História De Amargo para o Doce Atrevido - Capítulo 13


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Categorias Stray Kids
Personagens Bang Chan, Han Ji-sung, Hwang Hyun-jin, Kim Seung-min, Kim Woo-jin, Lee Felix, Lee Min-ho, Seo Chang-bin, Yang Jeong-in
Tags Han Jisung, Lee Know, Lee Minho, Minsung, Stray Kids, Yaoi
Visualizações 143
Palavras 1.574
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hellos, olha eu aqui!
Iria postar antes, mas aconteceu um problema aqui em casa e pá, deu tudo errado :( maas agora o capítulo foi !!!

Desculpem algum erro, bjao e saranghaeyoo!♥

Capítulo 13 - Nem Doce, Nem Amargo, Apenas Amor


"Amo você, mesmo sem você me amar. Amo seus rompantes em me devorar com os olhos e amo o nada que sempre vem depois disso. Amo seu nada, apenas porque o seu nada também é seu. Amo tanto, tanto, tanto, que te deixo em paz." - Tati Bernardi.


■□■

Tentei me desvincular de Chan várias vezes, mas não importava o quanto eu tentasse ele era mais forte. Ele sempre foi mais forte.

Estava com muito medo e não sei se foi por eu estar chorando ou por estar tremendo, mas o mesmo acabou me soltando — retirando sua mão sobre minha boca e se afastando — e só naquele momento, pude respirar normalmente sem prender a respiração por conta do pânico que se alastrava em minha pele.

Bang Chan passou ambas as mãos sobre seu cabelo, o desarrumando. E quando achei que não me surpreenderia mais consigo, ele tardou a chorar. 

Provavelmente fora ser a primeira vez que o vi chorar diante de mim. 

— Me desculpa Minho, me desculpa — Se agachou em minha frente abraçando minhas pernas — Eu sinto muito, sinto tanto. Não queria te assustar, juro que não... eu só consigo pensar em você Minho, me desculpa por não conseguir te esquecer.

Mesmo paralizado e surpreso com a troca repentina de comportamento dele, respirei e aspirei fundo. 

Primeiro que ele fora entrar aqui como louco e dizendo que iríamos nos divertir, coisa que me fez congelar e agora ele chorava (?)

Quem era Christopher Bang afinal de contas? 

— Você entra aqui quase me matando pelo caminho para me dizer isto? QUAL É O SEU PROBLEMA? — Digo exaltado e o encaro em desdém. 

Como eu queria o matar!

— VOCÊ! Você é a porra do meu problema, Lee Minho! — Limpou as lágrimas que escorriam sobre seu rosto e me fitou — Eu te amo, mesmo que eu ame Woojin também, eu ainda continuo te amando. Por que Minho, por que eu não consigo deixar de te amar? Por que?

Balancei a cabeça negativamente.

Parece que o carma, é real.

— Eu não sei! Eu não mando no seu sentimento entende? Você não pode interferir na minha vida, me humilhar e depois vim aqui desse jeito — Me afastei de si, assim que ele se soltou das minhas pernas — Isso me machuca Christopher, isso me machuca.

Frisei o "me machuca" porque era a verdade. A última vez que chorei foi por culpa dele e agora estou chorando por conta dele novamente. 

Por que ele simplesmente não entende? Por que ele continua a fazer isso comigo? Eu não aguento mais. Não aguento mais olhar para alguém que já considerei amigo e o ver assim, não aguento mais tentar fugir de si. 

Eu não quero sentir medo .

— Me perdoa Minho? Me perdoa por te machucar? — Perguntou hesitante e acabei por desviar meu olhar do dele.

— Eu gosto do Jisung, Chan — Confessei algo que era óbvio — E não importa o que eu faça ou o que você faça... é ele que eu amo.

Dizer a palavra amo, não estava em meus planos. Eu nem sabia se o amava, sabia que havia me apaixonado, mas amar? Era tão forte e intenso. Não sei se consigo dizer isso, nem namorávamos. Apenas havíamos saído um dia e no outro cuidei dele, isso é amar? 

Não. Não é. Pensar em si todos os dias, a cada momento, talvez seja. Mas eu não sei o que dizer sobre o que eu sinto, apesar disso disse que amo Jisung. Porque simplesmente fora ser o que meu coração queria que eu lhe dissesse.

Apenas isto.

— Eu sei — Disse seco e o vi respirar fundo. Engoli em seco. Não estava mais perto do meu quarto aonde poderia me refugiar caso ele tentasse algo pior. Realmente não sabia mais o que ele poderia fazer. Chan estava tão estranho, tão... bipolar — Me desculpe chegar daquele jeito... sei que passei dos limites, mas eu me descontrolo sabe? E, eu só vim dizer mesmo que estou desistindo, tomei sim uns drinks mas Minho eu não o teria coragem de dizer isto sem a ajuda da bebida. 

Então Chan também era um fraco? 

— Desistindo?

— De você. Se for para namorar o Jisung, que era um dos meus melhores amigos antes de eu foder com tudo, ficarei feliz. 

— Então, por que fez aquela cena toda? Pra que Chan?

— Inveja.. — Proferiu cabisbaixo — ..Inveja porque Jisung é muito bom e irá namorar alguém mais bom ainda — Uma lágrima escorreu pela sua bochecha e em seguida ele sorriu e me fitou. 

Sorriu como antes. Quando éramos amigos, quando ele cuidava de mim.

— Eu te amo tanto Minho que eu vou te deixar em paz — O vi se aproximar de mim e não me afastei. 

Talvez, o álcool em seu organismo tenha o feito enxergar o que ele não era capaz de entender sóbrio. Talvez, ele apenas tenha se arrependido depois tudo. Talvez, ele só estivesse com medo também. 

— Torce para mim e para o Woojin nos afirmarmos e, não deixe Jisung jamais... porque ele sim sabe te valorizar do jeito que você é — Sorriu aparentemente mais conformado e beijou minha testa. Como se fosse uma bênção de pai para filho. 

Assim como ele dissera para os meus pais; cuidarei de Minho como se fosse meu filho. E no final, se apaixonou e bem, estamos aqui agora. 

Eu simplesmente não conseguia dizer nada. 

Eu estava sonhando com aquilo? Era tudo real? Porque era loucura demais acreditar.

Chan saiu pela porta, a qual entrou como furacão minutos atrás e a fechou. Minha respiração estava acelerada, achei que ele fosse fazer tantas coisas comigo que quando ele me disse isso tudo, fiquei sem chão. 

Fitei a faca ainda no chão e a peguei, devolvendo-a logo em seguida no balcão. Aquele era o Bang Chan que eu conhecia e aquele era o que eu tinha orgulho de ser amigo.

Repensei várias vezes enquanto sentava no sofá. Provavelmente ele fez tudo o que fez por inveja mesmo. Inveja de mim. Depois que Jisung entrou no colégio ele ficou tão transtornado, tão mais distante. Nem foi grudento como era e depois de saber sobre meu beijo com o Han, enlouqueceu. 

Enlouqueceu tanto que agora acabou por desistir da própria loucura.

"Suas desculpas foram aceitas Chan hyung, só não abuse novamente" pensei, esperando por não me arrepender.


》》》《《《


Suspirava sentando no sofá, pensando no que Chan me dissera, ainda estava um pouco trêmulo, não posso negar, mas Jisung me fazia um cafuné tão bom que me sentia reconfortado. 

Eu o chamei depois de tentar processar tudo o que se passara e Jisung, quase saiu correndo na tentativa de ir estrangular o australiano. Claro que o impedi e o disse — detalhadamente — o que o tal me dissera. O chocolate ao leite ficou encabulado, mas acabou por dar de ombros, alegando que preferia pensar em como eu me sentia do que no outro.

Jisung só queria cuidar de mim no final das contas e eu estava feliz. Feliz por saber que aquele sentimento ruim que tinha em relação ao Bang saiu do meu peito e mais feliz ainda por saber que tinha alguém que cuidaria de mim não importa o que aconteça. 

O mais engraçado era de que, o chocolate ao leite que estava doente e eu que era mais mimado naquela noite. 

Desculpa por te assustar, Sung-ah!

Portanto, troquei de posição consigo e comecei a fazer cafuné em si. Dado que, assim como ele zelava por mim, eu queria zelar por ele.

Em toda aquele tempo, eu não queria sentir medo. O medo de amar, de ser rejeitado, de ser fraco. Mas vendo que provavelmente todos que me rodeavam possuíam seus medos e fraquezas, conclui que seria besteira minha me deixar-se abater por coisas irrelevantes. 

Porque, na verdade, eu só queria mesmo era cuidar de Jisung assim como ele cuidava de mim.

— O que pensa tanto? — Julgou a pensar pelas minhas expressões faciais.

— Que eu devo cuidar de você. 

— Ah, deve mesmo chocolate meio amargo — Riu ao me chamar assim — Sabe, você é o meu hyung, então tem que zelar pelo bem estar de seu dongsaeng aqui.

Oxe, dongsaeng? 

Acho que Jisung ainda está com febre. 

Hyung?! Desde quando?

— Desde que é um ano mais velho do que eu, der! — Disse como se fosse o óbvio. Não acredito que sou mais velho do que essa praga!

— Bom saber que agora além de lhe de chamar chocolate ao leite e de adocicadohan, também posso te chamar de pirralhinho! — E apertei as bochechas de Jisung, quando este se inclinou para me olhar - Pirralho mais grudento de todos os tempos.

Aish... Hyung sem coração! Você fala isso agora, mas quando estivermos em quatro paredes não serei mais um pirralho, pelo contrário. 

— Ah é... vai ser um bebê! — Ri vendo sua cara de indignado, não conseguia arranjar assuntos interessantes, mas entender de implicar com as pessoas entendia muito bem, principalmente com Jisung.

— YA! Em quatro paredes você vai se arrepender por me dizer isto! — Olhou-me sério, ainda indignado por o chamar de bebê. 

Ah mas, descobrir que ele fora ser um ano mais novo que eu, puff, foi tiro e queda para o irritar. Até porque, ele sempre que me irritava.

E eu adorava irritar as pessoas que amava.

— Sung-ah, mas já estamos em quatro paredes, na sala, mas isso não muda — E foi aí que entendi que; quem mexe com fogo acaba se queimando.

 




Notas Finais


Até o próximo!!!

Fireeeee eoeoeo!
E viram só, Bang não é tão ruim assim, só estava de coração partido e partia tudo que estava em sua frente :((


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