História (DD) - Blood, Sweet and Tears - Capítulo 1


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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Azusa Mukami, Beatrix, Carla Tsukinami, Christa, Cordelia, Kanato Sakamaki, Kou Mukami, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Richter, Ruki Mukami, Seiji Komori, Shin Tsukinami, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki, Tougo Sakamaki "Karlheinz", Yui Komori, Yuma Mukami
Visualizações 9
Palavras 577
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 10 ANOS
Gêneros: Aventura, Ficção Adolescente, Harem, Literatura Feminina, Luta, Musical (Songfic), Shoujo (Romântico), Sobrenatural
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Anneong min'na(misturinha básica de coreano com japonês :3).

Então, fanfic básica de Diabolik Lovers na área, e sim, o título é em referência ao BTS '-')

*-*) i'm army S2

Enfim, vamos começar essa bagaça logo que eu falando não vale nada.

•-•)/bye
-•)/bye
•)/bye
)/bye
/bye
bye
ye
e
.

Capítulo 1 - Silence


por Komori Ambar

Havia acordado em uma limousine. É mesmo. Eu estava me mudando para morar na mansão Sakamaki.

 Não se preocupe, isso é temporário.– disse meu pai a mim antes de sair para a mansão.

Meus pensamentos eram dissipados pela música que ouvia pelos fones de ouvido. Silence de Beethoven, uma clássica. O céu estava nublado, provavelmente iria chover.

— Senhorita, chegamos. – alertou-me o motorista.

— Obrigada, senhor. – agradeci e sai do limousine, com minhas bagagens, uma mochila de costas e uma mala de rodinhas.

Observei o carro partir e então me virei para o grande portão, que se abriu instantes depois. Cautelosa, comecei a andar em direção a grande mansão, é pouco depois começou a chuviscar.

Não me importei muito, e continuei meu caminho lentamente, até chegar a entrada da mansão. Respirei fundo e estendi minha não para abri-la, porém ela se abriu sozinha.

(Eu tenho certeza que não sou telecinética -_-)

Passei pela porta, embora estivesse um tanto desconfiada, mas não tinha muito a perder. Os sons dos meus passos eram silenciosos, assim como a sala em que me encontrava, até que um relâmpago caiu, iluminando o cômodo e soando um estrondo.

— Não tem ninguém aq- – interrompi a mim mesma quando vi um garoto ruivo deitado em um sofá.

(Hm... Deve ser um dos irmãos Sakamaki)

Deixei minha bagagem próxima a entrada é me aproximei lentamente do ruivo, e quando estava próxima o suficiente, pude notar que não respirava.

— Como isso é poss- – fui interrompida por um ato rápido e silencioso por parte do ruivo.

Droga. Abaixei a guarda, sendo uma presa fácil para qualquer um.

— Você fala alto demais... Panqueca. – disse o ruivo, seu olhar esmeraldino e selvagem me encarava.

— Me solte. – disse a ele friamente, me mantendo calma e sob controle.

— A panqueca não tem medo? Ótimo, irei fazer você ter um pesadelo... – se e pude ver suas presas se aproximando do meu pescoço.

Presas! Vampiros, isso não era bom, meu pai não faria isso... Ou faria? Não, isso deve ter uma explicação.

— Ayato! Que deselegância. – sou uma voz fria e repreensiva.

— Que estraga prazer, Reiji. – exclamou furioso, o tal Ayato ao tal de Reiji.

— Saia de cima dela. – ordenou enquanto ajeitava seu óculos.

O ruivo bufou, entretanto se levantou e se afastou até um sofá no centro da sala, que também era o hall da mansão. Me levantei logo em seguida, arrumando minha blusa que havia se erguido um pouco.

— Enfim, quem é você? – se dirigiu, Reiji, a mim.

— Meu pai me mandou para cá. – disse Indiferente, mas com educação.

— Hm... Não me informaram de nada. – disse ajeitando seu óculos novamente, enquanto mantinha seus braços cruzados. — Shu, sabe de alguma coisa?

Ele olhou de lado para um loiro que dormia em um sofá próximo a uma janela. 

(Vampiros... Tinham que ser)

— Ahn? Sim, ele me disse que ela viria hoje. – Shu disse preguiçosamente, enquanto ouvia algo com seus fones.

Pude ouvir Reiji bufar, mas logo se recompôs e me olhou com aqueles olhos rosa profundo.

— Uma empregada irá mostrar seu quarto. – avisou e em instantes uma empregada se aproximou, fazendo uma reverência e estendendo a mão para me mostrar a direção.

Segui silenciosamente a empregada até o meu novo quarto, e assim que a mesma abriu a porta me surpreendi.

(Eu, provavelmente, não sou a primeira garota aqui)

— Suas malas já estão aqui, senhorita. Com sua licença. – disse educadamente e saiu, fechando a porta e me deixando sozinha no enorme quarto rosado.

— Eu vou ter que descobrir as coisas lentamente... – bufei cansada se me sentei na cama.

Continua...


Notas Finais


Então foi isso Serumanins *-*
Tá meio merdinha, but this is life

._.)

Vlw, flw e tchau!


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