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História De repente, amor. - Min Yoongi. - Capítulo 18


Escrita por:


Notas do Autor


Hey babyss, já viram a Agust D 2 hoje?? O que acharam? Sinceramente, Yoongi nunca decepciona, e confesso que fiquei completamente apaixonada no cabelo dele, parece que o BTS realmente vê e sede aos nossos pedidos, huh?

Enfim, espero que gostem do capítulo de hoje, e views em Agust D2

Capítulo 18 - Somente meu.


— Será que você ficou doido? Eu sou uma mulher comprometida. Você não pode ficar me chamando pra sua sala todo dia. As pessoas podem desconfiar. — Falo, com firmeza, ignorando a energia puramente sexual que parte dele e penetra cada um dos meus poros.

— Pensei que seu relacionamento fosse só um negócio. — Ele fala, calmamente, erguendo uma sobrancelha com malicia.

— E é. Mas o Namjoon não aceita me dividir com outro homem. Se ele descobre o que aconteceu aqui ontem eu estou fodidamente ferrada.

A desconfiança se estampa em seu olhar perturbador.

— Por que todo esse receio. Por acaso ele é violento com você?

Não adianta tentar explicar as coisas a ele, sem revelar-lhe a verdade, o que não pretendo fazer. Estou perdendo meu tempo.

— Claro que não. Tenho que ir. Vim só pra te pedir pra fazer o favor de parar de me chamar pra vir à sua sala na frente dos alunos. Nada mais vai acontecer entre nós. Você tem uma namorada. Fique com ela.

Dou-lhe as costas e giro a maçaneta da porta, mas antes que tenha tempo de sair, ele se coloca atrás de mim, segurando a porta fechada com uma das mãos, seu calor gostoso me alcançando, despertando-me o mais primitivo dos desejos.

— Não vá. Fique. — Ele sussurra, tão próximo que posso sentir seu hálito quente acariciando minha nuca, me fazendo arrepiar.

— Não posso. — Falo, com dificuldade para puxar o ar, tamanha é minha excitação.

— Eu não tenho nada com Camila. O que aconteceu entre nós foi apenas sexo.

Suas palavras atiçam a raiva em mim. Imagino-o dizendo as mesmas palavras a ela, ao meu respeito, pois o que houve entre nós foi apenas sexo também.

Agoniada, viro-me para fitá-lo no rosto, entes de perguntar:

— É isso que você fala de mim pra ela também?

— Ela não sabe sobre nós dois.

Quanto mais ele se refere a ela, mais a raiva cresce em mim.

— Vai pro inferno Yoongi. Você e essa oxigenada.

— Você não tem o direito de me cobrar fidelidade, pois tem outro homem também.

A raiva fala mais alto que minha racionalidade e, seguindo a um impulso incontrolável, defiro-lhe uma bofetada no rosto, com força, minha unha crescida cortando sua pele, superficialmente. Ele leva sua mão livre ao ferimento, seus olhos atônitos nos meus.

— É a segunda vez que você me bate. — Ameaça, com aspereza. — E vou te fazer pagar caro por isso.

Com sua invejável agilidade, ele tranca a porta atrás de mim, enfiando a chave no bolso da sua calça, para no instante seguinte, segurar meus dois pulsos, acima da minha cabeça, aprisionando-os contra a porta. Pressiona seu corpo contra o meu, com força, quase me sufocando, para depois tomar-me os lábios, sofregamente, sua língua tentando se infiltrar na minha boca fechada.

Porém, minha resistência dura pouco, logo a lasciva fala mais alto dentro de mim e entreabro os lábios para receber sua língua, que invade minha boca, explorando-a com avidez, num beijo que me deixa completamente sem chão.

Ele conseguiu o que queria. Estou completamente sedenta por suas carícias, entregue à luxuria que seu beijo planta em mim. Em meu íntimo, nasce a certeza de que serei sua sempre que ele quiser.

— Você quer que eu deixe de ver Camila? — Ele pergunta, sua boca de encontro aos meus lábios, sua voz arrastada pela respiração pesada.

— Você faria isso por minha causa?

— Sim. Por você eu faço qualquer coisa.

Uma explosão de emoções acontece no meu interior, fazendo meu coração bater mais depressa no peito, pela certeza de que sou mais que apenas uma transa para ele. Embora isso não faça tanta diferença em nossas vidas.

— Então a deixe. Seja só meu e de mais ninguém. — “Oh meu Pai, o que estou dizendo? Como ouso exigir dele algo que não posso retribuir?

— Sim. A deixarei. Serei só seu.

Ele volta a inserir sua língua na minha boca, tão gostoso que a chupo inebriada, sua ereção pressionada contra meu ventre, me deixando ainda mais doida de tesão.

Com mãos urgentes, Yoongi puxa minha camiseta para cima, tirando-a. Em seguida, abre o zíper do meu jeans e se inclina para tirá-lo pelos meus pés, deixando-me apenas com a calcinha.

— Tire sua calcinha. — Ele fala, com tom autoritário, afastando-se alguns centímetros, devorando meu corpo com olhos sequiosos.

— Ahn? — Estou tentando entender porque ele mesmo não faz isso, como fez das outras vezes, mas já não tenho sanidade suficiente para entender coisa alguma, minha racionalidade comprometida pelo turbilhão de sensações e sentimentos que me tomam conta de mim.

— Isso que você ouviu. Tire a calcinha.

Escrava dos meus próprios sentimentos, o obedeço, tirando a pequena peça de algodão, pendurando-a na maçaneta da porta.

— Agora deite-se na mesa. — Ele fala, sem desviar seus olhos dos meus. Sem compreender que jogo é esse, vou até a mesa e deito-me de costas.

— Assim não, de bruços, na lateral.

Vou até a lateral do móvel retangular e faço com ele disse, deitando-me de bruços, meus seios de encontro ao mogno frio, meus pés apoiados no chão.

— Assim?

— Sim. Agora segure na outra borda da mesa e não solte.

Seguro na beirada da mesa, de modo que meu torso fica totalmente esticado sobre o tampo de mogno.

— Agora abra as pernas. — Obedeço, excitada demais para contestá-lo. — Abra mais.

Abro tanto minhas pernas, que sinto a pele das minhas virilhas esticarem, ficando completamente arreganhada diante de Yoongi, uma sensação estranha, meio assustadora, porém extremamente excitante.

— Que bunda linda você tem. E essa bocetinha rosada, que coisa mais deliciosa. — Sem que eu espere, ele me dá um tapa na bunda, assustando-me, me fazendo tremer. — Não se mexa. Não importa o que eu faça, você está proibida de se mover, entendeu?

— Entendi.

Sua mão segura meus cabelos, atrás da cabeça, puxando-a para cima, seus lábios encontrando os meus, num beijo nada gentil, quando minha língua é quase arrancada por sua sugada.

Percebo que ele tem o rosto contraído, o olhar meio sombrio e, apesar de confiar cegamente nele, não consigo deixar de me sentir assustada com esse seu jogo inesperado.

Já tive relações BSDM antes, por dinheiro, mas tudo planejado, conversado com antecedência e em um local apropriado. Não assim de repente.

Yoongi tira uma régua acrílica transparente de uma das gavetas da mesa.

— Você me bateu duas vezes. Está na hora de receber um pequeno castigo por isso. — Meu corpo estremece com a perspectiva do que acontecerá em seguida. — Vou surrar você com essa régua e não quero, que em hipótese alguma, você se mova ou reclame, fui claro? — Ele fala como um autêntico dominante, revelando um lado seu que desconhecia e que, apesar de assustador, é também extremamente sensual.

— Entendi. — Repondo, com dificuldade para puxar o ar.

— Ótimo.

Ainda completamente vestido, ele se move atrás de mim, observando minha nudez de todos os ângulos possíveis, até que, de repente, bate-me com a régua, na bunda, minha pele ardendo, ligeiramente, uma dor surpreendentemente gostosa, lasciva, excitante.

Bate na outra nádega, mais forte, o estalo ecoando pelo recinto, minha pele queimando de dor e tesão, meu organismo pedindo mais, inesperadamente.

— Gosta disso, Sophia?

— Ah, sim.

Ele bate de novo, outra vez, repetidamente, alternando entre uma nádega e outra, até que minha bunda esteja latejando de dor.

— Acho que já chega por hoje. — Ele diz guardando a régua. — Pelo menos agora tenho certeza de que você vai pensar duas vezes antes de esbofetear meu rosto.

Tento me levantar, procurar seus braços, suas carícias, mas ele me impede, segurando-me no lugar.

— Não se mexa. Continue exatamente como está. É a visão mais gloriosa que já tive. Essa bundinha gostosa toda vermelha, com esse cuzinho pequeno no meio.

Volto à posição inicial, meu torso e meus braços esticados sobre a mesa, minhas pernas abertas, minha bunda empinada para ao alto.

Yoongi tira suas roupas, expondo o corpo gostoso, o pau duro como uma pedra, todo babado, convidativo. Ajoelha-se atrás de mim e lambe minhas nádegas doloridas, antes de introduzir sua língua quente e úmida na minha vagina, metendo e tirando, fodendo-me assim, tão deliciosamente que os gemidos ensandecidos me escapam dos lábios, sem que eu possa me conter.

E seguida, ele lambe meu clitóris ritmadamente, em círculos, para logo o estreitar entre seus lábios grossos, mamando-o, me deixando completamente alucinada de prazer.

Agora entendo porque algumas mulheres viciam na submissão: as carícias, o toque, o prazer, tudo de torna muito mais intenso, arrebatador, quando consecutivo à dor. É como a bonança depois da tempestade.

Sem deixar de chupar meu grelo inchado, Yoongi introduz dois dedos na minha vagina lambuzada, um rosnado meio selvagem escapando da sua boca, de encontro à minha carne sensível.

— Ah, porra! Como isso é bom... — Exclamo, todo o meu corpo se contraindo no orgasmo que se forma em minhas entranhas.

Logo estou em êxtase, gozando na boca e na mão dele, tão alucinadamente que os gritos fogem da minha garganta, meu corpo em convulsão, meus espasmos me fazendo sacudir.

Yoongi dá uma última lambida na entrada da minha vagina, como se apreciasse se alimentar do meu gozo e coloca-se em pé, ainda atrás de mim.

— Continue assim, Sophia. Não se mova. Quero olhar mais um pouco pra essa bunda gostosa e essa bocetinha inchada.

Ele inclina-se e enterra sua língua no meu anus, lambendo meu orifício, despertando-me uma nova onda de tesão, que se alastra por todo o meu corpo, arrebatando-me, como se eu não tivesse acabado de gozar.

Ele não se cansa de me surpreender. Cada toque seu, se tornando mais excitante.

Volta a erguer o corpo, segurando seu pau pelo meio, esfregando-o sobre minha boceta melada, escorregando-o até meu anus, refazendo o delicioso percurso, até que eu esteja completamente lambuzada ali atrás, pronta, ansiosa por tê-lo dentro de mim.

Ele afasta-se para colocar o preservativo, dizendo:

— Agora vou comer esse cuzinho gostoso e você vai ficar quietinha pra mim. Entendeu?

— Sim.

Ele segura meus quadris com suas duas mãos, pressionando a cabeça do seu pau rochoso sobre meu orifício, penetrando-me devagar, abrindo caminho na minha carne rija, escorregadia.

Mais uma vez, a dor se mistura ao tesão em mim. O pau dele é tão grande que tenho a sensação de estar sendo partida ao meio. Não sei se vou conseguir ir até o fim.

— Porra! Isso dói pra caralho. — Resmungo.

— Aguenta. Se reclamar, vou te bater de novo.

Quando seu pau está enterrado em mim até a raiz, ele passa a mover seus quadris em arremetidas vagarosas, para frente e para trás, em círculos, seus gemidos roucos, loucamente sensuais, ecoando pela sala.

Enfia sua mão entre minha perna e a mesa, alcançando minha boceta e passa a massagear meu clitóris, habilidosamente, em círculos e, pouco a pouco, a dor desaparece, o tesão louco prevalecendo, sua presença em mim se tornando tão prazerosa que sinto vontade de rebolar os quadris no seu pau, para trazê-lo mais fundo no meu interior, mas me contenho ao lembrar-me de que não devo me mover.

Arrebatada de luxuria, perco o controle sobre mim mesma e os gemidos escapam-me dos lábios, ao passo em que Yoongi passa a se mover cada vez mais depressa, suas estocadas se tornando mais fortes, mais fundas, mais enlouquecedoras.

— Puta merda! Que cuzinho apertado! — Ele grunhe.

Porra! Foda-se que não posso me mover, nunca serei uma boa submissa, quero e faço. Rebolo minha bunda no pau dele, fazendo-o rodar no meu canal, empurrando mais minhas paredes, levando-o mais fundo em mim, enlouquecendo de tanto prazer.

Yoongi geme alto, rouco, enviando sua energia sensual que me atinge em cheio, um novo orgasmo se formando nas minhas terminações.

— Ah... tesão... me come... não para... vou gozar... — As palavras saltam da minha garganta.

Então, explodo, num orgasmo arrebatador, que por pouco não me tira o que resta da minha sanidade, ao mesmo tempo em que Yoongi dá uma última estocada, parando fundo em mim, seus espasmos se fazendo de encontro à minha carne, seu gozo se esvaindo no meu interior, um único grunhido partindo da sua boca.

— Puta merda! Que delícia. — Ele fala, ainda dentro de mim, embora já estejamos moles, saciados.

Segura-me pelos cabelos, atrás da minha cabeça, puxando-me o rosto para o lado e beija-me demoradamente, apaixonadamente, nos lábios, me deixando sem fôlego. Em seguida, puxa o pau para se livrar do preservativo.

— Já posso me levantar, mestre? — Pergunto, com diversão.

— Vem cá. — Ele usa suas duas mãos para colocar-me de pé e estreita-me em seus braços, apertando-me com força contra seu corpo suado, afundando o rosto nos meus cabelos. — Peça-me qualquer coisa que quiser, mas nunca mais me peça pra te deixar, porque isso está fora do meu alcance.

Meu corpo estremece contra o dele, uma súbita vontade de chorar invadindo-me, por saber que nunca ficaremos juntos de verdade, pois a vida nos reservou caminhos bem diferentes.

Logo que tiver oportunidade, fugirei para longe, por causa de Namjoon e assim me afastarei também dele.

— Está bem, não peço mais. — Falo, sufocando as lagrimas, forçando o sorriso. — Agora me fala uma coisa, você por acaso é praticante de BSDM?

Ele sorri lindamente.

— De vez em quando gosto de variar, mas na verdade prefiro fazer amor. Hoje queria apenas te mostrar quem é que manda nessa relação.

É minha vez de sorrir.

— Que relação? Nós não temos nada sério.

— Você quer exclusividade, baby. Isso é uma relação para mim.

— Ok, então será uma ralação entre aluna e professor. Parece promissora. E por falar em professor, vamos voltar pra sala, porque o intervalo já terminou faz tempo.

— Tinha até me esquecido disso.

Ele me beija mais uma vez, com paixão, antes de me soltar.

Visto-me apressadamente, observando-o fazer o mesmo. Ajeito os cabelos desgrenhados, antes de falar:

— Vou indo na frente. Espere um pouco antes de ir. Pra ninguém desconfiar.

— Tudo bem, pode ir. Mas não esqueça: amanhã quero você aqui no instante em que o sinal tocar.

— Eu venho. Não precisa me chamar diante da turma toda.

— Combinado.

Carregando um vazio enorme no meu interior, como se deixasse para trás uma parte de mim, destranco a porta e saio.

No corredor, demoro a acreditar no que meus olhos veem: Caminhando na minha direção, vagarosa e ameaçadoramente, vindo do lado de fora, está Namjoon, fitando-me fixamente com seus olhos diabólicos, sua fisionomia contraída.


Notas Finais


Parece que alguém está ferrada, em? Será que no próximo capítulo Yoongi irá descobrir sobre o Namjoon? Será que Sophia vai se dar mal? Hehe, vamos ver, certo?

Me falem, gostaram do capítulo? Vocês tem alguma critica construtiva ou algo do tipo? Falem comigo, por favor.

Postei uma nova fanfic e espero que vocês deem amor para ela também, apesar de não ser na mesma pegada de DRA (de repente, amor).
Crazy System: https://www.spiritfanfiction.com/historia/crazy-system-19379362

~ kisses.


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