História De Amigo Á Namorado - Capítulo 5


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Categorias Seventeen
Personagens Hong Jisoo "Joshua", Jeon Wonwoo, Junghan "Jeonghan", Kim Mingyu, Lee Jihun "Woozi", Lee Seokmin "DK", Wen Junhui "JUN", Xu Ming Hao "THE8"
Tags Junhao Abo
Visualizações 204
Palavras 1.529
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite!
Tudo bem?
Espero que sim!
Boa leitura *-*

Capítulo 5 - Quinto Capítulo.


 O único som que se ouvia no quarto era a minha respiração e a do Jun. Não sabia direito que falar e provavelmente ele também não. Tinha muitas chances de tudo dar errado e a situação piorasse, se já é ruim imagina pior que isso? Viraria um inferno e meu pai ficaria decepcionado.

– Não pense que vai dar errado, pensamentos negativos atraem energias ruins.

– Deixei a raiva me levar e agora meu amigo virou namorado de mentira.

– Vamos agir normalmente, só fazer algumas ações de casais e ninguém desconfiara.

– Okay, tudo vai dar certo...

Suspirei e encarei o trono desnudo do Jun.

– Vai se vestir, não quero ter que arrumar uma confusão.

– Não precisa ter ciúmes, amor.

Reviro os olhos abrindo a porta, antes de sair giro meus calcanhares virando de frente para o alfa.

– Me chame de amor de novo e você que irá ficar sem os olhos.

Lanço meu melhor sorriso de psicopata e saio fechando a porta logo em seguida.

– Como você conseguiu isso?

A voz aguda parecia uma campainha falando me fez parar. Yoona estava tapando a passagem das escadas. Cruzei os braços e a olhei sem nenhum interesse.

– Isso o que?

– Ter um namorado.

– Como vou saber? O amor não escolhe.

– Acha mesmo que ele te ama?

Aquela maldita voz, a qual eu menos queria ouvir fez quebrar toda a minha pose. Um calafrio subiu pela minha espinha, sentia a presença da minha mãe atrás de mim. Yoona sorriu em felicidade e eu se pudesse mexer algum músculo sorriria de tristeza.

– Vamos, responda!

– Sim...

Senti o hálito quente dela na minha orelha, a respiração batia na minha bochecha direita. Fiquei estático, queria correr, pedir ajuda, gritar para o Jun aparecer e me tirar daqui. Mas a única coisa que eu fiz foi fechar os olhos e esperar as palavras ferinas e o possível tapa.

– MingHao, estava te procurando.

Reconheci o timbre de qualquer lugar. Abri os olhos e virei um pouco o pescoço vendo o Wen perto da minha mãe. Conseguia ver a raiva que vinha dele ao olhar para ela. O ódio refletia com uma luz em algo luminoso. Sai de perto de onde estava, quase correndo, e parei ao lado dele. Desci a mão pela braço do alfa. A pele quente e macia trouxe um alivio imediato, que ficou maior quando segurei a mão dele e o cheiro de lavanda tomou conta do meu olfato. O mesmo apertou levemente a nossas mãos.

Não estou sozinho, tenho o meu melhor amigo para ajudar. Quase sorri em felicidade, só não fiz isso por causa da minha mãe.

– Vamos Jun.

O puxei, sei que se não o tirar dali mortes vão acontecer e não será algo muito bom. Soltei as nossas mãos e descemos as escadas rapidamente.

– Ainda vou bater nelas, nem que isso signifique prisão.

Ele disse assim que saímos para fora da casa.

– Por que você é violento?

– Não sou, essas pessoas idiotas que só sabem causar mal. Isso me deixa irritado ao extremo para querer fazer justiça com as minhas próprias mãos.

– Um dia isso vai acabar.

– Só acabará quando você dar um fim.

Deixo o ar sair por completo dos meus pulmões. Viro-me parando de frente para o alfa. Nossos olhos se encontraram, a raiva ainda era palpável nos dele. Queria dizer que não ia acabar assim, mas tem grandes chances de acabar em uma catástrofe.

– Deveríamos falar com o Joshua.

– Não mude de assunto!

– Não estou mudando, estou adiando.

– É a mesma coisa!

– O Joshua deve ter algum plano para nos ajudar. Que tal ligar para ele?

Se antes a raiva estava palpável agora era uma granada preste a explodir. As mãos do Jun seguram meus ombros, com uma força moderada ele faz com que eu gire meu corpo.

Nas escadas estavam sentado o Joshua e o meu irmão. Seokmin com a cabeça no colo do ômega e o mesmo mexia nos cabelos do outro e uma vez ou outra deixava um selar nos lábios do DK. Fechei a mão em punho e apertei com força. Podia sentir meu corpo se tremer todo.

– Eu não acredito!

Minha voz sai quase em um grito. As mãos do Junhui apertam um pouco meus ombros e me puxam. Minhas costas baterem contra o peito dele. As mãos deslizam lentamente e firmemente pelos meus braços, até chegarem na minha cintura onde ele aperta.

– Está vendo o jeito que eles se olham com ternura?

Rente a essa indagação, percorro os olhos pela cena. Eles se olhavam com devoção, às vezes trocavam sorrisos doces. Realmente um belo casal. Senti uma pontada de inveja. Nunca terei algo assim, sou apenas um beta.

Senti um peso sobre meu ombro, Jun apoiou a cabeça em mim. A respiração quente e leve batia contra a minha bochecha, fazendo um leve carinho. Parecia uma brisa quente com cheiro de menta. Levei as minhas mãos sobre a dele que entrelaçavam a minha cintura. Faço um leve carinho circular sobre as mãos alheias, a pele dele parecia seda.

– Se eles estão felizes, não vou atrapalhar.

– Uma sábia decisão.

A voz saiu soprada e causou um leve arrepio. O que está acontecendo? Impossível ficar arrepiado com o meu amigo. Saio do braços dele rapidamente. Essa sensação não foi nenhum pouco legal.

– Que foi?

Fico de costas para o casal de comercial.

– Quer conhecer o meu covil? Depois falaremos com o Joshua.

– Covil? Sempre soube que você era do mal.

Finalmente o sorriso toma conta dos lábios dele. Reviro os olhos saindo andando lentamente. Escuto ele correr ao meu encontro. Andamos em silêncio, a grama curta se ameaçava a cada passo.

Sorri lentamente quando olhei para o troco velho da árvore. Ela ainda estava lá, em cima a casinha feita de madeira, a construção não era daquelas melhores e bem feitas. Mas, fazia minhas lembranças de felizes de menino voltassem.

– Seu covil é aquilo?

A voz de indignação do Jun, irritou um pouco o meu ser. Subi pelas escadas lentamente. Quando finalmente passei as mãos pela pequena porta e empurrei a madeira para baixo, assim pude entrar.

Todos meus cadernos estavam empilhados pelos cantos do lugar. A poeira tomava conta dos cadernos e chão. Encarei os desenhos ainda pendurados nas paredes. A poeira deixava os papeis brancos encardidos.

– Sai daí quero passar.

A mão impaciente do Junhui me empurra para longe.

– Delicado como um coice de cavalo.

– Não tenho culpa! – Disse enquanto se sentava sobre as pernas – Você que me ignorou quando eu pedi licença. Ficou olhando esses desenhos horríveis de palitos tortos.

Abri a boca diversas vezes. Tentando formular alguma frase que não contasse um palavrão.

– Meus desenhos são bonitos!

– Olhe para isso! – Disse enquanto arrancou a folha da madeira com força.

Meu coração gritou de raiva. Um pedaço do papel rasgou. Aquele era o desenho mais importante, era o retrato do meu pai. Jun rasgou o meu pai! Sem falar nada voei, literalmente, para cima dele. Ouvi o impacto das costas dele contra a madeira. Um gemido de dor saiu dos lábios dele.

– Ficou louco!?

– Esse era o meu desenho mais importante!

– Um monte de palito?

– Vou te matar!

As mãos deles foram direto para a minha cintura. O infeliz fez força nos virando. Agora ele que estava em cima de mim, numa aproximação perigosa. O sorriso de cafajeste, sim cafajeste, fez com que meu estomago revira-se. Como um soco grande.

– Minha vez de te matar...

Agora sim levarei um soco.

– De cócegas.

Tentei tirar ele de cima de mim, mas foi atacado. Os dedos ágeis apertava nos pontos francos. Gritos saiam da minha boca juntamente com a risada. Minha garganta já começava a dor. Tentei me balançar para todos os lados, tipo minhoca se contorcendo.

– Hey casalsinho!

Nos separamos rapidamente. O alfa foi para a porta, enquanto eu me recuperava. Minha barriga doía muito e minha garganta também. O sorriso não morreu dos meus lábios, mesmo com as bochechas ardendo de dor.

Uma leveza domou meu corpo. Faz tempo que não me sentia assim, na ultima vez que tive essa sensação... Estava com o Mingyu. O sorriso desapareceu e só agora prestei atenção no conversa do Wen.

– Vou subir ai... Ou você prefere continuar fazendo cosinhas com o MingHao?

A voz calma do Joshua fazia o deboche parecer um elogio. Foi para o lado do alfa e encarei o ômega em descrença.

– Não estamos fazendo coisinhas. Suba logo!

Volto para o meu lugar e o Jun me segue sentando ao meu lado. Joshua aparece e lança um olhar de tristeza abaixando a cabeça logo em seguida.

– Quero pedir desculpas – A voz saiu baixa e triste. Um suspirou saiu dele antes de continuar –, vi você nos olhando. Eu queria contar, juro queria. Mas, não queria que ficassem bravo e...

– Pare!

Corto o falatório e o outro levanta a cabeça.

– Como?

– Não estou bravo, se vocês dois estão felizes. Eu vou ficar bem.

Nem deu tempo de pensar, quando notei já estava sendo abraçado.

– Obrigado.

Devolvi o abraço com força. Ele me soltou com pressa e se recompôs numa velocidade surpreendente. Ficou de joelhos na frente de mim e do Jun e nos lançou um sorriso estranho.

– Bem vindo a escola do amor.


Notas Finais


Espero que tenham gostando.
Como já disse no aviso um capitulo por semana, espero que agora dê certo.
Se houver erros, me avisem. Podem mandar eu revisar, fiz isso com esse capitulo. Mas, mudei todo final. Bem minha cara.
Um beijo no coração ou no cérebro.


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