História De verdade, eu te amo. (Yaoi GAY) - Capítulo 48


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colegial, Gay, Romance
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Palavras 1.035
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Ficção Adolescente, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oiee, desculpem por sumir e não postar maus fics, aliás! Várias coisas andam acontecendo cmg, mas nada que me proíba de escrever! Espero que gostem! E hoje msm sai a continuação do Clay e do Dani.

Coisas aconteceram, coisas acontecerão!

Bjs, boa leitura!

Capítulo 48 - Bryan. - Parte 13


"Eu pensava ser forte, pensava saber lutar qualquer guerra, pensava, miseravelmente ser feliz, até sentir o pesar da vida e o despedaçar da alma."

Nunca contei isso para ninguém, aliás, não tinha um alguém para conversar sobre isso, eu sempre ia pelo caminho mais longo para a casa, para pensar na vida e o quão ela pode ser injusta, também ia pelo caminho mais longo porque o mais curto haviam pessoas desagradáveis, pessoas as quais tiravam minha paz, e que depois tirariam a minha vida, e ai não teria no que pensar a não ser a morte, a incrível e amigável morte.

***

Quando eu havia chegado em casa Clayton veio tirar satisfação comigo, sobre o que diziam de mim na escola, falou que não ligava (ele ligava para a sua reputação.), mas eu sabia que na verdade ele só não queria que eu fosse embora, ele não me queria perto de nosso pai, e não me queria muito perto de nossa mãe.

Talvez fosse melhor não querer recomeçar nessa droga de cidade, ou não ter recomeçado.

Talvez… eu não devesse ter ficado perto de ninguém.

Já estava deitado em minha cama, embora fosse até um pouco cedo para dormir, ou, um horário o qual eu não estivesse tão disposto a dormir.

O sono não vinha, estranho, pois quando eu ficava triste, o sono era o que mais me afetava, mas agora minha pior tortura seria ter que ficar acordado, triste e sem os meus sonhos…

Eu, felizmente, acabei pegando no sono, o qual demorou para chegar…

levantei-me, pegando meu celular para dar uma olhada rápida.

Tony: Oi, Bryan… por favor cara, precisamos conversar, na verdade, eu quero falar com você..

Tony: Por favor!

Tony: Bryan… só fala o lugar e eu vou… sei lá, só fala alguma coisa…

Eu: Oi Tony, não vai dar, tenho o dia um pouquinho apertado.

Escrevi, logo vendo outras mensagens em meu celular, mensagens provocativas, as quais me humilhavam, mexiam negativamente com a minha auto-estima, ignorei todas, praticamente todas.

Retirei minha roupa, indo para o banheiro e tomando um banho até demorado, sai colocando qualquer roupa, desci ajudando o Clay com o café da manhã, comemos e já estávamos indo para a escola.

Cheguei lá, fazendo quase a mesma rotina de sempre, ignorando a todos os que queriam o meu mau, mas até quando eu saberia lutar com isso? Andei o corredor olhando a todos os que me olhavam, e no olhar deles eu via o motivo de suas risadas, via também a rejeição, via o quão a humanidade podia ou pideria menosprezar alguém, um alguém que mal conheciam…

Chegei em meu armário, abrindo-o, colocando meu rosto lá dendro, fechei meus olhos e respirei fundo, peguei meu "livro do dia" logo vendo outra vez aquelas páginas de revistas pornográficas, peguei todas elas, mas senti uma textura diferente, uma coisa diferente, peguei uma folha de caderno, comum, só que com desenhos nele, desenhos até legais e com uma mensagem de incentivo.

Joguei aquelas páginas foras, lendo o que aqueles desenhos até engraçados diziam…

"Não deixem dizer quem você é, veja sempre o reflexo de sua alma."

"Não é só porque todos te odeiam, que eu vou odiar também."

"Olhe para trás!" - Uns dos desenhos indicava com o polegar, olhei rapidamente, vendo, a escola movimentada como sempre, cheia de pessoas que julgam, maltratam, a é já ia me esquecendo, mentem também.

Mas, um olhar me chamou atenção, uma pessoa que desviou o olhar rapidamente do meu, ele estava de frente com o armário aberto, logo o fechando, usava um blusa preta sem zíper, e aquele olhar me chamou muita atenção, pelo visto pensaria nisso, o dia todo.

Voltei meu olhar para frente, guardando em meu bolso aquele pedaço de papel.

Aquele pedaço, que eu acreditava ser de vida.

Perto do intervalo, a professora de artes havia me chamado para um trabalho em conjunto, com os melhores desenhistas da escola.

— Eu nem acho que desenho bem. - Disse entre risos.

— Um artista nunca reconhece seu próprio talento. - Ela falou, e aquelas palavras foram tudo o que eu precisava para me encorajar a dizer sim.

— Okay, eu vou… - Falei.

— Quando for começar eu te aviso. Obrigado por participar, Bryan! - Nossa, não sei se sou iludido, mas essa professora me amava, na real.

— Nos vemos na próxima aula, professora. - Falei, sentindo levemente suas mãos me acariciando nas costas. "Nos vemos" ela falou.

Intervalo!

Sozinho para os solitários.

Harry e Lorena nem haviam passado em minha cabeça depois das lágrimas derramadas no amor doce, pensei em ir falar com o meu "melhor amigo" Harry.

Andei por um tempo até o mural vermelho, olhei em volta, Lorena e Clayton passaram, logo vi o tal grupinho do Harry.

— Oi Harry, posso falar com você? - Perguntei. Ele consentiu com a cabeça.

Andamos um tempo até chegar em um lugar pouco movimentado.

— Pode falar. - Ele falou.

— Por que não apareceu ontem? - Perguntei, ele olhou para baixo, parecendo esconder algo de mim.

— Não deu cara…

— Por que não deu?

— Meus amigos e eu precisávamos ensaiar. - Ele me olhou nos olhos e eu vi que ele mentia. - Eles falaram pra mim não ir, e eu não fui pois eles começaram a me zuar, me chamaram de gay! - Agora eu entendo… - E se quiser falar comigo Bryan, não me chama pra conversar pessoalmente.

— Tá… - Olhei pro chão. - Desculpa então. - Falei dando as costas para o que eu acreditava ser meu amigo...

(Uma semana depois)

Os bilhetes em meu armário não pararam de serem colocados, de vez em quando apareciam lá, as vezes sim, as vezes não, mas dificilmente nunca, chegava até mais cedo para tentar ver quem era, mas sem sucesso até então.

Poderia ser uma gozação com a minha cara, mas e se não fosse?

Após uma longa semana, por incrível que pareça eu fiz uma amizade, Kerry, era o nome dela, a preparação do trabalho em conjunto na escola começou hoje, a professora foi o anjo que me tirou daquela maldita sala, me levando para a de artes, com outras pessoas, as quais fariam junto comigo esse trabalho.

Uma coisa a qual eu esqueci, eu ainda estava na maldita escola.

A professora e eu seguimos juntos, lado a lado, eu não sabia onde ficava a sala então só a acompanhei.

Chegando lá, no meu destino, ela abriu a porta.

Continua…


Notas Finais


Desculpa qualquer erro!


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