História De verdade, eu te amo. (Yaoi GAY) - Capítulo 15


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Gay, Romance
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Palavras 1.079
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem.
Pessoal, eu não tenho um certo horário para enviar os caps, mas assim que o possível eu posto.
Boa leitura!

Capítulo 15 - Talvez seja algo pra mim...


— Droga! - Disse baixo vendo Daniel dar as costas para mim e se afastar, logo o sinal tocou.

Sim, dessa vez eu o magoei, tudo por causa de simples orgulho de querer vencer uma briga idiota. É a "segunda" vez que eu o entristeço.

Mas não era verdade, até que eu sentia algo por ele, não era tão forte quanto o seus sentimentos por mim, eu não sabia que ele sentia algo tão forte por mim, sabia que sentia mas não sabia que era forte.

Minha mente martelava, minha consciência pesava, estava arrependido de ter falado aquilo pra ele, um remorso colava em minha alma e me fazia me sentir péssimo.

Dessa vez, talvez, ele não me perdoaria, mas pelo contrário não olharia na minha cara tão cedo.

O sinal tocou, Daniel, quando saiu da minha frente, ele não foi em direção a sala de aula, foi em direção oposta, agora como saberia onde ele estava? A escola era enorme.

Fui para a sala, minha consciência mandava eu ir atrás dele, que o procurasse até acha-lo mas quando estava para sair da sala outra vez o professor chegou. - Eee Droga. - Falei decepcionado.

Mas eu poderia até sair da sala, mas deveria ir embora da escola pois eu era de maior, não era permitido andar na escola.

Eu fiquei dentro da sala mesmo, e também haveria uma festa na casa de uns dos garotos do time, eu iria, talvez estivesse precisando disso, precisava curtir e esquecer tudo isso.

Como o esperado, Daniel não voltou para a sala de aula, com certeza ele ainda estava na escola pois seus matérias estavam ainda ali, em cima de sua mesa.

Eu as vezes olhava para o seu lugar, minha consciência pesava mais pois era por minha razão que ele não estava lá.

O sinal tocou, indicando o término das aulas, esperei ali mesmo, um bom tempo, na sala, esperei ele aparecer mas estava demorando, queria me desculpar com ele, aproveitei e arrumei o material dele colocando um por um, peguei sua mochila e levaria até o estacionamento, para lhe entregar, acreditando que ele estaria ali.

Sai da sala já vazia, apressado

Ele do nada apareceu no corredor andando em direção a nossa sala, com suas mãos nos bolsos da calça, quando o vi ele tinha desviado o olhar de mim e logo parou do meu lado olhando para sua mochila.

— Ah toma sua mochila, Dani. - Entreguei a ele que logo pegou gentilmente e colocou nas suas costas, ele agradeceu sem olhar para mim, virou indo em direção a saída da escola, com certeza indo para o estacionamento, assim como eu, eu andava ao seu lado, mas ele parecia atrapalhado. - Eu quero falar com você, posso? - Perguntei a ele, que continuou calado só que agora estava parado do meu lado. - Eu não quis dizer aquilo, eu juro. - Peguei em seu maxilar o encostando na parede do corredor da escola, que se encontrava vazia, ele ia dizer algo mas ai minha outra mão pegou a sua mão, ele se calou outra vez, ele parecia relutar consigo mesmo, parecia não querer se render a mim, mesmo querendo, mas eu o faria se render, faria ele me desculpar, não via logo a hora de beija-lo. Me aproximei mais dele, colando nossos corpos e prestes a colar nossos lábios, o seu corpo, quente outra vez colado ao meu, seus lábios rosados eram a minha tentação aquele momento.

— Para. - Ele me empurrou fraco, saindo de perto de mim, indo para a saída da escola.

Aquilo já estava me provocando, fiquei quase um dia sem o toque de seus lábios, era bom sentir a adrenalina e a excitação de beija-lo, precisava dele, queria outra vez ele. Sai de lá, andando atrás dele, quase correndo.

Quando cheguei ele estava com o Alexandre, no estacionamento.

Travei meu maxilar respirando fundo logo em seguida, aquele garoto ainda me daria muita dor de cabeça. Continuei parado ali não tão distante, olhando os dois conversarem, Alexandre pegou na mesma mão do Dani que eu havia pego carinhosamente, aquilo me fez arder um pouco, os olhos de Daniel se direcionaram para mim, eu o olhei fixamente, eu queria muito dizer pelo meu olhar uma coisa, a qual ele parecia saber.

Eu fui para a minha moto, ainda acreditando que ele viria falar comigo esperei convencido, mas olhei pro lado e vi, umas das piores cenas. Alexandre beijando Daniel e o puxando para si.

me dei conta de que a escola estava já quase vazia, coloquei o capacete e subi na moto.

Uma coisa dentro de mim me fez sentir-me indignado, aquele corpo, aqueles lábios, Daniel, eu queria ele, de verdade, não era só por prazeres distintos.

Praticamente estava sentindo a mesma coisa que ele sentiu de mim, ciúmes.

Mas creio que não eram só ciúmes, era o fato dele me trocar por um alguém melhor, que o amasse verdadeiramente, que fosse melhor que eu em todos os aspectos.

Daniel logo me olhou, eu desviei meu olhar dele e sai da escola, estava com vontade de atropelar aquele filho da puta do Alexandre.

Essa de longe seria umas das melhores festas da escola esse ano, minha cabeça não queria esquecer Daniel e nem me deixar em paz pelo fato de eu ter o magoado, nem dele ter beijado Alex.

A casa estava cheia, cheia de garotas, garotos, pessoas que eu nem conhecia, fui beber algo para me aliviar de tudo o que estava sentindo e pensando.

Cheguei na mesa de bebidas e me servi, um garoto, um pouco parecido com o Daniel passou perto de mim, levei um susto pensando que era ele. - Droga. - Minha voz foi abafada pelo som alto da música que tocava.

Já estava de noite, e eu ainda não tinha me desculpado com ele, ai que raiva.

Vi aquele tal do Alexandre bem ali na casa, não fiz nada, apenas o olhei rapidamente e desviei o olhar. Britney estava também lá, assim como Róger. Aquela poderia ser umas das melhores festas da escola esse ano. Mas estava foda-se pra tudo, só queria ver Daniel e me desculpar com ele, e logo em fim fazer o que eu tanto queria, deste que o vi hoje na saída, beija-lo.

Dessa vez, fui para o quintal sozinho, creio não ter sido perseguido, mas do nada apareceu aquele garoto o qual parecia Daniel, eu estava com uma garrafa na mão, coloquei no chão e chamei aquele garoto, estávamos sozinhos, puxei ele para um beijo carinhoso, não era a mesma coisa, aquele momento, acreditava fielmente que Dani poderia ser insubstituível por alguém...

Continua…



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