História De Repente, o Amor - Capítulo 1


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Categorias Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart, Riverdale
Personagens Camila Mendes, Cole Sprouse, KJ Apa, Lili Reinhart
Visualizações 62
Palavras 3.440
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Romance e Novela

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - 01


Fanfic / Fanfiction De Repente, o Amor - Capítulo 1 - 01

CAPÍTULO I

Definitivamente esta não está sendo uma das melhores noites da minha vida.

O primeiro cliente que atendi estava fedendo tanto que não consegui deixá-lo chegar perto de mim e depois de passar horas sentada na sua mesa, o bastardo quis o dinheiro de volta porque não me comeu. Que engula sua grana!

O segundo, era um cara novinho, da minha idade, do tipo que eu odeio, porque se acha o tal, o gostosão e quando percebe que não está abafando, que a puta que ele pagou para comer está interessada apenas no seu dinheiro e não no seu pau, fica frustrado e tenta humilhar afim de se superiorizar. 

Desse babaca não devolvi um centavo, já que usou o meu corpo como bem quis, tentando me deixar excitada, quando na verdade só me causou irritação. Como alguém pode ser alienado a ponto de acreditar que uma mulher sentiria prazer com um completo estranho? Só podia ser homem mesmo.

Não posso nem imaginar o que ainda tenho que pela frente hoje, pois quando a noite tende a dar errada, tudo segue o mesmo curso.

Já passa da meia noite, iria dormir se não precisasse de mais um programa para pagar as contas que tenho, sem falar na diária do quarto, onde preciso descansar por pelo menos duas horas antes de pegar a estrada de volta para Quixadá e ir à aula na faculdade pela.

Esta manhã começaremos uma nova disciplina, seria fatal faltar no primeiro dia.

Impaciente, acendo um cigarro, pego uma dose de Martine no bar e sento-me a uma mesa num canto da boate mal iluminada, repleta de garotas de programas, de diferentes idades, raças e estilos. A maioria são como eu: têm vinte anos de idade, usam roupas que mais mostram que escondem o corpo, cabelos soltos, maquiagem chamativa. A maioria tem um ou mais filhos sem pai para sustentar e um aluguel para pagar. No meu caso, tenho um filho de dois anos de idade, o aluguel de uma boa casa no centro da cidade, uma secretária do lar que é praticamente minhas pernas e braços e a mensalidade da faculdade para custear.

Como hoje é segunda feira, não há muitos clientes, apenas alguns gatos pingados, turistas que vêm às praias do Ceará em busca não apenas do mar, mas do que temos a oferecer a eles. As garotas jovens como eu são as mais requisitadas, por homens mais velhos, é claro. As coroas são mais procuradas pelos jovens. Acredito que todos queiram experimentar algo diferente do que têm em casa e acho melhor que seja assim, pois detesto sair com caras jovens, que demoram mais para terminar. Quanto mais rápido o programa, melhor.

Saboreio meu Martine sem pressa, esperando que alguém entre na maldita boate, meu terceiro programa, já que os homens presentes estão todos acompanhados, pelas mulheres que os ludibriam a levarem-nas para os quartos no segundo andar.

Viajo em meus pensamentos, ao som de Paula Fernandes, enquanto o tempo se arrasta, até que por fim um homem entra no maldito salão. Examino-o de onde estou, discretamente. Não é tão jovem nem tão velho, deve ter uns trinta e cinco anos de idade. Serve para uma trepada. É alto, tem a pele branca, os cabelos escuros, se veste de maneira sóbria demais para quem está numa boate à beira mar e age diferente dos outros, dirigindo-se diretamente para a recepção em vez de ocupar uma mesa e pedir uma bebida.

Escolhendo-o para ser meu terceiro e ultimo programa da noite, aproximo-me do balcão da recepção e sento-me no banco de madeira ao seu lado, cruzando uma perna sobre a outra, sensualmente, jogando meu charme, ciente que ele não resistirá às minhas curvas exposta pelo minúsculo vestido de tafetá vermelho, curto, justo e com um generoso decote.

Eu não sou a única interessada nele, Priscila, a loura mais rabuda que eu já vi, fareja o que tem na carteira dele e senta-se do outro lado, desempenhando seu papel de puta ao flertar descaradamente com o sujeito.

Todavia, ele não parece interessado em nenhuma de nós, olha-me de relance e continua discutindo com a recepcionista, quando então começo a prestar atenção no que ele diz.

— Você não está me entendendo. Eu não quero uma mulher, apenas um quarto para passar a noite. — Diz ele, elevando o tom da voz para que esta se sobressaia ao som da musica.

— Senhor, isso aqui é um bordel. Não alugamos quartos a não ser que o senhor contrate uma das garotas. Se não está interessado em sexo, apenas passe a noite com ela. — Carla, a recepcionista que aluga os quartos explica.

Eu ouvi direito? O cara quer um quarto, para passar a noite, com uma garota, sem fazer sexo. Só pode ser meu sonho se realizando! Poder dormir sem pagar a diária do quarto e ainda por cima receber pela noite sem precisar transar. 

“Moço! Me leva!”

Carla parece ter ouvido o eco dos meus pensamentos, ou apenas viu meu olhar de suplica.

— Deixa eu te apresentar duas das nossas garotas. — Ela diz, conduzindo a atenção dele para mim. — Essa é Lili. Tudo o que você quiser ela faz. — Leva a atenção dele até Priscila. — E essa é Priscila, também bastante profissional. Basta escolher.

Porra! Ela não precisava exagerar na caracterização! Se ele for um pervertido, agora terei que satisfazer as taras doentias dele porque Carla disse que tudo o que ele quiser eu faço.

— É um prazer receber você aqui. — Falo, esboçando meu sorriso mais encantador.

Ele fita meu rosto por um breve momento, sem percorrer os olhos pelo meu corpo, como todos os outros costumam fazer. Olha rapidamente para Priscila antes de virar-se novamente para Carla e insistir.

— Eu pago o dobro pelo quarto, se for necessário. Realmente preciso descansar. Estou só de passagem pela cidade. Resolvi dar uma volta na praia e quando procurei um hotel não havia mais vagas. Acho que por causa do período das férias estão todos lotados. — O sotaque dele é diferente, como o de todos os turistas. Aposto como é do sul do país.

— Desculpe. Sem garota, sem quarto. — Carla é firme. Está acostumada a lidar com todo tipo de homem, dos mais educados aos mais rudes, sabe como tratá-los.

O homem reflete por um instante, então cede.

— Ok. Você venceu. Quanto a garota cobra pela noite?

— Não sei. Pergunte a ela.

Para minha total satisfação, é para mim que ele se vira, ignorando Priscila, encarando-me com olhos inexpressivos, seu rosto demonstrando cansaço.

Observando-o com mais atenção, percebo o quanto é bonito. Tem a face bem desenhada, com um nariz afilado, o queixo másculo, a pele saudável, os olhos de um azul claro, brilhantes. Porém o que mais me chama a atenção nele é sua boca. Que boca! É carnuda, sem ser grande. Parece estar fazendo biquinho, como se fosse naturalmente desenhada para beijar.

Eu poderia passar uma noite inteira beijando aquela boca e não me cansaria. Por isso ele não quer uma de nós, deve estar acostumado a comer as mais lindas e sofisticadas mulheres. Ou talvez apenas seja gay.

— Quanto você cobra, Lili? — Ele pergunta, muito desconsertado, como se nunca tivesse feito isso antes.

— Quatrocentos reais. — Isso é o preço de um pernoite, o equivalente a dois programas. Apesar de ele afirmar que não pretende ter relações, sei que não posso confiar num homem. Vai que chegando lá, ele muda de idéia?

O espanto atravessa a expressão dos seus olhos. Achou caro e com certeza é. Mas não reclama, tira o cartão de credito da carteira e o entrega a Carla que faz a transação, antes de devolvê-lo junto com as chaves do quarto, um pacote de preservativos e um mine recipiente com gel lubrificante. Normalmente, ela costuma perguntar aos clientes se desejam dar uma olhada no menu do sex shop, mas desta vez dispensa a pergunta.

Entrega-me minha bolsa, onde trago o necessário e dá uma piscadela, desejando-me sorte, como sempre faz.

— Vem comigo. Eu te mostro onde fica o quarto. — Falo, gesticulando para que o homem me siga.

Caminho pelo longo corredor mal iluminado, com o cara me seguindo de perto. Por instinto, ou costume, não deixo de rebolar sensualmente os quadris.

Subimos o lance de escadas que leva ao segundo andar, já que o elevador está quebrado, como sempre. Alcançamos outro corredor, ao longo do qual se estendem as varias portas fechadas dos quartos, até alcançarmos o cento e vinte, aquele onde Carla sabe que mais gosto de dormir, por possuir um colchão mais durinho na grande cama redonda.

Destranco a porta e entramos. O cômodo não é muito grande. Além da cama redonda é mobiliado por uma poltrona de couro, dois criados mudos, frigobar, interfone e a televisão que pega apenas o canal pornô. Tudo aqui insinua sexo, desde as cortinas grossas e vermelhas nas janelas com vista para o mar, até os espelhos no teto e nas paredes.

— Então, como é seu nome? — Pergunto, sentando-me da beirada da cama para tirar as desconfortáveis sandálias de salto alto.

— Cole. Quer dizer... acho que não precisamos conversar. — Ele parece muito sem jeito, pousando sua valise sobre um dos criados mudos enquanto observa o quarto visivelmente espantando. Será que nem num motel ele nunca esteve antes? — A cama é grande o suficiente para nós dois. Pode dormir à vontade. Prometo que não tocarei em você.

Ele fala como se compreendesse que é uma tortura para nós mulheres sermos tocadas pelos clientes, provando o quanto é inteligente. A maioria dos homens têm a deturpada concepção de que fazemos isso porque gostamos do sexo, não entendem que é apenas um trabalho, que fazemos exclusivamente pelo dinheiro e que a única diferença que um programa tem de um estupro, é que durante o estupro a mulher tem o direito de protestar, enquanto que no programa temos que sorri e fingir estar gostando.

— Ta. Obrigada. Vou só tomar um banho rapidinho. — Por mais que tenha tomado banho há menos de uma hora, não consigo dormir sem fazê-lo antes.

Desinibidamente, dispo-me diante do olhar atento e meio perplexo dele, pego uma das toalhas felpudas que estão sobre a cama e me dirijo para o amplo banheiro, onde há também uma banheira de hidromassagem, indispensável aos clientes mais exigentes.

Após o banho, encontro-o deitado de lado na beirada da cama, muito na beirada mesmo, quase caindo, completamente vestido, de costas para a direção onde me deitarei.

Caminhando na ponta dos pés para não incomodá-lo, vou até minha bolsa, de onde tiro uma calcinha de algodão confortável e limpa, visto-a, ligo o despertador do celular para as seis da manhã e deito-me no lado da cama que me foi reservado, cobrindo-me com o lençol de cetim, deixando a luz fraca acesa, já que tenho fobia ao escuro quando estou aqui.

O silencio no quarto é profundo. Fecho os olhos e tento adormecer, mas não consigo. Algo está me perturbando. O calor que parte daquele homem está despertando sensações há muito adormecidas dentro de mim. Viro-me de frente para ele, observando seus cabelos bem cortados na nuca, tomada por um incontrolável impulso de tocá-lo ali, sentir a maciez dos seus cabelos negros bem cuidados entre meus dedos. Aspiro o cheiro gostoso do seu perfume masculino e tudo piora, estou excitada, muito excitada, como não ficava há anos, desde que acreditei estar apaixonada pelo pai do meu filho.

Porra! O que está acontecendo comigo? Fodo com vários homens, noite sim e noite não e nunca senti absolutamente nada com nenhum deles. E agora, repentinamente, estou úmida no meio das pernas por causa de um que nem olha para mim.

— Cole. — Chamo, num impulso.

— Sim? — Ele responde num fio de voz.

E agora? O que eu digo? Simplesmente não sei.

— De onde você é? — Solto, mecanicamente.

— Como eu já disse, não preci...

— Eu sei. Não precisamos conversar. Mas eu quero.

Segue-se um longo momento de silencio antes que ele se vire para mim, fitando-me diretamente nos olhos, tão profundamente que minha excitação se intensifica e de repente estou sem fôlego, com o coração batendo descompassado no peito. O que está acontecendo comigo? Colocaram algo na minha bebida?

— O que você quer? — Sua voz é meio sussurrada, ligeiramente ríspida e muito, muito sensual.

— Eu... — Não sei como continuar.

Subitamente, ele sobe em cima de mim, muito agilmente, encaixando seus quadris entre minhas pernas, pressionando seu pau, duro como uma pedra, contra minha boceta, por sob os tecidos das roupas.

— Por acaso é isso que você está querendo?

Não me lembro de ter ficado tão excitada antes na minha vida. Estou tão perdida de tesão que minha calcinha está molhada, meus peitos doem intumescidos, minha pele parece em chamas.

— Sim... quero... — As palavras saem entrecortadas, pela minha respiração ofegante.

Ele parece hesitar antes de inclinar sua cabeça para baixo e cobrir meus lábios com os seus. Vagarosamente, passeia sua língua pelo meu lábio superior, depois pelo inferior, então a introduz na minha boca, entrelaçando-a com a minha, para depois sugá-la, tão lascivamente que um gemido abafado escapa-me.

Tomada pela luxuria, afundo meus dedos em seus cabelos lisos, esfregando mais minha intimidade na sua virilidade, ensandecida, louca de tesão, pronta, ansiosa por tê-lo dentro de mim.

Nunca antes meu corpo reagiu tão violentamente a um homem, estou completamente perdida, entregue às sensações que me dominam, sem compreender como algo que eu detesto, pode, de repente, se tornar tão enlouquecedoramente prazeroso.

Lentamente, Cole ergue seu corpo para afastar o lençol que me cobre, contemplando, com olhos brilhantes de luxuria, meu corpo oculto apenas pela calcinha.

— Você é linda. — Ele diz, evidenciando o quanto sua respiração está ofegante.

Já ouvi essa frase inúmeras vezes, mas jamais me afetou como agora, fazendo-me sentir a mais desejada das mulheres.

Ainda ajoelhado sobre o colchão, com uma perna dobrada de cada lado dos meus quadris, ele despe-se da sua camisa social, exibindo um físico admirável.

Seu peito e braços são cobertos por músculos bem definidos, sem exagero. Há uma espessa camada de pelos negros cobrindo seu tórax, se estendendo pelo seu abdômen, desaparecendo no cós da sua calça, para onde levo minhas mãos, tentando abrir o fecho, ansiosa por ver o resto daquele corpo.

— Apressadinha você, héim. — Ele sussurra, curvando-se novamente sobre mim, prendendo meus pulsos contra o colchão, com as duas mãos. — Me deixa provar esse corpinho gostoso antes.

Uau! Nunca palavras tão simples me pareceram tão eróticas, sensuais, excitantes.

Perdida, entrego-me à luxúria quando ele desliza sua boca quente e úmida sobre minha pele, descendo do pescoço para o colo, até alcançar um dos meus peitos, lambendo o mamilo enrijecido, para em seguida suga-lo com avidez, despertando-me uma nova onda de desejo, que passeia por todo o meu corpo e parece me incendiar no meio das pernas.

“Ai, minha nossa! Como isso é bom!”

Ele parte para o outro peito e repete a carícia, sua língua dançando avidamente sobe meu mamilo, para em seguida chupá-lo sem dó, enviando ondas de prazer que se alastram por todo o meu ser.

Quando acredito que finalmente ele enterrará aquele pau na minha vagina, que palpita ansiosa, ele vai mais além, escorregando a boca até minha boceta, afastando a calcinha para o lado, infiltrando sua língua entre meus grandes lábios, lambendo-me inteira ali, tão prazerosamente que deixo escapar um gemido alto.

Há muito tempo não experimentava nada parecido. É como se todas essas sensações estivessem adormecidas dentro de mim, esperando por esse homem para serem afloradas.

Eu jamais permitiria que outro qualquer fizesse sexo oral em mim, da forma que não há como usar uma proteção, mas nos braços desse estranho estou perdida, completamente dominada por emoções e sentidos. A cada toque dele, mergulho um pouco mais nesse imenso mar de luxuria do qual não quero sair.

Sua língua dança sobre meu clitóris, lascivamente, ao mesmo tempo em que seu polegar escorrega para o interior do meu canal encharcado, habilidosamente e é inevitável, logo o gozo se forma nas minhas entranhas, todas as fibras do meu corpo se contraindo, suplicando pelo alivio que vem numa explosão arrebatadora, quase me fazendo perder a consciência, meus gemidos ecoando pelo quarto enquanto convulsiono descontroladamente.

Ele parece se alimentar do meu gozo, antes de erguer a cabeça e fitar-me tão profundamente que tenho um ultimo espasmo.

— Seu sabor é maravilhoso. — Diz, suas palavras despertando-me uma nova onda de excitação.

— Quero sentir o seu. — Falo, salivando de tesão.

Colocar minha boca no pau de um cliente, sem preservativo, é algo que eu não faria nem por um milhão de dólares, mas esse homem não é apenas um cliente, é minha perdição em forma de ser humano, capaz de me deixar alucinada a ponto de fazer qualquer coisa que ele me propor, sem que eu compreenda a razão desse turbilhão de sentimentos com o qual não estou familiarizada.

Ele fica em pé sobre a cama para tirar a calça social e a cueca, desnudando o pau grande, grosso, cheio de veias protuberantes, tão atraente que minha vagina palpita descontroladamente, querendo senti-lo por inteiro.

Antes que ele tenha a chance de se mover, ajoelho-me na cama a sua frente e seguro aquela oitava maravilha do mundo entre minhas duas mãos, massageando-o antes de levar minha boca até sua ponta, circulando-a com a língua, seu liquido saboroso se misturando à minha saliva, para em seguida abocanhá-lo inteiro, mamando com uma gana que me espanta, a lasciva tomando conta de mim.

Ele geme, sua voz grossa e rouca. Segura-me pelo queixo com uma mão e afasta meus cabelos com a outra, erguendo-me o rosto, para que eu possa fitá-lo enquanto o chupo.

— Ah! Como você chupa gostoso...

O rosto dele está contraído de um prazer tão genuíno que me seduz ainda mais, me incentivando a levá-lo mais fundo na minha garganta, a dar-lhe mais daquilo que o agrada.

Ele fica mais duro dentro de mim, deixando claro que está perto de gozar, quando então afasta-se. Vai até o pacote de preservativos esquecido sobre o criado mudo, abre a embalagem com os dentes e cobre seu pau, voltando para a cama, cobrindo meus lábios com os seus, conduzindo minhas costas na direção do colchão, deitando-se sobre mim, sem deixar de me beijar.

— Tem certeza que você que isso? — Ele pergunta, num gemido rouco,

interrompendo o beijo.

E que dúvidas ele ainda pode ter?

— Quero muito...

Então, ele arranca minha calcinha molhada com um safanão, antes de encaixar seus quadris entre minhas pernas e penetra-me, devagar, seu pau preenchendo-me deliciosamente, minha vagina se tornando mais lambuzada em torno da sua carne rija, que parece latejar de encontro a mim, tornando tudo mais intenso, ensandecido.

Abafando meus gemidos com sua boca, ele me fode lentamente, como se tentasse prolongar cada estocada, indo fundo em mim, seu pau empurrando meu útero numa deliciosa massagem, sua pélvis depilada se chocando contra meu clitóris, me deixando cada vez mais doida, mais faminta por isso, algo tão novo e surpreendente em minha vida.

Um novo orgasmo se forma em meu ventre e ele sabe disso, pois acelera os movimentos dos seus quadris, metendo mais forte, mais depressa, ao mesmo tempo em que separa sua boca da minha, erguendo a cabeça para fitar-me nos olhos, enquanto mergulho em um novo e arrebatador êxtase, meus gemidos ecoando pelo quarto, meu corpo sacudindo involuntariamente, ondulando.

Sem desviar seus olhos dos meus, ele goza, soltando um grunhido meio selvagem, seu rosto se contraindo de prazer, seu pau se esvaindo em espasmos

dentro de mim, até que ficamos imóveis ao mesmo tempo, apenas os sons ofegantes das nossas respirações quebrando o silencio que inunda todo o ambiente.

Muito apressadamente, ele deixa o meu interior e senta-se na beirada do colchão, tirando o preservativo, permanecendo cabisbaixo, com os ombros encolhidos, enquanto tento reorganizar os meus pensamentos e entender o que acabou de acontecer comigo. Acredito que o que acabamos de fazer é o que as pessoas chamam de fazer amor, pois não pode haver nada mais magnífico. 

Mas como pode ser isso? Eu sequer conheço o cara, como aconteceu essa química tão avassaladora entre nós? Nem mesmo com Pietro, o pai do meu filho, por quem eu acreditei estar apaixonada um dia, foi assim tão perfeito. Não há uma lógica que explique o fato. Simplesmente aconteceu.

— Isso foi maravilhoso. — As palavras me escapam.

— Isso não devia ter acontecido. — Ele retruca, com tom ríspido.


Notas Finais


Já começamos com um Hot 😏...


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