História Dead by their secret - Capítulo 12


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Palavras 766
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), LGBT, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Acabou de sair do forno quentinho

Capítulo 12 - Todos precisam de alguém.


Lauren Thompson.

— Você quer me esconder, mas de qualquer jeito eu descubro.

— Filha... — A interrompia a todo segundo, eu estava tão nervosa.

— Pode fala a realidade, você é a garota que se envolveu com o tal James ?

— Lauren...

— E porque esse medo todo?

De repente suas palavras interrompidos começaram a se tornar um choro fino e longo.

— Mãe... — Me aproximei e nos sentamos no sofá. — Me conta, você nunca me conta nada da sua vida.

— Eu não posso. O passado fica no passado.

Lili se levantou e limpou as lagrimas.

— Que droga, inferno, eu vou descobrir, e vai ser pior pra você.

Nos ficamos em silencio assim que ouvimos o barulho da porta, Noah entrou e disse:

— Pôr que estavam brigando? Ouvi da esquina.

— Noah...

— Meu filho.
Lili o abraçou e beijou sua testa.

— Ta tudo bem? — Perguntou.

— Sim, o delegado ligou ele disse pra você ir até a delegacia.

— Pra que? Eu já não não tenho nada haver ?

— Não sei. — Eu disse — Parece que tem uma coisa que não esta resolvida.

Sai andando estressada com a situação. Era algo serio e terrível que eu descobriria, ela sabia que mais cedo ou mais tarde os seus segredos viriam a tona.

Justin O'conner.

Eu senti tanta falta do álcool em minha garganta. Meus pais viajaram então aproveitei pra beber até passar mal.

Deitado em minha cama olhando o teto eu comecei a pensar onde o Bruce estava, se ele estava morto ou estava vivo e se escondendo, ele era um porra mas foi meu amigo.

Me levantei e vesti a camisa, a bebedeira ficava pra depois, agora eu tinha algo mais importante pra você.

Peguei minha moto e dirigi até a fabrica onde fiquei "preso" com Bruce. Tudo estava um breu, passei pela cerca e me dirigi até onde ficavam as máquinas velhas.

O mato estava um pouco alto e os grilos faziam um barulho absurdo, abri o portão velho de ferro, entrei, andei por perto, no chão vi uma mancha de sangue, não acreditei que estava fazendo isso, mas passei meu dedo no sangue que estava fresco, alguém esteve aqui além de mim, talvez alguém machucado e se for o Bruce.

Andei até uma parte da fabrica onde as paredes estavam queimadas e havia muito sangue, um cheiro forte aumentava cada vez que eu me aproximava. Então me assustei quando vi um porco todo cortado  — Coitado.

O Bruce não estava ali, talvez ele tivesse tido a sorte de viver, mas aquele porco não. Sai andando mas um barulho me chamou atenção, fui andando devagar e vi alguém correndo pro lado de fora.

— Agora você foge seu filho da puta.

O desgraçado entrou no meio dos matos e sumiu me deixando curioso.

Rebecca Mors.

— Não sei porque você me chamou pra vim junto.

— Você é ótima em escolher looks maninha.

— Inclusive esse vestido é horrível.

Me olhei no espelho e percebi que ela tinha razão.

— Papai não vai gostar de você ir nessa festa.

— Você acha mesmo que eu ia perder o baile de primavera do Colégio?

— Sei não, vê se não bebe.

— Você esta parecendo o papai falando assim credo.

— Vou me atrasar tenho aula. — Jeane beijou meu rosto e saiu andando.

O baile era no sábado hoje era Quinta. Eu não tinha um par, e nem acho que teria. Noah não iria querer ele nunca gostou de bailes.

Voltei pro Colégio, tinha perdido a primeira aula, eu estava com uma dor no estômago, acho que era fome.

Comprei um lanche antes de entrar e depois fui pra aula de geografia, o professor Denis não gostou nada do meu atraso.

Eu não sei o que rolou mas apaguei na carteira e tive um sonho estranho.

— Você ainda vai ser feliz.
 

— Eu vou ser feliz com você. — Eu vou estar sempre perto de você.

— Bruce? Porque você esta se despedindo?

— Eu poderia ter sido um bom pai pro nosso filho.

Bruce foi se afastando e desaparecendo, eu tentava o segurar com os dedos, mas tudo ficava muito branco, como se ele tivesse indo pra luz .

Me levantei assustada ao ouvir o professor gritar meu nome.

— Rebecca Mors vai pra fora agora, além de chegar atrasada dorme na minha aula, faça me o favor.

Peguei minha bolsa e sai correndo, entrei no banheiro, deslizei pela parede, lagrimas tomavam conta do meu rosto, a porta se abriu e vi a garota loira que todos chamavam de sapata.

Ela se aproximou e sentou ao meu lado.

— Você não ta legal, acho que precisa de alguém.

A loira tocou minha mão e encostei a cabeça em seu colo.



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