História DEAD END - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 1
Palavras 599
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Misticismo, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Favor, não plagiar a história. Sua desenvoltura levou tempo e muito suor para ser feita. Tem comentários ou críticas construtivas sobre a história? Favor, me contatar.

Capítulo 2 - Senhora do Fogo


Fanfic / Fanfiction DEAD END - Capítulo 2 - Senhora do Fogo

 -Botões de asas. Vão crescer enquanto estiver aqui. Logo sairão. Vão rasgar suas costas, mas logo elas irão se curar. - Orion disse, repentinamente. Ele havia, finalmente, dominado totalmente minha língua.

 Franzi minha testa. Aquilo tudo era muito para se processar de uma vez só. Estendi minhas mãos, observando-as com atenção. Unhas longas e brilhantes haviam substituído minhas unhas normais, que antes eram curtas e roídas, devido à minha ansiedade. Estiquei minhas mãos e pude encostar nos botões de minhas asas, cujo pulsavam, meu sangue fluindo por elas pela primeira vez. 

 Meu olho esquerdo, verde-esmeralda teve um espasmo, e o mesmo aconteceu em meu olho direito, cujo tom de verde era cinzento, alguns segundos depois. O calor me atingia numa onda repentina, e chamas lambiam minha pele, dançando por ela, no entanto sem queimar-me. Orion me guiava por uma enorme passarela, de cor negra. Em alguns lugares, a pedra brilhava, em diferentes cores, enganando os olhos de qualquer um. 

 Chegando mais perto, era possível ver um portão: alto, largo e obviamente muito sólido, quase impenetrável. Era dourado, assim como meu vestido, e emitia um brilho cegante. Após uma longa caminhada até o mesmo, eu pude assimilar as informações que recebia. Finalmente, ao olhar para baixo, na ponte, pude ver espíritos, que vagueavam entre o fogo, gritando em sua tortura eterna. 

 Ao chegarmos ao portão, Orion fez sinal para que eu parasse, e assim o fiz. As portas duplas se escancararam, imediatamente. Assim, então, ambos entramos, e as portas fecharam-se ao passarmos. Pisquei meus olhos.

 Fiquei boquiaberta. Demônios de peles, cabelos e olhos de todas as cores inundavam os pátios do que parecia uma cidade medieval que tinha, apesar disso, uma grande quantidade de alta tecnologia. No local mais afastado da cidade, no alto de uma colina, se encontrava um grandessíssimo castelo, de pedras brancas polidas. Os demônios tinham formas variadas, alguns deles sendo extremamente atraentes, outros grotescos e deformados. 

 Deixei que Orion me levasse. Com frequência, criaturas esbarravam em mim, mas logo se afastavam. Quando percebi, estavamos diante ao castelo. Tentando entender a situação, direcionei minha atenção ao meu companheiro de viagem. 

 -Orion, o que há? O que fazemos aqui? - Arqueei as sombrancelhas, e deixei meu tom de dúvida transparecer em minha voz. 

 -Apenas entre. - Disse ele, enquanto os portais do castelo abriam-se, com um ranger estrondoso. 

 Orion levou-me pela mão até o que parecia ser uma sala do trono. Uma mulher de longos cabelos, pele pálida e chifres como os meus se sentava à um trono feito de crânios humanos folheados à ouro, com diamantes puramente brancos no lugar de olhos. O garoto reverenciou-a e forçou-me à fazer o mesmo. Assim que levantamos, a mulher gesticulou para que eu me aproximasse, e assim o fiz. 

 Ela se levantou do trono, graciosamente, mesmo usando uma enorme e pesada coroa, feita de ouro, e cravejada de variadas pedras preciosas. Abriu seus braços, estendendo sua capa negra, que contratava com seu longo vestido dourado, ajustado perfeitamente ao seu corpo. A mulher me parecia familiar, extremamente familiar, e issofazia meu estômago revirar de uma forma estranha. Deixei que se aproximasse. 

 -Venus, minha querida! Até que enfim, após anos tentando contatá-la, você veio. Até não lhe reconheço mais... está tão grande. - A mulher falava com sua voz aveludada, familiar e doce aos meus ouvidos. Se aproximou de mim e tocou-me o rosto - Você ficou muito bonita. 

 Apenas quando terminou sua frase, pude identificar quem se comunicava comigo. Aquela mulher, aquela... rainha, talvez, agora para mim era evidente.

 -Mãe?? - Minha voz vacilou, e larguei a mão de Orion, inconscientemente. 



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