História Deal - Capítulo 18


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Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber
Tags Ação, Amor, Amor Possessivo, Colegial, Comedia, Criminal, Drama, Família, Justin Bieber, Romance, Tragedia
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Palavras 3.142
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Capítulo 18


Havia algo de muito errado acontecendo comigo naqueles dias. Não sei se era carma ou só o destino que estava rindo da minha cara um pouco. Se fosse isso, minha vida estava parecendo uma daquelas novelas mexicanas dignas de um Oscar.

Eu estava sentada a mesa da cozinha de meu pai, segurando minha colher com uma mão e o rosto descansando na outra. Em minha frente estava Beth e meu pai. Eles disseram que enfim iriam me contar aquele tal segredo e só com isso, a minha vontade de comer passou. Os dois exibiam sorrisos forçados e eu já estava adivinhando que a noticia não era das melhores.

Tenho certeza de que se  alguém procurasse no dicionário a palavra "apavorada", encontraria a seguinte definição: "Sherilyn Bloom".

— Então, nós temos duas notícias... — meu pai começa dando um sorriso nervoso. — Você quer qual primeiro, a boa ou a ruim?

Sempre gosto de deixar as coisas boas por último e enfrentar logo as piores, mas neste caso, eu estava curiosa demais para deixar a boa para o final.

— Pode ser a boa. — digo e remexo minha comida mais uma vez com a colher.

— Vamos mandar vovó Rose para um cruzeiro de idosos e depois para um asilo de luxo na Itália. — Beth diz e eu faço minha melhor expressão de confusa.

— Mas como? Esses dias o dinheiro dela não estava dando para pagar nem quase a conta de luz.

— Pois é. — Beth concorda — Mas lembra quando eu falei que fazia poucos meses que vovô Franklin havia falecido? — eu concordo — Então, o advogado dele ainda não tinha lido o testamento. Vovô deixou uma fortuna escondida para vovó Rose no porão da mansão de todo o dinheiro que ele ganhou no negócio da fábrica de sabonetes.

— Seu avô tinha uma fábrica de sabonetes? — pergunto surpresa e ela concorda. — Bom, então a vovó Rose se deu muito bem. — comento sorrindo e ela concorda. — E quando vão mandar ela? — questiono e os dois já se olham misteriosos.

— Isso já tem haver com a segunda notícia.  — meu pai.

— Bom, vai em frente então. — dou de ombros.

— Sheryl, você sabe que eu te amo né? — ele começa e eu engulo em seco esperando pelo resto. — Sabe que eu faria qualquer coisa pra te ver feliz, mas essa é uma oportunidade que eu não posso deixar passar.

— Qual é realmente o ponto principal da notícia?

— Eu fui promovido. — ele diz e eu franzo a testa, sentindo meus lábios se curvarem em um sorriso.

— Mas isso não é um noticia ruim. — digo feliz.

— A parte ruim é logo depois. — anuncia e eu já volto a ficar séria. — Meu cargo subiu para acessor do juiz. — o orgulho brota em meu peito. — Porém, o poder judiciário vai substituir os membros. — franzo a testa, pois não entendia muito dessas coisas e nem onde ele queria chegar com esse papo todo. — Enfim, o juiz daqui pediu uma transferência para o México, pra ficar mais perto da mulher e dos filhos, então o poder judiciário logo concedeu a mudança e vão trazer outro juiz para cá.

— E...

Ele dá um longo suspiro.

— E que a gente vai se mudar para o México. 

Eu arregalo os olhos instantaneamente e o ar quase engasga em minha garganta.

Foi isso mesmo que eu ouvi?

Céus, ele queria mesmo que eu aceitasse isso em uma boa? Porque me perdoe, mas para mim isso era o cúmulo.

Quando foi que me vida se tornou tão dramática assim?

— Filha...

— Você não pode ser acessor do outro juiz que vai chegar? — pergunto meia desesperada.

— Não, Sheryl. Eu fui escolhido para ser acessor do meretissimo Parker, tenho que acompanho-lo aonde ele for. — ele diz triste, sabe o quanto mudanças são difíceis para mim e não sei porque ele está fazendo isso comigo.

— Não pai, de jeito nenhum. Agora que eu consegui me acostumar com Atlanta, fazer novas amizades e se dar bem no colégio, você quer estragar isso de novo? — falo revoltada.

— Mas você vai ter que se acostumar com uma mudança de um jeito ou de outro. Sheryl, você já parou pra pensar que esse é o seu último ano no colégio? Daqui a alguns meses você já vai ter uma nova vida, pode ser que seja aceita no reformatório da Califórnia e mesmo que isso não aconteça, você não vai ficar para sempre em Atlanta. — ele diz sério e a realidade cai em mim como um balde de água fria. Eu me negava a encarar isso e ficar pensando no quanto minha vida mudaria novamente, pois eu definitivamente odeio qualquer alteração que aconteça dês da morte de minha mãe. Minha vida virou de cabeça para baixo, eu literalmente fiquei sem chão. Lembro de como foi difícil me acostumar com sua ausência e ainda de quebra um lugar totalmente novo, com pessoas desconhecidas.

Mas é verdade, a vida precisa dá uma sacudida e mudar algumas coisas do lugar ou tudo vai ficar do mesmo jeito para sempre. Eu deveria ser menos egoísta e mais consciente, pensar um pouco no lado do meu pai. Era realmente uma oportunidade que ele não deveria deixar passar por causa de minhas birras, mas por outro lado, eu não queria ir embora de Atlanta.

E caramba! Ir para o México era loucura. Eu definitivamente acho que a morte seria algo mais aceitável.

— Mas... Vocês já combinaram tudo sem nem mesmo me avisar? — pergunto com a voz trêmula e os olhos cheios de lágrimas.

— Não, claro que não. Como o meretissimo também vai precisar de um tempo para organizar sua ida daqui para o México, eu pedi um prazo até que você saiba o resultado do reformatório e pelo menos se forme no ensino médio.

— E se... e se eu não for aceita no reformatório? 

— Bem, se for aceita eu vou comprar um apartamento menor, mas se não, compro algo maior para que caiba nós três lá. — ele dá um meio sorriso.

— Eu preciso pensar. — falo me levantando da cadeira e indo para meu antigo quarto sendo acompanhada por olhares curiosos.

Jogo-me na cama com os braços abertos e encaro o teto, deixando as lágrimas escorrerem por meus olhos sem conseguir segura-las.

Eu sabia que haviam pessoas com problemas muito piores que os meus, mas para mim, esse era o pior problema do mundo. Não poderia simplesmente aceitar aquilo de bom grado. Poxa, eu nem sei oque eu queria realmente na minha vida. Direito era sim algo que eu queria cursar, mas não naquele reformatório, não a milhares de quilômetros de distância do meu pai. Já foi difícil demais ter que conviver com a dor da partida de minha mãe, não queria passar por isso novamente.

Mas tudo passa, Sherilyn. Lembre-se disso. O que parece enorme hoje vai parecer pequeno amanhã.

Passo a mão pelos olhos molhados  e respiro fundo. Pego o celular e disco para o número de Justin em uma vontade desesperadora, sem nem mesmo saber o porque de estar fazendo aquilo. Eu só...

Ele não atende. Tudo bem que eu só esperei três segundos mas...

— Fala. — ele atende mau humorado depois do quarto toque.

— Ah... Você vai fazer alguma coisa hoje? — pergunto a primeira coisa que vem a cabeça.

— Tô cheio de coisa pra fazer hoje, mas nem uma delas te inclui. — ele diz grosso e eu engulo em seco sentindo uma pontada no peito. — Era só isso?

Eu o odeio, definitivamente o odeio, e me odeio também por ter ligado para esse desgraçado.

— É que eu pensei que...

— Gata, entende uma coisa. A gente não é namorado pra tá grudado o tempo todo. — ele diz irônico e se antes eu já estava chorando, nossa, agora estou me desmanchando em lágrimas. — Beleza? — e com isso ele desliga na minha cara, me fazendo ter vontade de jogar o celular na parede e estraçalha-lo em milhões de pedacinhos.

Eu choro tanto que meus soluços são altos o suficiente para acordar todo o bairro, mas quem disse que eu me importo?

E todo o sentimento de angústia com desilusão se misturam em mim. E aí é que eu me toco da situação preocupante.

Eu não liguei para Justin porque queria sexo ou apenas me divertir. Eu liguei porque queria desabafar, queria contar tudo oque vem acontecendo na esperança que ele me confortasse, dissesse algo que me fizesse rir e esquecer de todos os problemas a minha volta e por fim que me dissesse que iria ficar tudo bem. Ele foi a primeira pessoa em que pensei.

Mas quem eu estou querendo enganar? Estamos falando de Justin Bieber. A única pessoa com que se importa no mundo é com ele mesmo, e me pergunto porque fui tão burra a ponto de acreditar que diante daquela casca dura ele fosse alguém diferente.

E por puro impulso eu levo a mão direita até o pescoço e arranco alguns fios de cabelo tentando controlar o nervosismo, logo sentindo uma sensação de alívio ao fazer isso.

Coloco os fios ruivos arrancados em cima da cama e logo levo a mão ao pescoço para arrancar mais quando sou impedida por um braço segurando minha mão.

— O que é isso, Sheryl? — meu pai pergunta ofegante e eu arregalo os olhos, só então percebendo que tinha deixado a porta do quarto aberta. — Você está se mutilando? — ele pergunta e vejo seus olhos se encherem de lágrimas.

Se você leva uma vida consideravelmente normal, poucas coisas que aconteceram nela te deixaram traumatizado e são seus pontos fracos. Pois bem, uma das coisas mais surpreendentes e ao mesmo tempo detestável, foi ver o meu pai chorar. Acho que isso já aconteceu com muita gente e só alguns vão me entender como essa cena é chocante. Geralmente quem chora são os filhos, ok que os pais também são seres humanos e tem sentimentos, mas ver eles chorando é algo que não se esquece tão fácil. Isso só aconteceu 2 vezes em toda minha vida, no dia do enterro de minha mãe e agora. Tudo bem que no enterro foi por algo realmente triste e deprimente. Confesso que ver o meu porto seguro, a minha fonte de proteção, que era meu pai, chorar foi uma das piores cenas de toda minha vida. Mas outra coisa é ver o seu pai chorar por algo que você mesma fez. Merda, é de fazer qualquer um se sentir um lixo, o pior ser humano do mundo e é isso que eu estou me sentindo agora.

— Calma pai... — eu grito desesperada caminhando para o outro lado do quarto.

— Por que se machucar desse jeito, minha filha? — ele pergunta se levantando da cama e coloca a mão em meu cabelo com o rosto ainda molhado.

— Me desculpa, por favor. — fecho os olhos com força e o abraço.

— Isso foi por causa da notícia? — ele pergunta com a voz abafada. — Deus, acho que isso não vai mesmo dar certo, eu...

— Pai, calma. — coloco as mãos em seu rosto. — Tá tudo bem, eu faço esse esforço por você eu só...

— Eu quero saber quando começou, por favor me conta. — ele implora e eu sinto que já está na hora de procurar ajuda por causa disso.

— Eu já tinha uma mania de ficar mechendo nos cabelos, mas quando começou mesmo foi no dia do enterro, eu estava desesperada, nervosa e todos os piores sentimentos possíveis, não sei bem como foi, mas senti um alívio grande ao fazer aquilo e agora eu não consigo mais parar. — eu choro compulsivamente quando falo em voz alta, admitindo para o meu pai e para mim mesma que preciso de ajuda.

— Me promete que não vai mais fazer isso, por favor. — as lágrimas escorrendo de seus olhos me fazem me odiar mais ainda.

— Eu prometo. — o abraço com força e ficamos os dois naquele quarto, um acalentando o outro.

[...]

No dia seguinte eu já me sinto bem melhor depois de tudo oque aconteceu e me arrumo para a escola seguindo minha rotina normalmente.

— Soube que vai para um cruzeiro de idosos. — falo para vovó Rose quando me sento na mesa para tomar café — Parabéns.

— Não vejo a hora de me livrar dessa gente chata, incluindo você. — diz provocando e eu sorrio 

— Obrigado pela parte que me toca.

— E você, vai continuar morando com o seu pai? — e dês de que conheço vovó Rose, está é a primeira vez a qual ela tenta puxar assunto comigo sem nem uma de suas afrontas. É isso mesmo? Nossa que evolução.

— Sim, quer dizer, não por muito tempo. — ela arqueia a sobrancelha me olhando confusa. — Não sabia que eles vão se mudar para o México? — ela me olha surpresa.

— Eles?

— Sim, dependendo se eu for aceita no reformatório da Califórnia, posso ir ou não com eles. — ela assente. Bebo um último gole do meu suco e jogo a bolsa sobre o ombro indo direto para o colégio.

[...]

Minha mãe era uma mulher bonita. Não estou dizendo isso só porque sou filha dela, mas a mesma era dona de uma beleza exuberante e de uma classe invejável. Herdei a junção dos dois olhos verdes dela e de meu pai e já o cabelo ruivo veio de minha avó por parte de mãe. Minha projenitora tinha os cabelos loiros puxados para um tom de laranja, era quase um ruivo, bem diferente do meu que chama atenção de longe. Era uma mulher desejada por vários homens e o meu pai teve sorte de ser justamente ele, a quem ela iria entregar o seu coração. Por eu ser bastante nova quando ainda a tinha do meu lado, não fui digna de receber muitas das suas lições, mas oque meu pai sempre diz dela, é que a mesma não admitia ser humilhada. Minha mãe preferia morrer de fome do que servir de capacho para alguma pessoa. E daí que eu sei de quem herdei todo esse orgulho, a razão pela qual estou passando bem longe do carro de Justin, que me espera em frente ao portão da escola.

O céu tinha um tom forte de laranja, mas aos poucos o sol ia baixando mais e mais anunciando a chegada da noite em Atlanta. A Duke era grande o bastante para caber muita gente, mas normalmente esse tanto de gente que cabia nela só vinha de manhã no horário das aulas. Geralmente na parte da tarde só quem fica no colégio são os alunos de natação, alguns professores e claro, eu e minhas cheerleaders.

Que notavelmente acabamos de sair do nosso treino. Algumas sujeitas do sexo feminino são bem devassas com a figura de um homem. E quando esse homem é bonito e gostoso feito Justin Bieber, aí é que os hormônios das fêmeas ficam indomesticaveis. 

Eu por outro lado, faço o maior esforço para passar despercebida e correr para bem longe desse estúpido. O que não funciona, claro.

— Sheryl... — ele pega no meu braço, mas eu me solto rapidamente.

— Me solta.

— Qual foi, tá encuzada por que? — ele franze a testa enquanto me olha de cima a baixo. Como que ele tem coragem de se fazer de cínico ainda?

— Nossa, é sério que você não sabe? — pergunto irritada e tiro sua mão de meu braço cruzando eles.

— Eu não acredito que tu tá assim por causa de ontem. — ele revira os olhos e nega com a cabeça.

— Precisava ter sido grosso daquele jeito?

— Olha, foi mal. Era isso que tu queria ouvir?

— Como se fosse adiantar de alguma coisa. — eu desvio os olhos dele.

— Tem certeza que tá toda bravinha por minha causa ou tem outro motivo? — pergunta me fazendo olhar para ele de novo.

— Não interessa.

— Qual é gata, eu sou o rei da mentira acha mesmo que eu não vou saber quando tu ta me enganando? — ele diz irônico. Eu não iria mesmo falar sobre o México a Justin. Ele não precisava saber.

— Depois da sua grosseira de ontem, eu só que eu me toquei que você não é a mesma pessoa de sempre. — tento focar o assunto somente nele, para que ele esqueça da outra parte que está me incomodando.

Eu já deveria ter colocado na cabeça que Justin sempre foi grosso e mau educado dês do dia em que o conheci, é claro que ele não iria mudar comigo de uma hora pra outra só por causa dessa merda de exclusividade. Mas as vezes eu me deixava levar pela forma que ele era legal comigo.

— Como assim?

— É só que, o mesmo cara que você é comigo, engraçado, legal e tudo mais, me faz esquecer que você também é um traficante e faz as piores coisas que se possa imaginar. — eu nego com a cabeça. — Tem muita coisa em você que me assusta.

— Tu sempre soube que eu era assim quando me conheceu.

— Eu tenho medo, Justin. — explodo. — As vezes você me olha de um jeito que eu acho que é capaz de fazer qualquer co... — ele me interrompe com uma pegada forte em meu braço. Engulo em seco e arregalo os olhos.

Olho ao redor e ainda tem algumas pessoas aqui. Se ele tentar algo eu pelo menos grito por socorro.

— Eu sou capaz de fazer e coisa. — afirma me olhando fixamente - Mas contigo é diferente.

— Será que é mesmo? — pergunto sentindo meus olhos lacrimejarem.

— Tá tudo bem por aqui, Sheryl? — uma voz familiar pergunta e logo eu e Justin olhamos para trás vendo o rosto preocupado de Debbie. Ele passa o braço ao redor do meu pescoço e encara minha amiga seriamente.

— Sim, tá tudo bem. — disfarço — Esse é Justin, meu... um amigo. — apresenta escondendo o nervosismo e vejo as bochechas de Debbie ganharem um tom vermelho.

— Prazer. — Ela diz com a voz trêmula e mesmo nervosa eu tenho vontade de rir.

— Oi. — ele diz todo antipático e eu reviro os olhos.

— Bem, eu já vou indo Sheryl. Só vim ver se tava tudo bem mesmo. — ela diz e eu concordo com a cabeça acompanhando com os olhos ela sumir de minha vista.

— Vem. — Justin me empurra para dentro do carro, mas eu saio.

— Pra onde? — franzo a testa com raiva.

— Só entra na porra do carro. — ele diz sem paciência e eu decido entrar, para o circo não ficar maior do que já está, pela cara surpresa de todos as cheerleaders que estavam tendo o prazer de nos olhar.

— Vai ter um aniversário de um amigo meu hoje. — ele se pronuncia quando da partida.

— E?

— Tu vai comigo.

— Não. Vai sozinho. A gente não é namorado pra estar grudado o tempo todo. — repito suas palavras e ele ri.

— Sheryl, colabora comigo, tu vai e pronto.

— E eu não tenho nem direito de decidir se quero ir também? — pergunto sarcástica e ele bufa.

— Caralho eu vou te levar pra um lugar de luxo, onde tem comida pra cacete, bebida de graça, minha companhia sublime e tu ainda tá reclamando? — eu juro que não queria, mas meus lábios tremem um pouco querendo formar um sorriso.

 

 



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