História De repente, amor. - Min Yoongi. - Capítulo 5


Escrita por:

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Min Yoongi (Suga), Personagens Originais, Yuta
Tags Bangtan Boys (BTS), Drama, Romance
Visualizações 39
Palavras 2.924
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Festa, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 5 - Lábios desejados.


Tenho um dia maravilhoso ao lado de Gabriel. Como é uma das raras ocasiões em que estou descansada, passamos quase toda a tarde na pracinha perto de casa, onde ele interage com outras crianças e brinca no parquinho. Não pode haver nada mais compensador que ver meu pequenino assim tão feliz.

Contudo, quando a noite chega, sou tomada por um desanimo desolador. Gostaria muito de ficar em casa, mas definitivamente não posso. O dinheiro que ganhei na noite de segunda, é apenas a metade do meu aluguel, preciso da outra metade e depois da mensalidade da faculdade, do salário de Tati, guardar alguma coisa na poupança, para abrir meu consultório quando me formar na faculdade e assim por diante. Isso nunca tem fim, quando termino de pagar uma conta, já chegou à data de repagar a primeira e o ciclo recomeça.

Espero que Gabriel durma e parto na minha moto para Fortaleza, usando o jeans e a camiseta com os quais irei à aula pela manhã. Chegando lá, troco o traje por um minúsculo vestido de chiffon preto, que mais mostra que esconde o corpo. Faço uma maquiagem escura e estou pronta para o trabalho.

Como sempre, a noite é longa, árdua e deprimente. Muitos clientes para atender, em sua maioria senhores da alta classe social, alguns já bastante conhecidos.

Ao final da noite, fiz quatro programas, meu limite, e preciso recorrer aos analgésicos para refrear a dor no colo do meu útero antes de dormir pelas duas horas que restam até o amanhecer.

Estou um caco quando chego à faculdade, com uma hora de atraso. Minha cabeça está pesada pela quantidade de álcool que ingeri durante toda a noite, meu corpo dolorido pede cama.

Entro na sala, com ar refrigerado, sem dar bom dia ou ao menos olhar diretamente na direção de Yoongi que está atrás da sua mesa, ministrando a aula. Dirijo-me para o fundo da sala e sento-me entre Rita e Solange, que me recebem com carinho, deixando claro que a verdade sobre mim ainda não se espalhou pela cidade.

Percebo que os demais alunos se viram para olhar-me e dou-me conta de que isso se deve ao fato de que Yoongi cessou sua fala para observar-me. Olho para ele e me deparo com o azul brilhante dos seus olhos fixos em mim, com expressão dura. Certamente está me condenando pelo meu atraso e pelo motivo que me fez chegar atrasada, mas não estou nem aí. Foda-se ele. Se quiser me reprovar, faço a disciplina em outro lugar para completar minha carga horária. Seu ódio não me prejudicará em nada.

Desviando minha atenção de todos que não são minhas duas amigas, questiono-as sobre o conteúdo da aula de ontem e recebo todas as instruções sobre um trabalho que foi passado pelo professor, cujo contexto consiste em pesquisarmos qualquer comunidade que possua uma cultura diferente da nossa e abordá-la em forma de texto.

Acho difícil encontrarmos essa diversidade de culturas no Ceará. Somos quase todos descendentes de sertanejos, herdeiros de sua cultura, mas aposto como a maioria os abordará como um povo dono de uma cultura diferente. É a velha renegação das origens.

As horas de aula se arrastam interminavelmente, o cansaço me consumindo, o esforço em evitar olhar para aquele tirano, me deixando tensa, me distraindo do aprendizado.

Durante o intervalo, ouço um grupo de garotas do sétimo período falando sobre ele, no quanto é bonito, elegante e diferente dos homens da cidade. Todas estão a fim dele e quando souberem que ele foi a uma festa com a loura mais linda da UFC, ficarão ainda mais interessadas.

— O professor Yoongi birrou com você. — Solange fala, subitamente. Estamos sentadas a uma mesa da grande cantina, abarrotada de alunos, no pátio da instituição, aproveitando o intervalo da aula para comer sanduíches e tomar suco natural.

— Por que você acha isso? Ele disse alguma coisa? — Indago, surpreendida.

— Não. Mas dá pra perceber a forma como ele te trata. Pela grosseria como falou contigo antes de ontem, o jeito que te olhou hoje quando você chegou. Parecia que queria te queimar viva com o olhar.

Acho engraçado a forma que ela fala e sorrio, embora no fundo sinta-me consternada por todos saberem o quão sou odiada, embora desconheçam a verdadeira razão.

— Ele deve ser o tipo perfeitinho que nunca se atrasou na vida e fica pegando no meu pé porque nunca chego na hora. — É minha defesa.

Ao final do intervalo voltamos à sala. As duas horas seguintes, são ainda mais arrastadas, parecem intermináveis. Quando, finalmente, o horário termina e todos nos preparamos para deixar o recinto, Yoongi fala, curto e grosso como sempre é ao se dirigir a mim:

— Sophia, por favor, não vá ainda. Preciso falar com você.

Cogito ignorá-lo e ir embora, mas seria um vexame fazer isso diante de toda a turma. Então, após receber os olhares de compaixão das minhas amigas, que vão embora preocupadas comigo, espero que todos saiam e dirijo-me à sua mesa, colocando-me em pé diante do móvel de mogno que dá alguns centímetros de distância entre nós. O que é pouco, pois logo o cheiro gostoso do seu perfume masculino invade minhas narinas, despertando-me a lasciva. Olho para sua boca linda, carnuda, meio bicudinha, como se fosse desenhada à mão e lembro-me de como foi bom quando ela esteve sobre meu clitóris, chupando-o arduamente, proporcionando-me um prazer jamais antes experimentado.

A lembrança traz consigo uma intensa onda de desejo, que se alastra por todo o meu corpo e logo minha calcinha está molhada.

Se não desviar meus olhos daquela boca, vou acabar gozando aqui mesmo.

— Sente-se. — Ele fala, muito sério.

— Prefiro ficar em pé, até porque não posso demorar muito. Meu filho está em casa me esperando.

— Eu sei, o Gabriel.

Fito-o espantada.

— Como você sabe o nome do meu filho?

— Fiquei curioso e olhei sua ficha. — Como ele se atreve a fazer isso? — Mas não é sobre isso que quero falar. — Ele também fica em pé, para me fitar mais diretamente, minha respiração tornando-se ainda mais irregular com a intensidade do seu olhar. — O sujeito que te atacou na festa, é meu aluno na UFC. Quero saber se você está disposta a denunciá-lo.

— Por que? Se eu estiver você vai defendê-lo?

— Não. Pelo contrário. Vou te dar todo o meu apoio. Testemunho ao seu favor se você quiser.

Agora fiquei sem entender. Por que ele está sendo tão prestativo?

— Não vou denunciar. Se eu fizer isso, ele vai dizer a todos na delegacia o que faço para ganhar a vida e todos vão pensar como ele e você: que eu mereço ser estuprada, por ser uma prostituta.

A fisionomia dele se contrai.

— Eu nunca disse que penso isso.

— Não disse diretamente, mas deixou claro com outras palavras. — Sou o mais firme possível. — Era só isso? Posso ir embora?

— Sophia é importante que você denuncie aquele maldito. Ele não pode fazer o que fez e ficar impune.

E desde quando ele se preocupa com causas humanas?

— Não vou denunciar. — Falo, sem conseguir mais fechar a boca por causa da respiração pesada.

Subitamente, ele parece perceber meu estado e fixa seus olhos, mais escuros que o normal, nos meus lábios, como eu fazia com ele.

— Quantos paus entraram nessa boquinha ontem à noite? — A pergunta me surpreende.

Nenhum sem camisinha e nenhum que me desse prazer, seu bastardo! Mas você não acreditaria nisso se eu te falasse, pois só pensa o pior de mim.

— Muitos. — Falo, a raiva se misturando ao tesão dentro de mim. — E todos me fizeram gozar. Gozei tanto que estou de pernas tremulas.

Uma fúria bestial surge em seus olhos azuis, sua fisionomia se contraindo um pouco mais.

— Só de pensar no que você fica fazendo a noite toda lá, dá vontade de jogar uma bomba naquele lugar. — Ele fala, entre dentes.

Nesse caso, vou dar algo mais para ele pensar.

— O primeiro que me fodeu, enfiou o pau dele, tão fundo na minha boceta que cheguei a gritar de tesão. O segundo me fez gozar chupando minha boceta...

— Cala a boca! — Fazendo uso de uma agilidade que deixaria o Jackie Chan com inveja, ele contorna a mesa, alcançando-me. Sem que eu espere, agarra-me pela cintura, com força, apertando meu corpo contra o seu, para em seguida, cobrir minha boca com a sua.

Tento resistir ao beijo, mantendo os lábios cerrados, mas é impossível, o desejo que esse homem me desperta é muito mais forte que eu possa controlar e logo os entreabro, para receber sua língua que explora minha boca, avidamente, entrelaçando-se com a minha, o tesão se intensificando nas minha entranhas, fazendo meu sangue ferver.

Ele me beija com tanta sofreguidão, que me tira completamente o fôlego, as estribeiras, o raciocínio.

Queria ser capaz de resistir, afastá-lo, mas simplesmente não consigo.

Sinto sua ereção latejando de encontro ao meu ventre, por sob as roupas, o calor do seu corpo contra o meu e a luxuria cega destrói qualquer vestígio de sensatez que poderia me restar.

 Estou pronta para ser sua, do jeito que ele quiser.

Sem deixar os meus lábios, Yoongi vira-me de costas para a mesa e inclina-me sobre ela, deitando-se sobre mim, seu peito forte pressionando meus seios, seus quadris se encaixando entre minhas pernas, sua ereção encontrando minha umidade.

E pensar que estamos na sala de aula onde, apesar de todos os alunos já terem saído, a moça da limpeza pode entrar a qualquer momento, o que serve para aumentar minha excitação.

As mãos sedentas dele percorrem meu corpo, deixando um rastro de fogo por onde passam.

— Merda! Foda-se tudo. Vamos pro meu hotel. — Ele fala, interrompendo o beijo, seus lábios há poucos centímetros de distância dos meus.

Todo o meu corpo clama por aceitar sua proposta, ir para o seu quarto de hotel e ser sua até saciar esse fogo que me consome, mas não posso, ele me rebaixou demais. Não tenho nada na vida. Preciso manter pelo menos meu orgulho.

De qualquer canto obscuro do meu consciente, encontro forças para fazer a coisa certa.

— Não posso. — Sussurro, com dificuldade para puxar o ar.

Ele lambe meus lábios de baixo para cima, como se estivesse faminto por mais um beijo.

— Eu te pago. Te dou quanto você quiser.

Suas palavras vêm como um balde de água fria que me é jogado. Eu não quero o seu dinheiro, mas sim o seu respeito, acompanhado de um bom pedido de desculpas, coisas que eu sei que ele nunca me dará.

— Pensei que repudiasse sexo por dinheiro.

— E repudio. Mas você me faz perder a cabeça. Não consigo esquecer como foi bom o que aconteceu entre nós. Quero que se repita.

— Não vai rolar. Sai de cima de mim.

— O quê? — Ele parece atônito.

— O que aconteceu entre nós nunca se repetirá.

Como se fosse empurrado com violência, ele afasta-se, colocando-se em pé, ajeitando suas roupas amassadas de volta no lugar, enquanto faço o mesmo.

— Por que não? Meu dinheiro não serve pra você como o dinheiro dos outros?

— Não se trata de dinheiro. Você é que não serve pra mim.

Sem deixar de notar a raiva e o espanto que se misturam ao tesão em sua expressão, dou-lhe as costas, caminhando para a porta, quando ele esbraveja:

— Não vá. Fique.

— Por que eu ficaria?

— Porque estou mandando.

— Acontece que você não manda em mim.

Sem esperar resposta, saio apressadamente pela porta, dirigindo-me quase correndo para o estacionamento do campus. Monto em minha moto e sigo para casa em altíssima velocidade.

Nem mesmo a adrenalina da correria pelas ruas movimentadas é capaz de afastar o gosto daquela boca na minha, o calor daquele corpo contra o meu, o tesão que ainda lateja em minhas veias. Preciso urgentemente de um banho frio, ou vou entrar em combustão.

Minha nossa! Que homem é esse! Que poder é esse que ele tem de me deixar doida, sequiosa por uma foda.

De tantos cretinos que passam pelas minhas mãos, noite sim e noite não, logo esse maldito preconceituoso foi o único capaz de me despertar todo esse turbilhão de emoções que sequer consigo definir. Só pode ser castigo por levar tantos homens a cometerem adultério.

Chegando em casa, corro direto para o banheiro, sob o olhar curioso de Tati que está na sala vestindo Gabriel que, aparentemente, acaba de sair do banho.

Em meu quarto, dispo-me apressadamente e permaneço por quase uma hora sob os jatos da água fria do chuveiro, até que esse desejo insano se apague por completo dentro de mim.

— Meu Deus! O babado foi sério dessa vez. O que aconteceu? — Tati pergunta quando deixo o quarto, retornando à sala, usando um roupão felpudo branco sobre meu corpo.

Não sei se devo falar a ela sobre algo tão íntimo, que nem eu mesma consigo compreender.

Fingindo ignorar sua pergunta, seguro Gabriel em meus braços e vou para a cozinha.

— Nem adiante tentar fugir de mim, dona Sophia. Pode ir logo me falando o que aconteceu. — Tati fala, seguindo-me de perto.

 — O que você fez pro almoço hoje? — Tento fugir do assunto, sentando-me a mesa da cozinha, com Gabriel no colo.

— Peixe ao molho. Agora desembucha. — Ela senta-se diante de mim, seus olhos arregalados exigindo uma resposta.

Ciente de que ela continuará insistindo até me vencer pelo cansaço, conto logo tudo o que aconteceu entre mim e Yoongi, sentindo-me constrangida por admitir que gostei de ser beijada pelo homem que vem me humilhando desde que nos conhecemos.

— Você precisa parar de dar mole pra esse sujeito. Ele não te merece. — Ela diz.

— Eu não dei mole. Aconteceu... naturalmente.

— Aconteceu porque você gosta dele. E pra esquecer um cara, você precisa arrumar outro. Vamos ligar pro Namjoon. Ele gosta de você.

— Você está doidona?! — Retruco. — Você viu o que aconteceu quando saí com ele. Foi a pior noite da minha vida.

— Dessa vez vai ser diferente. Sábado eu e Ricardo vamos ao show da Paula Fernandes no bar Bomotivo. Vocês vêm com a gente. E está decidido.

Até que não seria uma má ideia, afinal amo as músicas da Paula Fernandes e para eu ter me derretido toda nos braços daquele tirano, devo estar muito carente mesmo, precisando de um namorado. Namjoon é muito gentil e atencioso. Ele não teve culpa do que aconteceu na noite em que saímos juntos, sem falar que me senti bem ao lado dele. Acho que vale a pena tentar de novo, se isso for capaz de me impedir de cair nos braços de Yoongi, caso ele me tente me comer outra vez. Mais uma pegada daquelas e dificilmente eu vou conseguir me segurar.

— Está bem. Eu topo. Mas com quem vamos deixar o Gabriel?

— Deixe que eu penso nisso. Tenho muitas amigas na escola. Vou escolher a melhor delas. — Ela abre aquele sorriso que irradia alegria por todo o ambiente. — Aí, nem acredito que você concordou tão depressa. Você nunca concorda com nada.

Encho uma xícara com café quente da garrafa que está sobre a mesa e beberico-o aos poucos.

— Quero só ver o resultado disso quando o Namjoon descobrir qual o meu trabalho. Isso se já não descobriu, pois de acordo com o tirano, o cara que me atacou também estuda na UFC. Já deve ter espalhado a notícia.

— Que nada. Se ele fosse falar, teria que contar que esteve na boate também. E mesmo que ele fale, o Namjoon não vai te discriminar como esse Yoongi faz. Pode acreditar em mim.

— Como você pode ter tanta certeza disso?

— Eu compro pão naquela padaria todos os dias, há quase dois anos. Diferentemente de você, eu converso com as pessoas e consigo distinguir como elas são de fato.

— Está bem. Se você está dizendo...

Tati usa o celular dela para efetuar a ligação, embora seja eu quem fale na hora de fazer o convite, que Namjoon aceita sem hesitar, mostrando-se satisfeito.

— Então, você vai querer almoçar agora? — Tati pergunta, me fitando vitoriosa.

— Sim. Estou morrendo de fome.

Após o almoço, Tati vai para a escola e eu para o meu quarto. Ligo o ar condicionado no máximo e deito-me com Gabriel ao meu lado, experimentando o melhor momento de todos os meus dias. Com meu corpo colado ao do meu pequenino, afasto todos os pensamentos e adormeço junto com ele.

Acordo com o toque insistente da campainha. Olho no relógio de cabeceira e constato que ainda não são nem três horas. Dormi por menos de duas horas. Quem se atreve a vir me incomodar durante meu repouso?

Movendo-me depressa, para evitar que outro toque da campainha acorde Gabriel, dirijo-me para a sala, usando apenas a camisola fina de algodão e abro a porta, demorando alguns segundos para acreditar que é realmente Yoongi em pé, diante de mim.

O que ele está fazendo aqui? Como soube meu endereço?

Ele me parece diferente, com um visual mais despojado que o normal. No lugar da calça social e camisa com botões, usa jeans e camiseta de malha, o que, unido aos seus cabelos molhados, ligeiramente despenteados, deixa sua aparência mais jovial e irresistivelmente sexy.

— Vim deixar sua bolsa. — Ele estende-me a bolsinha de mão que perdi na noite em que fui atacada nos corredores da UFC. — Eu ia te entregar hoje depois da aula, mas você não me deu tempo. — Continuo observando-o em silencio, como uma boba, sem saber se o convido para entrar, ou o expulso da minha varanda. Queria que Tati estivesse aqui, pois não sei como lidar com um homem fora da cama. — Você deixou cair quando aquele garoto te atacou. Eu peguei pra você.



Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...