História De repente, amor - Capítulo 3


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.419
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura pessoal.

Capítulo 3 - Somente um cochilo


Fanfic / Fanfiction De repente, amor - Capítulo 3 - Somente um cochilo

Por volta das 7:40AM à assistente social levou a bebe para o lar adotivo, voltei à sala de espera e vi que Luiz ainda adormecia e então fui acordar o mesmo.

- Ela está bem? – falou manhoso.

- Está – sorri – Uma assistente social levou ela para um lar adotivo.

- Que bom – ele se levantou com o paletó nas mãos – Com certeza vão tratá-la melhor que os pais biológicos.

- Sim – entrelacei meu braço no seu – Vamos para casa, estou cansada.

Logo depois, chamamos um uber, que nos deixou na casa da Sarah, toquei a campainha e Anita logo abriu a porta.

- Dona Antonella – me abraçou – A senhora demorou, fiquei preocupada.

- Aconteceram uns imprevistos Anita – sorri – Este é Luiz – e ele esticou a mão para a mesma.

- Ola –ela disse – Já arrumei o quarto de hospedes para a senhora.

- Obrigada, vou ir dormi mesmo – falei enquanto tirava meus saltos – Estou acabada – olhei para Luiz que estava parado na porta – Você vem? – estiquei a mão para o mesmo.

- Sempre – ele a segurou e subimos a escada e logo chegamos ao meu respectivo quarto.

- Vamos dormi – falei me sentado na cama – Precisamos disso.

- Não vai trocar de roupa? – falou encarando meu vestido – Isso deve incomodar quando o assunto é dormi.

- Estou tão cansada que não tenho essa coragem – fui me ajeitando na cama e o mesmo deitou ao meu lado.

- Então vamos apenas dormi – ele esticou o braço e me aninhei ali.

...

Acordei por volta das 15:00PM e percebi que Luiz ainda estava adormecido e comecei a prestar atenção em cada detalhe de seu rosto, a barba bem feita, o contorno da boca era um dos mais lindos que já vi, e em meio a esses pensamentos me peguei pensando na noite em que tivemos, uma rosa de plástico dada, sem luxo, mas com tanto carinho e me fez pensar o porquê não poderia dar certo. Uma pessoa em Curitiba, para ser mais especifica, um namorado. Luiz começou a se mexer na cama e logo foi acordando.

- Bom dia – ele disse cheio de sono e logo deu um sorriso lindo.

- Bom dia – sorri de volta – Vou tomar um banho.

Minhas malas já estavam no quarto, o que facilitava as coisas, fui ao banheiro, escovei os dentes, desembaracei meus cabelos e quando estava me observando no espelho Luiz surge atrás de mim e da um beijo no meu ombro.

- Você fica linda quando acorda – e se coloca ao meu lado jogando um pouco de água no rosto.

- Você também – falo enquanto o mesmo passa uma toalha secando onde estava molhado e logo em seguida sela nossos lábios e em selinho demorado, o mesmo pede passagem com língua e eu cedo começando um beijo caloroso, nossas línguas dançam em perfeita sincronia, ele junta nossos corpos colocando suas mãos na minha cintura pressionando um contra o outro, quando finaliza com um selinho.

- Eu não posso – disse recuperando o fôlego.

- Por quê? – ele pergunta enquanto beija meu pescoço e segura firme no meu quadril

- Eu sou virgem – disse envergonhada – Eu sei, uma garota de 21 ser virgem é incomum, mas sempre tive muito medo.

–Se você não quiser eu vou entender – ele disse se afastando.

- Vamos nos livrar dessas roupas – falei virando para o mesmo que desceu zíper do meu vestido e soltou o botão que havia na nuca e logo ele caiu no chão, me deixando apenas de calcinha. Virei-me para Luiz e logo comecei a desabotoar a camisa dele, deixando seu abdômen definido à vista, dei um beijinho ali, e segui com as mãos para seu cinto.

- Você tem um cheiro tão bom – ele disse quanto beijava meu pescoço intercalando com chupões - Vem Ca – me sentou na bancada da pia nem deixando terminar de tirar sua calça.

Luiz segurou meu seio com uma mão massageando-o enquanto com a outra os dedos acariciavam minha intimidade por cima da calcinha de renda preta, colou a mão por trás dos meus cabelos puxando minha cabeça levemente a fazendo encostar-se ao vidro e levou a boca a meu seio enquanto sua mão brincava com o outro, ele passava a língua na ponta do meu mamilo e isso me fez gemer seu nome.

- Isso gata, geme pra mim- disse e logo colocou minha calcinha de lado fazendo seus dedos encontrarem meu grelo que nessa altura já estava latejando e implorando por ele – Tão molhada – o mesmo suspirou a passar os dedos por ai.

-Ahh Luiz... – eu impulsionei meu quadril no objetivo de encontrar seus dedos e ele riu de ver meu desespero.

- Calma amor, eu quero provar você antes – o mesmo disse e me deu um selinho enquanto tirava suas mãos de mim e levando-as a abaixar sua calça juntos com a Box que usava, fazendo seu pênis saltar. Ele se abaixou na frente da minha intimidade, abriu minhas pernas e me encarou – Você é tão linda – ele colocou um dedo dentro de mim – Tão apertadinha... porra – suspirou me encarando e logo colocou sua cabeça no meio das minhas pernas e quando sua língua encontrou meu grelo eu não agüentei.

- Ah meu Deus Luiz – eu segurei os cabelos do mesmo, ele sugava meu grelo enquanto seus dedos entravam e saiam calmamente de mim, enquanto ele me olhava se contorcer na sua língua, eu rebolava nos dedos dele quando sentir meu corpo falhar, fui consumida por um prazer imenso – Ahhhh... - eu gemi quando meus músculos se contraíram e eu gozei, ali em sua mão ele permanecia, lambendo toda minha intimidade.

- Você é tão gostosa quanto cheirosa – o mesmo deu um beijo no meu grelo – Vem, vamos tomar um banho – ele estendeu a mão para mim, e o segui.

 Entramos no Box e a água quente começou a relaxar meu corpo, eu estava de costas para ele, achei que iria perde minha virgindade aquele dia, mas acho que ele tinha outros planos, quando senti suas mãos em minhas costas e seu membro roçando minha bunda e fui virar para ele quando me fez ficar daquele jeito.

- Você quer que eu te foda? – ele perguntou no meu ouvido e eu em resposta empinei minha bunda em seu membro e o mesmo mordiscou mina orelha – Vai doer um pouco, se quiser que eu pare é só me avisar - e eu assenti.

Luiz segurou no meu quadril me fazendo empinar mais a bunda e colou meus seios na parede.

 -Abre as pernas – ordenou e eu abri, quando colocou sua mão na minha intimidade massageando meu grelo.

- Se doer me avisa – o mesmo disse novamente e segurou o pau com uma de suas mãos enquanto a outra me masturbava, ele colocou somente a cabecinha em mim e contrai – Ella? – ele me chamou.

- Pode continuar – disse relaxando novamente, e o mesmo prosseguiu, eu senti uma dor enorme e dei um grito – Ahhh. – ele parou com seus movimentos – Continua Luiz.

- A dor vai melhorar, confia em mim – e ele continuou, entrando e saindo de mim, a dor foi se transformando em prazer e logo eu já estava gemendo seu nome de novo.

- Isso... ahh – ele estocava com força em mim – Eu vou gozar.... Caralho Luiz ahh... -ele continuava com rapidez e força, quando senti minhas pernas vacilarem e o mesmo me segurou em pé.

- Calma gatinha, não vai cair – ele falava me estocando e beijando meu pescoço quando meus músculos não agüentaram mais comecei a me contrair – Isso, goza para mim vai – ele começou a ir com mais força.

- Luiz...Ahhh- chamei seu nome enquanto gozava.

- Meu Deus – disse voltando do êxtase e o mesmo continuava estocando em mim.

- Você é apertada demais, não vou agüentar por muito tempo – eu então empinei mais a bunda e dei uma reboladinha no seu pau – Caralho Ella – ele gemeu meu nome e logo senti seu liquido me preenchendo – Você não existe – o mesmo saiu de mim.

- Eu perdi minha virgindade com você – disse me virando para ele e olhando para meio cabisbaixa.

- Você me disse que queria... foi tão ruim assim? – ele chegou mais perto.

- Foi maravilhoso – e ele me abraçou – Obrigada.

- Eu que tenho que te agradecer, isso é algo importante e você confiou em mim – ele me apertou mais no seu abraço e beijou o topo da minha cabeça.

Continuamos tomando banho, uma mão boba ali e outra aqui e logo meus dedos foram ficando enrugados e resolvi sair.


Notas Finais


Espero que tenham gostado. Uma boa noite pessoal.


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