História De outra vida - Capítulo 72


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Categorias Fifth Harmony, Mitologia Egípcia
Personagens Ally Brooke, Camila Cabello, Dinah Jane Hansen, Lauren Jauregui, Normani Hamilton, Personagens Originais
Tags Camila Cabello, Camila G!p, Camren, Camren G!p, Egito Antigo, Fifth Harmony, Lauren Jauregui, Mitologia Egípcia
Visualizações 882
Palavras 1.313
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Hey pessoinhas!
Hoje não tem capitulo de Broken Flame.
Boa leitura.
Qualquer erro...

Capítulo 72 - Filhos


Ela escorou o cotovelo na apoio e a testa sem sua mão, quando paramos no sinal.

- Eu não entendo você.

- Não vamos fazer disto uma grande coisa.  Só dei um jeito do cara falar.

- É uma grande coisa, você não se cuida, o médico estava puto com você e tinha toda razão. Você tem todos esses seguranças, se quer socar alguém, peça a eles. Essa sua mania de encarar todos sozinha. Você tem noção do quanto é importante pra mim? Será que você pensa nos seus filhos enquanto bate em marginais?

- Vai ficar tudo bem, não? Já acabou. Eu não ia deixar aquele imundo se safar por causa de um covarde.

- Quem atirou em você?

- Você sabe quem foi.

- E porque ele fez isso?

- Porque ele é doente.

- Eu sei que ele é doente, mas tem que ter mais motivos.

- Você deve adivinhar os motivos dele. - Falei encostando minha cabeça no banco. Quando paramos, sua expressão não era mais de irritada e sim de tristeza… Ou sei lá. Culpa. - Não fique assim, ele não vai  mais nos perturbar e a polícia vai ir atrás dos outros capangas dele. As atitudes dele são responsabilidade dele, Baby. Não se martirize por ter seguido em frente e ele preso no passado. - Ela me encarou. - Antes dos tiros, eu até entendia ele, pois perder uma mulher como você não deve ser algo superável.

- Pessoas vêm e vão, Camz.

- Pessoas como você não. Eu não me imagino dormindo tranquila após perder você… AInda mais por ter sido completamente imbecil. É de perder o sono… Até a sanidade.

- Você é perigosa, Camz. - Arqueei a sobrancelha. - Sempre sabe o que falar e como falar, deixa qualquer mulher sem reação. - Neguei e aproximei meu rosto ao dela, selando nossos lábios, ela fez um carinho na minha nuca.

- Não é assim.

- Você sabe que é.

Sorri e ela retribuiu, depois chegamos a casa e minha mãe estava com as crianças.

- E Kevin?

- Está se recuperando rápido.

- Ele pode ficar aqui em casa se precisar.

- Na verdade, ele está ansioso para voltar pra casa.

- Imagino que a cidade o tenha traumatizado.

- Camila, eu li no jornal que um traficante armou tudo. Como você se envolveu com esse tipo de gente?

- Ele é um louco, mãe. Nem vale a pena comentar o caso. Ele tinha um poder estranho na cidade que eu não quis me sujeitar.

- Que loucura. Seu pai também era assim, nunca mudava o jeito…

- Prepotente? Eu também uso ele quando me desafiam. O rapaz não gostou e virou tudo isso.

Subi as escadas e tomei um banho, quando sai, Lauren estava na cama, assistindo TV.

- Tem vergonha da sua namorada ter se envolvido com um traficante?

- Não. Por que?

- Mentiu para sua mãe.

- Eu omite certos fatos que só dizem respeito a você. Se quiser contar, eu não me importo com isso.

POV Lauren

Camila parecia tranquila falando, então não liguei também. Eu que tenho problemas com meu passado, acho lindo ela não ligar, só me emanar esse amor que ela sente. Ela é um anjo.

- Não vou a loja hoje, vou trabalhar daqui. Você se importa?

- Não. Precisa que eu saia?

- Claro que não. Trabalhar olhando para você é a vantagem. - Sorri e assenti. Ela pegou a mochila, colocou o laptop sobre a mesa e o ligou. Pegou o celular, depois tirou o telefone do gancho. - Oi, vovó. - Ela chama a cuidadora dos meninos assim. - Pode pedir para me trazer um café forte aqui no quarto? Quer alguma coisa, amor? - Neguei. - Só o café. Obrigado…. Estou melhor.  - Ela sorriu e depois de um tempo desliga. O celular dela chamou. - Oi… Nossa… Finalmente, como são os rubis?... Cor?... Que escala de corte ele usou?... - Eu estava prestando atenção nela, em seu movimentos, como franzia o cenho quando não gostava das respostas. - Justo o sete, não usamos muito essa… Eu conversei com o Mike, ele me falou que encontraram uma fonte de rubi, não sei a qualidade, mas conforme for, vamos cancelar esse negócio de receber de fora, é muito complicado… Positivo… Isso que eu penso também. Pode mandar um rubi aqui? Pede para o entregador… Vou aguardar. Até.

E assim ela ficou, ligações, video chamadas, assinaturas, colocou David para ajudá-la trazendo as folhas que ela imprimia. Por mais abusivo que pareça, ele estava amando fazer aquilo.

- Agora essas aqui você coloca assim e aperta digitalizar.

- Está bem, mamãe. - Mia entrou no quarto.

- Posso ajudar também, mamãe?

- Claro. Um moço vai me trazer uma pedra, já deve estar chegando, quando benson entrar, diga que é a encarregada.

- Está bem, mamãe. -E ela saiu correndo e Camila ficou sorrindo feito boba olhando para porta, depois voltou a olhar a tela do computador. O telefone tocou e ela atendeu.

- Aperta o dois, filho. - Ela esperou. - Perfeito, já estão aqui.

Assim ela ficou, ela me olhava às vezes e sorriu pra mim. Ela escrevia com dificuldade por conta da mão, depois desistiu e começou a usar o carimbo.  

- Camz… - Ela me encarou. - Eu te amo. - Ela sorriu.

- Eu te amo, Lauren. - Ela ficou me encarando, até Mia entrar gritando no quarto e entregar a pedra para ela. Ela pegou alguma coisa na mochila e olhou para pedra com ela. - Esse rubi é mais comum. - Ela ficou séria. - Pode pegar para você, filha.

- Sério? - Ela assentiu. - Obrigada, mamãe. Vou guardar com o diamante. - Ela beijou Camila e saiu correndo.

Ela veio para cama e me abraçou, ficou me encarando e depois acariciou meu rosto.

- Foi maravilhoso ouvir isso de você. Você já demonstra que me ama, mas ouvir é muito gostoso.

- Eu devia ter dito há mais tempo.

- Não. Todo mundo tem um tempo certo, baby. Ouvir depois de toda essa carga emocional foi perfeito.

- Opaaa… - Olhamos para a porta e David estava ali. - As folhas pararam de sair.

- Vem cá com a mamãe. - Ele pulou na cama e deitou entre nós duas. - Olha se meu garotão não é um galã. Esse vai ter um monte de namoradinhas. - David corou violentamente e escondeu o rosto no peito de Camila.

- Para, mamãe. Está me envergonhando.

- Nem te chamei de bebê.

- Mãe! - Ela sorriu e acaricio seus cabelos negros.

- EU dei um rubi para Mia.

- Sério? - Ela assentiu. - Vou lá olhar. - Ele beijou Camila e saiu do quarto.

- Ele não coleciona pedras, só a irmã. - Assenti. - Ele coleciona carrinhos antigos em miniaturas. Ela coleciona qualquer pedrinha bonita que encontra, as que eu dou ficam separadas, ela nem gosta muito.

- Eles são ótimos.

- David não é meu filho biológico. - A encarei rapidamente. - Kaya me disse quando nos separamos, mas eu criei o garoto, sou louca nele, nem tinha como nos separar.

- Eu… Isso é revoltante.

- Pior que ela contou pra ele. Na hora que ele me falou, eu não expressei nenhum descontentamento, só disse que eu criei ele, sou a mãe dele e ponto final.

- Muito nobre da sua parte.

- Não. Fiz mais por mim. Só que… Agora já foi. Passado é passado. - Ela me abraçou. - Você me dá um garotinho e pronto.

- Isso vai demorar um pouco.

- Eu sei, mas não custa praticar.

- Não mesmo.

Não chegamos a transar, pois os meninos chegaram, depois Kaya chegou e ficou conversando conosco ali no quarto, Camila escondendo a ereção e eu tentando controlar minha  respiração.



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