História Davião das Quebradas. - Capítulo 8


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Categorias Originais
Tags Crimes, Dinheiro, Drogas, Facções Criminosas, Favelas, Policia, Rota, Tiroteio, Trafico, Vingança
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Palavras 1.174
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


A fanfic tá de volta!

Boa leitura. ^^

Capítulo 8 - Informação e acerto de contas.


Três dias depois.

Depois de cumprir o seu objetivo, Valter tinha que passar a informação ao Fernando. E obviamente sem despertar a desconfiança de Matheus, que por si só, já é altíssima. 

Casa de Valter.

Valter mora em um condomínio de luxo, mesmo não tendo as mesmas condições do Fernando ou do Matheus.

Valter estava na sala de estar com seu celular na mão, se preparando para ligar para Fernando.

Valter - (Ligando pro número do Fernando) Matheus tá fodido...

Mansão de Fernando.

E depois de aproximadamente um minuto, a ligação é recebida. 

Fernando estava no seu quarto, e ele sempre tem o telefone do seu lado.

Fernando - (Pegando o telefone) Opa, ligação...

Fernando atende.

Conversa no telefonema.


Valter - Alô, Fernando.
Fernando - Valter, é você?
Valter - Eu mesmo, tô te ligando pra passar logo uma informação com o Borrachão.
Fernando - Ah, me fala aí, Valter.
Valter - O Matheus Borrachão me deu a ordem de fazer um sequestro relâmpago. Aí eu fui com um comparsa. Então a gente sequestrou uma mulher, só que houve um engano aí.
Fernando - Engano? Como assim, Valter? Explica isso aí pra mim.
Valter - Pro sequestro relâmpago, a gente deveria ter decidido um local pra levar a vítima, só que a gente não fez isso, e aí... foi assim, eu fico com a vítima no carro dela, e a vítima tem que seguir o carro usado pelo comparsa. Só que como a gente não pensou nisso, o comparsa foi diretamente pra mansão do Matheus, sem nem avisar... aí houve uma confusão, e a vítima foi liberada depois disso tudo.
Fernando - Ok... valeu, Valter.
Valter - À teu dispor, Fernando. Falou.

A conversa se finaliza.

Mansão de Fernando.

Fernando já sabe o que fazer com tudo o que ouviu.

Fernando - (Pensativo e determinado) Isso tá uma beleza, agora sim, meu irmão!

Fernando pega uma maleta de dinheiro, e a abre.

Fernando - (Apreciando a maleta) Essa grana, ficou guardada por 2 anos... e ainda me dá muita coisa pra fazer... essa belezinha ficou 2 anos guardada, e ainda me incentiva à negociar com um lado e o outro ao mesmo tempo... (dá uma risada)

O que esta maleta de dinheiro significa? E do que Fernando está falando em relação à essa maleta?

No dia seguinte.

Matheus pensava seriamente em como acertar as contas com Fernando, e resolveu fazer uma coisa...

Na mansão de Matheus.

Matheus fará uma visitinha à Fernando.

Matheus - (Carregando sua pistola) Eu sei que não precisa, mas com esse filho da puta chamado Fernando, eu desço a porrada se for o caso.

Os comparsas armados já estavam esperando no lado de fora. Matheus sempre anda com seus guardas armados até os dentes arás, seja qual for a situação. 

Matheus - (Sai da mansão, indo direto ao seu carro) Bora galera!

Havia outro carro atrás do de Matheus, e esse era o carro dos comparsas. Matheus entra no seu carro, e os comparsas no carro deles.

Matheus segue enfrente, e os comparsas o seguem.
 

Quando Matheus finalmente chega.

Matheus estaciona direto na calçada da entrada da mansão de Fernando, enquanto os comparsas estacionaram discretamente na outra calçada, no outro lado.

Matheus sai do carro, e segue em direção entrando.

Ao chegar na porta, Matheus toca a campainha.

Fernando pega a chave, e vai abrir a porta para receber a visita.

Dentro da mansão.


Fernando - Opa, eu tenho que ver quem é! (Andando em direção à porta com a chave)

Fernando destranca e abre a porta, e se surpreende ao ver quem está o visitando...

Fernando - Matheus, é você?
Matheus - Sim, Fernando, eu mesmo. Cê ainda lembra de mim pelo visto, né não?
Fernando - Lembro sim Borrachão, eu não esqueço!
Matheus - Grande bosta, e faz tempo que não sou chamado pelo apelido, seu merda.
Fernando - Calma Borrachão, porque a gente não entra?

Os dois entram na mansão e Fernando fecha a porta.

Matheus - Enfim, eu agora tô aqui pra acertar as minhas contas com você.
Fernando - É mesmo, Matheus! A gente tem várias contas pra acertar! 
Matheus - Como o nosso acordo, até agora você não fez a sua parte. Já se fazem 2 ANOS, e você não fez a porra da sua parte, esqueceu?
Fernando - Pois então, Matheus... eu tô até agora elaborando minha parte com você.
Matheus - Como é que é?
Fernando - Se não acredita, eu te explico...
 

Então o Fernando pega aquela mesma maleta de dinheiro que usava quando recebeu a ligação de Valter.

Matheus - Que porra é essa?
Fernando - Cê vai ver...

Fernando abre a maleta, revelando o dinheiro.

Fernando - Então, esse aqui é o dinheiro do nosso trato, esse é o dinheiro que eu prometi te dar caso você fizesse aquele massacre no morro do Chapadão... e você fez, né não?
Matheus - Sim, EU FIZ. E tu não acha, que sendo assim, esse dinheiro deveria estar comigo desde um belo tempo, filho da puta? 
Fernando - Sim, eu acho... por quê?
Matheus - Porque se é assim, você vai me dar essa porra de dinheiro, caralho!

Furioso, Matheus pega sua pistola à apontando para Fernando.

Matheus - Me dá essa maleta, e as contas tão acertadas!

Porém, Fernando não se intimida nem um pouco com a ameaça.

Fernando - Calma Borrachão, essa conta já vai se acertar!
Matheus - (Apontando a arma com convicção) Ah é?
Fernando - Se você quer, então é sua!

Fernando lentamente estende à mão, dando a maleta à Matheus.

Matheus fica sem o que responder.

Fernando - Pronto, o dinheiro do nosso trato é todo seu, Matheus.

Matheus pega a maleta e abaixa sua pistola, porém continua furioso.

Matheus - Olha aqui, Fernando... apesar de tudo isso, você tem sorte. Você tem sorte, de também ser rico, perigoso e da mesma classe que eu... porque se você fosse pobre ou de uma classe inferior à mim, eu já teria te matado da pior forma possível, antes de 2006 chegar.

Fernando apenas de despede.

Fernando - Já pode sair, se quiser, Borrachão.
Matheus - Obrigado, tchau.

Matheus sai da mansão com a maleta, carregando o bendito dinheiro.

Enfrente à calçada.
 

Matheus entra em seu carro botando a maleta no banco de carona, carregando o dinheiro do fim de um trato que só está sendo acertado 2 anos depois de seu acordo.

Matheus - (Respira fundo) Puta que pariu... eu me pergunto, porque eu não desço a porrada logo de uma vez nesse filho da puta... enfim.

Matheus segue enfrente no volante, e seus comparsas que ficaram o tempo tudo esperando, o seguem.

Depois desse acerto de contas, Matheus volta à seu lar, agora que Fernando finalmente faz sua parte do trato depois de 2 anos. 

Porém, além desse trato com Matheus, Fernando ainda tem suas contas com Valter, que está entre o meio dos dois, e se Matheus descobrir que Valter está trabalhando para ele nas costas de Matheus, as contas poderão ficar mais difíceis.

Continua...

 


Notas Finais


Esse foi o capítulo 8!
Como vocês viram, tiveram um acerto de contas.

Enfim, falou! ^^.


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