História Dattebayo () - Capítulo 2


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Categorias Naruto
Tags Saga Boruto, Saga Naruto
Visualizações 18
Palavras 3.178
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Shounen, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


(Neste cap é proposital não dizer com clareza quem esta na cena, por que o narrador não sabe pra poder contar. E conforme os bijus forem sabendo quem é quem você também vai, então a graça é tentar ir descobrindo junto com eles quem esta com qual biju. Quer tentar? Antes que o Naruto conte todos?)

Capítulo 2 - 2 Mas... o por que?


Fanfic / Fanfiction Dattebayo () - Capítulo 2 - 2 Mas... o por que?

A guerra havia terminado.

Novos acordos tinham sido feitos em meio a muita comemoração e aquele clima de festividade não tinha deixado os corações dos sobreviventes do que pode muito bem ser caracterizada na historia ninja como a maior vitória de todas.
 

Naruto dormia profundamente em sua cama quando der repente foi despertado pela própria Kyubi que agitada não parava de gritar.

{– Naruto. Naruto! Narutooooo! Acorda poxa! – Grita fazendo com que o outro caísse da cama e sonolento não conseguisse entender direito o que o companheiro de velha data dizia tão aflito. – Perdi contato com eles Naruto. Meus irmão e eu temos um contato telepático e não os acho, sumiram como se não existissem.}

– Heim? O que foi Kurama? Sossega... são 3 da manha quero dormir. – Cansado de tanta festa o loiro se arrasta ate a cama novamente se ajeitando entre os lençóis.

{– Estão aqui.}

É o ultimo aviso antes de o loiro ser desperto por seis gigantescas explosões.
 

As explosões sacodem a recém reconstruída Konoha e o loiro salta da cama já se dividindo com sua habilidade mais marcante os kage bunshins, indo nas seis direções diferentes. Sem se importar com o fato de ainda estar de pijamas.

Ele correu o quanto pode parando em frente a uma casa destruída que parecia ter implodido e dessa fora destruindo algumas das casas ao lado.
Infelizmente ele reconhecia a casa alvo.

– S-Sakura? Sakuraaa! – Invadiu os escombros desesperado se dividindo ainda mais em busca de sobreviventes. – Sakura por favor me responde! Anda! – Gritava como um louco na escuridão da noite entre a nevoa trazida pelos escombros, outros ninjas próximos da região também vinham ao auxilio e então ele ouve um ruído fraco. – Sakura?

Outros moradores daquela rua a tinha achado sob uma placa do que antes era uma parede, bastante ferida e muito atordoada ela murmurava para acharem seus pais quase em desespero, e Naruto como um bom amigo e quase tão preocupado quanto ela se põe a buscá-los junto dos vizinhos.

Mas o que encontra... Não era mesmo a visão que esperava.


 

                                                                     Narrativa da Yonbi.           Son Goku.—Quatro Caldas.
 

Eu estava lá feliz, cuidando da minha vida, sem fazer mal a ninguém. E do nada um homem parou bem na minha frente e olhou para mim.
 

Eu senti no fundo da minha alma que a coisa iria ficar feia, mas ao mesmo tempo eu não senti que ele era uma ameaça; na verdade senti que ele precisava de ajuda.

Mas antes de eu consegui completar meu raciocínio ele ergueu as mãos fazendo um sinal que ate mesmo eu não reconheci e puf... o mundo escureceu.
 

Despertei novamente preso e isso me encheu de ódio.

Me senti traído pelos humanos e tentei contatar meus irmãos, e por alguma ironia Shukaku foi o primeiro a responder. Acho que era pelo fato de seu humano não dormir... Mas seja qual for o motivo ele veio e logo começamos a discutir sobre qual seriam os planos dos humanos desta vez.

Tentamos nos reunir e falar com Kurama, mas ele parecia ocupado com o humano dele que não estava nada bem. Então em respeito o deixamos ir cuidar do garoto e continuamos a reunião sem eles.

Comentamos sobre tudo o que podíamos, e todos narramos o mesmo cara: “um homem alto magro que parece que ia quebrar, com os cabelos longos não por vaidade, mas por falta dela e o mais importante... os olhos estranhos como se tivessem sido manchados por tinta nanquim”. Só que estranhamente fomos atacados no mesmo segundo, e isso era impossível; a não ser que esse cara estivesse usando o jutsu do Naruto de se clonar.

Mas onde ele conseguiu tanto chakra? Para não somente fazer este tipo de clones, mas nos derrubar e lacrar?

Nada estava fazendo sentido ali.
 

Debatemos por horas mesmo, ate que Kurama voltou sozinho, sem termos de o chamar.

Ele apenas parou respirou fundo e disse que tínhamos sido postos nos corpos dos amigos do Naruto; e que os garotos estavam desacordados e muita gente morreu por conta do lacre/ selo feito as pressas.

Eu não sabia o que pensar.

Só briguei muito e reclamei mais ainda. Mas no fim não tinha o que ser feito... Ninguém sabia mesmo por que estávamos ali, quem era aquele cara ou de onde ele veio e pior; o que ele quer com isso tudo.

– Como assim você não sabe me dizer nada sobre a pessoa que estou preso? – Me irritei com aquele raposo safado sem vergonha que passou anos com o Naruto e tinha a cara de pau de não saber nem o nome e nada de ninguém.

Era um desinteressado mesmo...

Esse tipo de coisa me dava nos nervos.

Mas fazer o que agora eu, e todos os outros, teríamos que aprender do zero graças a falta de informação do Kurama...
 

Então quando finalmente eles despertaram todos nós ficamos em completo silêncio apenas ouvindo e tentando entender qualquer coisa que fosse.

Eu podia ver tudo através da garota que estava aprisionado, mesmo que essa não tivesse contato comigo, ou qualquer tipo de controle para isso; a não ser se ela ficasse desacordada. Mas por um lado bom estávamos todos no mesmo lugar.       Tirando os três que já estavam com seus humanos.
Não espera... Gyuuki também esta aqui? Por que ele não esta com seu humano cantor?

A três segundos ele estava com aquele humano irritante! Eu me lembro ate de o ver aqui junto do outro mais novo que acomodava Shukaku. Então como...?

                                                             Isso ta mais estranho que imaginei.

Mas eu não tinha como o perguntar. Pois este estava em um pânico que pertencia apenas a ele.
 

Então um a um aquelas crianças foram despertando e tentando compreender o que houve. Podia perceber por seus olhares assustados e confusos cada uma de suas personalidades, e tentava perceber qual que estava com cada irmão meu.

– Estão todos bem? – a jovem garota que eu estava aprisionado questiona antes mesmo de saber se ela mesma estava bem.

Parecia ser uma pessoa de bom coração assim como o amigo.             Naruto.

– Eu não sei ainda. – uma jovem de longos cabelos loiros responde visivelmente atordoada. – Eu não estava em casa e... Só me lembro de ir dormir e agora estou aqui.

– Digo o mesmo. – Uma voz arranhada me cobra a atenção e percebo ser um jovem corpulento de mais para ser um ninja. Porem seus cabelos longos, revoltos e avermelhados me agradam muito mesmo. ― Eu só quero que alguém me explique alguma coisa. Qualquer coisa. – ele diz ao olhar para outro jovem que permanecia em completo silencio.

Esse não possuía nenhuma característica marcante para que eu pudesse o narrar ou o destacar.

De certo iria fazer igual à Kurama e me esquecer deste rapaz.
 

O restante dos jovens ali permanece em completo silêncio apenas a tentar se lembrar de alguma coisa em vão. A jovem que agora era minha companheira tenta se levantar e olhar sua própria fixa médica, mas estava muito ferida ate mesmo para este simples gesto.
 

– Ah! Que bom que vocês estão bem! – O loirinho mais extrovertido do mundo exclama ao entrar pela porta e todos já o olham como se esperassem que ele tivesse todas as respostas.

Mas ele para ali mesmo.

Parecia não saber como agir nem como contar o que sabia.

– Eu... Eu não sei o que dizer....

De fato ele é uma pessoa extremamente honesta.

Chega a ser hilário.
 

– Deixa isso pra lá. Como estão meus pais? – Ela diz como se todas as maiores duvidas de todos ali fossem menos importantes que essa resposta, e de fato para ela eram; entretanto a pergunta da moça pareceu ter o afetado profundamente de um jeito que não compreendi imediatamente, mas logo me dei conta do que se tratava. Dor. Não por ele, mas por ela. A famosa empatia humana que nele chegava a transbordar.

– S-sakura eu... Eu sinto muito mesmo.

Não precisou de muito mais.

Todos ali conseguiram entender perfeitamente com essa simples frase, mal encaixada. Ninguém precisava ouvir sobre como ou o estado que estavam para sentir a mesma dor da garota.

― N... n-não... você ta mentindo...!!! Porque esta mentindo pra mim Narutooo! Não brinca comigo! ― A negação dela era quase palpável tanto quanto a agonia em sua voz. Pela primeira vez senti pena de um humano. Um que não fez nada para merecer sofrer.

― Sakura. Me desculpa. Eu... Eu não... ― Ele não tinha mais o que falar, então apenas se aproxima e a abraça.
Pude ver no olhar dos demais que também temiam e sentiam a dor da jovem, mas apenas um ali tem a coragem de usar a voz para questionar. Não uma coisa em específico, mas tudo ao mesmo tempo.

― Mas afinal. O que ouve? Porque estamos nessa sala? Não estou ferido. O que está havendo? Você sabe de algo Naruto?

Não sei se era força interna ou a falta de emoções, mas o garoto não demonstrava a mesma dor e medo dos demais. Seu semblante na verdade era limpo de qualquer emoção.

― Eu não sei... E o que sei não faz sentido algum.

Parecia que o Naruto estava falando o que eu pensava.
Ele apenas se senta sobre a cama daquele que eu me via impossibilitado de caracterizar e respira fundo olhando primeiramente para o jovem inexpressivo que havia perguntado e depois para os demais. ― Agora vocês são como eu. São todos jinshurikis. ― A frase sai como um sopro de ar. E eu não sabia reconhecer se seu tom era de tristeza ou de alegria.

Creio que por um lado ele estava feliz por não ser o único ali nesta situação e ter iguais, mas por outro ele não conseguia ignorar as consequências deste fato, que eram quase inumeráveis.

― Isso é impossível Naruto. ― O dono da cama que ele se sentava se pronuncia sério, direto e reto. Sua voz era firme na afirmação fazendo com que os demais o olhassem esperando mais respostas e uma maior explicação do por que a única resposta dada a eles era impossível. ― Você é descendente de Uzumaki... e por isso tem capacidades físicas especiais. Nós não. Isso seria impossível. Não é qualquer um que pode ter um Bijuu assim.

Pensando bem as palavras do garoto eram verdade.

E eu me pego pensando o quanto tudo aquilo era realmente ilógico, e não importava o quanto a lógica a razão e o meu conhecimento dissesse que aquilo era impossível. Mas eu, o meu pensamento; era completamente negado pela realidade imposta ali a minha frente.
 

Mas de toda forma aqueles garotos tiveram de permanecer ali, em algum tipo de período de contenção, uma... Quarentena. E isso só fazia com que suas emoções ficassem a flor da pele.

― Raaa! Mas quanto tempo eles vão nos deixar aqui sem entender nada? ― Enérgica essa garota me agradava bastante. Ela grita e tenta fazer com que os demais também se animassem, mas a maioria ali parecia ser bastante submissa.

E olha que era ela que teve o pior abalo.

― E o que você espera? Quer que eles venham de hora em hora falar que ainda não sabem nada? Ou quantos morreram? ― A loira se ergue da cama indo ate um pequeno espelho que eu nem tinha notado que estava naquela sala e se põe a prender os longos cabelos usando deles próprios.

― Eu não sei Ino. Eu só quero sair daqui e saber alguma coisa. ― Eu gostaria muito que todos eles começassem a dizer um o nome do outro, assim poderíamos pelo menos saber o nome dos humanos que estávamos...
 

Realmente isso era uma situação desconfortável, para eles e para nós.

Ainda mais para nós.

Eu podia ver tudo onde ela estava e o que via como se estivesse ao lado dela no mesmo cômodo, em espaços mais amplos minha vista era turva pela capacidade reduzida de estar preso ali, mas para todos os casos era como se eu pudesse ver e ouvir através dela, não como uma televisão, mas algo muito mais amplo.

E dessa forma fiquei entretido a tentar saber um pouco mais de tudo assim como a jovem nervosa que me encontrava.                 Ela possuía curtos cabelos cor de rosa, olhos verdes e um temperamento bem parecido com o meu. De todas as garotas ali, essa era a mais corpulenta em matéria de atributos que uma ninja deveria ter. A loira era delicada demais, parecia que qualquer golpe a derrubaria, além de ter um cabelo ridiculamente grande e ser extremamente magra, não parecia se alimentar bem. E a última tinha como única boa característica o fato de ser completamente invisível a mim ou a qualquer um ali, fora isso não consegui notar mais nenhuma características já que ela ficou apenas calada, a única coisa que vi verbalizar foi o nome do loirinho quando este chegou, e até para os demais humanos ali este ato passou completamente despercebido.

Tentava conhecer cada um deles e a ela também, mas isso era quase impossível já que nem o nome deles eu sabia.

― Vocês deviam se acalmar. ― o garoto corpulento se faz ouvir, usando um tom calmo na voz. ― Nem faz tanto tempo assim que estamos aqui.

― Isso é verdade. Nem tentamos conversar entre nós. Podemos ter perdido alguma informação util. Acho que devemos conversar. Por onde começamos? ― Esse dai parecia mais perdido que eu. Resolvi então criar um apelido ate saber os nomes de cada, e esse “pó de arroz” com o tom de voz morto e sem expressões faciais dificultava tudo.

― Que tal sobre o que estávamos fazendo? O que vimos? ― Nossa esse cara fala?

Havia este outro rapaz que eu já havia me esquecido da existência completamente.

De todos os garotos ali ele era o que possuía os cabelos mais curtos e por algum motivo usava um óculos escuro nesse ambiente fechado.

― Acho uma idéia perfeita. Ótima idéia Shino. ― Obrigado, continuem a se nomear assim pelo amor de deus, ate agora só sei dois nomes. ― Eu estava dormindo na minha cama. Tinha conversado com os meus pais sobre ir morar sozinha e que iria me mudar semana que vem. Tivemos uma conversa seria ate de madrugada.

― Então você deve ter sido a ultima a dormir. Fui deitar cedo. Percebeu algo estranho? Não da pra fazer um ritual desses assim do nada. ― O outro sem característica alguma volta a falar, e eu fico rezando para que alguém me diga o nome desse garoto.

― Pior que não... Realmente eu deitei e capotei por que passei o dia vendo as coisas da nova ala medica e treinei muito com a Tsunade. Agora que ela não é mais a Hokage e tem muito tempo livre ela quis me ajudar e depois disse que eu como kunoichi tenho que saber ornar bem meu tempo, por que se eu ficar parada atrás de uma mesa, vou perder o que já consegui. ― A garota tinha uma péssima mania de se estender de mais em cada relato; mas mesmo assim não fazia o favor de ficar dizendo o nome de cada um, em um típico dialogo expositivo para eu poder decorar.

― Eu fui dormir cedo igual o Shikamaru. ― Ate me impressiono dessa menina falar o nome de outro garoto que não seja o Naruto. Então Shikamaru era o nome do sem características. Tudo bem não é difícil de decorar.

― Ino, Chouji? E vocês? ― A garota que eu estava, questiona naturalmente já que eles disseram que não estavam em casa, mas ambos a encaram com uma grande fúria no olhar. ― O que eu fiz de errado? ― Novamente ela fala com lógica, mas isso não parecia ser a coisa mais importante ali. ― Shikamaru? O que eu fiz? ― Por algum motivo ela questiona ao outro rapaz que estava fora da conversa.

― Não me põe nisso. ― Ele fala de uma forma que parecia fazer sentido se eu conhecesse a relação que cada um deles tem. ― Mas faz sentido... Digo. Dizer o que lembramos e estávamos fazendo o dia todo como você fez. Por que não tentamos imitar a Sakura um pouco que seja?

Sakura!

Amem! Muito obrigado garoto!

O nome dessa garota era Sakura, como a flor que tem essa mesma cor que os cabelos dela. Agora estou melhor, pelo menos sei o nome dela; não é muito mas... perto de quem não tem nada...

― Por isso quanto mais detalhes soubermos melhor. ― Eita... ele ainda estava falando. Mas tudo bem, não devia ser nada útil para mim mesmo.

― Eu não fiz nada de interessante, eu apenas acordei cedo e fui ate o cemitério por umas flores no tumulo do Neji. Depois fui fazer umas compras e voltei para casa, treinei com a minha irmã. Eu... Eu não sei o que dizer o que estamos buscando. ― O engraçado era que ela mesma se achava inútil e desinteressante. Eu poderia ter um pouco de pena, se me importasse um pouco com a existência dela.

― Eu estava em missão. Voltei entreguei o meu relatório e ia chegar em casa quando tudo aconteceu e realmente não vi nada de mais. ― Por que esse esquisitão não disse isso antes?

Aff.

Chega.

Ah já deu!

Passa para outro narrar isso.

Cansei.

Estressei mesmo.

Que bando de idiota inútil!

― Por que não falou isso desde o começo Shino? ― Eu realmente fui com a cara desse Shikamaru. ― E você viu algo?

― Na hora não me dei conta, e precisei de um tempo para me lembrar o máximo possível de cada detalhe. ― Tudo bem garoto, esta perdoado. Mas fala de uma vez! ― Lembro que estava na rua principal e era muito tarde para ter alguém na rua então estranhei quando vi um homem ali, mas o cumprimentei por que achei que era um morador da vila que estava caminhando ou fazendo a vigia da noite. Parando para me lembrar ele não parecia ter nada marcante, mas tinha algo de estranho em seus olhos. Eles eram... Manchados. Mas ele não fez nada de mais, eu só senti a energia e os meus bikutius me avisaram do ataque quando já era tarde, eu apaguei e acordei aqui. ― Ele diz serio ao se concentrar, mas era nítido que estava se esforçando para lembrar de algo útil mesmo que não soubesse.

A verdade é que mesmo que ele se matasse para se lembrar de cada passo que deu isso não seria nada útil, pois o principal ele já disse; e não tinha como ser mais especifico. Ele disse que estava andando na rua tranquilamente, um caminho que sempre faz e não percebeu nada ali. Isso já era ilógico por que para fazer este ritual não tinha como tudo estar normal não dava para alguém montar isso assim do nada.
E alem disso ele falou do mesmo homem que havíamos visto.
 

De todo jeito eu cansei e vou passar essa função de narrar a alguém mais paciente.

 


Notas Finais


(Pus os 2 bijus mais revoltados próximos para marcar bem a diferença de personalidade. Kurama realmente e estressado. Ele fala mal de todos. Xinga e se revolta durante a narrativa. Já Goku demonstra estar irritado mas manera o linguajar apenas pontuando como fato e n demonstrado. Eu sei q o cabelo do Shoji neste periodo é curto mas eu prefiro ele longo para o jutsu dele, ai vou fazer ele cortar durante a trama ok? Ate pq qm n conhece este período vai se acostumando.)


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