História De Joelhos (Jeongguk - Two Shot). - Capítulo 1


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook)
Tags Jeongguk Ggukie
Visualizações 181
Palavras 3.565
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bae's do meu coração, como vocês estão, huh?
Hoje trago para vocês uma two-shot que venho trabalhando há muito tempo. Foi escrita com muita dedicação e safadeza, então leiam com atenção e carinho, sim?!

Bem, para aqueles que estão se perguntando sobre a fanfic que postei umas semanas atrás - Teus gestos (Jeongguk - Longfic) - , peço para que não se desesperem. Eu postei a fanfic com o pensamento de ver se as pessoas iriam gostar, e bom, a reação de vocês foi totalmente positiva. Postarei o primeiro capítulo oficial lá pelo final de Setembro. Por quê? Estou estudando para tentar bolsa de estudo e isso requer muito de mim - assim como minhas estórias - e no momento preciso focar no que é essencial para mim, no caso: os estudos. Então acalmem a bixiguenta que logo, logo eu trago o capítulo para vocês, talvez até poste ele no dia do meu aniversário (17/09).

- Na two vocês notaram que é a primeira vez da namorada do Jeon - por isso tamanha insegurança - e por ser a primeira vez dela, obviamente é se esperado algo fofo, etc e tal. Todavia, o Jeon é sim CarinhosO! Mas tem uma pegada deliciosa, então não se assustem com o jeitinho meio bruto dele em certos momentos.

- Segundo capítulo - e último - será postado lá pelo terceiro sábado do mês.

- No pequeno trechinho e primeiro, será a narradora da estória narrando e depois dos três pontinhos será a Yeon.

Essa two é meio que uma forma de me desculpar por sumir durante um tempinho. Então, boa leitura ☾.

Capítulo 1 - Você deixa, amor?


Fanfic / Fanfiction De Joelhos (Jeongguk - Two Shot). - Capítulo 1 - Você deixa, amor?

                              1.


Compreensivo, másculo, viríl, benevolente. Eram muitas as palavras as quais poderíamos descrever Jeongguk, um rapaz que no auge de seus vinte e um anos conseguia ser bem mais que paciente. 

Jeon, como qualquer outro homem tinha a necessidade de atos sexuais, esses que não eram realizados há muito tempo. 

O moreno aprendera o verdadeiro significado de paciência assim que oficializou seu namoro com Seyeon, depois de longos meses de convivência, encontros e mensagens trocadas. Uma garota de dezenove anos que há pouco tempo dara inicialização a faculdade de arquitetura e muito, mas muito insegura, que conhecera através de uma social com os amigos.

Yeon - apelido que o moreno à dera - era uma pessoa de confiança fraca, e quando o assunto envolvia sexo, merda, era ainda mais. O medo de não ser boa o bastante para o mais velho a assolava. Tinha medo de não conseguir satisfazê-lo e por isso, todas as vezes que o amorenado tentava avançar um pouco mais na relação, mesmo com toques nem tão invasivos, ela o impedia, alegando não estar pronta para um passo maior. Justificativa que não deixava de ser verdadeira. E Jeon é claro, ficava insatisfeito com isso, mas a respeitava de forma descomunal para insistir. Ele a dizia palavras de conforto e algumas delas era que a esperaria até que estivesse finalmente pronta. 

Mas céus, Jeon era um homem e satisfazer-se com as próprias mãos poderia sim ser muito satisfatório, mas era doloroso, pois suas mãos não se assemelhavam nada a bocetinha de sua menina, essa que nunca ao menos tocara, pois sua namorada ainda ficava envergonhada com um ato tão íntimo.

E toda essa situação era torturante para ambos.

Vê-la andando vestida com suas camisas e somente de calcinha pelo apartamento era provocante e tão convidativo, que por estar tão necessitado, o mais velho via-se obrigado a se trancar no banheiro e bater uma pensando em sua menina, essa que na maioria das vezes se encontrava logo no cômodo ao lado, e após chegar em seu limite, sentia-se sujo. Ela era sua namorada, mas ele prometera esperar o tempo que fosse preciso e fazia isso às escondidas. Era difícil. Parecia até que sua garota fazia isso com o propósito se instigá-lo. Só parecia, pois a conhecia bem o suficiente para saber que ela era incapaz de tanta tortura.

Já Yeon, era provocada de todas as maneiras possíveis pelo moreno. O ver saindo só de toalha após o banho era tão instigante. Suas costas mostravam os músculos formados por longas horas na academia, as gotas escorrendo por seu abdômen eram tão convidativas para si, sua língua implorava para deslizar sobre a pele amorenada, suas mãos pediam a si que fosse até o mais velho e arrancasse o tecido grosso da toalha em sua cintura. O que mais desejava era tornar suas fantasias nada puras com o moreno reais.

E ela tentava, e como tentava. Mas sua insegurança a impedia de executar tudo do mais puro e impuro com seu namorado. 

Em seus outros dois namoros, a garota tinha o mesmo sentimento de impotência e incapacidade, até achava que o término de seus relacionamentos passados eram por causa de sua posição negativa a dar um avanço maior na relação.

Mas Jeon era diferente, ela sentia uma necessidade e a vontade de ceder, como antes não sentira. Ele a passava confiança, demonstrava sempre ser alguém compreensivo e paciente, conseguia deixá-la segura e confiante para dizer que sim, queria ceder, queria por mais que não soubesse como exatamente tinha que fazer. Queria se entregar ao mais velho, queria mostrar que confiava em si e aprender tudo o que o moreno estava disposto a ensiná-la.

Ela queria, e iria ceder. Só esperaria por aquela data. O dia do aniversário de, Jeon.


.


.


.


Encarava-me apreensivamente na larga estrutura do espelho do banheiro. Apoiada no gélido granito da pia, eu travava uma batalha interna em ir ou ir. Essas eram minhas únicas opções. Sem desistência, sem medo.

Tomar tal decisão fora difícil para mim - entre partes. Deixar a baixa confiança que exerço sobre mim de lado, é uma delas. Tenho a noção de que não poderia viver com isso para sempre, de que algum dia eu teria que finalmente enfrentar todos esses sentimentos. Não poderia negar Jeon para sempre, e nem queria. Isso não se trata somente de mim, não sou a única envolvida nessa tortura indesejável, e meu tesão fora meu aliado nisso tudo. Com esse desejo em mente, eu tomei a coragem que há muito tempo vinha tentando tomar. Essa que me ajudaria em minhas ações de agora.

Gguk completava seus vinte e dois anos no dia de hoje e eu queria presenteá-lo da melhor e mais satisfatória maneira possível.

Pela manhã, bem cedinho, acordei para que pudesse preparar para ele um caprichado café da manhã, acordei-o com selares pela face, recebendo aquele seu tão doce sorriso em troca. O tratei feito um verdadeiro bebê, um bebê que por mais rabugento que fosse ao reclamar por receber comida na boca, era o alguém mais valioso da minha vida. Minhas ações poderiam beirar ao meloso, mas eu gostava de ter esse cuidado e carinho excessivo consigo de vez em quando, pois era raro os momentos que tinhamos assim.

Meu planejamento era de passar o dia inteirinho agarrada a si. 

Era.

Bastou uma ligação de seu pai para que meus preparativos fossem por água a baixo. 

Pelo que pude compreender, eles teriam que adiantar uma reunião com alguns investidores locais e de maneira alguma poderiam adiar. O amoreno se arrumou rapidamente para ir a empresa, sem contestar por ser seu aniversário e consequentemente seu dia de folga. Era realmente um compromisso importante. E depois de agarrá-lo pelo gravata e dar-lhe um beijo carinhoso, ele seguiu para a reunião. Passei o dia inteiro arquitetando o que faria ao anoitecer. Por um lado, aquela reunião não havia sido de todo mal. 

Pelo iniciar da noite, o moreno chegara desgastado e cansado, a comida já estava recém servida à mesa. Mandei-o tomar um banho para que pudessemos comer com ele mais relaxado, e depois de o fazer, jantamos enquanto trocavamos algumas palavras.

Quando terminamos de devorar o resto da comida, tirei a mesa e deixei os poucos pratos sujos na pia. Os lavaria pela manhã. Avisei ao mais velho que tomaria um banho e ele confirmou com um suspiro, dizendo que iria ficar na sacada, a minha espera enquanto pegava um pouco de vento. Apenas confirmei com a cabeça. Tomei rapidamente meu banho, chegando finalmente na situação de agora.

Apreensiva.

Suspirei profundamente, me olhando uma última vez no vidro espelhado, analisando minhas poucas vestes. A lingerie cor vinho e a - nem tão cumprida - camiseta amarela, eram as únicas peças que me impediam de  mostrar minha nudez. O conjunto de peça íntima fora guardado durante muito tempo, tinha o pensamento de usá-la futuramente em um momento como este. Especial e de certa forma único, já que a virgindade só se perde uma vez. Ah, sim, eu era totalmente puritana, mais um dos motivos de meu nervosismo. A inexperiência.

 Saí do banheiro meia trêmula.

Eu estava demasiadamente ansiosa. Não tinha um momento fixo para agir, somente me deixaria ser levada pelo momento e pelos cosmos. Seria uma grande surpresa para ambos e tinha total noção de que o surpreenderia com minha atitude, e era esse o efeito que queria causar nele. 

Em passos curtos traçei o caminho até nosso quarto. A porta entreaberta fora totalmente aberta por mim e assim que adentrei o cômodo escuro, tive a visão das largas costas cobertas do amorenado, apoiado ainda ao longe na extensa grade de vidro da sacada. Me proximei de forma cautelosa do ambiente fresco. Ele me parecia profundamente imerso em outra dimensão, aproveitei de seu momento de distração e me pus a admirá-lo.

Jeon era realmente um homem bem feito.

Por discuido deixei um arfar escapar por entre meus lábios, fazendo com que eu atraisse a atenção do moreno para mim. Ele sorriu sem mostrar os dentes ao me ver ali. Notei que seu olhar desceu rapidamente por todo meu corpo, ele deu uma rápida e quase despercebida lambida nos lábios e logo voltou à fitar-me nos olhos.

Não Ggukie, não se negue a me olhar.

O mais velho se aproximou de onde eu estava em passos curtos, não demorei a sentir seu fortes braços rodearem minha cintura, colocado-me mais a seu corpo tão escultural; fiz o mesmo com seu pescoço, puxando sua face de encontro a minha. Quando nossas orbes se conctaram, pareciamos ter entrado em uma bolha, um universo aonde, mais uma vez, só se encontrava nós dois. Ficamos assim durante um bom tempo, com o vento forte tentando levar nossos fios de cabelos junto consigo, até que o mais velho tomou a iniciativa de resvalar seus lábios gelídos nos meus, fechei as pálpebras automaticamente. Não demorou a juntar nossos lábios, arrancando um arfar de ambas as partes com o contado tão banhado em saudade.

Minhas mãos foram até os fios ralos de sua nuca, local aonde enterrei meus membros em seu sedoso cabelo e puxei de forma automática, arrancando mais um arfar dele.

Senti Jeon posicionar ambas as mãos sobre minha cintura, onde agarrou e apertou a carne de forma possessiva e necessitada. Meu corpo foi preensado ainda mais contra a porta de vidro pelo seu. Uma de suas pernas foi para o meio das minhas, resvalando de forma inocente o meio de minhas coxas, grunhi internamente. Eu estava ficando atiçada com tão pouco. As mãos do amorenado desceram de forma lenta para parte de trás das minhas pernas e no meio do caminho, quando tocaram em minhas nadegás, foi inevitável o baixo gemido que soltei. Mesmo em ações pequenas, Jeon tinha uma pegada deliciosa. Isso não passou desapercebido pelo moreno, que separou nosso beijo e sorriu ladino. 

Aquilo acabou ainda mais comigo.

O mais alto deixou selares por toda minha face, testa, bochecha, queixo e um último beijo foi deixado sobre meu nariz, arrancando uma risada dos dois.

- Eu 'tava com saudade disso. - ele declarou, encostando sua testa na minha.

Selei seus lábios rapidamente, sorrindo por suas palavras.

- Eu também. - disse por fim, deitando minha cabeça em seu ombro, iniciando um cafuné em sua nuca. - Faz tempo que não temos um tempinho só nosso. Que não nos beijamos ou ficamos agarrados um ao outro. - dei de ombros, suspirando. - Seu trabalho e a faculdade tem tomado muito de nosso tempo. - decretei e o vi balançar a cabeça em concordância, largando um selar em minha bochecha.

- Mas hoje temos a noite toda para ficarmos um com o outro, então vamos aproveitar, sim?! - perguntou de forma retórica e sussurrada em meu ouvido, assenti mesmo assim. - Vem, vamos ver se conseguimos achar um bom filme para assistir.

Ele se separou de mim e meu corpo foi incapaz de não sentir a falta que o calor de seu corpo transmitia ao meu. 

Sua mão desceu até a minha e entrelaçou meus dedos aos seus, puxando-me para dentro do quarto escuro. 

Desforrei o cobertor assim que cheguei a cama, me endireitando abaixo desse e Jeon fez o mesmo, me puxando para que deitasse com a cabeça sobre seu peitoral assim que pegou o controle da tevê.

Enquanto o moreno escolhia o filme, me permiti fechar os olhos e inspirar um pouco daquela sua fragrância amadeirada que vinha de seu pescoço. Era um aroma tão e satisfatoriamente bom. Assenti sem pestanejar quando o mais velho perguntara se poderíamos assistir a um filme de ação, eu ao menos estava prestando atenção no que ele falva ou de qual filme se tratava, só queria continuar a sentir seu perfume.

E continuei, durante longos minutos, até que em um momento quase que inconsciente, deixei que meus lábios resvalassem sobre sua clavícula de forma amistosa. Vi seus poros se arrepiarem. Sua mão que se encontrava posta em minha cintura deu um forte aperto na região, como se quisesse me alertar de algo. O ignorei e dei continuidade ao ato, mas dessa vez com o auxílio do nariz, esse que se arrastou por todo seu pescoço e clavícula. O aperto em minha cintura continuou firme e somente aumentou mais a intensidade quando, em uma ação ousada, passeei com o músculo molhado de minha língua por toda a extensão da pele alheia, tendo como resposta um corpo se remexendo inquietamente sobre o colchão macio.

Mas eu queria mais. Queria instigá-lo somente um pouco mais.

E com isso em mente, minha mão que se encontrava sobre seu abdômen tomou a atitude em passar por de baixo do pano fino de sua camiseta e acariciar o abdômen bem malhado, descendo e subindo de forma lenta. Eu sabia que estava sendo libidinosa demais, o tesão já me guiava.

 Em certo momento a qual não notara, meus dedos tocaram acidentalmente o cós de sua calça, no baixo ventre e foi naquele momento que Jeon arfou audível e remecheu as pernas de forma desconfortável, cruzando-as por debaixo do cobertor. Ele parecia desconfortável (?), mas se quisesse que eu parasse teria pedido, não teria?

Gostei de ouvi-lo ofegante, desejava mais daquilo saindo da boca alheia e foi por isso que parei minha carícia em seu pescoço e ousei passar minha perna livre sobre as suas, subindo-a de forma predadora, até que a parte de meu joelho alcançasse sua virília, esbarrando de forma proposital em seu membro. Gguk arfou de forma mais audível. Mordi os lábios e deixei um grunhido escapar, excitada ao sentir uma se suas mãos tomar posse de minha coxa e força-la para baixo de forma despuradora e estimulante. Minha perna começou a deslizar sobre seu membro semi ereto com precisão, e eu gostei daquilo.

Curiosa, olhei de soslaio para cima e me senti arrepiar ao ter a visão do rosto do maior. Jeon mordia o lábio inferior enquanto tinha os olhos fortemente fechados. Pulsei com a cena e ainda mais focada em lhe proporcionar mais prazer, forçei com vontade minha perna sobre sua virília e ai sim, ouvi o som mais instigante de toda minha vida. 

Seu gemido.

 Tão rouco e tão grave, da forma que me fez sentir expelir algo no meio das pernas.

Suas mãos continuaram a guiar meus movimentos e a pressão que deveria pôr sobre seu íntimo, deixei que continuasse ao fazer até que em certo momento, os movimentos do moreno tomaram mais velocidade e como se não aguentasse mais aquilo, Jeon me puxou pela coxa para que eu me sentasse sobre seu colo. 

Arfei.

Gritei.

Pulsei.

Sentir seu pau pulsante logo a baixo de minha intimidade encharcada era a sensação mais extasiante que já sentira.

Voltei a abrir os olhos, esses que fechei sem ao menos perceber, encontrando seu olhar luxurioso. Suas pupilas estavam dilatadas, exalavam tesão, perversão. Como se não bastasse tudo isso, o moreno ousadamente levou suas mãos até os longos fios de minha nuca e os puxou grosseiramente para baixo, de encontro ao seu rosto, mas não de forma que me machucasse e sim me instigasse a mais. 

Muito mais.

Nossas testas estavam coladas e assim como o rapaz a baixo de mim, retornei a fechar os olhos, podendo ouvir - além de nossas respirações descontroladas - cada palavra proferida por si.

- Se não parar agora, não sei se conseguirei mais me segurar, anjo. - ditou rouco, de forma sussurrada e porra, como eu amava quando me chamava de anjo tão carinhosamente.

Era perceptível que ele não queria parar com tudo aquilo, mas o faria caso eu dissesse. Entretanto, eu não queria, não queria parar com toda aquela safadeza que naquele momento parecia me abraçar tão bem. E a forma a qual se preocupava comigo, mesmo sercado pelo tesão, só me dava ainda mais certeza de que eu queria sim, me entregar ao mais velho.

Eu queria transar, queria trepar com Jeon Jeongguk.

 Céus, quando foi que me tornei tão suja assim?

Engatihei ainda sobre seu corpo em direção a sua orelha, sentindo a respiração do moreno de encontro com o meu pescoço, suas mãos pareciam querer se fundir com a pele de minha cintura. 

Ele a apertava tão forte.

- Eu não quero que se segure, não quero que tente mais se controlar. Eu quero seu descontrole, Jeon. - selei seu lóbulo. - Eu 'tô preparada. - dei a ele o passe livre final.

E com toda a ousadia do meu ser, em uma só levantada de quadril sentei sobre sua virília. Pude sentir meus olhos revirarem em deleite quando seu - agora tão duro - pau entrou em contado com minha intimidade tão necessitada e molhada. Quando seu estridente gemido repercutiu por todo o quarto. Não parei por ali, com o auxílio de suas mãos, eu continuei a deslizar sobre o órgão ereto, de modo ainda desconhecido, mas com vontade, o sentido passear entre meus lábios vaginais em um vai-vem enloquecedor e estimulador. Eu precisava mais daquela sensações.

- Caralho, Yeon.

Ouvi-lo pronunciar meu nome de forma tão necessitada assim, me dava ainda mais incentivo para continuar o que fazia. Deslizar gostoso sobre toda sua extensão.

O moreno pareceu finalmente ter caído na real e quando seu olhar voltou a recair sobre mim, parecia ainda mais afiado e persuasivo. Se não fosse por suas mãos a segurarem minha cintura quando se sentou sobre a cama de forma fugaz, eu, com toda certeza, teria caído de seu colo. Mas isso não parecia uma hipótese para o moreno. 

Ele queria que eu continuasse a me esfregar em si, como uma verdadeira ninfomaníaca.

- Tá sentindo isso? - seu timbre soava tão controlador. Ele fez pressão em meu corpo, me forçando para mais baixo. Revirei as orbes em puro deleite e quase que inconscientemente, firmei minhas mãos em seus ombros. O fato de só vestir uma calcinha parecia me ajudar e ao mesmo tempo torturar-me em toda aquela situação. - Te fiz uma pergunta, amor. 

Seu timbre sujo em meu ouvido pareceu não ser torturante o suficiente para si, tanto que apertou de forma dolorosamente gostosa minhas bandas. Foi naquele momento que eu firmei de forma profunda minhas unhas na pele de seus ombros, o ouvindo grunhir, e percebi que adorava como meu namorado era carinhoso comigo, mas gostava ainda mais do seu jeito rude sobre a cama.

Nossas respirações estavam descompassadas, mas os únicos gemidos a serem ouvidos eram os meus. Não devia ser a primeira vez que Jeon tinha alguém rebolando sobre seu colo, ele já era mais velho, mais experiente nesse quesito do que eu. Ele era um homen e não um garoto virgem, sabia se controlar. Porém, era minha primeira vez fazendo isso e eu me sentia tão absurdamente necessitada.

Não sei o exato momento em que comecei a fazer mais pressão em meus movimentos, tentando fazer, mesmo com roupas, nós termos um contato maior. Suas mãos apertavam minhas nadegás deliciosamente e só eu sabia o quanto estava me controlando para não quicar nele descontroladamente. Seu membro estava tão desperto. Eu não aguentava mais.

- Jeon... - ele murmurou em resposta. Encostei nossas testas, suas mãos subiram para minhas costas me dando apoio e iniciaram uma caría ali - ... deixa eu tocar. - sutilmente levei minha mão até sua extensão entre minhas pernas, sentindo ele tremer e gemer com o meu delicado toque.

Ele me fitou tão intensamente que fui capaz de sentir o arrepio que me passou pela espinha. Sua mão pousou sobre a minha que ainda estava sobre seu íntimo e a fez apertar seu próprio membro, ele gemeu e seu olhar no meu vacilou, tirou sua mão sobre a minha e foi ali que entendi que ele havia me dado passe livre para fazer o que quisesse.

Iniciei movimentos em seu membro ainda coberto, gostando de ouvir e ver suas caretas deleitosas. Me sentei um pouco mais para baixo de suas coxas e levei as mãos até o cós de sua calça moletom e quando fui a puxar, o moreno automaticamente levantou seu quadril. Sem receio puxei para baixo o pano a cueca, lambi os lábios em antecipação a o que viria a seguir. 

Quando seu membro teso se libertou, o mais velho urrou em satisfação e eu pulsei em excitação. Ele estava tão duro.

Como podia a porra de um pau ser tão bonito?

Jeon era bem dotado e eu tinha provas.

Sua extensão era cumprida, mas não de um jeito exagerado, mas sim convidativo, era da grossura certa, porém, a parte que me fez salivar faminta foi a cabecinha do pau duro. Era vermelhinha e expelia o gozo pré-siminal.

Encantada com a visão, passei meu polegar sobre a fenda molhada, a vendo pulsar, não demorei a enlaçar o mastro com ambas a mãos sentindo as veias grossas por baixo de minhas quentes palmas, iniciando uma punheta, acompanhada pelo som de seus gemidos. Os estímulos faziam com que seu membro crescesse cada vez mais, me deixando encantada com tal visão.

Descendo e subindo de forma fugaz, continuei com a masturbação durante um indeterminado tempo.

Ele iria gozar logo se eu não parasse e era isso que eu queria. Levá-lo ao limite. Porém fui interrompida pelas suas próprias mãos. O olhei confusa, com o receio de ter feito algo errado.

- Eu não quero gozar aqui. - iniciou, tocando minhas mãos, as palavras que vieram a seguir me fizeram forçar minha intimidade contra sua perna com força extrema, enquanto sentia mais do líquido viscoso expelir de minha intimidade. - Eu quero gozar aqui. - seus dedos subiram lentamente e deslizaram sobre meus lábios, arfei. Seu olhar acompanhava os próprios movimentos de forma libidinosa, com um sorriso perverso no canto dos lábios finos. - Você deixa, amor? Deixa eu derramar minha porra na sua boquinha?


Notas Finais


E ai? Mereço uns beijinhos? XD.
Espero de coração que tenham gostado e conseguido se imaginar ali ou algo do tipo. O importante é eu ter conseguido fazer com que vocês mergulhassem na estória.
Se quiserem comentar, eu aceito ;)
Obrigada por lerem!

Perfil: @xpamx.


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