História De outra vida - Capítulo 71


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Categorias Fifth Harmony, Mitologia Egípcia
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Egito Antigo, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mitologia Egípcia
Visualizações 767
Palavras 1.072
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!
Qualquer erro...
Boa leitura!

Capítulo 71 - Verdade


Ficamos em completo silêncio por um tempo, ele não esboçava nenhuma emoção, mas não baixava seus olhos.

- Não faz muito tempo que trabalha para mim.

- Não mesmo.

- Você não tem motivos reais para me ferir.

- Não mesmo.

- Por que fez isso? Você passou por vários testes, problemas psicológicos você não tem, não tem antecedentes…

- Eu estava precisando de dinheiro.

- Quem pagou você? Estou fazendo essa pergunta, mas já sei quem é.

- Não vou revelar nomes.

- Podemos aliviar sua fiança, só me dar um nome…

- As coisas são complicadas, a pessoa já meio que pagou e sabe onde minha mãe mora.

- Eu protejo vocês.

- Não posso mesmo.

- Bom… A pessoa não está podendo falar… Como ela te encomendou isso?

- Não vou falar, Senhora Cabello.

- Tão formal após me dar um tiro. Isso é terrível.

- Eu precisava mesmo desse dinheiro, Senhora Cabello.

- Era só me pedir. Eu nunca nego dinheiro a ninguém.

- Ele sabe como manipular muito bem, eu fiquei pedido e era muito dinheiro, vivo… Na minha mão. Faz um tempo que ele me ronda…

- Eu vou pegar ele e você vai junto se não me ajudar. Nos diga quem foi, como foi, as palavras exatas que ele usou… Eu vou te proteger. - Ele não falou nada. - Vai ficar mudo agora? - Ele permaneceu mudo. - Tudo bem. - Levantei e segurei a gola dele, desferindo uma quantidade de socos. Ele gritava por socorro, mas eu não parei, segui com aquilo, era mais por meu irmão, por mim… E o delegado não se importou, pois não entrou para nos separar. Eu via meu gesso se esfarelando, minha mãe começou a latejar, mas eu não parei.

- Por favor, foi o Tigre sim. Pode pegar meus e-mails, na casa dele tem um caderno, ele está se comunicando por escrita até terminar as cirurgias reparadoras. Está tudo lá, só o dinheiro não tenho mais, mas para com isso. - Dei mais um soco nele e me afastei.

- Eu gosto de resolver as coisas sempre, não importa a forma. - Arrumei minha roupa e quando sai, Benson já me esperava com um pano e um saco de gelo. - Eu sou uma anta, soquei com a mão quebrada.

- Meus homens estão indo buscar o computador dele, já estamos com o celular e outros foram buscar o tigre. - O delegado falou. - Vou recolher os detalhes agora que já confessou.

- Agora eu sei o que é dor. - Falei e Benson segurava o gelo sobre minha mão.

- Pode ir para o hospital, cuidaremos de tudo.

- Ah não… Eu quero ver esse imundo. - O delegado assentiu.

Ele entrou na sala, o cara se assustou de imediato, mas depois relaxou os músculos. Parece que o combinado era dois caras o esperando com o resto do dinheiro, o carro o levaria até o monte e de lá ele partiria para a cidade natal dele, pegaria a mãe e sumiria no mundo. A grana os manteria por muito tempo, mas ele calculou mal, era para atirar mais de longe, só que sempre tinha alguém perto, atrapalhando seu campo de visão. Quando ficamos parados na frente, viu um ótimo momento, mas não percebeu que o Vitor se aproximava para pegar um cigarro. Minha segurança é posicionada de forma que todas as áreas sejam protegidas, mas nunca imaginamos que um dos nossos nos apunhalar pelas costas.

- Isso é frustrante.

- Vamos ter que cuidar disto, Benson.

- Shawn está vindo para cá.

- Não quero ele comigo, quero você. Vamos dar uns cursos, fazer novas avaliações com todos, mas eu gostei de como você trabalha, pegou a frente, pesquisou sobre tigre, flagrou Lauren com ele. Eu realmente prefiro vocÊ, só vamos dar uma melhorada na qualificação deles e tudo ficará bem. Vou cancelar a vinda de Shawn aqui.

- Obrigada, Senhora Cabello. Não sabe como é bom ouvir isso. - Caminhamos com o delegado até a recepção, demorou para ele chegar, mas logo Tigre entrou com as mãos algemas e eu abri um sorriso.

- Olha só… O maior incompetente da cidade. - Ele apontou para a caderneta do delegado. - Podem soltar ele. - Os policiais olharam para delegado que assentiu. Ele escreveu.

“Você é de muita sorte, magrela, mas esse estrago que fez no meu rosto não ia ficar por isso mesmo.”

- Você escreve bem para um… Você sabe. E bom… Não vai ficar mesmo, você vai ficar um bom tempo na cadeia. E seus amiguinhos vão ser caçados, quem não sair da cidade, vai vir te fazer companhia.

“Seus homens são muito ruins. Como errar um tiro de tão perto?”

- Você estava lá? - Ele assentiu. - Sabe que está se complicando com isso que está escrevendo.

“Não me importo mais. A única coisa que me importa vai me odiar para sempre depois que souber.”

- Ela vai mesmo. Sorte a sua ir preso, ou ela te caçaria.

“Você tem muita sorte mesmo. Em todos os sentidos.”

- Sabe… Eu só pensei nos meus filhos no momento dos disparos, como eles ficariam, depois pensei em Lauren… Minha mãe… Pensei em todos que de alguma forma, ficariam abalados com isso. Você não tem um pingo de compaixão por isso? Nunca pensei em ter filhos?

“Eu só precisava honrar minha queda, Magrela. Fiz o que tinha que ser feito.”

- Já que não tem compaixão, também não terei. Boa sorte no novo lar… Você já o conhece muito bem.

Os policiais o levaram e Benson colocou a mão sobre meu ombro.

- Precisamos cuidar da sua mão.

Assenti e ele me levou lá, mandei um e-mail para Ariana e Shawn, cancelando a vinda dele a cidade, logo foi respondido, mas não mudei de posição, ele não viria.

- Mas como você fez isso?

- Sem perguntas, Doutor. Só conserte.

- Você não é uma máquina, Camila. Tem que ir com calma, é complicado ter que começar toda recuperação do zero. Tem que cuidar e pelo visto, mais um dedo está imóvel. Quer perder o movimento da mão?

- Claro que não.

Ele fez vários procedimentos, só sai do hospital à tarde, Lauren foi me buscar. Ela estava muito irritada, ela nem me olhava durante o percurso, o médico conversou com ela e deve ter dito as mesmas coisas me me disse.



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