História Daylan Hall e a Busca dos Escolhidos - Capítulo 1


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
LIVRE PARA TODOS OS PÚBLICOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Início - Prólogo


Fanfic / Fanfiction Daylan Hall e a Busca dos Escolhidos - Capítulo 1 - Início - Prólogo

"Como tudo o que é precioso deve ser protegido, e quando acrescentado em magia e um poder imenso, deve-se dobrar a cautela."

Há muito tempo atrás, os reinos e mundos viviam em plena paz e equilíbrio, mas tudo mudou quando o mal passara a prevalecer.

Haviam armas poderosas, artefatos mágicos que se sobressaíam diante dos armamentos mais poderosos dos reinos, que diante disso, os Talismãs que antes eram lendas, foram descobertos !

Havia uma lenda dita que dizia haver a existência de Cinco amuletos de Shendu, dos quais continham os seguintes animais ilustrados em cada um: Dragão, Touro, Tigre, Cavalo e Lobo.

Esses Talismãs davam poderes para quem o tinha em mãos. Porém, se reunido todos esses Talismãs e ressaltando o feitiço de invocação da Trevas, o mago poderia destruir o universo, ou nele reinar - para sempre.

Por não correr este risco, foi-se preciso que houvesse a existência de guardiões que pudessem proteger esses amuletos em diferentes partes do mundo - e sendo esses lugares, deveriam ser irreconhecíveis aos olhos da humanidade.

Na mitologia, porém, contavam-lhes que para cada talismã havia um guardião-monstro protegendo-o. Porém, nunca fora confirmado. Entretanto, esses monstros tinham a capacidade de se transformar em humanos, e assim viverem eternamente.

Contudo, o eterno não é para sempre. E surgiram dúvidas entre os guardiões, e uma delas eram: Em quem poderiam confiar, após deles, para proteger os Talismãs?

Muitos guerreiros, líderes, reis e príncipes tentavam encontrar essas fontes de tanto poder, mas sempre tiveram fracassos. E era assim que era pra ser, ou pelo menos os guardiões desejavam.

Por conseguinte, os guardiões tinham dúvidas, e essas dúvidas só poderiam ser respondidas por uma pessoa.

Um dia, um dos guardiões foram até o sábio da época, e na cidade, escondido em túnica, o perguntou:

— Como fará-o-ei para guardá-los, se minha vida está a esgotar-se?

O sábio, porém, muito pensativo, lhe respondeu:

— Como os pássaros são como as nuvens, e as tempestades são como o fogo, eis que o mesmo se diz para suas dúvidas; pois a índole é o fracasso do homem, e sendo elas, tenha-lhe-eis que cada um tem de seu feito, e seu feito está pré-determinado.

O guardião, sem muito entender, lhe perguntou novamente:

– O que isso significa?

O sábio ficou em silêncio, e seu olhar herético fez com que o guardião ficasse com repúdio. Após instantes de extrema atmosfera pesada, o sábio se direcionou para uma das portas que sua sala continha, e de lá, tirou uma folha, que nela havia estar escrito. Escrito porque nela havia rabiscos, algo em outra língua que não sabia distinguir qual. O sábio respirou profundamente, e lhe disse:

— Vá até o oráculo, que pra ti e teus companheiros, tens uma profecia. Leve-a para eles.

O sábio pegou o papel que estara em suas mãos e começara a ler as seguintes palavras:

Dúdiva et tradidi donum scientiae futura tradi huic aperit mysterium oraculo praeceptum.

Quando ele terminou de falar, a parede se abriu e apareceu tijolos, sendo revestida por uma outra camada de muro.

O sábio colocou umas de suas mãos na parede, parecendo tentar sentir algo, e quando achou-a, pressionou um dos tijolos que se afundou, abrindo uma porta estreita perto de uma instante cheio de livros velhos. A porta dava espaço para uma escada subterrânea, que levava para uma sala no porão. O velho abriu espaço para que o guardião passasse, e com temor, ele desceu até a escada.

A escuridão era tremenda, e com um baque, as tochas em chamas acenderam-se, dando imagem a imensos esqueletos em volta de uma estátua em dragão. O guardião não se precipitou a se assustar, pois ele protegia um dos Talismãs que era a do Dragão Vermelho.

O guardião fez uma reverência perante a estátua, e ela nada fez ou moveu. Em segundos, as suas narinas saíram uma fumaça tórrida e seus olhos vermelhos se mostraram. De sua boca saira algo ensurdecedor, e sendo isso, falou, com uma voz abafada e medonha, palavras que pareciam ser referidas a uma determinada profecia.

Após estas palavras, o guardião ficara de boca aberta. Uma nova profecia estaria por vir, e lidando com isso, ele deveria passar e eternizar essas palavras. Seja que tivera de ser, seria um caos. O mundo entraria num só conflito, tudo por conta dos Talismãs. Imediatamente ele pegou um papiro, uma pena e um pote de tinta, e começou a escrever tudo que o Oráculo falara. Quando terminou, o dragão já voltara para a sua postura de antes, silenciosa, como se nada tivera acontecido.

Quando o guardião saiu do porão, ele vira o sábio, cético, olhando pra ele. E desta vez, fora o sábio quem lhe perguntou:

— O que o oráculo lhe disse?

Porém, o guardião, escondendo o papel em que escrevera, lhe disse:

— Por que estais duvidoso? Tenhas certeza que não irá te aflingir, afinal, você é um mortal.

E sendo assim, quando estava indo para a saída, disse:

— Obrigado pelas informações. – e saiu, tentando fingir que não havia escutado as piores palavras que alguém poderia ter escutado em uma profecia.

                                  [ ... ]


Notas Finais


Agradeço a você por ter lido até aqui. Quero te pedir umas coisinhas antes de você sair:
• Comente em meus novos capítulos
• Não seja um leitor fantasma
• Edifique partes de boa conduta literária
Ah, e não me esquecendo hehehe Postarei sempre os capítulos, e aguarde pois esta história tem muito a se mostrar
Até no próximo capítulo 😋✌


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