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História Dead Dream - Capítulo 8


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Notas do Autor


Eae pessoal, to aqui com mais um capítulo, espero que gostem, boa leitura!

Capítulo 8 - Compras no Inferno


Naquele momento todos estavam dentro do caminhão, na cabine dirigindo estava Jev e ao seu lado Matt, os dois tinham as mesma preocupações em relação as garotas que estavam na traseira do caminhão, mesmo elas tendo treinado todo esse tempo, isso não garante que elas teriam coragem de puxar o gatilho, como em tudo, a primeira vez é sempre a mais difícil, sem mencionar o fato de que atirar em objetos inúteis é bem diferente que atirar nos cadáveres, a frieza na hora de puxar o gatilho era uma dúvida para eles, Jonny não tinha problema algum com isso, dizia para todos que eles não são mais humanos, e que matá-los é uma maneira de honrar a memória das pessoas que eles foram, mas será que elas conseguiriam pensar da mesma forma para conseguir puxar o gatilho quando necessário? Essa dúvida invadia a mente dos rapazes, que aparentemente estavam mais tensos que as próprias garotas, eles sabiam que se fossem sozinhos se dariam bem, mas o número de pessoas inexperientes era preocupante.

- Por que trouxe uma sniper? - Perguntou Matthew curioso encarando a arma ao lado de seu amigo.

- Sabe... Umas das únicas lojas de roupas na cidade é rodeada por prédios de três a quatro andares, então se eu ficar no terraço destes prédios poderei com a sniper cobrir uma área maior. - Disse o rapaz de olhos verdes saindo da estrada de terra entre árvores e adentrando a rodovia. - Também vai ser bom quando a Karol estiver por perto posso oferecer cobertura, entende? - Explicou Jev.

- Cara, seu avô te transformou num policial ou algo do tipo? - Questionou o mais novo retoricamente, podia não parecer mas Matt com seus 17 anos feitos em Janeiro daquele ano era mais novo que Jonathan que fará 18 anos naquele mesmo mês.

- Quase isso. - Respondeu o outro rindo fraco. - Aprendi muita coisa com jogos de FPS também! - Ria após falar, de fato não era mentira, jogos como Battlefield, Counter Strike, S.W.A.T e C.O.D, ensinavam muito sobre táticas de guerra, bastasse ter atenção em alguns detalhes e tudo se tornava simples.

- Verdade, ninguém é melhor que você nos jogos de FPS. - Comentou o moreno enquanto observava o caminho pela janela, tentando disfarçar sua preocupação, mesmo sabendo que Jev daria cobertura a todas, não conseguia evitar de se preocupar.

- Você Também está preocupado, né? - Questionou Jonathan com ar de compreensão.

- Sim, será que vai dar tudo certo? - Perguntava o rapaz com certo desconforto e pesar na voz, de fato ele estava inseguro e preocupado. - Digo... Não recebemos mensagens de parentes nenhum, menos Mary que recebeu mensagem de Karol, não faz sentido... - O jovem começou a divagar, e seu amigo que estava no volante começou a se sentir culpado, pois ele sabia o possível motivo na ausência de informações.

- Matthew... - O garoto de pele clara chamou a atenção do outro para si. - Acho que sei por que não temos respostas... - Disse com tom pesado, como se não quisesse dizer, não tinha certeza sobre isso, eram apenas rumores que sua amiga havia escutado e dito a ele.

- Por quê? Acha que eles se...

- Não, eles devem estar bem... - Impediu que seu melhor amigo tomassem em mente o pior. - Uma amiga de longe com quem tenho contato disse que parece que os militares responsáveis pelas evacuações estão pegando todos os celulares e aparelhos de comunicação dos refugiados, aparentemente eles querem achar todos que estão longe, mas o motivo ninguém sabe. - Explicou o rapaz, ele sabia que o que ele temia aconteceria.

- Então por que não vamos até eles? - Questionou o moreno sem entender, e aparentemente seu humor havia até mudado.

- Matt, pode parecer loucura o que vou dizer, mas não podemos fazer isso, se juntar a um grupo grande de pessoas é bem mais arriscado, sem falar que vão nos deixar desarmados, e se algo acontecer? - Questionou o mais velho pensando em todas as hipóteses.

- Mas o que você esta dizendo, temos que ficar com nossas famílias, quanto mais gente mais ajuda, não é? - Perguntou totalmente confuso.

- Quando se tem seres que nos caçam? juntar grandes grupos vai fazer com que os Zumbis se dirijam até onde eles estão, afinal eles podem não ser atraídos apenas por som, talvez o cheiro também seja uma forma de eles "enxergarem", temos poucas informações, por isso não acho seguro, ainda não! - Explicou com um tom lógico, e de fato fazia sentido, mas o que ele não entendia era o plano que o governo estava pensando.

- Mas...

- Eu sei que vocês querem reencontrar suas familias, mas temos que ter certeza de que é segura... - Jonny interrompeu o moreno. - Mas, se algum dia algo acontecer comigo, leve elas para lá, conto com você pra isso, você é melhor que eu em muitas coisas então vai ser fácil pra você. - Disse com tom calmo, porém sério, assim como ele, seu melhor amigo Matthew sabia de sua condição de saúde, tendo seus anos contados até no máximo 22 anos quando era mais jovem.

- Nada vai acontecer com você Jonny, eu tenho certeza disso, se não pode morrer agora, ainda nem tran... - Dizia Matt com tom irônico mas em meia verdade até ser interrompido.

- Eu já. - Disse o rapaz secamente.

- O que? - Questionou o seu amigo em total surpresa.

- Eu não sou virgem. - Respondeu o rapaz de olhos esverdeados com certo rubor em seu rosto pálido.

- Como assim? Com quem? Por que não me disse antes? - Matthew metralhou seu amigo com perguntas o que deixava o rapaz nervoso.

- Outra hora eu te conto, agora não é um bom momento. - Disse o Jevinnster.

- Vou cobrar essa história... - Disse o Autclay.

- Enfim... A cidade parece estar normal, por enquanto ta tudo vazio. - Disse o rapaz que dirigia em meio as ruas daquela cidade que mais parecia uma cidade fantasma.

- Melhor para nós! - Respondeu o moreno de cabelos cacheados.

Não demorou muito para que eles chegassem na dita loja, Jonny estacionou na frente do estabelecimento, e com calma saiu do veículo com a pistola na cintura e a sniper nas costas, caminhou até as vitrines e com cuidado olhou dentro da loja, a mesma não parecia estar com algum contaminado, mas ainda assim tudo estava muito estranho, tudo muito quieto, acompanhado de seu amigo se dirigiu a traseira do caminhão, abrindo as portas, encarando as quatro moças ali, ambas armadas com nove milímetros, já Matt era o único que estava com um dos rifles, semelhante a um Maverick.

- Matt ficará próximo a porta, vocês entram, vasculham o lugar, pegam o que precisam se for seguro, e então dêem o sinal para que eu possa chamar a princesa em apuros da Mary. - Disse Jev se referindo a Karol, a crush suprema de Mary.

- Mas e você? - Questionou Hellena com tom curioso e um pouco preocupada.

- Vou subir em um dos prédios, a sniper vai ser mais útil pra dar cobertura. - Explicou o jovem pálido.

- Quer que eu vá contigo? - Perguntou Anne se forçando a parecer preocupada.

- Não, você tem que pegar roupas pra você esqueceu? - Respondeu o Jevinnster com tom calmo e um pouco irônico, apesar de não parecer para Jonathan ver Anne vestindo algumas de suas roupas era de certa forma desconcertante.

- É verdade, sem falar que qualquer uma de nós atrapalharia ele. - Disse Mary, que parecia mais feliz que em qualquer um dos dias desde o incidente que iniciou aquela situação toda. - Aqui! - Disse a jovem enquanto descia da caçamba e entrega munições e uma granada de mão para se amigo. - Obrigado! - Agradeceu o rapaz, já que ele iria fazer mais um esforço para ajudar sua querida amiga.

Elas entraram seguindo o plano de Jonathan, Matthew por sua vez ficou mais próximo da porta, enquanto Jev após analisar todos os prédios, já se preparava para entrar na construção a frente a loja, eram uma espécie de pousada de três andares, quatro se contar com o terraço, o mais alto da rua, segurando a pistola com seu silenciador embutido invadiu o local já esperando encontrar alguns cadáveres ali mesmo na recepção. E como esperado haviam dois, que foram ao chão em questão de segundos, o garoto estava ganhando uma frieza tão grande a cada vez que apertava aquele gatilho, como se aquilo fosse algo que ele sempre fez, algo que sequer o abalava como ser humano, diferentemente de outras pessoas que no fim perdiam a coragem de atirar e fugiam. No segundo andar eram mais três, que saíram dos quartos com as portas abertas quando o para bateu com seus pés no chão, um a um também caíram.

- Não são nada, são piores que lixo, esse cadáveres não servem nem mesmo para me aquecer. - Disse o rapaz subindo as escadas quando ele sentiu algo segura do seu pé, um sorriso largo surgiu em seus lábios quando seus olhos encontraram aquele homem todo desfigurado se arrastando pelo chão segurando em seu tornozelo, o rapaz ainda saudável começou a pisar com força na cabeça daquele ser, uma, duas, três, três vezes até conseguir fazer aquele verme soltar sua perna. - Não me toque seu monte de carne podre! - Ordenou segundos antes de por uma bala na cabeça do zumbi.

O rapaz continuou subindo, sem entender o motivo ele adorava ver os mortos caindo mais umas vez, tiro após tiro, cadáver após cadáver, até que finalmente chegou ao terraço, tratou de verificar todo o local, parecia tudo limpo, então olhou envolta do perímetro, analisando onde poderiam estar os zumbis, a cidade parecia limpa demais, isso era estranho, mesmo assim Jonathan apenas ignorou seu sentimento de desconforto e se pôs então naquela posição famosa de snipers, igual nos filmes, mirando para dentro da loja, mas claramente de vez em quando desviava seu olhar para os lados, por segurança.

Enquanto isso dentro da loja as garotas acabaram se separando, Hellena e Mary, junto de Lauren foram pegar roupas normais, se focando naquelas que elas queriam mas não podiam pagar antes, sonho de toda adolescente, porém aquelas que queriam vestidos os ignoraram desta vez, na situação atual do país seria muito comum ter que correr, e com vestidos essa ação seria dificultada. Já Anne estava mais distante, também pegando roupas normais, apesar de achar as roupas de Jonny que ficavam folgadas em sua silhueta mais confortáveis não poderia usar apenas as vestes do rapaz. Não demorando muito elas haviam pego bastante coisa, pelo menos era o que as inúmeras viagens de ida e volta ao veículo aparentavam dizer, agora elas estavam na ala de roupas íntimas desta vez as quatro juntas.

- Gente, eu to com uma dúvida... - Lauren resolveu se abrir com suas mais recentes amigas sobre um assunto que a deixava desconfortável e preocupada. - Do jeito que as coisas estão... Podemos morrer antes do meu casamento. - Apesar de não aparentar as vezes, a garota de cabelos castanhos era uma daquelas moças tradicionais que sonham em casar com seu primeiro namorado e viver uma vida toda ao seu lado.

- Não sei... A situação é difícil, e dói dizer mas isso é bem provável. - Hellena disse com certa frieza, mas todas pensavam da mesma forma.

- Acho que eu vou dar pro Matt. - Sussurrou Lauren.

- Dar o quê? - Questionou Mary com tom confuso.

- Pera, vocês tão juntos a dois anos e nunca fizeram? - Questionou Anne surpresa.

- Ahh, entendi! - Finalmente a ficha de Mary caiu. - Sério? - Questionou com o mesmo tom de Anne.

- Gente para! É normal pra muitas garotas, esperar até casar apesar de não ser mais uma obrigação, tem gente que ainda pensa assim. - Comentou Hellena em defesa a sua mais nova amiga, e também a si mesma, mesmo não pensando em se casar ou coisa do tipo, a loira ainda era virgem, por opção, ainda não se sentia pronta para essas coisas.

- É isso mesmo, a gente ainda não fez nada... Mas não quero morrer sem dar isso a ele, minha virgindade pode ser o melhor presente que darei pra ele na vida. - Disse a dona de cabelos castanhos em voz baixa com certa indecisão em seu tom.

- Mas você quer? - Perguntou Hellena.

- Não sei... - Ela a respondeu demonstrando sua confusão.

- Lauren você é quem tem que decidir isso! - Apoiou Mary. - Matt te ama e ele vai entender. - Reconfortou a amiga.

- Obrigada gente. - Agradeceu pelo apoio das meninas.

- Acho melhor nos apressarmos. - Comentou Anne com certa pressa, olhando para o caminhão. - Por enquanto ta tudo tranquilo, mas até quando vai ficar assim? - Se questionou sussurrando.

Elas então se dividiram, Mary e Hellena foram pegar as suas, Anne estava ali na sessão de lingerie junto de Lauren, a segunda pegava uma preta e uma vermelha, um conjunto sexy com meia calça e tudo, e então se juntou as outras, Anne ficou ali procurando alguma que lhe interessasse. Quando encontrou uma azul e preta já se decidiu de primeira, averiguou o tamanho e percebeu ser do mesmo que o seu, ao pegar sem querer a acabou derrubando o sutiã do conjunto.

- Merda! - Praguejou. - Com essa lingerie tenho certeza que Jev será meu, eu preciso dele, questão de sobrevivência. - Ela sussurrava se sentindo segura com a distância em relação as demais.

Enquanto se agachava para pegar a peça que havia ido ao chão seu ombro se chocou com a estante, causando um ruído considerável, apesar da dor que sentiu segurou seus lábios para evitar qualquer protesto, pegou o sutiã, logo ficando ereta novamente, deu dois passos para frente, para buscar outras peças simples, como as outras garotas faziam, mas foi interrompido ao sentir algo molhado e gélido segurar em sua canela. Ela já imaginava o que seria, mas torcia para que não fosse, apressou seus passos em uma pequena corrida, tentando se livrar daquilo, mas sem sucesso, na verdade, falha crítica, por conta daquela mão a segurando ela perdeu seu equilíbrio, então desabou ao chão. Rastejou tentando fugir, mas aquela pequena mão fria se esqueirava por baixo da estante, revelando assim um corpo de uma pequena menina, devia ter seus oito anos ou menos, trajava um vestido antes amarelo, mas agora vermelho sangue, sujo, a garotinha estava sem um a braço e se arrastava atrás de sua presa.

Anne que já estava com sua mão sobre a arma em sua cintura congelou ao ver que o zumbi era apenas uma criança, ela não conseguiria atirar, nem sequer tentou pegar a arma, enquanto a memória de seu irmãozinho vinha em sua mente ela já se entregava para o pior dos destinos, Ian tinha apenas nove anos, era amoroso, carinhosos, simpático, travesso e acima de tudo, sempre via sua irmã como a garota mais linda do mundo, tinha orgulho de sua irmã e sempre dizia isso a todos.

••••••••••••• Flashback On •••••••••••••

Dois meses atrás, quando Mark, um homem com seus dezenove anos, de cabelos loiros um tanto quanto longos e lisos, alto e de rosto arredondado, parecia estar um pouco acima do peso, mas para a mais baixa isso não importava, ela sentia que não podia mais viver sem ele, naquele momento ela tinha certeza de que o amava, por isso estava o levando para sua casa, afinal o rapaz ia pedir sua mão para seus pais, coisa que nenhum outro de seus amados anteriores fizeram, ela se sentia especial, como se dessa vez fosse dar certo, e apesar de tudo ter corrido bem naquela noite, Ian, seu pequeno irmão havia ficado emburrado a noite toda, e mal olhava para a garota, que por sua vez se sentia mal, como se tivesse o ferido de alguma forma. E então antes de ele dormir ela foi em seu quarto.

- Ian... - O chamou ao vê-lo acordado, deitado na cama olhando para os quadrinhos que Jonathan havia dado a ele. O pequeno dificilmente se aproximava dos amigos da irmã mais velha, das amigas sim, mas desconfiava demais dos garotos, mas isso não se aplicava a Jonny, o pequenino adorava conversar e brincar com o rapaz quando podia, e aqueles quadrinhos era um símbolo da amizade dos dois. - Ta tudo bem? - Questionou preocupada, mesmo sem ter resposta alguma. - Ian! Eu to falando com você! - Ela falou com uma voz mais séria. - Eu vou tomar esses quadrinhos! - Ela quase gritou, mas se controlava, estava odiando ser ignorada. - Anda, fala comigo! - Pediu mas sem resposta. - Então me dá aqui essas merdas! - Tentou pegar a HQ das mãos de seu irmão, que as segurou firme, como resultado o pequeno livro animado se rasgou.

- Idiota! - Gritou o garoto, se virando para a parede, com os olhos marejados.

- Desculpa. - Pediu se sentindo culpada. - Mas se você tivesse me respondido antes isso não teria acontecido. - Comentou.

- Eu te odeio! Sai do meu quarto! - Gritou o pequeno novamente. - Você rasgou o presente do Jonny! - Resmungou sem ao menos olhar para a irmã. - Vai embora!

- Desculpa, o que foi que eu fiz para você me ignorar desse jeito? - Perguntou se sentindo ainsa pior.

- Você vai sofrer com aquele cara! Você é idota! - Finalmente o pequeno moreno se abriu.

- Você não o conhece direito! - Anne defendeu o seu amado. - Depois que o conhecer vai entender melhor! - Finalizou.

- Eu vi o jeito que ele te olha, é como os outros, diferente do Jonny, ele só quer se divertir com você, sua burra! - Explicou o menor, Ian sempre falava dos outros como se visse sua alma pelo olhar, e de fato ele conseguia ver as intensões de alguém pelos olhos.

- Não, você está enganado ele me ama! - Disse severamente. - E o Jonny é só meu amigo, ele não tem nada a ver com isso! - Completou, ela não sabia porque do garotinho ter começado a ser mais próximo de seu amigo do que dela mesma.

- Saí daqui, vai lá ser corna e tratada como uma putinh... - Antes que terminasse de falar o menino sentiu o tapa que sua irmã deu em seu rosto, levou sua mão até o local, e chorando pela dor física e sentimental, apontou para a porta. - Saí daqui agora, rasgar minha HQ não foi o suficiente, né, você não é mais minha irmã! - Ordenou o garoto, e Anne não estava em condição de negar essa ordem do pequeno, apenas saiu. - Eu só queira que você fosse amada de verdade, que fosse feliz, te proteger. - Ele disse em tom baixo, enquanto a mulher saia do cômodo.

•••••••••••• Flashback Off •••••••••••••

A Garota fechou seus olhos, chorando ao lembrar daquela cena com seu irmão, sabendo que nunca mais o veria, sentindo um misto de dor e saudade, queria apenas encontrar sua família novamente e apertar aquele garoto em seus braços, mas ela jamais seria capaz de atirar em uma criança, as outras garotas já não estavam mais naquele corredor, a única que faltava em frente ao caminhão era ela, Matt a chamava, mas ela não respondia, apenas esperava pelo ataque daquele pequeno monstro, e então...


Notas Finais


O que acharam?
O que vai acontecer com Anne?
Comentem, compartilhem e favoritem, é muito importante pra mim, obrigado por lerem!
Até o próximo!


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