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História De repente pai - Capítulo 12


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Capítulo 12 - Capitulo doze- Meu menino


Capítulo doze- meu menino

 



Conseguiram abafar o caso da menina que me ameaçou e nada foi propagado pela mídia.  Foi explicado para a gente que a fã que me atacou, era filha de um policial e isso justificava como ela havia conseguido achar uma arma.

Após aquele dia, eu e o Namjoon ficamos mais cautelosos e ele até contratou seguranças para a clínica, o que eu achei um exagero, porém ele ganhou a batalha de argumentos.

Nosso menino estava crescendo e eu já estava no nono mês. A barriga grande fazia eu me cansar mais rápido, sem falar dos meus desejos que estavam muito constantes. Eu deixei a clínica veterinária nas mãos dos meus amigos e tirei uma licença.

- S/N comprei seu hambúrguer. - falou Namjoon entrando no quarto.

- Obrigada.


- Quem é que está se tornando um guloso? Você ou ele? - indagou.

- Hummm os dois?


Rimos da minha resposta e ele ficou observando eu devorar o hambúrguer. Com o passar dos meses, eu e o Rm fomos estreitando nossos laços e agora posso dizer que nos dois estamos completamente apaixonados um pelo outro e demonstravamos isso.

Quando eu estava com seis meses, Namjoon contou para as fãs que ele iria ser pai, mais uma vez a mídia foi a loucura, mas ficamos felizes por ver que tinha muitos comentários nas redes sociais parabenizando e desejando felicidades para nós dois.

- Namjoon...

- O que foi ? - falou arqueando sua sobrancelha.

- Faz massagem em mim, minhas costas doem.

- Que velha. -comentou rindo.

- Cala a boca, você que é o mais velho aqui,  sem falar que esse teu filho pesa.

Gargalhando por conta do meu comentário, meu marido se ajeitou e sentou -se atrás de mim para poder começar a massagem em meus ombros.

- Quem manda também ficar andando o tempo todo pela casa?

- Mas não gosto de ficar deitada a tarde toda. - bufei.

- Sua teimosa. - reclamou.

Continuei ouvindo ele falar enquanto comia. Eu já sabia, mas todo esse falatório dele é porque Namjoon está nervoso, afinal a qualquer momento nosso filho pode nascer.

- Ei, respira! Você está falando tão rápido, como se estivesse fazendo rap, não estou entendo mais nada.

- Desculpa.

Após comer tudo, eu deitei minha cabeça em seu colo e ele ficou alisando meu cabelo.

- Só uns 10 minutos e depois deixo você ir trabalhar.

- Se quiser, lhe dou até mais tempo. - divagou.

- Hummm estou ficando mimada.

- Mas você merece ser mimada mesmo!

Como ele podia fazer aquilo com meu coração? Assim não aguentava sua fofura dizendo aquilo com um sorriso que mostrasse suas covinhas.

De repente eu senti minhas pernas ficaram molhadas, primeiro achei que fosse xixi, desde que esse menino cresceu mais ele começou a pular dentro da minha barriga e isso fazia que eu acabasse fazendo xixi do nada. Porém eu olhei com atenção, e percebi que não era.

- Droga, droga, pega a bolsa do nosso filho e me leva logo para o carro Namjoon.

- O que houve? - perguntou.

- Vai nascer!

Eu conseguia ver as engrenagens em cima da cabeça do Namjoon se mexendo, até ele entender o que eu havia dito e sair correndo, mas não antes de bater contra a cômoda e derrubar um porta retrato e fazer o objeto se quebrar no chão ( detalhe,  ele se arrebentou, pois não é a primeira queda).

- De novo Namjoon?

- Você nem gosta tanto assim desse porta retrato! - gritou.

- Ahhh foda-se.

Andei até o closet e peguei uma roupa um pouco mais arrumada, sem falar quem qualquer uma ficaria melhor do que aquele meu pijama de algodão com desenhos de unicórnios. Troquei nas presas e fui até o carro, onde meu marido já me esperava com o rosto tenso.

- Vamos.

Eu tentei, eu juro que tentei não gemer durante o trajeto até o hospital, mas as contrações estavam começando e não eram nem um pouco brandas. Ao meu lado, RM ficava cada vez mais louco, apertando fundo no acelerador e torcendo para que chegasse no nosso objetivo.

Quando finalmente avistamos o prédio, ficamos  mais relaxados, porém eu voltei a ficar tensa novamente quando entramos e o doutor disse que minha dilatação ainda estava no nível três. Ou seja, eu teria que que aguentar mais tempo de contração até que a dilatação estivesse larga o suficiente para a passagem da criança.

- Isso respira, um, dois, três.  - dizia Namjoon ao meu lado da cama.

- Estou achando que quem está mais nervoso com a situação é você ao em vez de mim.

Após falar eu gemi mais uma vez porque a contração veio mais forte, Namjoon desesperado ergueu sua mão e eu a segurei firmemente.

Horas se passaram até que a dilatação fosse larga o suficiente para começar o parto. Fui levada para a sala de operação e meu marido ficou na recepção aflito e preocupado.

Depois de muitas dores, nosso menino veio ao mundo. Um choro preencheu aquela sala branca, um sorriso de felicidade surgiu em meus lábios.

- Bem vindo meu amor.


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De volta ao quarto, Namjoon segurou pela primeira vez o seu filho. Os olhos brilharam e seu semblante estampava a mais pura alegria. A criança que estava em seus braços, fazia seu coração derreter e o sorriso se enlarguecer cada vez mais. Os olhinhos do pequeno se abriram vagarosamente e ao enxergarem seu pai, um som engraçado saiu de sua boca, era como se (S/F) estivesse rindo.

- S/N... Obrigado, você me deu o melhor presente que eu alguém poderia me dar. Eu te amo.

Lágrimas desceram pelo meu rosto, o homem que eu mais amava no mundo, segurava nosso filho com tanto amor e carinho que fazia eu me emocionar. 
 



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