História Daughter of Ares. - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Supernatural
Tags Ares, Demonios, Morte, Semi-deusa, Supernatural, Winchesters
Visualizações 9
Palavras 1.901
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oieee gente, mas uma nova fic, mas primeiramente, muitas coisas aqui serão mudadas. Nessa minha história, Bobby não morreu, é o nosso Bobby, de antes dele morrer pelo Dick Roman. Então é isso.

Capítulo 1 - Filha de Ares.


                

    Andrew Singer pov

Antes

Eliza sempre foi uma mulher bondosa, gentil, eu era apaixonado por ela, mas nunca correspondido. Ela sempre me enxergava como um amigo ou irmão. Até chegar um dia que ela disse que estava grávida, eu perguntei quem era o pai e onde ele estava, dito ela que ele foi embora, que o mesmo não podia ficar. Logo estranhei, comecei a fazer algumas perguntas a ela, a mesma sabia que eu era caçador, sabia de seres sobrenaturais que habitavam a terra, então o que ela compartilhou comigo foi um tanto inusitado. Ela fez sexo com um Deus Mitológico, isso porque o próprio se revelou pra ela. Como um Deus, usou seu charme pra cima dela, o que uma mera humana não conseguiria resistir. Eles transaram, depois de pouco tempo, Eliza veio a sentir pontadas na barriga, dito por ela, mas ela nunca comentou nada comigo. Com essas pontadas, ela foi ao médico e descobriu a gravidez. Como ele é um Deus, o bebê se formou bem rápido no ventre dela, o médico disse que o bebê já tinha no máximo 4 meses, sendo que havia 1 mês que eles haviam tido relações sexuais. 

Foi a gravidez mais rápida que já presenciei, em três meses de gestação contando com nosso tempo, a Eliza teve sua bolsa rompida. Eu fiquei do lado dela esse tempo todo, durante sua gravidez, ajudando ela de todas as formas, ela até se isolou para ninguém notar sua gravidez precoce. 

A levei para o hospital no meu carro que era todo simples, era uma lata velha, mas dava para se virar e conseguir levar ela para o hospital e ter seu bebê, que ela continou se cuidando com o médico que revelou sua gravidez, o mesmo se assustou bastante com a gravidez, mas do mesmo jeito ajudou. 

Ele fez o processo do parto, eu fiquei na sala de espera, depois de um bom tempo o mesmo médico veio me dar as notícias, dizer que Eliza não havia resistido e o bebê era uma menina, já que as ultrassom não ajudou a revelar o sexo da criança.

As lágrimas brotaram em meu rosto automaticamente, eu não era esse tipo de homem sentimental, mas a morte da Eliza fez meu coração se apertar. Fui até a sala que ocorreu o parto e vi a própria sem vida em cima da maca, o ventre todo ensangüentado, o chão também coberto de sangue. Me aproximei, dei um beijo em sua testa e pedi para o médico me levar até a criança. Ele no caminho disse que a criança era enorme, que seria feito alguns exames para saber melhor da menina. Ela estava na incubadora. O médico permitiu que eu chegasse perto. Entrei na sala e olhei para aquela menina linda, seus cabelos loiros, olhos verdes, assim como a mãe. 

- A Eliza tem algum outro parente que possa se responsabilizar pela garota? - O médico perguntou. 

- Eu! - Foi automático. 

- Mas o senhor não é o pai, certo?

- O pai fugiu, quem cuidou da Eliza fui eu, apenas um amigo. Mas estive com ela até o final. Então acredito que ela ficaria feliz em me ver cuidando da sua filha.

- Certo. Tem algum nome em mente? 

- Sim. Valerie Ross Singer. - Eu a cuidaria como minha filha, assim ela tendo o sobrenome da mãe e o meu.

O médico assentiu e se retirou da sala, me deixando mais um pouco com a garota. Eu não tinha jeito com crianças, não tinha uma vida certa para cuidar de uma criança, eu era um caçador. Que vida daria a essa menina? 


Agora 


Valerie pov

Hoje é  meu aniversário, 22 anos, meu pai Andrew teve a ideia de fazer mais um bolo para mim. Ele sabe que não gosto desse tipo de surpresa, meu estilo mesmo era pegar meu carro Impala 67 e sair pela estrada, ouvindo um bom rock clássico, esse é o tipo de aniversário perfeito. Mas ele do mesmo jeito cismava com isso. Eu não reclamava, eu sabia que ele fazia com todo amor e carinho. Eu não saberia o que fazer sem ele. Já que minha mãe morreu no parto, ele não sabia o que fazer, não era o melhor com criança, mas soube se virar e hoje sou uma mulher feita. Tenho meus estudos completo, mas ainda não decidi nada em questão da faculdade. Meu pai acabou por conseguir um emprego bom depois do acontecido com minha mãe. Desde então deu o melhor para mim. No meu aniversário de 18 anos, ele me deu meu primeiro carro. Um Impala 67 preto. Esse carro é minha paixão. O chamo ele de "Neném." 

Mas não é por causa disso que eu não trabalhava, eu trabalhava como garçonete em uma lanchonete aqui de Missouri, meu pai não aprovava muito, mas eu queria aprender as coisas, ser dependente, eu agradecia por tudo o que ele fez e ainda faz, mas tenho 22 anos, tenho que caminhar com meus próprios pés. Ele me perturba para eu ir a faculdade, mas eu quero esperar um pouco. Primeiro quero ver como me saio em algum emprego, quero pagar minha própria faculdade, certos cursos que quero fazer e não quero sempre depender do dinheiro dele. 

- Feliz aniversário, filha. - Ele segurava um bolo de chocolate, que era meu preferido, seu sorriso de alegria era contagiante.

- Pai, já tenho 22 anos. Não sou mais uma criança. - Sorri, fazendo bico. 

- Sempre vai ser minha filhinha. Agora assopra as velas. - Assoprei as velinhas. Era 10 horas da manhã, uma manhã de sábado e papai já tinha feito um bolo pra mim e o café da manhã já estava posto na mesa. Hoje eu teria folga do trabalho, então seria o dia de paz. 

Tomei meu café com meu pai, depois disso ele foi fazer algumas ligações, para meu tio Bobby. Seu irmão mais velho. 

Saí pra fora, pra mexer na minha belezinha, eu iria tirar ela da garagem e dar uma volta. 

- Valerie! - Meu pai me chamou. Antes de mexer no carro, fui averiguar logo o que papai queria. 

- Oi, pai?

- Seu tio está vindo aí, junto com dois amigos. 

- Ele só aparece uma vez no ano, bem no dia do meu aniversário. - Fui irônica.

- Sabe que seu tio é um homem ocupado. Deixa de gracinhas!

- E quem são esses amigos? 

- São como filhos para o Bobby. Os pais deles morreram, então o seu tio os ajudou muito. Dean e Sam Winchester. 

Depois disso voltei para meu carro, meu pai entrou, a nossa casa era afastada de toda a extensão. Meu pai disse que isso evitava vizinho fofoqueiro e porque ele é um anti social também. Mas eu era a mesma coisa. 

Abri o capô do carro, só pra dar uma averiguada, quando fechei e ia entrar pra dentro de casa, eu vi uma pessoa ao longe me observando. Era um homem de terno preto. O que fazia esse homem aqui em uma área afastada? Corri imediatamente para dentro de casa.

- Pai? - O chamei, já que o mesmo estava na cozinha, lavando a louça do café da manhã.  

- Oi, filha. 

- Enquanto eu mexia no carro, peguei um homem estranho me observando. 

Meu pai parou na hora o que estava fazendo e dirigiu toda sua atenção a mim. 

- Como era esse homem? 

- Ele usava terno preto, pouco cabelo.

Meu pai teve uma reação estranha, como se já conhecesse o homem. 

- Pai, está tudo bem? 

- Sim. - Eu senti que ele hesitou em sua resposta. Isso me deixou um pouco assustada.

Em uma hora depois, meu tio Bobby chegou. Meu pai e eu esperávamos na porta de casa. Ele chegou em um Impala 67, o mesmo carro que o meu. Ele desceu do banco de trás. Logo em seguida desceu os dois que estavam na frente. E por Deus, que homens lindos. Confesso que nunca vi homens tão bonitos. Um era mais alto, cabelos grandes ate o pescoço, olhos azuis, barba por fazer. O outro era mais baixo, cabelos curtos e loiros, olhos verdes. 

- Gostei do carro, Andrew. - O loiro olhou para meu Impala, seus olhos brilhando. Tinha bom gosto para carros. 

- Esse carro não é meu, Dean. É da minha filha. - Dean olhou para mim, senti meu corpo tremer apenas com esse olhar. Que loucura. 

- Você deve ser a Valerie. - Dean estendeu a mão, sorriu de canto. Eu educada, estendi minha mão e o cumprimentei. - Belo carro! 

- Prazer, Dean. O seu também é lindo. - Falei toda sem jeito, o que fez o loiro abrir um sorriso. Olhei para o grandão. - Você deve ser o Sam. 

- Isso. - Ele sorriu de canto e apertou minha mão. 

- Entrem! - Meu pai os convidou. 


Meu pai pediu que eu fosse para meu quarto, por que ele precisava conversar com os três em particular. Só esperava que não fosse algo muito sério. Mas fiz tal pedido e fui para meu quarto. 


Andrew pov 

- Crowley está aqui! - Fui logo direto. 

- O quê? - Dean indagou. - Como assim? 

- Um pouco antes de vocês chegarem, Valerie estava mexendo no carro, diz ela que se viu sendo observada por um homem de terno preto e pouco cabelo. Quem nos lembra? 

- O que ele quer com a Valerie? - Sam perguntou. 

- Olha meninos, eu já contei isso ao Bobby, mas pedi que ele nunca contasse a ninguém. Até mesmo a vocês, porque eu pedi sigilo. Por isso pedi que viessem aqui. É hora de contar pra vocês. 

- O que, Andrew? - Dean ficou um pouco preocupado. 

Contei toda a história para os Winchesters, sempre em voz baixa para não correr o risco da Valerie escutar. Os meninos ficaram bastante surpresos.

- A Valerie é uma semi-deusa? - Sam repetiu, falando baixo. 

Assenti.

- Eu achei que isso era mito. - Dean ainda estava tentando processar toda essa história. 

- Então se ela é filha de um Deus Grego, quem é o pai dela? - Sam perguntou. 

- Um dos piores. - Respondi. - Ares! 

A surpresa foi um tanto para os irmãos. Me lembro quando contei para o Bobby, foi a mesma coisa.

- Crowley a quer para um objetivo. - Dean disse. - Seja qual for, não podemos deixar que ele toque nela. 

- Acredito que não só é o Crowley que esteja de olho nela. Só não entendo por que o pai dela ou quer quem seja nunca a procurou, nunca tentaram fazer nada. Isso é estranho. A criei com uma vida normal, ela nunca teve acidentes com seus poderes, ela acha que é uma pessoa comum. Agora vem o Crowley ficar de olho nela. Que sentido isso faz? Depois de 22 anos vieram ficar de olho em minha menina? 

- Precisamos da ajuda do Castiel. - Dean sugeriu. 

- Não aqui, Castiel as vezes com sua ingenuidade, vai acabar falando coisas que não deve. - Falei, fazendo o Winchester mais velho dar uma risada baixa. 

Todos assentiram, estava preocupado, queria entender melhor, por que ela nunca foi procurada? Será que o próprio pai dela está impedindo que algo aconteça com ela esse tempo todo? Mesmo de longe? Mas o que explica o Crowley de olho? Talvez Castiel saiba alguma resposta, saiba mais detalhes.




Notas Finais


Espero que gostem, acho que ficou meio sem sal esse capítulo, mas prometo melhorar no segundo.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...