História De Repente Pai - Capítulo 4


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Categorias Alfonso Herrera, Anahí, Angelique Boyer, Christian Chávez, Christopher Uckermann, Dulce María, Maite Perroni, Rebelde (RBD)
Personagens Alfonso Herrera, Anahí, Angelique Boyer, Christian Chavez, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Maite Perroni, Personagens Originais
Tags Baby Daddy, Christopher Uckermann, Dulce Maria, Rbd, Romance, Vondy
Visualizações 21
Palavras 1.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Musical (Songfic), Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Babá


Christopher

 

- Da próxima vez que eu tiver que correr atrás da Dulce, irei lembrar-me de ir a pé ou então, não esquecer a sua cadeirinha. – Falo enquanto carrego Luna em meus braços em direção a gravadora. – Se bem que você ainda não tem uma cadeirinha, mas prometo que vou comprar uma pra você.

Luna estava entretida demais com a gola da minha camisa e fez pouco caso da minha reclamação, ou da minha burrice, melhor dizendo. Quando fui de carro até o hotel onde Dulce estava, não imaginei que voltaria com um bebê em meus braços. Não tinha como eu dirigir com um bebê no banco de trás; por isso deixei meu carro lá e vim a pé com Luna no meu colo e a bolsa dela em meus ombros.

- Bom dia, Sr. Uckermann – O segurança da gravadora cumprimenta.

- O Christian já chegou? – O questiono enquanto ele liberava minha passagem na catraca.

- Sim, senhor.

Entro na The Family sendo observado por todos os funcionários que estavam por ali. Muito comum o novo chefe solteiro aparecer carregando um bebê nos braços; um bebê que ninguém tinha visto antes, até noite passada.

- Bom dia, Ucker! – Exclama Christian se aproximando. – Vejo que temos companhia hoje.

- Anuncia em todos os programas da rádio The Family a contratação de uma babá com experiência. Coloca nos podcasts também. O emprego é pra hoje. – Entrego a bolsa com as coisas de Luna pra ele. – E compra uma cadeirinha de bebê pro meu carro. Ah e o meu carro ficou no estacionamento do hotel, vim a pé porque não estava com paciência pra esperar um táxi. Pode pegar meu carro lá?  – Digo enquanto caminho em direção a minha sala.

- Ok... Mais alguma coisa?

- Você sabe onde estão contratando? – O encaro antes de abrir minha porta.

- Tem um grupo no Facebook só sobre isso. O emprego de dono da gravadora não está bom pra você?

- Não é pra mim, seu idiota.

- Ah... É pra ruiva que não é mais ruiva? – Christian franze o cenho e coloca a bolsa de Luna em uma cadeira.

- Você bebeu antes de vir trabalhar? – O questiono, sentando em minha poltrona e ajeitando Luna em meus braços.

- Só não dormi direito.

- Nem eu. – Confessei. – Quero que entre em contato com alguma empresa, algum patrocínio que possa ter uma vaga de emprego pra Dulce.

- Certo.  – Ele anota no tablet. – Qualquer emprego?

- Na área de vendas.

- Algo mais?

- Um café.

Christian sai de minha sala e eu foco minha atenção na garotinha em meu colo.

- E então Luna, o que faremos enquanto não encontramos uma babá para você?

Ergo-a em meus braços e deposito um beijo em sua bochecha. Luna sorri.

- Que louco pensar que Dulce e eu temos algo que compartilharemos pelo resto de nossas vidas. Uma pena nós não sermos mais um casal como era anos atrás... Sua mãe e eu éramos apaixonados, mas como sempre, eu fui um imbecil e terminei com ela. – Começo a andar pela sala com Luna em meus braços. – Um conselho para sua vida, filha: não faça nada para agradar outras pessoas, se isso não a fizer feliz.

- Filha? – Anahí entra na sala, com a bandeja de café em mãos.

- A próxima vez que entrar em minha sala, bata na porta.

- Me desculpe... – Anahí caminha até a minha mesa e deixa a bandeja lá. – Ouvi uns cochichos sobre você ter chegado com um bebê, não imaginei que seria sua filha.

- Já pode se retirar, Any. Imagino que já que não pretende gravar nada novo, não tem porque você estar aqui. Deixa a secretária fazer o trabalho dela na próxima vez.

- Por que você está sendo tão grosso comigo? Eu estava passando e decidi ajudar trazendo o seu café! A Angelique está ocupadíssima com os recados e ainda precisa mandar um aviso de contratação de babá. – Anahí mira Luna.

- Eu tenho coisas importantes para fazer, pode se retirar, por favor? – Forço um sorriso e ela sai batendo a porta. – Se não for você ou Christian, não quero mais ninguém na minha sala! – Mando um recado para Angelique, a secretária.

Pego as poucas almofadas que tinham ali e as coloco no chão formando um pequeno circulo e deito Luna ali dentro, pego uma pelúcia em forma de lua e a entrego. Sento de frente a ela e preparo o meu café.

- Se ninguém capacitado aparecer, a Angelique vai ter que ficar com você, filha. – Tomo um gole de meu café.

- Sério que já está a chamando de filha? – Marie entra sem bater.

Bufei.

- Angelique! – Gritei.

Com o meu grito, Luna se assusta e começa a chorar.

- Sim, Sr. Uckermann. – Angelique entra correndo e encara Luna. – Ai tadinha, já tá chorando. – Ela pega Luna no colo e a me entrega.

- Se assustou com a cara da Marie. – Respondo e embalo Luna.

- Me respeita, garoto! – Marie me olha furiosamente. – A culpa é sua por ter gritado!

- Angelique, eu disse que não queria ninguém aqui. O que essa senhora está fazendo aqui?

- Ela deve ter entrado enquanto eu estava no telefone. Desculpe.

- Mamãe, pode se retirar.

- Você não pode ficar me expulsando de sua sala, eu sou sua mãe!

- Se a senhora não tem capacidade de tratar um bebê como deve ser tratada, não tem porque ficar aqui.

- Ela nem é sua!

- Ela é minha!

- Já fez um exame pra saber?

- Eu não preciso fazer um exame pra saber que ela é minha filha com a Dul.

Marie revira os olhos.

- Você é um trouxa em acreditar que depois de tanto tempo, aquela lá era fiel a você.

- Sai. Daqui. – Digo pausadamente para não assustar Luna que estava quase dormindo em meus braços.

Dessa vez, Marie faz o que peço sem protestar. Angelique, que ainda estava ali, se manifesta:

- Aonde e quem fará as entrevistas?

- Que entrevistas?

- A de babá.

- Vai ser aqui na minha sala, eu mesmo faço.

- Ok. – Ela vira-se para se retirar.

- Angelique!

- Sim. Sr. Uckermann.

- Quais os requisitos básicos para alguém ser uma boa babá?

...

- E então? – Apoio o telefone na orelha e no ombro enquanto dava a mamadeira para Luna. – Qual foi a melhor? – Espero a resposta de Angelique.

Ela ficou ao meu lado pelo resto da manhã enquanto fazia a entrevista e os testes das novas babás que se disponibilizaram em fazer isso, na mesma hora em que entregaram os currículos. Enquanto fazíamos isso, Christian a substituía na secretaria.

- Gostei da Paulina e da Maite.

- Eu só preciso de uma...

- O currículo da Maite é o melhor entre elas. – Imagino Angelique vendo sua cópia do currículo das candidatas. – Paulina é novinha, não tem experiência.

- E você a deixou entre as finalistas por...

- Ela se deu bem com a Luna.

- Mas não tem experiência. Pessoa sem experiência, já basta eu.

Luna acaba a mamadeira e depois de deixar a mamadeira em cima da minha mesa, ergo-a em meus braços e a espero arrotar como Dulce disse que eu tenho que fazer.

- Liga agora pra Maite e diga pra ela começar hoje ás 13:00 horas. Depois, pode ir almoçar. – Desligo o telefone sem esperar alguma resposta de Angelique. – Agora, vamos conhecer a casa do papai? – Sorrio para Luna e beijo sua bochecha. – Espero que a Elsa possa me dar umas dicas antes que sua babá chegue.

Assim que levanto e pego a bolsa de Luna, a porta se abre e Dulce aparece com um enorme sorriso no rosto.

- Consegui um emprego! – Exclamou e tira Luna de meus braços.

- Que bom! O que você vai fazer?

- Vou ser garçonete em um restaurante que tem apresentações ao vivo á noite.

Franzo o cenho. Não tenho nenhum patrocinador com algum estabelecimento assim. Será que Christian não conseguiu ninguém pra ajudar?

- Não conheço nenhum restaurante por aqui com essa descrição.

- Ah, ele ainda não inaugurou.

- É mesmo? Parabéns! E como vai se chamar esse restaurante?

- Luna Negra Restaurante.

Solto uma gargalhada.

- Você só pode estar brincando!

- Não, por quê? – Dulce desfaz o sorriso e me encara.

- A gravadora concorrente, agora terá seu próprio restaurante e você trabalhará nele?

- A gravadora dos Herrera? – Dulce arregala os olhos. - Alfonso Herrera?

- O próprio.



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