História De boneco e de humano, todo Taehyung tem um pouco - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bangtan, Boneco, Bts, Comedia, Humano, Kim Taehyung, Taehyung
Visualizações 177
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Fluffy, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi (^^)

Dêem amor a essa história ❤

Está sendo feita com o maior carinho e amor. Espero que estejam gostando.

Boa leitura ♌

Capítulo 2 - II - Quê!


Fanfic / Fanfiction De boneco e de humano, todo Taehyung tem um pouco - Capítulo 2 - II - Quê!

_ Então… deixa eu ver se entendi. - Jin pareceu meio incrédulo depois de ouvir minha história. _ Quer dizer que aquele bebê super fofo, que está brincando com seus animais, na verdade é um boneco?


_ Isso! E ele cresceu do dia para noite. Ontem ele era só um bebê de colo.


_ É… realmente precisamos procurar um médico.


_ Eu estou falando sério! - gritei com o meu chefe, mas como não estávamos no pet shop, nem me importei.



Enquanto eu e Jin estávamos sentados nas únicas cadeiras do meu apartamento, era possível ver o boneco sentado em cima da cama, brincando com morango e limão. Quer dizer, morango brincava enquanto limão só passava o rabo no rosto do boneco, que gargalhava alto com as brincadeiras do bichano azedo.


Nossos olhos se encontraram de relance, e o boneco após me encarar virou o rosto, como quem estava realmente bravo. Ele na verdade estava triste pela forma que estava sendo tratado, pois desde que ele parou de chorar, o deixei na cama e não me aproximei novamente. Mas eu estou com medo. Nunca tinha ouvido falar em algo sobre isso, então lógico que Jin também não tinha ouvido. Mas eu estava tentando...


_ Ele está nervoso comigo. Um boneco está nervoso comigo. - ri meio soprado, mas era uma risada de nervosismo.


_ Ele parece mais magoado do que nervoso… - Jin comentou. _ Vai falar com ele… não consigo ver bebês chorarem.


_ Não é um bebê, Jin. É um boneco. - repeti novamente, e me virei olhando o boneco. _ Ele é realmente lindo, né?


_ Sim, parece um anjo. Sua beleza não é real.


_ Sim. Vem, vamos falar com ele.



Me levantei, sendo acompanhada homem alto de cabelos negros, no caso meu chefe. Fomos até meu quarto, o que era somente alguns passos de distância e nem me dei conta que a cama estava completamente desarrumada. Isso não era o principal. O motivo para tudo aquilo estava sentado na cama, brincando, e quando me viu se aproximar virou o rosto novamente, mostrando estar emburrado.


_ Você pode falar comigo um pouquinho? - perguntei ao boneco enquanto sentava no chão para ficar mais próximo dele. _ Pode pelo menos me ouvir?


_ Hum… - o boneco respondeu sem olhar para mim.


_ Esse moço bonito que está aqui, é meu amigo e chefe. - o boneco arregalou os olhos azuis e viu Jin atrás de mim. _ Ele não acredita que você é um boneco, tem algo que possa provar isso?



O boneco olhou novamente para os meus olhos, e virou o rosto. Ele parecia realmente triste, até mesmo decepcionado. Então logo eu percebi do que se tratava. Me aproximei ainda mais, para tocar uma de suas pequenas mãos. Assim que toquei sua mãozinha, ele olhou para mim.


_ Me desculpe por me afastar e deixar você sozinho. - falei olhando naqueles olhos irreais. _ Prometo não me afastar novamente.


_ Bebê? - o boneco pegou minha mão e a levou para o seu próprio rosto.


_ Sim, você é meu bebê. - sorri por entender o que ele queria dizer.



O bebê - boneco - se levantou no colchão e quando ficou de pé literalmente pulou em meu pescoço, me fazendo cair de costas no chão. Senti beijinhos por todo meu rosto - inclusive alguns selinhos -, enquanto ria e tentava o parar. Segurei os braços do bebê e o olhei novamente. Tão bonito e pequeno, que minha vontade é apenas proteger e cuidar dele. Ele sorriu para mim, mesmo com a boca sem nenhum dentinho, era o sorriso quadrado mais lindo e único que tinha visto.


_ Taetae… - o bebê falou novamente enquanto apontava para ele mesmo. _ Zoé… - ele disse apontando para mim.


_ Isso. Você é Taetae e eu sou Zoé.


_ Tá’ tudo muito lindo e emocionante, mais vocês não tem algo para me mostrar? - Jin falou alto.




_ Tem algo que você posso mostrar para o Jin que prove que você é um boneco, bebê? - Peguei o bebê para sair do chão e o coloquei sentado na cama novamente.



O pequeno loiro olhou nos meus olhos. Encarou Jin por um momento e assentiu com a cabeça. Tinha horas que parecia que ele era mais velho do que parecia ser, e talvez fosse esse o caso. Ele tirou os dois sapatinhos e nos mostrou a sola de seus pequenos pés.



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Estava cravado em sua pele como uma cicatriz. Era nítido saber que bebês comuns não tem sinais como aqueles. Olhei para Jin que ficou boquiaberto de ver aqueles números e aquelas letras. Sorri para o bebê que me olhava preocupado e calcei os sapatinhos nele novamente.


_ Tem alguém que eu acho que pode te ajudar. Ele entende mais sobre assuntos misteriosos como esse… - Jin falou calmamente.


_ Não vou poder ir ao trabalho hoje. Vou cuidar dele até o responsável aparecer.


_ Imaginei. Cuida tanto dos animais, lógico que não abandonaria ele. - Jin sorriu ao ver o bebê pendurado em mim de novo. _ Ele parece gostar de você…


_ É… eu sinto o mesmo por ele. - falei enquanto o pegava no colo, para assim acompanhar Jin até a porta.


_ Qualquer novidade te aviso. - Jin me abraçou. _ Bye, bebê fofo. - deu um beijo no pequeno e foi embora.


_ Ok! Agora somos eu e você… - o bebê arregalou os olhos azuis e ficou com as bochechas coradas de vergonha pelo que falei. _ Não faz assim que meu coração não aguenta…



.

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Como era sexta feira, tinha muita coisa para ser feita. Primeiramente: arrumar a casa. E bem foi isso que eu com ajuda de morango, limão e bebê fizemos. Enquanto limão miava e mostrava sua beleza na janela do apartamento, morango carregava tudo que ele achava interessante e o bebê? Bom, corria atrás do morango. Resumo, consegui arrumar e limpar o lugar, mais minutos depois estava tudo bagunçado.


Estava na hora do almoço, e como não tenho costume de ficar em casa, não tinha comida. Então, precisava ir ao mercadinho. Após trocar de roupa, peguei o bebê, e fomos comprar algo para comer. Enquanto andávamos no bairro era possível ver os olhares sobre nós, já que eventualmente o bebê não parecia ser meu filho. Logo eu, com os cabelos negros feitos a noite e olhou castanhos comuns como gente chata no mundo, não poderia ter um filho loiro - quase platinado - de olhos azuis, só se o pai dele fosse um Albino, o que não é o caso.


Assim que chegamos no mercadinho, bebê ficou impressionado com tudo o tinha, o que era realmente pouco já que era só um armazém de bairro, mais para ele parecia muito. Após comprar o mínimo para vivermos o fim de semana, sem passar fome, fomos ao caixa e lá encontramos o que seria a minha dor de cabeça: doces.


_ Quê! - pediu o bebê no meu colo enquanto apontava para os doces no balcão do caixa.


_ E você come por acaso? Não, bebê.


_ Taetae, quê! Quê! Quê! - o menino começou a fazer birra e ameaçar chorar.


_ Se você começar a chorar e eu chorar também… - falei séria para ele.


_ Quêeee! - mais não me ouviu e começou a chorar, ou melhor fingir.


_ Beleza…



Coloquei a compra no balcão, sentei no chão e comecei a fazer birra igual uma criança pequena. As poucas pessoas que estavam no mercado começaram a olhar e falar sobre a cena. Bebê ficou tão envergonhado que logo para com o drama, e ficou me olhando também. Aquilo não era nada comparado às coisas que eu já havia feito com os bichinhos do pet shop. Inúmeras vezes, fingia ser um cachorro para os filhotes se aproximar e deitava no chão para fazer contato com os gatos mais ariscos.


Vendo que o bebê tinha parado, levantei do chão venho o caixa morrer de rir da situação. Olhei nos olhos do bebê, que estava totalmente envergonhado, e sorri mostrando que comigo as coisas seriam diferentes. No final das contas, bom… tive que comprar um chocolate para ele, porque era irresistível olha aqueles olhos e não cair aos seus pés.


Por incrível que pareça ele comeu, assim como um criança de verdade. Havia muitas incógnitas na minha cabeça sobre ele, mas naquele momento eu não queira saber de nada, queria apenas aproveitar que eu não estava mais sozinha, que eu tinha alguém para conversar e rir, e principalmente alguém que realmente me vê como alguém importante. E eu sabia que o bebê me via assim, estava nos olhos deles o quão agradecido ele estava por ter o tirado do lixo.


Após comer, deitamos na cama e comecei a mostrar ao bebê as músicas que eu gostava. Logo quando começou as mais animadas, me levantei e comecei a dançar pelo quarto, vendo um bebê em pé na cama tentando me acompanhar, já que caia a todo momento, e eu ria sempre ao ver aquele biquinho em seus lábios.


Ele acabou dormindo e eu fui limpar as coisas do almoço e dar de comer ao morango e ao limão. Enquanto terminava de secar as louças, me peguei pensando em como estava me sentindo feliz cuidando daquele ser, seja lá o que ele for, ele era especial. Fazia anos que não sorria tanto. Por alguns momentos, senti como se tivesse voltado a ser criança. E esse sentimento era incrível igual ao pequeno loiro deitado em minha cama.


Deitei ao seu lado, e quando sentiu a cama se mover abriu os olhos e me viu. Pensei que o mesmo iria começar a chorar ou algo do tipo por ter acordado. Mas não, ele sorriu ainda meio sonolento, se aproximou ainda mais do meu corpo, agarrou meu pescoço como de costume e repousou sua cabeça em meu ombro, assim voltando a dormir abraçado a mim. Sorri baixo com aquela cena, e logo o sono também me pegou. Então ambos dormiram felizes e abraçados.


.

.

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Abri os olhos meio relutante, se não fosse pelas batidas fortes na porta provavelmente iríamos virar o resto do dia dormindo. Olhei brevemente pela janela e parecia estar no final do dia. Tentei tirar as mãozinhas do bebê que estavam em volta do meu pescoço, sem acordar o mesmo. Assim que vi que ele voltou a dormir após remexer um pouco, me levantei e fui atender a porta.


_ Que demora! - Jin disse assim que abri a porta. _ Zoé, esse é Namjoon, ele é o responsável pelo boneco.


_ O que? - perguntei um pouco atordoada, olhando para o homem de cabelos roxos.


_ Olá, desculpa incomodar. - ele cumprimentou educadamente. _ Vim buscar Kim Taehyung.







Notas Finais


É isso! ❤

O que acham que vai acontecer a partir de agora?


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