História De volta ao passado? - Capítulo 3


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Categorias Fátima Bernardes, William Bonner
Personagens Fátima Bernardes, William Bonner
Visualizações 172
Palavras 1.009
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Deixando mais um hoje porque sou boazinha.

Mentira, é porque vou ficar fora de área mesmo kkkkk

Muito feliz que vocês estão gostando. Significa muitooooo! ♥️♥️♥️

Mil vezes, Obrigada.

Capítulo 3 - Capítulo 3



POV FÁTIMA

Quando acordei de manhã percebi que dormi na casa dos meus pais. Levantei da cama da minha mãe e desci as escadas.

-Bom dia – disse ao ver os dois já tomando café.

-Bom dia filha. Dormiu bem?

-Sim pai, desculpa ter roubado sua cama.

-Imagina meu bem, sempre que precisar.

Sorri e beijei os dois e disse que ia pra casa.

Cheguei e meus filhos estavam discutindo algo.

-Bom dia. O que foi?

-Mãe você não disse que você ia anunciar sobre o fim do encontro?

-Sim, porque?

-Parece que alguém se adiantou. Só se fala disso na Internet.

-O que? Mas não tem como saberem disso.

Pensei um pouco e depois de ler os boatos na internet olhei Tulio.

-Tulio você contou pra Eduarda?

-Contei, ela é minha amiga e...

-Você não fez isso! – fiquei realmente brava – Pelo amor de Deus Tulio, nesse caso antes de ser sua amiga ela é minha funcionária. O que você estava pensando?

-Me desculpa amor.

-Não, não vou desculpar você. Você não devia ter falado nada, você não...

Fui interrompida por Maria.

-Dona Fátima, telefone. É o Boninho.

-Obrigada Tulio. Muito Obrigada.

Saí dali e atendi o Boninho que estava uma fera.

Custei a convencê-lo que foi um mal entendido.

-Tudo bem Fátima. Já que a notícia vazou, tudo bem se a Ana confirmar hoje no programa?

-Sem problemas. E realmente sinto muito isso ter acontecido. Não vai se repetir.

-Acho bom mesmo Fátima. Porque está bem difícil controlar os chefes. Eles não estão se importando em demitir. E eu não quero perder você como funcionária.

-Eu entendo. E também não quero sair.

-Pensou sobre o jornal?

-Na verdade pensei. Será que podíamos marcar uma reunião?

-Claro. Vou ver um horário e te mando.

-Tudo bem, tchau.

Subi para o meu quarto e depois de um tempo Tulio entrou me pedindo desculpas mais uma vez.

-Esquece isso Tulio.

-Fah, estou realmente arrependido. Eu não pensei direito, apenas contei. Você tem razão. Eu nunca devia ter feito isso.

Sorri e me sentei na cama.

-Você decidiu o que vai fazer?

-Sobre?

-Férias ou o jornal.

-Ah, vou voltar pro jornal, obviamente.

Tinha pensado muito e tinha decidido muitas coisas. O jornal era uma delas. 

-Imaginei. Então você vai voltar a trabalhar com ele!

-É um problema pra você?

Ele sacudiu a cabeça levemente e olhou o chão.

-Se ele conseguir você de volta vai ser.

-Isso não vai acontecer Tulio.

-Você me disse que ainda gostava dele quando começamos a sair.

-E já estamos juntos a oito meses Tulio. Talvez isso tenha mudado.

-Talvez? – ele me olhou. Fiquei sem saber o que dizer – Você tem muita coisa pra decidir, acho melhor eu voltar pra recife.

-Você vai por que quer. Lembre-se disso.

Ele foi durante a tarde. Conseguiu uma passagem. Se despediu de mim com um selinho e foi. Depois de deixar ele no aeroporto recebi uma mensagem do Boninho e fui até ele. Depois de muita conversa ele aceitou meu pedido de ter um tempo de afastamento. Cheguei em casa e encontrei as meninas esparramadas no sofá.

-Não vão sair hoje?

-Não mãe.

-Nossa, gosto disso.

-Podíamos fazer algo nós três - Bia disse.

-Tipo?

-Sei lá. Que tal irmos pra casa de praia?

-Partiu.

Era meio da semana. E a última de férias delas.

Ficamos lá até domingo a tarde.

Conversei com Tulio durante aqueles dias e foi tudo muito seco. Estávamos estranhos um com o outro.

Cheguei e ele ligou dizendo que viria ao Rio no dia seguinte e queria me ver.

Combinamos tudo e fui deitar com a cabeça a mil, afinal no outro dia daria início a última semana do encontro.

O primeiro dia foi bem difícil. Prepararam uma espécie de retrospectiva que seria passada um pouquinho em cada dia.

Eu não ia conseguir lidar com aquilo, pensava.

A noite me encontrei com Tulio. No meio do jantar perguntei se estava tudo bem. Precisava dizer minha decisão pra ele e não sei como ele ia reagir.

-Estou bem amor. Porque?

-Tulio precisamos conversar.

-Porque eu não gostei desse tom?

-E você não vai mesmo....

-Você vai terminar comigo? – o advogado me interrompeu.

-Na verdade não é bem terminar. Tulio, vou ficar dois meses fora do Brasil.

-Vai pra onde?

-Não importa. Só preciso desse tempo pra mim sabe?!

-Fátima são dois meses, porque isso?

-Porque eu preciso disso. E já decidi. Então se você quiser esperar eu fico feliz, mas se quiser dar um tempo ou terminar eu vou entender.

Ele não conseguia dizer nada. Apenas parou de comer. E cruzou os braços.

-Eu não quero terminar, mas não sei se isso vai dar certo. São dois meses Fátima.

-Então eu te procuro quando eu voltar.

-E se você não me procurar?

-Eu vou te procurar.

-Nem que seja pra terminar comigo?!

-Sim, pode ser?

-Você vai terminar comigo quando voltar - ele disse cabisbaixo e fiquei triste por estar fazendo aquilo com ele -  Eu sei disso. Melhor a gente colocar um fim agora.

-Tudo bem – concordei. Ele ficou triste e percebi que ele estava quase chorando. O abracei.

-Sinto muito. Eu preciso desse tempo. Quem sabe a gente se encontra de novo.

-Tudo bem. Eu vou ficar bem. A gente pode manter contato né?!

-Claro. Claro que sim.

Cheguei em casa aquele dia e desabei. Não pelo fim do namoro. Sim pelo fim do Encontro, minha ficha ia caindo a medida que as horas passavam e o fim se aproximava.

A semana passou arrastada. Quando finalizei o último encontro foi como se tivesse perdido uma parte de mim. Foi bem difícil me despedir daquilo. Mas já não valia mais a pena chorar. Depois da festinha de despedida que prepararam fui pra casa. A noite conversei um pouco com os meninos e Vini me levou no aeroporto.

-Tem certeza mãe? Vai conseguir ficar dois meses longe da gente?

-Tenho sim. Eu sobrevivo. E vou ligar todo dia.

-Acho bom mesmo. Vou morrer de saudades dona Fátima.

-Eu também amor. Cuida das meninas.

Me despedi e fui.

Continua...



Notas Finais


Até o próximo! 😘


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