou a porta, Evan entra e se senta no sofá. Ele parece se incomodar com o forte cheiro do cigarro de Bárbara, porém sentado no sofá abriu uma maleta mostrando alguns documentos.


-- Bárbara, eles estão dando o caso como homicídio!


-- Impossível, foi comprovado que foram Brav's os assassinos…


-- Aqui… a barra de ferro que matou contém suas digitais, e um DNA de um Brav também. E… Washington um dos policiais que trabalhou com você, soube de alguma forma que você era uma Brav, agora estão vindo atrás de você.


-- Puta…Merda… Me descuidei... Não posso ser presa Evan!


-- É exatamente por isso que estou aqui. segura, nessa maleta Há 200 Mil dólares, fuja da cidade…


-- Evan… Você sabe que…


-- Sim, Eu acredito em você Bárbara, agora vai. Você tem quatro horas pra partir.


Ele se levantou, e deu um abraço nela enquanto Bárbara o agradecia, logo Evan saiu pela porta da frente e Bárbara continuou no sofá, pensando sobre para onde iria. Jogou o cigarro fora, ali mesmo no chão da sua casa e foi ao banheiro, se sentou no vaso abaixando sua calcinha e urinando, era de costume demorar no banheiro mesmo que fosse apenas para fazer "xixi" ela termina e continua sentado do mesmo jeito com camiseta longa, costumava dizer que ajudava a pensar, ela começa a rir enquanto coloca os dedos na boca soltando um grito " - É Dinheiro pra caralho!". Se limpou e deu a descarga, correu para o quarto fazendo sua mala, e voltou para o banheiro tomando um banho e trocando de roupa. Colocou uma blusão preto e uma calsa jeans apertada e saiu de seu apartamento, enquanto descia as escadas ela sacou um cigarro do maço que estava em seu bolso, acendeu com um esgueirou e passou pela portaria, foi chamada a atenção pelo sindico que estava conversando com o porteiro sobre as normas do prédio, logo atrás deles estavam um cartaz de "Proibido Fumar" o sindico foi até ela com uma cara bem Brava.


-- Que palhaçada é essa Senhorita Hick?!


Ela tirou o cigarro da boca após dar uma tragada e soprou a fumaça na cara dele.


-- Vai… Se fuder!


Saiu pela porta giratória do prédio com sua mochila nas costas e uma mala de rodinhas. O sol mediano ofuscava seus olhos com olheiras que não saia faz bastante tempo, bem a frente do prédio já estava estacionado um Taxi, ela acenou para o taxista que estava tomando um café e que imediatamente foi atende-la. Ele entrou no carro com ela abrindo a porta e se sentando na parte traseira pedindo para leva-la até o aeroporto. Durante a viagem ela pega um jornal que fica ao lado do banco, ela lia sobre os acontecimentos de assassinatos e outros tipos de crimes ocorrido recentemente. Ela se revoltava com a situação e principalmente com ela mesma que a partir do momento em que vou demitida não poderia mais salvar pessoas como antes. Suspirava jogando o jornal para o lado irritada e frustrada, ela pegou seu aparelho celular discando um número que caiu na caixa de mensagem. Ela então deixou uma.


- "Vê", sou eu. Bárbara… Eu tô saindo da cidade, não me liga. (Pip)


Guardou o celular no bolso e finalmente chegaram ao aeroporto. Ela paga o taxista, desceu do carro e foi comprar a passagem para o vôo. Seu telefone tocou e era Evan, ele dizia que as quatro horas se passaram, os policiais foram na casa dela e ela não estavam. Agora a mesma está sendo procurada. Ela apressou os passos e comprou uma passagem para Nova York.


Uma semana se passou e Bárbara parecia livre, aparentemente já sabiam que ela não estava mais na cidade natal. Dentro do seu novo apartamento, com bastante dinheiro ela assistia ao noticiário novamente sobre os acontecimentos e pensar em fazer algo. Desligou a televisão e foi até o quarto, completamente desarrumado. Ela se jogou na cama e tirou sua calça, logo em seguida sua Blusa ficando de sutiã e calcinha, e pulando na cama. Abriu o armário, ficou olhando para o espelho fazendo um formato de arma com as mãos, olhando fixamente para seu reflexo e fingiu atirar. "Bang!" A partir daquele momento, Bárbara Hick se considerou morta, ela mordia os lábios enquanto pensava em um novo nome, ela balança as pernas para cima animada e pensativa.


- Cacete, cacete, cacete… Eu já sou uma adulta tenho que parar de agir assim… Já sei! Minhas habilidades de Brav são Elementais… Equivalente a Fogo… Flame Brav… Vou mostrar que nem todos os Brav's são Assassinos fudidos! E acabar com a criminalidade dos Estados unidos e do mundo!


Saiu do quarto correndo com a decisão encorajadora que esqueceu que estava vestindo roupa íntima e foi até a portaria aonde estavam dois garotinhos, ela sorriu para eles enquanto as crianças olhavam para os peitos dela, foi andando de costas e quando se afastou voltou correndo para o quarto e trocou de roupa, ela desceu novamente e os garotos olhavam fixamente para ela, ela passou a mão na cabeça deles sorrindo e então saiu, entrou no seu carro, e foi até uma loja de roupas, ficou horas escolhendo algumas até que decidiu qual compraria, na verdade Bárbara comprou quase loja inteira. Na volta para casa já era noite e então decidiu parar para beber um pouco, entrou em um bar e bebeu algumas doses de vodka, por fim ela pegou uma garrafa e saiu dali, dentro do carro dirigindo bêbada por acaso, ela encontra uma policial encostada em uma viatura conversando com um homem, enquanto dirigia ela tentava não chamar a atenção para a não ser vista, estranhamente o homem que estava com a policial olhou para trás e Bárbara sentiu um calafrio percebendo que estava sendo notada por ele, estranhamente o homem e a policial se beijam e em segundos ela caí no chão, Bárbara parou o carro e desceu, correu até lá e o homem havia desaparecido. A mulher estava caída com um furo na barriga perdendo muito sangue.


-- Quem era aquele cara? Porque ele fez isso com você?


A policial segurou a mão de Bárbara, ela respirava fundo com dificuldades de falar.


-- E-Ele… Pegou a minha filha, o nome dela é Tsuna, ela é asiática, cabelos longos e tem só dez anos, nas mãos em que a policial tocou Bárbara havia uma foto da filha dela, e estranhamente uma viatura da polícia chegou no local, apontou a arma para Bárbara pedindo para ela se render, aparentemente pensavam que ela era a culpada pelo assassinato da policial. Ela segura com força a foto da filha da policial, olhou para quem estava apontando a arma e fez com que seus olhos ficassem negros, a arma do policial começa a pegar fogo e torna-sê cinza instantaneamente. Logo avistou uma sombra atrás do homem que estranham o consome, pegou uma outra arma em seu bolso e cometeu suicídio. Bárbara grita e a sombra desaparece, ela correu dali enquanto outras viaturas chegavam, entrou no seu carro e conseguiu chegar no apartamento sem ser seguida. Ela tirou sua roupa se jogando na cama e olhando a foto da criança japonesa, ela pensava que não podia salva-la e ao mesmo tempo era confiante sobre isso, com o forte desejo de mudar o mundo poderia começar com uma simples criança. Ela se senta e novamente olha para o espelho, fechou seus olhos e respirou fundo. Uma das habilidades de Bárbara como Brav era ter compatibilidade mental com a última pessoa em que tocou. No caso nas mãos da policial, compactando com a imagem da filha dela tendo as últimas memórias das duas, ela então tem a visão de um homem, o mesmo homem de horas atrás que assassinou a mulher, dentro dessas imagem aparece algo bastante peculiar, era como se alguém estivesse interferindo na ligação de seus poderes, e então pegou uma folha de papel rapidamente e transferiu automaticamente de seu cérebro para suas mãos que retratou perfeitamente o homem como uma caricatura. Ela rasgou a folha da página do caderno e trocou de roupa, pondo um casaco canguru marrom e uma calsa preta. Saiu sem seu carro andando pelas ruas escuras de Nova York em seu bairro, Bárbara é uma mulher bastante observadora, suas habilidades Brav's facilitam isso deixando claro a divisão entre Brav's e humanos, era simples encontrar a primeira dúvida. E era óbvio que a pessoa por trás disso não era humano, ela buscou através de seus poderes a maior fonte de energia espiritual da área em alguns quilômetros de distância e foi até o local. Era uma loja de artefatos e relíquias, aparentemente estava fechado. Ela chamou no local e ninguém a atendeu, depois de chamar novamente um jovem negro de boné para trás e uma jaqueta atende ela através de uma janela no andar de cima dizendo que estava fechado. Ela diz que era apenas para pegar uma informação e nesse exato momento veio na mente do jovem que era uma policial disfarçada, ele diz que iria a descer para ser atendido, Bárbara colocou as mãos no bolso do casaco olhando para baixo quando sentiu o movimento inesperado de algo, moveu seu rosto para o lado com um pequeno movimento com seus longos cabelos castanhos e uma bala de tiro quase a acertou, o garoto olhou para ela e em seguida correu dentro daquele prédio. Ela correu na porta da loja a arrombando com um chute de esquerda direto. Correu pelas escadas e após chegar no andar desejado foi rendida por dois caras armados.


-- Qual foi da sua branquela?!


Ela sorriu olhando para ele e fazendo a arma do mesmo em cinzas, o outro atira e ela deu um mortal para trás fazendo o tiro pegar no peito do parceiro dele. Ela chutou a arma dele o prendendo no chão virando de costas o colocando contra o chão e mostrando a foto do homem que havia feito. Ele dizia não conhecer, ela apertava o braço dele quase quebrando e então o mesmo disse que aquele homem branco era conhecido como "Scott James" e que fazia parte de uma gangue poderosa com um dos maiores territórios de Nova York. Aparentemente era uma gangue Brav's e também foi a primeira coisa que ela pensa. Ela por fim pegou a arma dele apontando para o mesmo o obrigando a ficar parado e não a seguir. Ela guardou a arma na cintura e saiu daquela loja, e após sair se tocou de como foi parar lá, e lembrou que estava rastreando energia espiritual Brav, e por acaso naquele lugar havia uma forte energia espiritual, exatamente a mais poderosa. E se lembrou que nenhum dos caras que estavam lá eram Brav's ou qualquer outra criatura com energia espiritual. Ela então usa novamente seus poderes compactando com as lembranças do último em que tocou e então consegue ver o próprio Scott James conversando minutos antes de ela chegar. Subiu correndo o local e os homens não estavam mais lá. Ela corre e ativou uma das habilidades mais úteis em Brav's o "Urion" que faz com que suas pupilas mudem para a cor amarelo e ficam com um formato de olhar de um gato. Urion é um poderoso poder ocular que existem três fases e estágios. 1. Ficam totalmente negros e é possível enxergar segundos do futuro. 2. Ainda negros, as pupilas aparecem porém ficam da cor amarelo e além de ver o futuro, permite reconhecer cada raça através de uma cor que se enxerga podendo saber a quantidades de poder que alguém está usando te dando a liberdade para diferenciar Raças, energia e habilidades somente pela cor. E 3. As pupilas de gato amarelo se tornam vermelhas, liberando uma "MistBrav" secreta sem ao mesmo ter os requisitos para uma entre outras habilidades. No caso de Bárbara já havia despertado a segunda fase. Ela percebeu que ele pulou a janela e fez o mesmo, e então abriu suas asas e se jogou para o canto de um beco na rua para não ser notada. Seguiu James até onde iria e após ver aonde ele havia entrado, notou que todos no local eram Brav's e teriam problemas para enfrenta-los. Olhando atentamente com seu Urion consegue ver um humano no local, uma menina para ser mais especifico. Tinha certeza de que era a jovem Tsuna, ela decidiu ir pelo teto para não ser vista, fez o possível para fazer o mínimo de barulho, Dentro da sala em que Tsuna estava haviam dois Brav's. Ela usou suas habilidades Elementais de fogo fazendo o telhado virar cinza com o tamanho exato para que ela entrasse e então se jogou lá dentro, eles percebem a movimentação e se surpreendem com um chute no rosto de um e após cair no chão rapidamente os passou a rasteira, ela olhou para Tsuna que estava com a boca tampada e a pediu para não gritar que iria tira-lá dali. Ela tirou a mordaça da boca dela e colocou as mãos.


-- Olha, sua mãe me pediu para vir aqui, me promete que não vai gritar?


Tsuna balançou a cabeça confirmando. E logo após tirar a mão a garota gritou bem auto assustada.


-- Caralho, não era pra gritar!


-- Atrás de você moça!


Foi algo incrível que Bárbara fez, ela usou a visão do futuro para ver o que realmente estava acontecendo, um homem com um machado estava a atacar suas costas, ela soltou com um mortal para trás da cadeira da garota, ela girou a cadeira tirando ela da reta e o machado cortou exatamente as cordas que estavam prendendo suas mãos. Logo a Tsuna se levanta com facilidade e chuta os membros masculinos dele o fazendo revirar os olhos de dor e desmaiar.


-- Mandou bem!


Bárbara bateu nas mãos de Tsuna sorrindo. Ela diz para jovem novamente que estava ali para resgata-lá. Tsuna pergunta sobre sua mãe, Bárbara evita contar sobre o falecimento dela e diz estar tudo bem e que ela estava a espera dela ao lado de fora. Logo parece que alguém do lado de fora notou o teto quebrado e estava correndo lá para cima, elas não podiam subir e também não dava para sair pela frente por causa dos vários Brav's que estavam lá no primeiro cômodo. Ela correu segurando Tsuna para os corredores e entram em um banheiro se trancando lá. Ela respira encostando na pia lavando seu rosto quando olhou para o lado e viu que Tsuna iria gritar novamente, ela tapou a boca dela. A banheira estava um "mar de sangue" com duas adolescentes mortas. Ela saem saem do banheiro chegando dava vez mais perto da sala, escondidas atrás da porta alguém atrás delas a vêem as chuta propositadamente as fazendo abrir a porta e cair na sala. Dezenas de caras armados, bebendo e fumando com algumas jovens que não pareciam ser prostitutas e sim escravas estavam com eles. O cara que as chutou sorria levantando um copo de bebida.


-- Olha o que eu encontrei.


Bárbara pediu para Tsuna sussurrando para que abaixasse ou se escondesse de alguma forma. Não esperou muito e Bárbara chutou o copo de bebida na cara do homem quebrando a garrafa na cabeça dele, pegou o caco de vidro e rasgou jugular dele em segundos espirrando sangue por toda sala, logo começam a atirar nela, que com a visão do futuro consegue rapidamente desviar de todas indo na direção de James o que ela havia esquecido foi que todos ali eram Brav's e tinham também a visão do futuro (alguns deles) e acertaram os tiros na mesma a fazendo cair no chão baleada, os corpos de Brav's eram imunes a balas, porém aquela gangue era extremamente poderosa e usava armas avançadas capaz de matar seres a própria raça, ela se levanta com dificuldades enquanto riam da cara dela, por incrível que pareça estranhamente as balas saem do corpo dela para fora e as feridas se fecham. Seus olhos ficam totalmente vermelhos e suas asas aparecem pegando fogo, logo ela causa uma ventania que ao mesmo tempo incendeia a casa, eles começam a atirar e as batidas das asas fazem com que as balas voltem para eles os matando instantaneamente deixando apenas dois, Scott James e um outro Brav com um olhar ameaçador, ele sorria cuspindo no chão, pediu para que James pegasse Tsuna, ele estalou os lados e em segundos quebrou a barreira que Bárbara fazia com as asas e aparece na frente dela socando sua barriga parando toda aquela ventania a fazenda vomitar instantaneamente, ele segurou ela pelo pescoço dando um soco na cara da mesma levando até a parede. Ela tenta acertar um soco nele, porém parecia impossível ele era rápido e poderoso, negro e sem piedade, ele segura o punho dela após tentar acertar um soco nele e o aperta quebrando seu dó, ela grita absurdamente de dor e cospe na cara dele.


-- Você vem aqui, na minha área. Pega uma escrava, mata minha rapaziada e ainda quer me peitar?! Você é burra demais.


James trás Tsuna arrastando ela a força totalmente sem roupa. James a jogou na parede a frente, pegou duas estacas de metais a martelando nas mãos dela a parede. A criança gritava e chorava de dor implorando por ajuda. Bárbara tanta se soltar do homem que a deixa sem ar enforcando ela. Ele limpou o cuspe e se afastou, moveu suas mãos para os lados e duas lanças aparecem de forma mística e ele prende suas asas a parede e e suas mãos, ela gritava loucamente, e ele não demonstrava nenhum tipo de aflição. Chegou perto novamente de Bárbara que não poderia fazer absolutamente nada e sussurrou em seus ouvidos.


-- Isso?! Isso não aconteceria se você não tivesse vindo aqui, o plano era a mãe dela vir busca-la, estranho… Era para ela ter vindo.


Bárbara olha para frente e vê Scott James cortando e arranhando o corpo da pobre criança com uma Gillette, ela sabia exatamente de quem matou a mãe da mesma, ele estava ali, em sua frente, era tudo um plano dele… James foi quem matou a mãe de Tsuna, a policial e de alguma forma parecia saber que Bárbara iria para lá, ele olhou para Bárbara sorrindo colocando a Gillette sobre o pescoço da garotinha. Não podia fazer absolutamente nada, estava crucificada perdendo sangue absurdamente. Ela fechou os olhos ao ver que James estava a tocar a lâmina no pescoço dela e então desistiu de tudo. Novamente, ela era a culpada.


Escutou apenas um estrondo, abriu seus olhos e em seus ouvidos apenas se escutava um chiado absurdo, Um homem com cabelos brancos e asas também da mesma cor, segurava o homem pelo pescoço e em seguida o jogou no chão, James havia desaparecido e Tsuna estava caída no chão em meio a uma poça de sangue, o homem socou o rapaz de cabelos brancos que parecia ter o enfraquecido. Com um leve movimento de mão fez com que as lanças que estava presas nas asas de Bárbara e as fez acertar no homem várias vezes penetrando seu corpo consecutivamente sem parar abrindo as tripas dele deixando seu corpo totalmente arrombado até o mesmo morrer, as lanças caem no chão fazendo um barulho de metal e Bárbara consegue tirar as estacas de suas mas perfuradas e correu até Tsuna, a levantou e sorriu ao perceber que não havia cortado seu pescoço, a criança mal consegue falar com o corpo todo cortado, ela copia sangue sem parar, aparentemente estava morrendo, Bárbara abraça ela, também bastante fraca. Suas asas arrastavam no chão, não haviam forças nem pra fechar, o rapaz se aproxima delas e ficou atrás de Bárbara, Tsuna olha para ela e incrivelmente sorriu para Bárbara, fechando seus olhos e apagando. A casa então caia aos pedaços diante do fogo, e se arrastando Bárbara consegue sair para a frente com ajuda do rapaz. Na rua, ela estava quase desacordada e agradece o jovem, ele diz que ficará tudo bem. Bárbara pede para deixar tocar sua mão e sem entender absolutamente nada ele a deixa.


-- Q-qual seu nome?


-- Eu me chamo….Kendo Fröst… Sou um Arc…


-- B-Bárbara Hick… Sou uma Brav…


-- Tudo bem, não se preocupe vai ficar tudo bem.


Enquanto falava, Bárbara não aguenta e fechou seus olhos desmaiando no exato segundo.


Com uma respiração profunda Bárbara acorda no dia seguinte em um hospital, estava sobre aparelhos, e a enfermeira diz para um outro alguém que ela havia acordado. Ela consegue escutar a conversa com uma certa dificuldade.


-- Ela acordou, sim é ela. Bárbara Hick, foragida… Acusada do assassinato de dois polícias. Podem entrar.


Após escutar, ela se levantou mancando procurando por Tsuna naquela nela, ela não encontra e percebe que não há como sair do hospital pela porta, logo dois policiais entram na sala e pedem para ela se sentar e acalmar, Bárbara correu até a janela, pulou sem nem ao mesmo olhar, quando percebeu estava no Vigésimo andar. Então fechou seus olhos pensando...


" -- Porcaria, eu ainda tinha muita o que viver, eu sempre quis ter um filho chamado Kennedy… Falava isso pra minha mãe desde criança, sei lá... Gosto desse nome."


Com os olhos fechados caindo lentamente daquele prédio, naquele altura. Bárbara apenas decidiu aceitar…


Ou não.

[ Muitos anos depois /2018 (Atualmente) ]

 No escuro de uma caverna com grandes estruturas metálicas, um homem cujo os olhos estavam vedados e seu corpo acarretando era obrigado a falar em uma chamada telefónica com alguém, em sua frente, mesmo não podendo ver, sabia quem era e estava tremendo de ódio. Diante daquele diálogo ele fala com dificuldades e ao mesmo tempo parecia aliviado por estar falando com o jovem ao outro lado da ligação. 

--...Alô? Quanto tempo... lamento pela perda da sua irmã Leona...

... Kennedy....

Meu...

Filho...

Percebeu que a ligação havia cido desligada por alguém, possivelmente pelo homem a sua frente, que era Cross. Ele sorria batendo palmas e se levanta. Virou de costas deixando aquele homem lá acorrentado, porém parecia satisfeito por ter falado com Kennedy. Cross enquanto andava guardou o celular no bolso indo em direção ao seu escritório na Sociedade de Extermínio Brav. (S.E

B). Ele olhou o celular e percebeu que durante ligação havia uma chamada perdida de Scarphil. Ele já sabia exatamente do que se tratava e por uma questão desconhecida ele parecia feliz com aquilo, parecia tudo parte de seu plano.

-- Finalmente... É hoje que meu plano se finaliza... DarkStorm!





Notas Finais


Espero que tenham gostado do Capítulo. O próximo sairá Em breve!


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