História Daydreaming - Capítulo 1


Escrita por: e ddpparty

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Choking, Ddpparty Week, Jikook, Kookmin, Lemon, One-shot, Pwp
Visualizações 871
Palavras 1.827
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, LGBT, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Dream VS Reality


Fanfic / Fanfiction Daydreaming - Capítulo 1 - Dream VS Reality

Jimin mal podia acreditar na própria mente.

Ok que Jungkook era realmente muito gostoso e tinha coisas de sobra para fazer sua imaginação viajar nas mais variadas situações, mas ele nunca pensou que a convivência com seu namorado o tornaria tão ou mais safado que ele.

Uma vez tinha comentado com Jungkook, já levemente bêbado, que seu sonho era ser acordado com um oral um dia. E parecia que sua cabeça tinha se encarregado de realizar aquele desejo.

Podia sentir claramente a língua quente de Jeongguk o penetrando de forma quase tortuosa, as mãos grandes apertando-lhe as bandas da bunda como se elas fossem sumir, deixando hematomas que Jimin iria adorar olhar com mais calma depois, na frente do espelho.

Se se concentrasse, ouvia os estalinhos dos beijos doces que ele deixava em sua entrada antes de colocar nela um par de dedos grandes que o fizeram delirar e abrir um pouquinho mais as pernas, com vontade de ter tudo o que ele poderia dar.

– Anjo, abre o olho, abre? Cê não quer me ver te chupando?

Um arrepio foi do pescoço até a pontinha de seu dedo do pé. Mas que culpa tinha Jungkook, que mal pode resistir quando chegou depois de uma tarde inteira estudando para uma prova da facu e achou Jimin dormindo todo abertinho, com nem um lençol que fosse cobrindo aquele corpo que ele tanto venerava? Simplesmente não resistiu. Ele dormia em sua casa com tanta frequência que nem era mais surpreendente o encontrar ali, mas era sempre gostoso. Ainda mais quando ele não usava roupas, a despeito dos pais do Jeon.

Felizmente o quarto tinha tranca.

Aproveitou-se do sono pesado de seu Mochi para realizar aquele desejo estranho que ele lhe contara meses antes, e como era excitante.

Cada gemidinho abafado pelo travesseiro enquanto ele chupava seu pequeno com tanta devoção era uma pulsação em seu pênis desperto. Eles tinham muita sorte dos pais de Jungkook trabalharem o dia todo.

– Yah, achei que fosse um sonho.

Jimin abriu os olhos, virando-se de barriga para cima e prontamente agarrando o corpo de Jungkook com as pernas para trazê-lo mais perto. Bendita seja a dança contemporânea, amém.

– Então você sonha muito comigo? – o Jeon retrucou, sorrindo afetado como se soubesse que deixara Jimin sem palavras. Pff, como se algum dia Park Jimin fosse ficar sem palavras

– Normalmente não com você me chupando, mas tomara que vire um hábito.

Jungkook dá uma risadinha, avançando contra o pescoço moreno como se fosse a última vez que fosse vê-lo, chupando e mordendo a pele fina com delicadeza.

– Realizei seu sonho?

Pergunta, agora se preocupando em brincar com cada argolinha na orelha direita do mais velho, ainda movendo os dedos sem pressa, em um ritmo lento e provocante.

– Vai realizar quando me deixar foder essa sua boca…

Jungkook apertou a cintura de Jimin em aprovação silenciosa, beijando a orelha uma última vez antes de se afastar o suficiente para sentar-se sobre os calcanhares, se livrando da camisa branca como se ela o sufocasse, num ímpeto veloz de dar a seu Hyung a visão de seu corpo, enquanto Jimin se sentava meio deitado ainda, tocando o próprio membro com desleixo.

Já sem mais nenhuma peça de roupa, Jungkook se move até o loiro, segurando-lhe as coxas fartas e abaixando o rosto até que seu nariz tocasse a pontinha do membro completamente duro, melecado de pré gozo abundante, com aquele cheiro estranhamente bom que só não era melhor que o gosto. Ah, ele mal podia esperar.

Abaixara o prepúcio com atenção e deleite, vendo o líquido pré seminal colando preguiçoso em seus dedos. É uma cena bonita, ele admite a si mesmo.

– Fode, eu deixo. Mas fode direitinho.

Provocou, mas logo ficou quieto quando as mãos pequenas puxaram seu cabelo para trás, expondo o pescoço claro e dando brecha para que Jimin mordesse o pomo de Adão após de lhe trazer mais para perto, curiosamente deixando uma marca roxa no local. Cada centímetro de pele daquele pirralho levado merecia suas marcas, constatou, sorrindo infame antes de se afastar suavemente.

– De joelhos no chão, agora.

Jungkook nem piscou para obedecer, ajoelhando-se e apoiando uma mão na coxa do loiro quando esse sentou a borda da cama de casal, bem na ponta, ainda sorrindo tão bonito que arrepiava o moreno.

Jimin logo afastou as pernas, fazendo Jungkook logo chegar mais perto da fonte de seu desejo, a destra marcando a coxa bonita com as unhas curtas, vergões vermelhos maculando a tez clara e cheirosa. Porque Jimin inteiro é cheiroso e macio, suave. Jungkook tem o maior prazer em atendê-lo, cada um de seus pedidos meio ordenados.

O loiro segura os fios escuros, tomando as rédeas como se algum dia Jungkook realmente as tivesse, segurando o próprio membro contra os lábios rosados de Jungkook delicadamente, e logo o Jeon já engoliu o membro pequeno – delicado e bonitinho como o dono, mas se um dia dissesse iria levar um tapa –, acomodando-o em sua boca com ansiedade, vontade de sentir logo o sabor peculiar e tão gostoso que aquela parte em especial de Jimin tem.

Era agridoce, ficava entre o azedo e o salgado, mas era simplesmente bom demais. Havia uma sensação morna de amor e desejo no olhar de Jimin quando Jungkook desceu a cabeça pela primeira vez, deixando que o membro do mais velho tocasse sua úvula sem que nem ao menos ele engasgasse. Um dos muitos talentos de Jeon Jungkook.

O Park treme em excitação, sentindo cada mísero pedaço de seu ser ficar mais sensível, uma vontade imensa de começar a gemer mais alto do que a vizinhança gostaria surgindo como um rastro de fogo em sua mente. Os dedos gordinhos apertaram o cabelo negro com mais força, quase cruelmente, numa forma de tentar manter o controle que não funcionou muito quando Jungkook voltou a colocar seus dedos na entrada de Jimin.

Usava a outra mão para se tocar em ritmo igual ou superior ao que ia e voltava contra a ereção de Jimin. Sentia a boca se inundando com o líquido que saia da fenda no topo da glande rosada que ele agora dava mais atenção, chupando, raspando os dentes de leve até Jimin o afastar, punhetando o próprio falo em direção ao rosto de Jungkook que logo abre a boca, finalmente recebendo o gozo espesso em jatos que caíram em grande parte dentro de sua boca, semi satisfeito.

Jungkook ainda se concentra na porra escorrendo por seus lábios quando Jimin se afasta de si, escorregando para trás na cama e abrindo as pernas tão bonito que parece uma pintura renascentista, brincando com o piercing em seu mamilo, como quem não quer nada. Jungkook acha que é uma tremenda falta de educação toda aquela cena, principalmente o modo como ele o encara, com inocência brilhante nos olhos castanhos e o cabelo lhe caindo pela testa franzida porque agora ele voltara a brincar com seu falo já novamente desperto, usando a outra mão para colocar os dedos curtinhos onde estiveram os de Jungkook pouco antes.

E o moreno assiste a cena por poucos segundos, hipnotizado. Logo sobe na cama, desafiando o Deus – comumente conhecido como seu namorado, modéstia a parte – deitado nela ao desconfiar de que ele ainda queria mais tempo para seu showzinho de provocações, mas não há mais tempo. Não quando um Jungkook se sentindo a ponto de explodir segura seu rosto com tanta adoração e amor, beijando-lhe os lábios como se fossem o doce mais gostoso que já provara. E eram. Não importava se ele tinha acabado de acordar, o simples toque da boca dele fazia o Jeon gemer abafado contra o mais velho, saciando a fome que sente daqueles lábios macios e deliciosos que ele sente falta.

Pega nos ombros, nas clavículas saltadinhas, nas costelas, nos piercings tão bonitos sobre os botões cor de caramelo, em tudo o que está a seu alcance.

E merda, ele sabe. Sabe que podiam ter o azar de serem pegos pelos pais do Jeon chegando fora de hora, alguém poderia ligar, tudo poderia dar errado.

Mas quem disse que isso importava?

Jungkook soube que acabara com a paciência que ainda existia em Jimin quando ele o jogou na cama de casal e subiu em seu colo, posicionando-se acima de seu membro e descendo de uma única vez, empinado, as mãos espalmadas no peito largo de Jungkook. E ele estava sem ar. A visão de Park Jimin com os fios loiros caindo na frente dos olhos fechados, lábios entreabertos e respiração fora do compasso. Jimin era lindo 'pra cacete, que inferno. Mal respirava quando ele conseguiu erguer o corpo e abrir os olhos, lutando contra a vontade de os manter fechados porque queria e muito assistir as reações do Jeon. Colocou as mãos, para trás, se apoiando nas coxas dele. Subiu e desceu duas vezes, devagar, sorrindo pequeno ao ver Jungkook puxando mais ar pela boca, sem saber onde colocar as mãos. Jimin deixou seu ponto de apoio e as trouxe para seu quadril, silenciosamente deixando que ele o ajudasse a manter o ritmo.

Começou a quicar com mais rapidez, tirou o cabelo dos olhos. Ia para frente e para trás, rodava o quadril em círculos e repetia, descendo e subindo com a experiência de uma vida. Jimin tinha um talento nato. Jungkook afastava as nádegas, o ajudava nos movimentos, e quando sentiu que ele não tinha mais força nas pernas para continuar, o puxou para se deitar em seu peito e levantou o quadril, o fodendo mais forte, tanto que o corpo dele ia e voltava em cima do seu. Fez menção de pegar o membro dele, mas foi repelido. Jimin queria gozar sem ser tocado ali.

Deitou Park de costas na cama, trouxe as pernas até seus ombros e pegou no pescoço bonito e marcado, pouco abaixo do pomo de Adão, apertando a área pouco a pouco.

Jimin começava a ter os espasmos típicos da chegada lenta do orgasmo quando Jeon o privou completamente de ar, aumentando a força das investidas até seu limite. Os músculos protestavam e ele sentiu que seu pau iria explodir com a visão que tinha de Jimin brincando com os mamilos, sua mão o sufocando, o ritmo dos dois fazendo os corpos se mexerem em harmonia.

E ele a um passo de desmaiar quando gozou, forte e longamente, sujando os dois. Se contraiu tanto que Jungkook desceu até os lábios dele, investindo mais duas vezes antes de encher seu anjinho com toda a porra que tinha em si.

Então se jogou do lado dele, exausto e dolorido até o último fio de cabelo. Contou até três mentalmente, e lá vinha Jimin resmungando.

– Jungkook – Jimin disse, em um tom manhoso de reclamação, a voz cansada de tanto se controlar para  gemer baixo – Agora eu tô escorrendo.

Jungkook o ignorou solenemente, virando-se de lado e o obrigando a virar-se também. Abraçou o corpo suado e quando estava quase dormindo, ainda podia ouvir ele reclamando da porra que escorria por suas pernas.

Tudo bem. Jeon já não sabia mais se ouvia a realidade ou se tinha caído no mundo dos sonhos.


Notas Finais




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