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História De Volta ao Morro - Capítulo 1


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Notas do Autor


voltei filhos da puta

Capítulo 1 - Armin Volta ao Morro do Eren


Acordo novamente com batidas em minha porta e quando a abro vejo Christa irritada novamente por alguma razão. Antes mesmo de eu dizer bom dia a Christa, ela me empurra e entra na minha casa a força. Chego perto dela e falo:

- Christa, por que você tá tão puta comigo?

- Armin eu tinha te avisado pra ficar longe do Eren, ele é um perigo

- Mas por que Christa? Ele só é traficante

- Meu pai sentiu o cheiro da maconha que eu fumei ontem com aquele Levi e me deixou de castigo por 18 anos

- Caralho, e agora?

- Armin, já que foi você que me colocou nessa situação acho que seria justo que eu morasse aqui até meu castigo acabar

- Mas foi você que fumou a maconha 

- Fodase putinha agora eu moro aqui, prepara um bifão a milenasa agora otário.

- T-tábom Christa-chan uwu

Vou até a cozinha e encontro o mesmo pão velho e duro de ontem, porém agora já um pouco mais mofado e com um pouco de fezes, provavelmente a merda da Mikasa que deve ter descontado sua raiva dessa maneira.

- Christa, tem comida não

- Vai comprar puta ariana

- C-certo criscris

Vou até a mesa de centro da sala e pego minha carteira, antes de sair, Christa me puxa e fala:

- Armin, compra 2 maço de malboro também

- M-mas Christa, você não era fumante até ontem

Christa me da um soco no estômago e grita novamente para eu comprar os Malboro

Vou até o lado de fora e sigo o meu caminho até a padaria.

No caminho acabo vendo que uma banquinha de jornal nova havia sido feita e paro por alguns segundos para ver se tem meus mangás favoritos, Nanatsu no Taizai e JoJo, porém, antes de encontrar essas beldades da literatura moderna, um homem me da uma cutucada no cu, fazendo eu me virar. Ao me virar percebo que o homem é ainda mais baixo do que eu, era carequinha e tinha um olhar deveras sedutor. Ele diz:

- Arminho Roberto? Quanto tempo mano como que cê tá?

- Corno Sperma? Caralho que saudades mano a gente não se via desde que meu pai perdeu a boca no Morro

- Sim velho, quanto tempo, saudades de fumar crack contigo lá no Botafogo Praia Shopping

- Bons tempos, como você tá velho?

- Ah mano agora tô bem de vida, depois que tu e teu pai se mudaram do Rio fiquei na merda morando na rua, mas dei sorte e comi um frango de macumba que tava abençoado e agora tenho minha própria banquinha de jornal.

- Caralho mano, não sabia que frango de macumba era abençoado

- Eles são divinos Armin, até fizeram xxxtentação voltar a vida

- Pera, ele tá vivo???

- Sim, ele foi morar em Cariparé na Bahia

- Meu Deus eu sempre suspeitei, mas é o Michael Jackson? Tem algum noticia dele?

- Só sei que ele tá morando no sertão do Ceará com o Elvis Presley

- Que loucura.

- Enfim, tu quer comprar alguma coisa da minha banquinha foda?

- Nem cara, hoje não, tô indo na padaria da Dona Elize pra comprar malboro e pão pra Christa.

- A Christa também tá aqui no Mato Grosso?

- Sim, ela estuda na mesma escola que eu e agora tá morando comigo

- Que merda. Boa sorte amigão.

- Valeu Corno, até.

Após me despedir do meu amigo carequinha saliente volto a caminhar em direção a Padaria da Dona Eliza.

Chegando lá passei na catraca e fui ao caixa, onde Sasha Blusa estava novamente porém dessa vez preocupada falando com o filho da Dona Eliza. Cumprimento Sasha e o homem e pergunto o porquê de ela estar estão preocupada.

Sasha responde:

- Armin, ontem a noite veio um traficante aqui pra comprar pão de mel

- Que traficante?

- O Eren Julio, lembra dele? Estudou com a gente faz um tempo ai

- Caralho, mas ele fez alguma coisa?

- Não, mas a gente tá preocupado porque vai que o grupo do Zekão acha que a gente é aliado dele

- Faz sentido, mas relaxem o Eren tem o Levizão Banidão da ZN de SP para proteger todos

- Amém.

Compro os pães, porém esqueço o Malboro de Christa que quando se deparou comigo chegando em casa novamente, sem seus cigarros me espancou até quebrar uma costela minha.

Fui dormir com uma dor do caralho e acordei com Christa apagando ponta de cigarro nos meus ovos. Gritei de dor e corri para o banheiro onde fui tomar um banho o mais rápido possível. Enquanto me banhava lembrei-me de ter contado o segredo de Eren para Hitch Danilo e pensei que seria melhor voltar até o Morro para reportar a situação a Eren.

Saí do banho furtivamente e chamei um mototaxi para que Christa não me visse.

Chegando no morro avisto Levizão Banidão da ZN de SP fumando narga com essência de abacate com um grupo de 4 pessoas.

Cumprimento Levi, que também acena para mim e se levanta para ver o que eu estava fazendo. Ao chegar preto Levi pergunta:

- Fala menó que que cê tá fazendo aqui no morro de novo, o patrão te convidou?

- N-não Le-

Levi me dá um soco no nariz e um chute no saco antes de eu completar a frase

- Ninguém além do Eren e da Petra me chamam de Levi por aqui menó, pra você é Levizera ou Levizão Banidão da ZN de SP

- O-ok desculpe Levizão Banidão da ZN de SP

- Pode voltar a falar menó

- É melhor eu falar em particular com o Eren, é coisa privada

- Viadinho.

Levi me leva para o topo do morro onde Eren estava do lado de fora bebendo Jack Daniels e dando leves tragadas em carreirinhas de cocaína da boa. Levi anuncia minha chegada a Eren e se vira voltando a parte debaixo do morro.

- Armin? O que tá fazendo aqui?

- Eren... Preciso te contar algo...

- O que?

Caio no chão de joelhos e começo a chorar um pouco. Até que Eren se aproxima de mim e coloca as mãos em meus ombros para me acalmar.

- Pode dizer Armin nada vai mudar nosso amor...

- Ontem a noite, antes de dormir uma policial corrupta me obrigou a dizer informações do seu grupo.

- Que informações você passou Armin?

- Que o Levizão Banidão da ZN de SP também conhecido como Levizeira trabalha para você.

Eren tirou suas mãos dos meus ombros, enquanto de fundo eu ouvi o som de algo abrindo. Olhando pra cima notei o rosto de Eren um tanto quanto irritado, porém um pouco mais para baixo, está seu membro flácido.

- Vai ter que mamar pra se desculpar.

- Oh Deus que mixuruca.

Eren ao ouvir minha piada resolve dar um tapa de vadia em minha face, algo que deveria me deixar triste ou irritado, porém como frequento clubes de BDSM com frequência achei deveras sexy

- Oooooh Eren-kun me bate mais 

- Putinha safada

Eren tira de seu bolso um VIBRADOR ANGOLONO NEXUSCYBERANGOLA COM 3 VELOCIDADES EMBUTIDAS, CHOQUES LEVES E GOZO ARTIFICIAL. Antes de introduzir o melhor produto do mercado em minhas regiões sensiveis, Eren pega um maçarico e derrete a cocaína que estava em sua mesa e mergulha o penos lá dentro. Eu me viro sem nem pensar duas vezes e levanto meu cu como um gato se espreguiçando esperando apenas que Eren introduza O MELHOR VIBRADOR QUE POSSUI CERCA DE 58 CENTIMETROS em meu já frouxo ânus. 

Em menos de um segundo, Eren realizou um golpe que introduziu completamente o brinquedo em meu cu. Enquanto eu chorava, agonizava e sentia prazer, Eren foi até minha parte da frente e puxou meu cabelo, levantando minha cabeça e assim introduzindo seu pênis na minha boca. Enquanto enfiava seu pênis violentamente em minha boca, Eren ligou a velocidade 3 do vibrador e ligou a função de choques anais que me deixaram com o tesão 7846783467582x mais alto. Enquanto metia em minha boca Eren disse:

- Tá satisfeito putinha?

Ele tira o pênis de minha boca por alguns segundos.

- N-não s-senpai eu quero mais!

E então Eren um sinal para seus subordinados trazerem algo apra ele. Quando o objeto chegou notei que era um barril com um líquido dentro, Eren colocou uma luva e começou a passar o líquido em seu pênis. Enquanto ele passava, o pênis ia sangrando um pouco, foi ai que descobri duas coisas: 1, Eren Senpai também era masoquista e 2, que eu estava prestes a chupar um pênis infestado de cerol de pipa.

Antes que eu conseguisse falar algo, Eren introduziu o seu pênis com toda a força em minha garganta até que eu sentisse minha úvula indo de trás para frente sem parar, o que literalmente rasgou minha garganta. Depois de 67.1 eu acabei gorfando no pênis de Eren, que na verdade adorou e começou a introduzir mais violentamente até que eu comecei a asfixiar com seu pinto de cerol. Eren em um ultimo movimento preciso e forte soltou toda sua porra em minha boca. Ao mesmo tempo, dei um jeito de ligar a função de gozo artificial do vibrador angolano que gozou cerca de 2 litros de esperma no meu cu. Com essa combinação foi inevitavel, eu gozei tão forte que o gozo entrou na minha própria boca. Engoli tudo sem pestanejar e após isto, me deitei exausto no chão junto de Eren-kun uwu.

Ficamos em silêncio por alguns minutos, apenas olhando para o céu, vendo as pipas voando, abutres passando e olhando para nós até que Eren cortou o silêncio e disse:

- Armin... Eu te amo

Fiquei em silêncio por alguns segundos e respondi:

- Também te amo Eren.

Ele me puxou para um abraço apertado que durou 12 horas, pois dormimos ali mesmo.

Quando acordo percebo Levizão Banidão da ZN de SP me encarando e encarando a Eren também com um certo nojo.

- O-oi Levi ééé... que veronha...

- Mano cês treparam na laje?

- É né

- É onde eu durmo mano

- Oh, desculpa

- Desculpa o caralho seu viadinho limpa essa porra.

Quando me levanto, sinto uma dor inexplicável em meu ânus, quando viro para ver um pouco percebo que eles está prolapsado e para fora.

- Levi, não posso trabalhar meu cu saiu pra fora.

- Deixa de viadagem muleque

Levi pega uma glock e bate com a coronha no meu ânus que volta para dentro.

- Agora vai limpar seu puto.

- Mas pera Levi, que horas são?

- 22:30

- Caralho fudeu.

Pego o balde de água que Levi havia trazido e começo a passar um rodo no chão cheio de esperma falso e real também.

Depois de 12 minutos, Eren acorda e pergunta o que está acontecendo. Eu explico a ele que a gente acabou fazendo sexo na laje que o Levi dorme e ele falou pra gente limpar. Eren entende e me ajuda na limpeza. Depois de uma hora e meia deixamos a laje completamente limpa.

Percebo que por causa do horário eu deveria deixar o morro e voltar para casa. Dou um beijo em Eren e me despeço. Descendo da laje, vou para alguns metros de distância do Galpão que fica ao lado da laje, até que sinto uma presença atrás de mim. Então olho para trás e me deparo com nada. E vou para casa normalmente.

-... (Mikasa em silêncio, abalada por tudo que havia visto nas últimas horas.) 

 


Notas Finais


mama meus ovo


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