História De outra vida - Capítulo 71


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Categorias Fifth Harmony, Mitologia Egípcia
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Egito Antigo, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mitologia Egípcia
Visualizações 550
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!

Capítulo 71 - Kevin


Cai de joelhos e puxei meu irmão para baixo, vi meus seguranças pulando sobre o homem, que por mais atordoada que esteja, parece estar vestido como meu segredo.

- Kevin… - Coloquei minhas mãos contra os sangue na roupa de Kevin. - O que você fez?

- Ele ia... te matar. - Ele tossiu.

- Você é muito louco, não nos gostamos nesse nível.

- Ele ia te… - Novamente ele tossiu. - Pelas costas…

- Ligue para emergência, diga que ele está perdendo muito sangue. - Benson pegou o celular e começou a falar. - Aguenta firme. Vai ficar tudo bem…

Ele desmaiou, tentei acorda-lo, mas foi em vão. A ambulância chegou e fui ao hospital com ele, após mandar Benson levar o atirador para conversar com o delegado.

Preenchi os documentos, sentei na sala de espera e entrelacei minha mãos, escorando minha testa e mexendo meu pé freneticamente. Meu celular chamou e peguei para desligar, mas era Lauren.

- Camz… Que susto. Faz tempo que estou te ligando. O que houve? Falou que já ia chegar.

- Lauren, estou no hospital. Aconteceu uma coisa.

- Você está bem?

- Sim.

- Estou indo para aí.

Ela desligou e voltei a minha posição, fiquei olhando as pessoas chegando, outras saindo… Levantei e fui a recepção.

- Sabe me dizer se meu irmão está bem?

- Está em cirurgia, mas está correndo bem até agora. - Assenti. - Vai demorar, se quiser ir se trocar.

- Não. Estou bem.

Ela concordou e voltei ao meu lugar, estava nervosa. Lauren chegou e levantei para abraçá-la.

- O que aconteceu?

- Houve disparos na minha direção, mas Kevin se atirou na minha frente.

- Meu Deus, Camila. -Ela me abraçou de novo.

- Eu estou bem.

- Foi o Tigre?

- Não foi… Eu não sei se estava sonsa, ou era um dos meus seguranças atirando. Eles estão na delegacia agora… espero que Kevin fique bem.

- E eu pensando que ele era o vilão.

- Tudo bem, as pessoas enganam as vezes. Estou me sentindo culpada.

- Não fique assim. - Ela me puxou para sentar. - Vai ficar tudo bem, vou pegar uma água para você.

O tempo passou, depois de horas o médico que nos recebeu apareceu na minha frente.

- Podem ficar tranquilas, ele está bem. Tudo correu bem, apesar dos tiros terem sido em regiões muito perigosas, eles não atingiram órgãos vitais e conseguimos retirá-las sem danos.

- Céus. Obrigado, Doutor.

- Ele vai acordar logo, se quiser esperar no quarto e me chamarem quando isso acontecer.

- Claro.

Nós caminhamos até lá e ele estava dormindo, no peito tinha uma faixa.

- Em que locais os tiros acertaram? - Perguntei a enfermeira.

- Aqui e aqui. - Ela apontou. - Essa foi mais complicado, mas Doutor Vigh é muito competente. - Assenti.

- Sabe o que é mais estranho? - Perguntei a Lauren e ela negou. - Ele ter tomado os tiros bem onde estão minhas marcas de nascença. - Lauren me encarou com uma sobrancelha arqueada. Minha mão latejava de dor, não tinha tomado os remédios.

Demorou, mas ele acordou. Sorri para ele.

- A capa de herói não fica bem com você. Com nenhum Cabello, na verdade.

- Foi para me redimir. - Ele disse em tom fraco.

- Pelo que?

- Ter pegado sua mulher.

- Isso é muito por tão pouco. Você me fez um favor, caso contrário eu não teria encontrado o meu amor de verdade.

- Desculpe por ter duvidado de você. - Lauren disse segurando a mão delel.

- Tudo bem. Até minha mãe duvida, já me acostumei.

- Eu nunca vou poder agradecer.

- Você me deu uma chance quando eu não merecia, Camila. Está tudo certo entre nós dois. - Abracei ele, ele retribuiu e gememos de dor ao mesmo tempo.

- Vou chamar seu médico. - Lauren disse.

- Preciso tomar meus remédio. - Ela assentiu.-  Chamarei Kaya e mamãe para ficarem com você até ser liberado.

- Obrigado, Camila.

- Vou ficar aqui até elas chegarem. - Ele assentiu. O médico chegou, avaliou ele e eu ligue para elas enquanto isso

Já era manhã quando elas chegaram, Kaya chorava muito e o abraçou.

- Que susto, seu idiota. POrque você faz essas coisas?

- Eu só estava tentando ajudar. Por que você está chorando?

- Porque eu te amo, seu imbecil. - Sorri com a interação deles e minha mãe me abraçou.

- Como você está?

- Estou bem, só preciso descansar um pouco.

Ela beijou meu rosto, nos despedidos e Lauren segurou minha mão. Fomos para casa, Lauren me deu banho e co colocou para dormir, saiu do quarto e voltou com os meninos, que deitaram e me abraçam. Peguei no sono rápido depois disso.

………………………….

Acordei… Lauren estava na ponta da cama, Mia segurando sua mãe e David sobre meu peito. Baguncei os cabelos dele que resmungou e seguiu seu sono. O gesso era um incômodo sem fim, minha mão dói muito.

Levantei com cuidado, o deitando ao lado da irmã e tomei meus remédios. Após um banho fui tomar café. Kaya estava ali… Arqueei minha sobrancelha.

- Bom dia, Camila.

- Bom dia. O que você?...

- Lauren nos convidou a ficar aqui. Ela não é ruim.

- Ela é incrível.

- Sem exageros. Incrível é meu homem que se jogou na frente de uma bala por você.

- Acho que vou concordar com você. - Ela sorriu e continuou o café.

- E os meninos?

- Estão dormindo ainda. No meu quarto. - Ela assentiu e ficamos conversando, até ela ir para minha mãe poder tomar café e um banho.

…………………

Benson me levou até o delegado, ele queria meu testemunho.

- Foi tudo tão rapido, mandei uma mensagem e meu irmão gritou, só me atirei no chão o puxando para não se machucar mais.

- O rapaz que atirou era da sua própria equipe, não quis falar nada até agora.

- Eu sinto muito, Camila. Eu deveria ser mais cuidadoso.

- Não tem culpa, Benson. O homem surtou, não tem o que fazer.

- É culpa minha sim. - Apertei o ombro dele.

- Ele podia estar sobre efeito de algo. A culpa não é sua, eram cinco caras, como iam adivinhar que o fulano ia matar a própria protegida. - Me virei e olhei para o delegado.

- Eu posso falar com ele?

- Claro. Vamos acompanhar tudo, com você talvez ele fale.

Fiquei na sala, com um enorme espelho, provavelmente para sermos observamos, entraram com ele, suas mãos algemadas e o prenderam na cadeira. Fiquei o encarando, não lembrava dele… Talvez esse seja o problema. Se eu tivesse algum contato com eles, não tentariam me matar do nada.



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