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História De Zuada á Desejada - BTS - Kim Namjoon - Capítulo 36


Escrita por:


Notas do Autor


Capítulo novo! HEHE

A fanfic tá acabando hein, essa foi a mais longa de todas que eu já fiz e depois de um tempinho eu vou estar postando mais uma. Tenho as ideias feitas, mas indecisa em de quem postar desta vez.

Espero que gostem do capítulo '-'
Ainda não está revisado.

Capítulo 36 - "Que exemplo"


 

Conhece aquela sensação?
Aquela que faz sua mente fazer coisas por impulso sem ao menos consultar o corpo, é assim que eu estou agora e também um tanto impaciente por minha mente estar jogando coisas que provavelmente irão acontecer sim assim que eu colocar meu pé na casa de Penny.
Não sei, não sei mesmo como meu pai saiu da prisão. Ou ele fugiu ou alguém pagou a fiança dele, no que quero não acreditar.

No momento em que o carro de Jin parou em frente á minha casa, eu simplesmente gelei e desejei não estar ali. Não queria entrar. Não quero ver o meu appa de novo.

“Vai ficar tudo bem” – Max segurou minha mão, apertando-a fortemente e sorrio falso para ele criando coragem para abrir a porta do carro e entrar – “Se quiser que eu...”

“Não” – o corto rapidamente – “É melhor não” – lanço um pequeno sorriso para ele e coloco as mechas do cabelo na frente do meu rosto atrás da orelha. Suspiro passando a mão em minha coxa e abro a porta do carro, saindo lentamente e pegando a mala que S/N havia tirado do porta-malas.

“Me liga se acontecer alguma coisa” – ela segura meu rosto e assinto, logo recebendo um abraço forte e acolhedor da mais velha.

“Converso com você sobre a festa de Max” – sussurro no ouvido da mais velha, arrancando risadinhas de nós duas. Segurei firme o puxador da minha mala e pisquei para Max antes de dar as costas e caminhar até a porta e por fim, adentrar aquela casa. Fechei a porta lentamente assim que entrei e gelei o corpo ao ver as coisas caídas no chão, pisco algumas vezes e sinto minhas pernas falharem.

"Omma?" – chamo a mais velha com voz trêmula e escuto barulhos na parte de cima então decido subir as escadas lentamente.

“Não! Você não vai tocar nela!” – o grito me assustou um pouco, mas reconheci a voz sendo de minha mãe então ando até o seu quarto de onde vinha à voz.

“Ela é minha filha também” – soltei um grito fino ao ir ao encontro do chão e abro os olhos, vendo minha mãe em cima de mim que logo tratou de se levantar rapidamente me levantando junto.

"Sai daqui Yani” – a mais velha me empurrou para a escada – “Ele está bêbado" – ela segurou meus ombros fortemente, me forçando a descer as escadas e tiro seus braços de mim ficando na frente dela.

"Yani! Minha filha preferida" – meu pai abriu os braços, e cambaleou - "Cadê o meu abraço?" – sorriu maldoso e comprimi os lábios, sentindo meus olhos queimarem.

"Fica longe de mim, e da minha mãe também se não quiser voltar para a prisão” – ameacei, falando firmemente.

"Não vai dar um abraço no seu pai?” – perguntou embolado, mas deu para perceber que estava incrédulo – “Depois dele passar esse tempo todo na prisão?!" – aumentou o tom de voz e recuei para trás, ainda na frente de minha mãe.

"Que exemplo, sai da prisão e chega bêbado em casa.” – digo soltando uma risada debochada, o olhando seriamente.

"Aprendeu a responder?" – aumentou o tom de voz e acabei estremecendo – “Cadê aquela menina caladinha?" – meu appa segurou meu cabelo, e o puxou para o lado. Penny segurou a mão do mais velho e tentou-a livrar do meu cabelo enquanto eu fazia o mesmo, tentando não me entregar por inteiro á dor e medo.

"Ela morreu" – sussurro e chuto a virilha do mais velho que gritou de dor e finalmente soltando meu cabelo. Abraço minha mãe e seguro seu rosto analisando seus cortes ralos, seguro o pulso da mais velha e passo rapidamente pelo meu appa que rosnou de raiva.

"Não vai á lugar nenhum!" – escuto o grito alto vindo de minha mãe e depois um barulho de algo quebrando, viro o rosto para trás e avisto o vaso de flores quebrado e minha mãe desacordada no chão.

“Omma” – seguro o rosto da mesma tremendo os lábios pela vontade de chorar. Passo a mão pelo se cabelo, e vejo o líquido vermelho vir manchando minha mão – “Olha o que você fez!” – gritei com voz embargada e com o coração em batimentos rápidos, lágrimas descendo pelo rosto e a raiva me dominando – “Será que uma vez na vida consegue não tão idiota?!” – exclamo ficando de pé encarando meu pai com fúria, travo o maxilar e fecho o punho tão forte que sinto minhas unhas fincarem em minha pele – “Quem te tirou da cadeia? Quem foi o louco?!” – pergunto com voz fraca por conta do choro.

“Ela” – o mais velho apontou para minha mãe com o queixo, com aquele maldito sorriso maldoso que ele sempre faz. Soltei o ar que nem sabia que estava prendendo e engulo seco virando o rosto ao ver movimentos atrás de mim e vejo Penny levantar do chão com a mão na testa que continha um rastro de sangue descendo pela área.

 


Notas Finais


Gostaram?
Bomba né galera?
O que esperar do próximo capítulo?

Beijão!


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