História De Anjos a Pestes - Capítulo 3


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Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Eri, Hitoshi Shinsou, Izuku Midoriya (Deku), Mirio Togata (Lemillion), Shouta Aizawa (Eraserhead)
Tags Kouta, Mandalay X Aizawa, Personagens Secundários, Shino Sosaki, Shinsou Hitoshi
Visualizações 6
Palavras 733
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Fluffy, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shounen
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Caso tenha algum erro, já adianto minhas desculpas.

P.S.: Himura Emi é uma personagem minha.

Logo mais postarei a fic dela.

Capítulo 3 - Hitoshi Shinsou


O suor no rosto do pequeno escorria pelas têmporas enquanto as pálpebras arregaladas forçavam as orbes obsidianas a ficarem abertas para encarar as púrpuras do arroxeado enigmático, o danado parecia nem fazer esforço para não piscar.

Shinsou arrastou Kouta para a biblioteca após o seu treinador solicitar um tempo a sós com a responsável do baixinho. Sem muita escolha aceitou ficar com o pequeno moreno até EraserHead finalizar a conversa com Mandalay na sala dos professores.

Aproveitou que o lugar que o trouxe pedia silêncio, pensou que o pirralho não desferiria nenhum assunto a si em meio aos livros, mas o usuário de água ainda estava inquieto e pediu para que o rapaz impassivo brincasse com ele.

— Piscou! — Afirmou Hitoshi com o timbre de voz rouca e entediada de sempre.

— Você piscou primeiro! — Esbravejou o menino negando a derrota moldando na face à expressão bravia, mas mesmo com isso, o rosto infantil não deixava de ser fofo. O aspirante a herói trincou os dentes e fez a careta mais feia que já derá de raiva, pois, era tudo, menos mentiroso e a exclamação do moleque só o fez entender isso.

— Vocês se parecem! — Surpresos os olhares foram até o caminho da voz feminina doce e serena que os impediu de continuar a se bicar.

— Nenhum pouco! — Não se conteve e discordou indignado com o comentário de Emi. O pedido de silêncio veio com um “shiii” de todos que usavam a biblioteca. Ato que fez a morena sorrir encantadora para os dois que ocupavam a mesa. Caminhou até onde os dois se enfrentavam no duelo de quem piscar primeiro perde.

— Tem jeito com criança até! — Himura mediu as palavras, já que fazia certos dias que havia brigado com o mais velho. O mesmo sorriu fraco ainda magoado. Entretanto, a personalidade e perfil da doce menina o agradava, se sentiu reconfortado ao receber a atenção da jovem. Shinsou desviou os olhos, retornando para a criança que lhe atormentava e quebrando o contato visual com as orbes azuis escuras. Sem graça com a frase, aceitou o elogio sincero. Era bom em tudo, mas reconhecia que às vezes as crianças tinham um certo medo de si.

— Não tem não! — Kouta se pronunciou. A brincadeira do arroxeado não era nada divertida. Se Eri estivesse com sigo, não seria tão chato. — Queria a Eri pra brincar — O pedido não seria realizado, pois, Aizawa não trouxe a albina para a escola. Notou os olhares admirados de Emi em si.

— Você gosta dela, não é? — Questionou curiosa. O menino é apenas uma criança e a palavra "gostar" para ele tem um significado fraternal, mas pela pergunta vir de uma garota "madura" indagou antes de responder.

— O que é gostar?

— Quando você fica desinquieto próximo à pessoa e tudo o que ela fala te tira um sorriso tímido, presta atenção em tudo que ela diz — O garotinho continuou a ouvir a aspirante a heroína enquanto analisava Shinsoupor incrível que pareça o rapaz áspero se encaixava perfeitamente nas descrições da outra.

— Então, Shinsou gosta de você?— Himura fechou a boca prendendo o ar contra as bochechas, olhou de soslaio o companheiro de classe, esperando o mesmo gritar com o menor, mas em vez disso o rubor que nunca viu naquela face o pintou como um tomate. — Porque ele te olha da forma que descreveu. — O silêncio esperado da biblioteca prevaleceu, os jovens estavam petrificados e pálidos. A briga de antes passou a fazer mais sentido para ambos. Ciúmes é a palavra que se aplica no que havia acontecido.

— KOUTA! — Chamou Mandalay — Vamos? — O menino apenas sorriu e deixou ambos, indo até à castanha. Estavam parados processando as palavras do pequeno moreno. Tentou dizer algo, mas só murmurou.

— A — Desistiu, mas um pouco de coragem pingou em si. — É. — a gota secou e não sabia o que falar a ela.

— Quer sair comigo mais tarde? — A morena o convidou, o espantando um pouco. Não esperava isso vir da mais baixa. Bem, sabia que Himura Emi era repleta de qualidades e uma delas vinha se destacando mais. Mulheres com atitude o atraí como um touro sendo provocado por um pano vermelho.

— Tá! — Foi a única coisa que conseguiu proferir a ela.



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