História Dear Angel - Capítulo 13


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Categorias Zayn Malik
Personagens Personagens Originais, Zayn Malik
Tags Dear Angel, Zayn Malik
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Palavras 2.937
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi oi gente, como cês estão?

Capítulo 13 - Who is Mike?


||Capítulo 13||

Sexta feira 28 de Fevereiro de 2014. Bournemouth, Inglaterra.

||Anna Scott POV||

 

Quando acordei, senti algo macio em baixo do meu corpo. Abri meus olhos e vi que estava deitada em cima do Zayn. Digo, meu tronco inteiro estava em cima dele. E eu o abraçava forte. Lentamente eu fui me afastando dele, e esfreguei meus olhos. Que horas são? Quanto tempo eu dormi?

Amarrei meu cabelo — ou apenas embolei, não sei — e vi no meu celular que era nove e meia da manhã. Céus, eu perdi a hora. Deixei o celular no criado mudo e voltei a me deitar, mas dessa vez, ao lado do Zayn. 

— Perdemos a hora? — Ouvi ele falar e me assustei. Jurava que ele estava dormindo ainda.

— Sim, são nove e meia. — Falei. Cocei o meu olho e senti algo estranho. Quando olhei meu dedo, o mesmo estava preto da maquiagem de ontem. Eu não acredito. Devo estar parecendo um panda. 

Zayn virou e me olhou. Ficou me encarando por um bom tempo, até sorrir.

— Você é tão linda. — Ele disse e eu ri. É claro que isso não é verdade. Meu cabelo deve estar todo bagunçado, a minha maquiagem tá toda borrada. 

— Não minta para mim. — Falei dando um empurrão nele.

— Não estou mentindo. Você é linda Anna. Até mesmo pela manhã, com o cabelo todo bagunçado. — Falou e eu sorri. Ele só pode estar bêbado ainda, ou chapado.

Droga. Agora eu me lembro de tudo. Me lembro porque não acordamos na hora, porque a minha maquiagem está borrada e porque ele dormiu aqui.

 

Quinta feira 27 de Fevereiro de 2014. Bournemouth, Inglaterra.

||Ontem||

||Anna Scott POV||

 

Vi que o Zayn estava com mais um copo de bebida na mão. Eu já perdi a conta de quantos copos de vodca/whisky/cerveja ele tomou. E foi então que um amigo dele se aproximou. Três na verdade. Todos alegres demais que nem repararam na garota esquisita e assustada ao lado do Zayn. 

— Olha quem está aqui. Malik, quanto tempo não nós vemos. — O mais alto e forte do grupo disse. Ele era careca e tinha olhos escuros demais. Olhos de um cara mal. Braços fortes e inteiramente tatuados. Eu tenho medo dele. Mas não o tipo de medo intenso que me faça levantar e sair correndo para longe dele. 

É apenas um tipo de aviso martelando na minha cabeça ''Não fale com ele. Não mexa com ele. Finja que ele não existe''.

— Pois é Mike. — O Zayn disse. Então o cara grandão e assustador se chama Mike. 

— Quem é a garota? — Mike perguntou apontando para mim. O Zayn virou para mim e depois voltou a prestar atenção no Mike e os amiguinhos dele.

— Uma garota qualquer que conheci aqui na festa. — E pelo tom de voz indiferente, e nem usando o meu nome, era melhor o Mike nem saber direito quem eu era. 

Virei o meu rosto para o Zayn tentando me esconder quando vi o Mike me encarando demais.

— Legal, então... Podemos conversar? A sós? — Mike disse e nem esperou o Zayn responder. Ele se virou saindo dali e o Zayn o seguiu sem nem me olhar ou nada disso. Ele realmente quer aparentar que mal me conhece.

Mordi os meus lábios. Que merda está acontecendo? Os dois brutamontes que estavam com o Mike sentaram ao meu lado. Cada um de um lado. E eu me senti mais tensa ainda. Um deles tentou passar a mão em mim mas eu dei um tapa nele pronta para dar um soco e chute se precisasse. E então ficamos apenas os 3 quietos esperando o Zayn e o Mike voltarem.

Vi de longe o Zayn voltar acendendo um cigarro. Eu ia levantar para pedir que ele não fizesse aquilo. Mas os brutamontes me seguraram. Encarei eles furiosas. E quando o Zayn sentou ao meu lado, ele já tinha terminado de fumar o cigarro. Que possivelmente era de maconha. Será que ele usou mais alguma coisa lá fora?

— Foi bom te ver, Zayn. — Mike deu um tapa nas costas do Zayn e levou os dois brutamontes com ele. 

— O que aconteceu? — Perguntei. 

— Nada, vamos dançar um pouco. — Ele me puxou e tocava um remix de Summertime Sadness, o que achei um tanto desnecessário. Ele puxou minha cintura delicadamente para perto dele e começamos a dançar ''sensualmente'' enquanto nos beijávamos. 

Em algumas horas — ou minutos — eu senti o Zayn começar a ficar chapado. Ele tinha bebido mais um pouco de vodca — talvez muito — e eu não podia detê-lo. Quer dizer, eu pedi para ele não beber tanto, mas o mesmo não me ouviu. 

E então, ele foi começando a ficar tonto. Dizer coisas esquisitas. Sorria até mesmo para os caras que passavam perto dele (o que seria engraçado se ele não tivesse chapado pra caralho). E eu percebi que ele ia desmaiar em breve. Ter uma possível convulsão, ou até mesmo uma overdose. 

— Zayn, cadê as chaves do seu carro? — Perguntei segurando o seu rosto e fazendo com que ele focasse apenas em mim. Dei alguns tapas, tentando ganhar o foco de seus olhos que não conseguiam focalizar em nada, pareciam perdidos.

Ele procurou no bolso do seu jeans e me entregou.

— Onde você vai? — Perguntou para mim.

Nós vamos. Você vai comigo. — Falei e o puxei para fora daquela casa. Tive um tremendo trabalho porque em cada espaço de parede vago, ele me puxava e ficava querendo me beijar. E ao mesmo tempo que eu queria muito beijá-lo, também queria ir embora daquela festa e manter ele vivo.

Encontrei o carro do Zayn e entramos. Quando coloquei a chave na ignição, me virei para ele e vi o mesmo desmaiado no banco do passageiro. Eu estava assustada, será que ele morreu? Comecei a dar tapas nele, para manter ele vivo. E aos poucos, vi os olhos dele deixando de ficar vermelhos e desfocados, para apenas cansados e com sono. Comecei a rezar para ele não ter uma overdose e morrer, reprimi uma vontade de chorar e dirigi até a minha casa.

 

Sexta feira 28 de Fevereiro de 2014. Bournemouth, Inglaterra.

||Anna Scott POV||

 

— O que você usou ontem? — Perguntei sem olhar para o rosto dele. Não quero vê-lo respondendo isso.

— Como assim? — Disse confuso. Revirei os olhos e o olhei. Ele estava todo amarrotado. E o peito dele tinha uma marca vermelha. A marca que o meu peso fez nele. 

— O que você usou ontem, quando saiu da festa por uns dez minutos ou mais com o Mike. Eu quero saber, não minta para mim Zayn. — Falei e ele fechou os olhos e abaixou a cabeça.

— Não quero contar. — Ele disse tenso. — Não, não me faça contar. Eu não quero mentir, então não me peça para contar. — Minha garganta travou. Nem respirar eu conseguia. 

— O que aconteceu lá? — Eu perguntei novamente. Cruzei as minhas pernas e o vestido subiu um pouco.

— Eu e o Mike conversamos. E eu... Eu usei algumas coisas. — Ele disse virando de lado.

— Por que fez isso? — Perguntei calma, até demais. 

— Eu... Não sei. Anna, não vamos falar sobre isso — Ele pediu levantando da cama. Ele está só de cueca. Eu não me lembro de ter tirado a roupa dele ontem. 

— Você levantou de madrugada? — Perguntei curiosa.

— Sim, eu precisei vomitar. E eu estava suando demais então tirei a minha roupa. — Ele disse e concordei com a cabeça. Fechei meus olhos e senti uma pequena pontada na cabeça.

— Vai querer comer alguma coisa? — Perguntei levantando e indo para o meu banheiro.

— Quero, se arrume. Vamos comer alguma coisa na rua. — Ele disse e balancei a cabeça concordando com a ideia. 

Fechei a porta do banheiro e parei em frente a pia. Olhei no espelho e disse o mais baixo que pude:

— Zayn Malik é um tremendo filho da puta. — Eu preciso gritar. Mas não posso. Ele vai achar que sou louca. Foda se, eu sou louca. Mas essa loucura toda é culpa dele. Eu não devia ter ido para aquela bendita festa. Deveria ter ido embora assim que ele ficou de gracinha com aquela garota loira e as amiguinhas dela.

Provavelmente eu teria tido uma boa noite se tivesse feito isso.

Resolvi tirar a minha roupa logo e tomar um banho. No espelho grande atrás da porta, eu observei o meu corpo tampado apenas por uma calcinha e um sutiã. Na minha barriga, perto da linha do meu umbigo, tinha dois cortes começando a cicatrizar. Eu realmente não tenho dó dessa parte do meu corpo. 

Em pouco tempo, irá começar o verão. E eu teria que começar a usar blusas mais abertas ou iria sofrer de calor. Suspirei profundamente. E então passei o indicador e o dedo médio por cima do meu corte. Ainda senti um pouquinho de dor. Mas nada comparado a tudo que tenho sentido ultimamente. 

Eu tenho que esquecer isso. Toda essa enorme merda que é a minha vida. Digo, ela não é uma merda de verdade. Só a parte em que aparece a minha mãe. E estamos até começando a ficar mais amigáveis uma com a outra. Então, não tenho mais motivos para fazer isso. Sorri com o meu pensamento bobo. Me virei e entrei no chuveiro me lavando rapidamente. 

Quando terminei, me enrolei na toalha e abri a porta. Mas rapidamente me lembrei que o Zayn estava ali. Coloquei apenas a cabeça para fora e iria pedir para ele sair dali que eu precisava me trocar. Mas ele não estava ali no quarto.

Deve ter ido no banheiro do andar de baixo tomar um banho ou sei lá. Dei de ombros e saí, coloquei um sutiã e calcinha rapidamente. Peguei um vestido preto e uma jaqueta. Iria vestir uma meia calça, mas desisti. Coloquei minhas botas e prendi meu cabelo em um rabo de cavalo. 

Voltei para o banheiro e coloquei a toalha no cesto de roupas sujas. Me olhei no espelho e peguei um rímel e batom na gaveta de maquiagens. Passei o rímel e em seguida o batom vinho. Coloquei uns anéis, passei um pouco de perfume e estava pronta. 

Quando saí do banheiro, o Zayn estava deitado na cama mexendo no meu celular. 

— O que está fazendo? — Perguntei.

— Jogando. Você tem uns jogos maneiro. — Franzi a testa. Não me lembro de ter jogos no meu celular. Mas resolvi deixar isso de lado e peguei minhas chaves na mesa do computador e meu óculos de sol.

— Vamos? — Falei.

— Vamos, preciso passar em casa e trocar de roupa. A menos que você não se importe de andar com um cara fedendo a cerveja e whisky barato. — Ele disse rindo e eu concordei. Sinceramente, contando que no final eu tenha uma ótima refeição, ele passar na casa dele antes não me afeta em nada. 

 

— O que vão querer? — O garçom da lanchonete em que o Zayn me trouxe perguntou. Qual o problema desse garoto em me proporcional uma alimentação de verdade? Acho que o dia em que ele me fez macarrão, foi o máximo que iria conseguir.

— Dois sanduíches, uma coca grande. E duas porções de batata frita. — Zayn disse olhando o cardápio.

— E você? — O garçom perguntou me olhando.

— O mesmo. Mas vou querer apenas uma porção de batata. — Falei. O garçom terminou de anotar e saiu levando os cardápios com ele.

— Então, você dormiu bem? — O Zayn perguntou.

Ele realmente quer falar sobre isso?

— Não muito. Um idiota que não sabe controlar a bebida e dizer não quando os amigos dele oferecem drogas atrapalhou os meus planos de passar a minha noite toda assistindo algum filme bobo na Netflix. — Falei e o mesmo riu.

— Desculpe. Não foi a minha intensão. — Ele disse, mas não sabia se estava realmente se sentindo culpado com isso.

— Tudo bem. Eu disse que ia na festa mesmo. Tive que arcar com as consequências. Enquanto umas garotas voltam grávidas de festas como essa, eu volto trazendo um idiota comigo e tenho que ser a babá dele.— Falei, e eu estava começando a ficar irritada. — De onde você conhece o Mike? Não me lembro de ter visto ele alguma vez na escola. — Falei.

— Eu conheço ele de Bradford. A minha mãe e a tia do Mike são bastante amigas. Quando a minha mãe se separou do meu pai, a tia do Mike que mora aqui, ajudou ela a conseguir um lugar. E bom, acho que o Mike deixou Bradford e voltou a morar com a tia. — Ele explicou. 

— Então o Mike é um dos caras babacas que você costumava andar em Bradford? — Eu perguntei. 

— É.— O Zayn respondeu. 

— Ele parece ser um cara durão. — Falei e então o garçom trouxe a nossa comida. Tomei um gole da coca e voltei a falar. — Você parece ter medo dele.

— Não tenho medo dele. O Mike é um babaca que se acha. 

— Se você não tem medo dele, por que fez o que ele te pediu rapidinho? E nem sequer disse o meu nome. Pensei que tinha medo dele.— Falei comendo.

— Não tenho. Eu só não queria confusão. — Disse e percebi que o assunto acabou ali.

Quando terminamos de comer, o Zayn pagou a conta e saímos para dar uma volta no centro da cidade. 

Eu me sentia bem, de certa forma. Não estava completamente feliz, como se aquele fosse o melhor dia da minha vida. Mas estava razoavelmente bem. Eu podia conversar com o Zayn normalmente, sorria algumas vezes e até dei algumas risadas quando o Zayn contava alguma piada de Toc Toc.

Demos uma volta em algumas lojas do shopping, e então fomos para a casa dele. Inicialmente, fiquei com medo de encontrar a mãe dele. Mas ela não estava ali. Acho que estava trabalhando. E então ele me levou para o seu quarto. Quando abriu a porta, vi um quarto tipicamente masculino. 

Pôster de mulheres nuas ou seminuas na parede, alguns eram de carros, bandas de rock ou de lutadores. Alguns CD's na escrivaninha — que era grande, ocupando a parede inteira que fica em frente da cama. 

Algumas roupas no chão, e só. 

— O seu quarto é mais organizado que o meu. — Falei sorrindo.

— Eu não gosto de nada espalhado. Exceto por essas roupas, eu estava atrasado. — Falou apontando para as roupas no chão que ele logo catou e levou para o banheiro do corredor. Acho que era o único banheiro da casa.

— Certo. — Falei e me sentei na ponta da cama. — Gostei dos CD's. — Apontei para a pequena pilha. E acho que a maioria, eu tinha.

— Pois é. Nosso estilo musical é bem parecido né? Admito que de início eu pensava que você fosse aquele tipo de garota que gosta de Justin Bieber. — Ele falou e eu soltei uma gargalhada.

— Acha que sou o tipo de garota que fica cantando Baby baby baby oh? — Perguntei ainda rindo.

Ele riu junto e concordou com a cabeça.

— Me surpreendi quando vi um CD do Arctic Monkeys no seu quarto. 

— Você mexeu nos meus CD's? Eu disse para não mexer em nada. — Falei surpresa e dei um tapa nele.

— Desculpa, você nunca que voltava. Fiquei curioso. — Revirei os olhos.

Levantei da cama dele e olhei os CD's, e escolhi AM. Coloquei na caixa de som dele e rapidamente, as batidas de Do I Wanna Know? acabaram com o silêncio do quarto. 

Você não tem ideia de que você é minha obsessão? Eu sonhei com você quase todas as noites essa semana Quantos segredos você consegue guardar? Porque há essa música que encontrei Que me faz pensar em você de alguma forma E eu a coloco para repetir Até eu dormir 

 

E então eu comecei a olhar as coisas em cima da escrivaninha dele. Tudo organizado, é claro. Papéis limpos empilhados no canto, alguns lápis de desenhos e uma pasta preta. Abri, e eram desenhos.  

— Queria saber desenhar — Falei olhando o caderno dele.

— Você sabe, vi no seu diário alguns rabiscos. — Ele falou.

— Você olhou o meu diário também? — Disse observando os desenhos deles. Alguns pareciam personagens de gibi, e outros eram familiares... Olhei para o braço dele e, eram as tatuagens dele. Legal, algo original.

— Olhei. — Falou sem se sentir culpado com isso. Cretino. 

— Não acredito. — Falei rindo baixinho. — Enfim, aquilo são rabiscos, alguns esboços de algo que nunca vai ser finalizado. Isso é um desenho de verdade. — Apontei para o caderno novamente. Era um par de olhos azuis meio esverdeados. Meus olhos. — São meus olhos?

— Sim. Às vezes desenho você. — Ele pegou o caderno e começou a passar as folhas me mostrando. Minha boca, olhos... E por último um desenho do meu rosto por inteiro.

— Então eu faço parte da sua lista de inspiração? — Perguntei sorrateira.

— Ultimamente você tem sido a única. — Ele falou sorrindo e eu fiquei toda boba.

— Nunca pensei que seria a inspiração de alguém um dia. — Falei pegando o livro dele e colocando de lado.

— Por que não?

— Porque eu sou diferente das outras garotas. Não me arrumo tanto como elas e nem nada disso. — Respondi observando ele. — Os garotos não me elogiam, não me chamam para sair, não ficam bobos me encarando passar por eles. Eles não me cobiçam, ao menos, os da escola.

— Você é diferente. — Ele acariciou as minhas bochechas. — E é tão linda, mais que todas as outras. — Falou beijando minha testa e depois minhas bochechas e só então juntando nossos lábios.

— E você é igual os outros garotos rebeldes. Aqueles bem badboy sabe? Mas ainda assim você consegue ser tão você, consegue ser único. — Falei. — Esse jeito, eu gosto do seu jeito. Apesar que você me tira do sério as vezes — Falei o olhando. E eu sinceramente, não sentia vergonha de dizer isso.

Eu gosto dele. E do jeito dele. 

Por que mentir?


Notas Finais


Do I Wanna Know? (caso alguém aqui não conheça esse hino) https://www.youtube.com/watch?v=bpOSxM0rNPM
Look https://www.polyvore.com/cap%C3%ADtulo_xiii_dear_angel/set?id=196139213
E aí meus anjos, o que estão achando da história até aqui? Me falem o que acham dos personagens, de como está indo o rumo da histórias, o que acham das atitudes dos personagens... Até do título se quiserem comentar, pode


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