História Day after day - Taekook - Capítulo 45


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan Boys (BTS), Kooktae, Kookv, Namjin, Taekook, Vkook, Yoonmin
Visualizações 81
Palavras 2.672
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, é sério, por favor, prestem atenção aqui! Há um tempinho, eu estava vendo alguns vídeos e fotos no twitter e eu me deparei com um post sobre estupro em fanfic. Mano, de verdade, eu jamais escreveria sobre isso imaginando, realmente, sendo os meninos ali, machucando uns aos outros, jamais, e também não detalharia isso porque, na minha opinião, é algo "pesado" e bem sério. Nos avisos, indicam o que a fanfic tem no seu decorrer, e eu avisei que teria. Desculpa se isso for grosseiro, mas se esse assunto te incomodar, pare a leitura por aqui, porque é a partir desse capítulo que vai entrar uma outra fase, e, sinceramente, eu não estou afim de ver comentários ruins ou maldosos a respeito da minha fanfic e/ou sobre mim.

Muito obrigada para quem leu e espero muito que me entendam. Eu me esforcei demais para escrever essa fanfic, fiquei quase um ano com ela em andamento, e não fiz isso para receber falta de educação e de respeito. Sinto muito por tomar esse tipo de atitude, mas, de verdade, eu me sentiria muito mal de ver comentários negativos.

Nas notas finais vou explicar um pouquinho melhor.

Boa leitura ♡

Capítulo 45 - Remédio para o coração


Fanfic / Fanfiction Day after day - Taekook - Capítulo 45 - Remédio para o coração

• Narrado por Kim Taehyung •

- Jungkook... - o chamei com ele ainda em meus braços - Jungkook, por favor... - deslizei minha mão por sua cabeça, afundando seus cabelos, os acariciando na tentativa de normalizar sua respiração ofegante.

Mais uma lágrima escorreu pelo meu rosto. Estava apavorado por vê-lo assim. Tentei ao máximo disfarçar para não o preocupar ou o deixar pior, mais do que já estava.

Deixei selares pelos seus fios de cabelo enxarcados no topo do cabeça, causado pelo suor do estresse, beijos calmos para que não se desesperasse ao sentir minha boca sobre seu corpo. Foi se acalmando aos poucos, limpando as lágrimas que pararam de escorrer, fungando ao se levantar, se sentando na cama de frente para mim, mas ainda, com os olhos parados no lençol totalmente bagunçado e engilhado. Levei minhas mãos ao seu rosto, sentindo sua pele quente e macia, como um pêssego, vendo suas bochechas rosadas e os olhos bem molhados e cheios de água. Respirava normalmente pela boca, já que o nariz devia estar entupido por causa do choro desesperador. Era muito comum eu ver isso em Mal-Chin, ou qualquer outro hospital psiquiátrico, mesmo que a pessoa não seja louca, e está ali apenas para se tratar de um trauma, mas para mim, esse caso era totalmente diferente. Jungkook era o meu homem, era a pessoa que eu amava, e não simplesmente um paciente que precisa de ajuda para esquecer, ou pelo menos, não deixar com que aquilo o torture dia e noite. Jungkook faz parte da minha família, faz parte da minha vida, do meu coração. E não ia deixar com que isso ficasse de lado.

- Amor... - levantei seu rosto, preso em minhas mãos, para que olhasse em meus olhos.

- Desculpa... - engoliu a saliva presa em sua boca.

- Jeongguk, - sabia que ele gostava quando o chamava assim - não esconda nada de mim. Me diga, exatamente, o que foi que aconteceu. - tentou abaixar a cabeça, mas segurei seu rosto para que continuasse olhando em meus olhos, na esperança dele falar e tirar esse peso do seu peito - Eu lembro quando fui te ver antes que fosse para a outra clínica. Você já estava estranho. Isso já tinha acontecido lá, não é? - o incentivei a falar.

Fechou os olhos, segurando a grande quantidade de água presa para que não chorasse de novo, balançando a cabeça de forma positiva.

- Quem foi? - dei um curto tempo para ele respirar e voltar a perguntar.

- Tae... - levantou a cabeça, me olhando novamente.

- Fala pra mim, Jungkook. Eu preciso saber.

Negou com a cabeça ainda me olhando, com os olhos voltando a se molharem, implorando para que eu colocasse um fim naquela conversa.

- Jungkook, quem foi? Fala! - insisti - Eu preciso que você me diga.

Levou suas mãos ao rosto, o escondendo entre elas enquanto eu ainda insistia para que ele me dissesse. Sei que não é o certo forçar alguém a falar assim. Sei que é pior, tanto para pessoa falar quanto para o estado emocional dela. Mas eu só precisava de um nome, e não ia descansar até conseguir.

Tentei afastar suas mãos que cobriam seus olhos e boca. Tirei as mechas escuras de cabelo em sua testa, engilhada pelo desespero causado pela minha insistência.

- Jungkook, por favor! Fala pra mim! - elevei meu tom de voz para que o forçasse ainda mais a falar, já que não consegui descobrir seu nome.

- H-Hoseok! - gritou, já cansado de segurar, comigo ali, o forçando a falar.

Abaixou suas mãos para o colo e desceu os ombros mais calmo. Parecia que tinha se livrado de um peso horrível que carregava. Sua respiração se aliviou ao descarregar tudo aquilo preso dentro dele.

Imaginei que Hoseok ficaria com raiva de mim e de Jungkook por eu o ter largado para ficar com o moreno, mas jamais pensei que ele pudesse fazer algo tão desumano. Não pensei que ficaria com tanto ódio assim.

O mais novo me olhou como se perguntasse o que eu faria agora. Ou o que ele faria naquele momento. Apenas o abracei já que não podia fazer nada para tirar isso da sua cabeça. O acolhi em meus braços, encaixando seu rosto na curva do meu pescoço longo, e afundei seu cabelo repartido ao meio com apenas uma mão, tendo a outra sobre sua camiseta úmida, presa às costas pelo suor escorrendo por sua pele branca por baixo do fino tecido de algodão.

- Amanhã nós vamos à delegacia logo pela manhã, tá bem? - virei meu rosto, deixando um beijo tranquilo e carinhoso em sua cabeça acima da orelha.

- Tae... - levantou, me olhando ainda choroso, negando com a cabeça como se não quisesse ir.

- Amanhã nós vamos à delegacia logo pela manhã. - confirmei.

Não deixaria com que o culpado de todo esse sofrimento, de todo esse choro e desespero ficasse livre. Lutaria até o fim para que ele pagasse pelo que fez. Não ia ficar em pune tão fácil assim.

- Só não vamos agora porque eu quero que você durma e descanse. - falei olhando para o seu rosto ainda avermelhado.

- Não tenho sono... - disse, tendo sua voz embargada.

- Deita e fica quietinho que você dorme. - passei a parte de cima de minha destra pelos seus cabelos acima da orelha.

- Eu não vou conseguir dormir, Taehyung... - disse, com a voz ainda chorosa.

Segurei suas mãos, deixando leves e singelas carícias com meus longos e finos dedos em sua pele fria e suada. Olhei para elas, que ainda tremiam fracamente.

- Eu vou contratar um psicólogo particular. - comecei a falar logo recebendo seu olhar assustado.

- Taehyung... - seus lábios tremiam de nervoso, e podia ouvir os sons de seus dentes batendo uns nos outros involuntariamente.

- Eu sei que vai ser difícil você se abrir com um estranho, mas eu vou explicar seu caso para ele antes de começarem as seções. Fica tranquilo. - olhei em seus olhos ainda desesperados - Ele é um bom psicólogo. Meu amigo... Foi ele quem me curou no passado... - me lançou um olhar assustado ao perceber que eu precisei de um psicólogo para superar nossa separação. Dei um pequeno sorriso sem-graça de canto, curto e rápido, ao lembrar dos meus dias jogado na cama, chorando pavorosamente sempre que aquela maldita noite passava pela minha cabeça - ... e quando a minha mãe morreu. Foram as duas coisas que eu não tive uma boa e rápida superação.

Suspirou pesadamente, ainda não convencido de conversar com alguém. Mas eu não tinha muito o que fazer. Ele precisava esquecer disso, e eu não conseguiria fazer isso como um psicólogo. Jungkook foi o meu paciente por muito tempo, mas não conseguia o tratar como um paciente, e depois de descobrir quem ele realmente era, eu deixei de ser apenas o terapeuta que trabalhava na clínica em que ele estava internado, passando a fazer parte da sua vida. Era, praticamente, impossível eu lidar com aquilo tão facilmente, a ponto de tirar isso de sua mente.

- Mas olha... - segurei seus ombros, fazendo-o me olhar - Não fica pensando nisso, tá bem? Vamos caminhando aos poucos. Você vai ficar bem. - deslizei minhas mãos para cima e para baixo para tranquilizá-lo.

Subi uma de minhas mãos para o lado direito de seu rosto, sentindo sua pele arrepiada ao tocar sua bochecha gordinha, deixando toques delicados e carinhosos para o acalmar. Fechou os olhos, sentindo minha longa e larga mão cobrindo todo o seu rosto, tendo minha palma sobre o começo de sua bochecha e a ponta do meu dedo anelar, onde, num futuro próximo, estaria revestido de uma grande aliança dourada de casamento, na lateral de seu rosto juvenil, ao lado de seu olho castanho, brilhante como as pontas das mais chamativas estrelas, destacadas no céu negro de sua íris escura.

- Quer um remédio para dormir? - perguntei ao ver que ele realmente não dormiria tranquilo aquela noite.

Abriu os olhos, encarando os meus como se pedissem para o ajudar. Afirmou com a cabeça, tendo os lábios minimamente abertos.

- Quero...

- Vamos tomar um banho para você relaxar. - me aproximei dele, envolvendo meu braço esquerdo em suas costas, acariciando onde minha mão chegava em seu ombro - Vem.

Apoiou as mãos no colchão ao lado de suas coxas, se levantando da cama. Me levantei junto com ele, segurando seus ombros por cima da blusa molhada de suor e caminhamos até o banheiro do quarto.

A tirou de seu corpo logo que adentramos o cômodo, se livrando do tecido enxarcado. Percebi suas costas com hematomas roxos e arranhões avermelhados que manchavam e destruíam bruscamente sua pele branca. Pousei minha mão sobre suas costas machucadas, chamando sua atenção. Encontrei seus olhos por meio do espelho ao levantar a cabeça para me olhar enquanto tirava sua calça.

- Por isso que não queria tomar banho comigo, não é? - perguntei acariciando o local.

Percebi em seu jeito que ainda estava sem-graça e envergonhado, mas, mesmo assim, afirmou com a cabeça.

Terminou de tirar sua calça, e a dobrou junto com a blusa, colocando as duas peças no cestinho de roupas sujas. Caminhou até a banheira e ligou o chuveiro enquanto eu tirava minha roupa, a colocando em cima da pia, já que estavam limpas.

Uma das coisas que eu não esqueço é meu professor da faculdade. Ele me dizia que quando uma pessoa está em estado de estresse, nada melhor do que um banho quente e relaxante, e alguém que possa acalmá-la. Por isso entraria no chuveiro junto com ele.

Adentrei a banheira e fechei a porta do box, me virando para o moreno à minha frente, que estava de cabeça baixa para que a água escorresse pela sua nuca, tirando a tensão de seu corpo. Me olhou ao perceber que já estava ali dentro, e me aproximei do menor, tendo seus braços por baixo dos meus, parando suas mãos nas dobras deles, deixando seus dedos esticados até meu ombro. Deitou sua cabeça em minha clavícula, e o posicionei abaixo da água quente para que caísse direto em sua nuca, escorrendo por suas costas e seu peitoral. Aproximei minha destra dos seus cabelos molhados pela água do chuveiro, começando a acariciar seus fios castanhos, mais escuros que o normal por estarem molhados, deixando a canhota abaixo de seu pescoço. Me apertou suavemente em seus braços e ouvi sua respiração pesada saindo pela boca, fungando a água que escorria pelo seu nariz. Seu choro baixo misturado à água que caía da ducha acima de si colidia com o barulho das pequenas gotas ao entrarem em contato com a banheira branca, não deixando com que o barulho de suas lágrimas e de sua voz rouca fosse ouvida por quem estava pelo lado de fora.

- Shh... calma. - detestava vê-lo chorar - Tudo bem... agora está tudo bem.

Senti sua saliva escorrer de sua boca enquanto respirava por ela devido ao nariz entupido ao afundar seu rosto em meu peito, ainda sendo esquentando pela água quente que caía em sua pele morna, tendo as gotas d'água deslizando por toda extensão de seu tronco.

° • ♡ • °

Após terminar de tomar banho e tirar todo aquele suor do corpo, vestiu uma camiseta branca, larga, confortável para dormir, e uma cueca preta não muito apertada. Sentou na cama com as pernas para fora dela, balançando-as no ar, olhando para os pés que flutuavam sobre o chão de madeira clara. Seus cabelos úmidos caídos sobre a testa, acompanhando o movimento de sua cabeça, não pingavam mais devido à toalha molhada em seu colo, que havia usado para enxugar seus fios castanhos. Esfreguei o pequeno tecido grosso de algodão em minha mão sobre minha cabeça, enxugando meus cabelos minimamente respingados da água do chuveiro.

Caminhei em sua direção, que ainda mantinha a atenção nos pés que subiam e desciam conforme o outro se movia para o lado oposto. Agachei em sua frente e parou de balançar as pernas, me olhando sonolento.

- Vamos dormir? - perguntei calmo, pousando minha destra sobre sua coxa esquerda.

Afirmou com a cabeça, mas ainda assim sabia que ele não conseguiria dormir.

- Sente sono?

- Uhum... - respondeu, coçando os olhos - Mas não consigo pegar no sono.

Assenti ao entender. Deixei minha mão se movimentar para cima e para baixo rapidamente em sua coxa, sentindo a pele macia sempre coberta por algum tecido, por isso conseguia manter essa suavidade ao ser tocada.

- Vou pegar um remédio para você dormir. - levantei, me retirando daquele cômodo em passos lentos enquanto o deixei sentado na beirada da cama.

Desci as escadas me deparando com a fraca luminosidade da grande sala que se pôs diante do meu amplo campo de visão, clareada levemente pela luz amarelada que saía da lâmpada do abajur da mesinha do canto. Yeontan ainda dormia tranquilamente deitado no sofá, e fiz o mínimo de barulho possível para que não o acordasse. Caminhei até a cozinha, ascendendo a luz branca do cômodo, deixando curtos passos até uma prateleira pendurada acima da pia, do lado de um dos vários armários onde guardava os pratos e copos. Peguei uma grande caixa, totalmente branca com um símbolo vermelho em formato de cruz escrito "Medicamentos" abaixo do X de lado. Peguei uma cartelinha prateada e metálica no meio de vários remédios como para dores de cabeça, musculares ou febre, conferindo o nome do remédio atrás. Acabei pegando a cartela inteira já para as outras noites, pois sabia que Jungkook não se recuperaria tão cedo de um trauma como esse, consequentemente, não conseguindo dormir sem estar medicado. Fechei a tampa transparente da caixa ao me certificar de que era o remédio correto, a pegando pela alcinha vermelha, colocando-a de volta no lugar. Peguei um copo de vidro no armário ao lado da prateleira em que estava a caixa de medicamentos, o enchendo de água do filtro acima da pia.

Voltei para o quarto no mesmo silêncio em que desci para a cozinha, não acordando Yeontan e nem fazendo barulho algum.

- Toma. - destaquei o primeiro comprimido da fileira de seis na palma de sua mão, colocando a cartela inteira no criado-mudo mais próximo a nós, o seu.

Entreguei o copo com água para ele, que o ajudou a engolir o comprimido redondo com mais facilidade. Pousou o copo, com metade ainda completo pelo líquido transparente e sem sabor em sua mesinha de cabeceira, atrás da cartela de comprimidos. Sentou em cima de sua perna direita, levantando um pouco mais seu corpo para que chegasse até mim. Passou seus braços por volta do meu pescoço, me abraçando como se não fizesse há muito tempo. Estava carente, era um momento difícil, o qual precisava de carinho e atenção. Retrubuí seu gesto, apertando seus ombros para acalmá-lo.

Se deitou na cama após me deixar um selar delicado em minha bochecha, ajeitando seu corpo acima do colchão forrado pelo lençol azul. Peguei as cobertas no começo da cama, as levando até sua cintura, arrumando-as acima da metade de seu corpo, de modo que o esquentassem durante a noite, não o fazendo passar frio durante aquela madrugada perturbada.

- Boa noite, TaeTae... - fechou os olhos ao soar o apelido com ternura.

- Durma bem, meu amor. - aproximei meus lábios finos de sua bochecha macia, deixando um beijo suave em seu rosto pelo qual escorreram tantas lágrimas sofridas.

Caminhei para o meu lado da cama, puxando a colcha de cor lisa, descobrindo o colchão grosso para que eu pudesse deitar. Me encaixei perfeitamente em seu corpo, encostando meu peito e abdômen em suas costas, deixando minhas pernas dobradas por trás das suas, na famosa posição "conchinha". Me "enconchei" nele como duas peças de quebra-cabeça unidas, completando suas metades. Abracei sua cintura mais forte, fazendo com que ficasse totalmente colado em meu corpo, o esquentando naquela noite solitária, fria e turbulosa.


Notas Finais


Gente, eu não quis explicar isso antes porque eu não queria falar quem era o culpado desse sofrimento do Jungkook antes desse capítulo, mas agora vou falar. Nem todas os livros e fanfics possuem um vilão, mas, normalmente, nas minhas tem. Eu sempre envolvo todos os meninos. Se eu tiver que fazer uma fanfic que envolvesse só o BTS eu envolveria todos os meninos nessa história. Se eu envolvesse o Seventeen, por exemplo, colocaria todos os meninos na história. E nas minhas histórias, normalmente sempre coloco algum vilão. Jamais postaria algo para ofender os meninos, por exemplo, o Hoseok, assim como nessa história. Coloquei o Hobi como o vilão de uma ficção, mas isso não significa que eu o desrespeite ou deixe de amá-lo. Ele é um anjinho e o solzinho de todas as Armys, e não é porque eu escrevi uma história em que ele foi o antagonista que eu não o ame ou não o respeite. Naquele tweet eu li totalmente o oposto do que eu estou explicando aqui, e agora estou explicando porque fiquei preocupada de vocês não gostarem ou não compartilharem da mesma opinião que eu. Espero que me entendam e que eu tenha deixado bem claro. ♡

Desculpe qualquer coisa, até o próximo capítulo 💜


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