História Dead Seoul (BTS e Monsta X) - Capítulo 7


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Categorias Bangtan Boys (BTS), Monsta X
Personagens Hyung Won, I'M, Jeon Jungkook (Jungkook), Joo Heon, Jung Hoseok (J-Hope), Ki Hyun, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Hyuk, Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Show Nu, Won Ho
Tags 2won, Apocalipse, Apocalipse Zumbi, Bangtan Boys (BTS), Gore, Hyungwonho, Jikook, Jookyun, Kihyun, Koreia, Kpop, Lemon, Monsta X, Namjin, Seoul, Showhyuk, Sope, Taehyung, Yaoi, Zombies, Zumbis
Visualizações 10
Palavras 2.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Postei essa fic no wattpad tb :)

Capítulo 7 - All in


Fanfic / Fanfiction Dead Seoul (BTS e Monsta X) - Capítulo 7 - All in

Im changkyun

 

    Não me lembro ao certo como começou essa briga idiota, mas em algum momento os dois grupinhos rivais estavam de pé xingando um ao outro enquanto meu Honey estava deitado no meu colo e ao nosso lado o Kook, que antes estava coberto de sangue, encarando as mãos, mesmo que nós o fizermos se limpar ele continuava a se encarar como se estivesse totalmente imundo, e o Hyungwon estava ao seu lado massageando seu braço para tentar acalma-lo.

— CALA A BOCA SUA VADIA ARROMBADA

    Kihyun gritou e em seguida os seis que tinham saído a mais de uma hora voltaram correndo, pareciam preocupados, mas se acalmaram quando viram que era só aqueles dois brigando um com outro. Já os vi fazendo isso antes então para mim não foi nada de mais, só que dado a situação isso deixou todos mais nervosos. Fala sério, pessoas estão atacando umas às outras fisicamente e a gente que sobreviveu estamos atacando uns aos outros verbalmente.

   

     O filho da puta do Namjoon começou a falar depois dele e do Jin terem separado aqueles dois, eles não iam se agredir fisicamente isso eu garanto, todavia eles ainda se certificaram que ninguém ia sair machucado mais.

— Olha, galera, eu sei que nós todos não somos nem de longe amigos, mas encarem as circunstancias, ninguém aqui sabe o que está acontecendo, o porquê as pessoas estarem atacando uma as outras, se isso está acontecendo só aqui em Seoul ou em toda Coreia ou até mesmo no mundo, já ligamos pra polícia, para os bombeiros, pra emergência e eles não atenderam, o que nos resta é esperar o exército ou alguma outra equipe de salvamento vir nos ajudar, mas pra isso temos que ficar juntos e depois possamos no odiar de novo ok, aposto que essas pessoas estão doentes, um tipo de raiva e logo vão melhorar

    Todos ficaram calados encarando o mais alto a nossa frente, com exceção do Yoongi que estava dentro da sala, todos realmente prestaram tenção naquilo. Até no Jin quando ele completou.

— Bom ele não ‘tá errado, vamos esperar o exército vir já que eles com certeza devem ser preparados para situações como essa, enquanto isso podemos sobreviver com a comida que tem no refeitório, nós encontramos bastante coisas lá e tudo até aqui está limpo daquelas coisas, podemos dormir em salas de aula diferentes, assim podemos ficar longe o máximo possível um dos outros até que tudo se resolva

     Todos concordaram e cada grupo entrou em alguma sala de aula, eu e Honey estávamos movendo as mesas, tentando ao máximo não fazer barulho, de forma que dê para nós quatro dormirmos, usando as mesas para colocar na porta de noite para que ninguém nem nada tente entrar aqui, e vamos usar nossas mochilas de travesseiro e nossos casacos de cobertores, espero que isso resolva. Enquanto isso o Jungkook estava em um estado meio vegetal ainda encarando as mãos e tremendo, Hyungwoon está fazendo cafune em sua cabeça e falando com ele para ele tentar se acalmar.

    O Teahyung nos contou o que ele fez e nem acreditamos no que ouvimos, mas dado ao estado que nosso amigo estava nós acabamos aceitando e indo ajuda-lo. Ele estava somente coberto de sangue quando os encontramos, mas parecia bem, depois que tudo se acalmou ele entrou em transe. Foi aí que nós o colocamos sentado na pia e o lavamos, pelos menos o que deu para lavar. Aqueles outros mataram pessoas também, entretanto não ficaram assim, nem parecem que se importavam, são mesmo uns psicopatas. Assim como o Namjoon disse, eles estão apenas doentes e vão se curar e voltarão a ser como eram antes.

 

    Não sei ao certo quanto tempo que se passou, mas foi somente quando deu 16:42 eu me lembrei que tinha um celular e olhei a hora, percebi que não almoçamos e que ficamos praticamente o dia inteiro sem comer, a adrenalina foi tanta que nos fez esquecer da fome.

— Honey vamos ir lá embaixo comer algo, aproveitamos e trazemos algo para os dois

 

   Jooheon olhou para nossos amigos e percebeu o quão mal eles estavam e concordou com a cabeça. Ele foi em direção aos dois para avisa-los da nossa saída e Hyungwon agradeceu. Tirei meu óculos e limpei meu suor da testa.

 

     Tirei meus óculos e limpei meu suor da testa. Quando saímos percebi o quão aterrorizante era aquele corredor. Parecia não ter fim, as paredes me davam a impressão de que estavam ficando cada vez mais apertadas, enquanto o caminho mais comprido. Vi de deslumbre meu amigo e percebi que ele também estava desconfortável. Peguei sua mão e a segurei, vi como a cara dele ficou surpresa e dei um sorrisinho ele se acalmar, conheço o Honey a tempo suficiente para saber que ele é super medroso, não que eu não seja, mas ele é demais mesmo.

 

    Me lembrei quando eu e nossos dois outros amigos formos dormir na casa de um deles, do Hyungwon. É uma casa bem perto da escola, mas não imaginava que era tão grande e cara como aquela, todos nós ficamos bem surpresos que nosso melhor amigo era riquinho, todavia muito felizes que teríamos uma noite divertida. Enquanto jogamos vídeo game o Kook sugeriu que brincarmos de verdade ou consequência, aceitamos e o desafio do meu Honey foi andar por toda a casa sozinho e no escuro. Depois de dez minutos e escutamos ele gritar e chorar em um lugar não muito longe, a gente riu e ajudou ele e voltar para o quarto para fazermos outra coisa, deixei ele com meu ursinho preferido de pelúcia aquele dia. Todos entenderam o quanto o Jooheon é medroso, mas mesmo com isso foi uma ótima noite, ainda zuamos ele por isso.

 

 

    Ele corou e desviou o olhar, não é a primeira vez que temos uma aproximação assim, mas ele continua tão tímido, decido falar para acalma-lo também.

   — Honey, vamos ficar assim porque andar aqui não é legal, mesmo que aqueles seis tenham dito que não tem mais mortos-vivos por aqui ainda dá muito medo

   Jooheon sorriu para mim, aquele sorriso que consigo ver suas belas covinhas e seus olhos ficam só uns pequenos traços adoráveis, às vezes sinto uma coisa dentro de mim que me dá uma grande vontade de beija-lo, outras vezes é vontade de abraça-lo, e outras de só ficar perto dele. Todavia sempre me lembro que ele é meu melhor amigo e somente isso, e que não sou gay, já gostei de meninas antes não é agora que isso vai mudar... certo?

 

 

    Enquanto descíamos as escadas de mãos dadas e sempre de alerta para qualquer ruído e para os cadáveres no chão, que é onde espero que eles continuem, pudemos escutar as vozes de Kihyun e Jimin ficando mais alta, acho que eles estão vindo para cá, provavelmente para comer também.

     Olhamos com receio um para o outro e decidimos ignorar os dois e continuar juntos de mãos dadas. Apertamos os nossos passos e chegamos até o térreo, perto da porta de saída, e vemos a mesma fechada, andamos em direção a ela devagar, mas nós afastamos quando escutamos os grunhidos vindo lá de fora, era tão alto e angustiante, parecia que havia uma feira de tortura lá fora. Percebi a cara de assustado do Honey e em suas lagrimas em seus olhos e em quanto ele estava se esforçando para mantê-las lá.

   Cheguei perto dele e o abracei dizendo:

 —Honey, estamos juntos nessa, não precisa ficar assustado agora, eu ‘to com você aqui, ok

 — Olha só os pombinhos, vocês vão querer um quarto só pra vocês fazerem filhinhos

   Escutamos a voz de Kihyun vinda de trás de nós e nos afastamos, pegamos nossas mãos de novo e fomos para o refeitório pegar o que comer. Infelizmente, ainda pudermos escutar os comentários dos dois.

 — Ei Kihyun, qual dos dois você acha que vai ter os filhinhos

 —Aposto no bebe chorão

 —Aposto no 4 olhos

 

    Andamos até o deposito que guardam comida, tentando ao máximo ignorar os dois. Vimos no refrigerador refeições prontas, decidimos pegar quatro e colocamos dois no micro-ondas enquanto os outros garotos que estavam enchendo nosso saco estavam pegando alguma besteira na despensa.

    Demorava 20 minutos para a comida esquentar devidamente então eu e Honey nos sentamos numa mesa lá perto. Nunca ficamos tão calados um com o outro, acho que com tudo que está acontecendo não dá para falarmos de coisas divertidas e legais. Entretanto Jimin e Kihyun conseguiam de boas falar merda em uma situação como essa.

    Quando nos dermos conta os dois se sentaram na nossa frente comendo uns salgadinhos e rindo. Eles estavam falando de algum jogo de basquete que passou na televisão na noite anterior, mas eu só conseguia prestar atenção no som do micro-ondas. Quando olhava pra eles percebia o sangue que estava jorrado neles, principalmente no Jimin, parece que hoje foi um dia complicado para todos nós.

 

    Estava tudo até bem tranquilo até o Kihyun começar a cagar pela boca como sempre

— Então, vocês saem vestidos de mulher ou usam em casa só um para os outros?

—Desculpa, o que?

   Os dois riram e Jimin continuou a explicar minha dúvida.

— Sabe, quando as fotos do seu amiguinho vestido de mulher naquelas poses vazaram, achei que vocês tinham ficado amigos dele porque se sentiram representados

 

    Eu iria responder, mas quando olho o Jooheon vejo ele encarar a porta de saída, olho a mesma e vejo que os mortos-vivos estão batendo nela, o som ficava mais alto. Parece que a porta não vai aguentar muito tempo.

    Aqueles dois pararam de rir e olharam para onde a gente estava vendo e perceberam que ficar na escola por muito tempo não vai ser uma das nossas opções.

—Merda a gente tem que falar isso para o Namjoon, passar essa noite aqui acho que dá mas vamos ter que sair

—Uma noite? Sair? Kihyun pra onde nós iriamos? Como sairíamos daqui?

— Não sei, porra, mas olha aquilo, vamos comer, pegar a comida para os outros e pensamos em algo

 

 

    Escutamos o apito do micro-ondas e formo ir até ele pegarmos a nossa comida e colocamos a do Hyungqon e Jungkook nela. Não era muito boa a refeição aqui da escola, mas não é como se tivéssemos escolha de algo. Começamos a comer em silêncio escutando somente os grunhidos daquelas coisas e suas batidas incessantes na porta. Os outros dois, que por incrível que pareça estavam calados também, continuavam a comer salgadinhos, castanhas, jujubas e outras coisas que acharam, o que é engraçado já que os funcionários da escola não davam quase nunca isso para a gente, aposto que eles ficavam com as coisas boas para si mesmos.

   

    Depois de uns 10 minutos escutamos Jin, Minhyuk, Wonho, Taehyung e Hoseok desceram conversando e rindo como se fosse mais um dia normal. Entretanto o som daqueles lá fora ficou muito mais alto, parecia que iam quebra-la. Aqueles seis param o que estavam fazendo e olharam para ela. Conseguimos escutar um “puta merda” do Wonho, mas aparentemente a porta vai aguentar mais um pouquinho. Logo que eles se calaram o som diminuiu, parece que são atraídos pelo som.

 

    O Jooheon que ficou calado até aquele momento virou para mim e comentou totalmente serio.

— Se lembra hoje mais cedo aquela coisa atacando a enfermeira, ele só percebeu a gente e veio na nossa direção quando fizemos barulho deixando a mochila cair

 

    Concordei com a cabeça e vi os seis se aproximando da gente enquanto Jimin e Kihyun nos encaravam.

 

— Então são doentes que conseguem escutar, grande coisa, com certeza devem ver e cheirar ... certo?

   Perguntou Minhyuk enquanto ele e seu grupinho se sentava nas mesas perto da gente. Isso foi uma das coisas mais bizarras que já aconteceu hoje, estamos todos nós sentados e conversando, de maneira séria, algo importante sem tentar atacar ninguém, não sei quanto tempo isso vai durar mas parece que algo está mudando aqui. Além de que eu e o Jooheon estamos conversando com eles sem medo.

 

— Acho que conseguem ver também, sabe eles nos seguiram por um bom tempo, agora cheirar não tenho tanta certeza.

Respondeu o Jooheon e logo depois o Taehyung falou também

—Quan-quando o Mark, virou isso, ele não estava respirando, acho que não conseguem sentir cheiro se não respiram

 

    Concordamos e ficamos em silencio por um tempo até escutarmos o apito do micro-ondas de novo. Me senti aliviado. Nos levantamos e fui pegar os dois pratos enquanto o Honey jogava os nossos que usamos no lixo e também passou na despensa e pegou algo gostoso pra gente. Andamos o mais rápido possível pra cima de novo.

   Quando estávamos chegando na sala falei para o Jooheon que isso foi extremamente estranho e ele me respondeu

— Eu estava tão nervoso, nem acredito que por alguns poucos minutos tivemos uma conversa sem ataques, nem sei como consegui pensar, eu estava tenso pela porta e eles.

  

    Entramos na sala de aula com nossos dois amigos e eles parecem que nem se mexeram em nenhum momento. Entregamos a comida para os dois e os fizermos comer, bom o kook foi mais difícil já que ele não parecia nos escutar, mas em algum momento comeu.

   Não quisermos comentar com eles sobre termos de sair daqui antes daquelas coisas começarem a entrar aqui, eles ficariam mais nervosos e isso não seria bom.

 

    Entretanto, aparentemente viver com aqueles neandertais não vai tão difícil como imaginei.



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