História Dear Butcher - Mitw - Capítulo 20


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Palavras 2.291
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Bishounen, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Slash, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amores, último capítulo, irei sentir muito a falta de vocês aa

Acho que vocês não esperavam esse final, mas eu fiquei feliz por ter desenvolvido-o

Desculpa por qualquer erro que não tenha visto e boa leitura💙

Capítulo 20 - Início de Outra Vida


xX- 1 mês depois...-Xx

Nesses trinta dias que se passaram, os dois acharam que iria tudo melhorar, se iludiram, achando que o melhor remédio seria o tempo, porém acabou piorando a cada dia que se passava. Nesse momento, Mike se encontrava dando os remédios antidepressivos para o menor. Nos últimos dias, o mesmo acabou desenvolvendo várias doenças psicológicas, por conta de ser bem fraco, quando se tratava no fato de se defender.

Tentava entender o que todos viam em si, o menor não havia nada de diferente dos outros homens que eram existentes naquela enorme cidade, bom, na colocação dele era dessa forma, porém Mike não concordava com seu pensamento; O maior, de forma contrária do outro, pensava de forma mais intensa e correta. Pac não conseguia perceber suas qualidades, da forma que todos percebiam, se sentia insuficiente, só pelo modo de não conseguir se defender e acabando, se sentindo mal por isso.

Assim que Pac começou a ter esses problema psicológicos, não conseguiu mais sair de casa, muito menos, para o seu trabalho. Quem estava cuidando de tudo nos últimos dias lá na empresa, era Rafael e Felipe, já que eram os mais capacitados para exercer tal função. O maior decidiu, também, pedir licença do trabalho, por não conseguir confiar naqueles empregados, ou enfermeiros, que o menor contratava, então preferia cuidar, ele mesmo, de seu amado.

Teve alguns acontecimentos, na qual deixaram o menor traumatizado, fazendo-o nunca mais querer voltar naquela empresa, já por conta das pessoas que estavam por lá. Isso acabava cortando o coração de Mike, o mesmo, poderia fazer de tudo, para entrar no lugar de Pac, só para não poder ver o menor naquelas condições, em que se mantinha, já a bastante tempo.

- Meu amor, você se lembra da carta, que você colocou em cima da lápide de seu pai? - Mike se pronúncia, cortando o silêncio entre os dois, sentindo um impacto, a partir daquelas quatro paredes, fazendo Pac observa-lo e apenas assenti com a cabeça - Você ainda tem curiosidade de abrir aquela carta?

- Claro que eu tenho, nunca paro de pensar no que pode está escrito nela - Pac diz, demosntrando uma expressão no rosto, sorrindo no final, de modo meio forçado.

- Porém você precisa me prometer que não vai ficar assustado com o que irá ler - Mike diz, deixando o outro confuso e pensativo.

- Eu prometo - O menor pausa sua fala, pegando seu celular - Então vamos, amor!

Pac pega na mão do maior, correndo em direção ao carro, bem eufórico e ansioso. Mike acabava tropeçando algumas vezes durante o caminho, pois a velocidade em que o menor estava, era dificilmente acompanhada. Após de correrem por alguns segundos, chegaram até o automóvel, entraram no mesmo, sendo Mike, o motorista, na qual, deu partida ao carro e se dirigiu até o lugar sombrio e obscuro, que guardava diversos segredos, o cemitério.

[...]

“Todos os caminhos estão errados quando você não sabe onde chegar”

Logo chegando naquele ambiente, Pac não perde seu tempo, já indo para dentro do cemitério, andando ao lado daquelas lápides, de modo silencioso, para não “incomodar” os mortos ali existentes. Depois de pequenos passos, observando tudo que havia por ali, chegaram na lápide de seu pai, ao ver aquela caixinha, da mesma forma e do mesmo jeito que havia deixado, pegando-a com suas duas mãos.

- Eu posso ler aqui? - Pac pergunta, olhando-o, fazendo o outro assentir com a cabeça.

O menor sorri, mesmo estando com bastante medo, possibilitou-se abrir a caixa, guiando sua mão destra até a carta, pegando-a, enquanto a outra, segurava a pequena caixa. Suspirou e abriu aquele papel, havia uma escrita muito bem feita, bom, esse era seu pensamento; Não demorou muito e logo, começou a ler aquele papel, de modo nervoso e ansioso.

“Não conseguia contar isso com falas, então decidi colocar tudo nesse papel, de modo que, você compreenda tudo, sem confusão alguma. Você perdeu seu pai, ainda jovem, porém eu também perdi o meu, mas não só ele, porém, todos da minha família. Eu te entendo, entendo sua dor e 'to aqui para tentar amenizar sua dor ao máximo.

Assim como você, eu também era fraco, não conseguia me defender, mas com a morte de todos os integrantes da minha família, acabei me tornando agressivo. Por conta disso também, comecei a torturar e matar pessoas. Eu me automutilava, porém passou um certo tempo e aquilo não estava mais sendo útil; Até que assim, eu percebi que gostava de ver pessoas sofrendo, pois havia avistado em um hospital, uma mulher toda ensanguentada e gritando por conta de sua dor e aquilo me trouxe um prazer imenso, uma coisa que me assistei bem de início.

Eu odeio lhe ver sofrendo, por isso, quero lhe fazer uma proposta, espero que compreenda e aceite-a. Se eu deixei você abrir essa carta, é porque algo terrível está a acontecer. Então, Tarik, você aceita sumir desse mundo, junto comigo?E se aceitar, vamos fazer algumas loucuras juntos, em antes disso?

Acho que não preciso específicar nada, pois você entende minha 'linguagem'. Isso deve ter sido um tanto assustador para você, porém te garanto, que você não irá se arrepender de nada, caso aceitar. Nunca faria algo ruim para você, somente quero o seu bem e vou correr até o fim, para conseguir isso.

Mikhael Linnyker”

As lágrimas começavam a rolar do rosto de Pac, de modo que, seu nervismo sumisse por um momento, e a calmaria reinou em seu corpo. O mesmo ainda estava bem assustado com o que acabara de ler, porém não deixava de resitar em si, uma espontânea alegria e um sorriso logo se formou, em seus lábios, trazendo uma 'cor' para seu rosto, molhado por lágrimas.

- Assim eu não entendo seus sentimentos - Mike se pronúncia, sorrindo para o menor, se aproximando do mesmo, enxugando algumas de suas lágrimas, com seu polegar.

- Eu, não sei explicar o que sinto - Pac diz, pausadamente, com um brilho nos olhos, mesmo com lágrimas se formando constantemente, neles - Eu aceito, amor!

- Meu pequeno, então não vamos perder tempo - O maior sorri, pegando na mão do menor, dirigindo-se até o carro, em seguida.

[...]

“Você se foi, mas continua comigo”

Já saindo do automóvel, com faca e arma em mãos, adentraram a residência, atacando todos os funcionários daquela mansão, não deixando escapar nem um. Sangue se espalhava pelas paredes brancas e chão de madeira, que decoravam o ambiente daquela casa; Gritos acabaram virando melodia, naquele cenário de destruição que ambos, prepararam e formaram.

Parecia mais um teatro, cheio de sangue falso e manequins jogados pelo chão, todos estraçalhados, porém tudo aquilo era o que aqueles dois garotos, fizeram. A calmaria, agora, se fez presente naquele ambiente, que antes parecia mesmo, um apocalipse. Só era audível, os passos lentos que os mesmos davam, no chão de madeira ensopado por sangue, fazendo um caminho único - sem volta -, ao lado de cada corpo, que se mantinha jogado em algum canto da mansão.

Seguiram seus passos, que se mantinham cada vez mais lentos, até a parte de trás da mansão, onde havia uma floresta totalmente fechada, que parecia mesmo, sem fim; Mike ficou sem entender, porém o menor apenas pega em seu braço, entrando ali dentro. O maior estava achando perigoso, pois haviam animais estranhos, plantas venenosas e buracos pelo único caminho que havia para passar ali.

Por todo o percurso, Mike não resitou em nada, só acompanhou o outro, para algum lugar - que, não sabia qual -, porém confiando no menor, em todo momento. Já estava avista, o final daquela floresta sombria, logo apressam os passos, querendo chegar logo ao local. Chegando no ambiente, o maior se impressiona com o lugar: Um gramado totalmente perfeito, com uma mesa logo ao centro e algumas decorações logo acima.

- Que lugar lindo, amor - Mike diz, com seus olhos brilhando para o local, observando coisa por coisa.

- Agora podemos aproveitar bastante - O menor sorri, se aproximando do outro, selando os lábios alheios.

O selo acabou se estendendo, por um beijo de língua, fazendo o maior juntar os corpos, que estavam cobertos por sangue, sentindo como se estivessem colados um ao outro com aquele líquido vermelho, já secando por toda a extensão de suas peles. As mãos do maior, passavam livremente pelo corpo do outro, que arfava as vezes, por conta dos leves toques, que recebia do mesmo.

O menor acaba perdendo a única sanidade, que ainda tinha, por consequência, jogando o outro na grama, subindo em cima do mesmo, passando a beijar seu pescoço, deixando chupões e marcas bem fortes - até porque, não iriam fazer aquilo nunca mais e precisavam aproveitar ao máximo -. Descendo seus beijos, parou na barra de sua calça, já desabotuando-a, retirando ela, junto da box.

- Essa visão é a melhor que já tive até hoje - Pac diz, sorrindo, olhando fixamente para o membro do maior, já ereto.

Não demorando muito, abocanha aquele membro, colocando o que podia, enquanto a outra parte - na qual, não entrava em sua boca -, masturbava com sua mão destra. O maior gemia constantemente, perdendo o controle de seu corpo, por consequência, ficando com cada vez mais prazer e luxúria, fazendo aquilo ser uma melodia, para os ouvidos alheio, que sentia o seu membro, pulsar dentro de seus vestimentas.

O maior inverte as posições, em antes de chegar em seu limite, agora, ficando por cima do outro, assim, colocando ele de quatro, logo a sua frente, tirando todas suas roupas, jogando por algum local dali. Logo dá tapas seguidos, nas nádegas do mesmo, fazendo-o gemer um pouco de dor, até o local, ficar bem vermelho, em seguida, sem aviso algum, penetra-o, fazendo o mesmo soltar um grito fino, arqueando suas costas.

- Se acalma, já irá passar, meu amor - Mike diz, sem tirar um minuto, seu sorriso psicopatico do rosto, mordendo as costas do outro, em forma de luxúria.

O outro não diz nada, apenas acompanha as estocadas, que começaram de forma lenta. Todavia elas foram se estendendo com o tempo, tornando-as cada vez mais rápidas e fortes. Pac gemia auto, quando o maior alcançava seu ponto de prazer, fazendo aquilo se tornar perfeito para ambos. O silêncio do local, trazia uma sensação interna maravilhosa, que jamais sentiram; Os únicos barulhos que eram audíveis naquele local, era os gemidos constantes dos mesmos e dos corpos se chocando rapidamente. Assim, foi se estendendo por um bom tempo, até chegarem em seus limites; O menor na grama que havia no local em que estavam e o maior, dentro do outro.

- Você realmente deseja isso, amor? - Mike já diz, vestido a sua roupa, como o outro, pegando sua faca, em seguida.

- Eu acho que nunca tive tanta certeza - Pac diz, de modo sereno, sem reação alguma em seu rosto, pois o que ele mais queria, era aquilo mesmo.

Um sorriso se forma sobre os lábios de Mike, no início, tinha medo de matar o outro que se mantinha a sua frente, porém agora, era diferente, pois faria o mesmo consigo em seguida e não guardaria recentemento algum sobre tal acontecido. O maior se ajoelha, ficando de frente para Pac, que estava sentado sobre a grama baixa do local, mira sua faca, levando-a para trás com suas mãos, sem enrolar muito, pegando impulso com o objeto afiado em suas mãos, indo em direção ao mesmo, enfiando-a dentro do corpo do tal.

Pac grita por conta da dor impactante que sentiu, começando a tossir de modo que, sangue escorrece de sua boca, até seu corpo - já contendo, sangue seco, dos minutos anteriores que passaram -. Mike fica meio receoso com aquilo, por isso, já foi indo fazer o mesmo consigo, porém quando estava pegando impulso, para enfiar-te a faca, sente sua psicopatia voltando, então se levanta, fazendo o outro ficar sem entender.

- Desculpa meu amor, porém eu ainda preciso perder minha sede em antes de morrer - O maior diz, pegando sua arma, mirando-a sobre a cabeça de Pac, já atirando no mesmo, deixando-o totalmente inconsciente.

Mike deixa deslizar, pelo seu rosto, lágrimas pesadas. A imagem de seu amado, estirado ao chão, todo ensanguentado, não era uma coisa boa de se ver, não para este. Se lamentando pela morte de seu pequeno, logo ouve barulhos de cirenes se aproximando, já se preparava, mirando sua arma para o único caminho - na qual, ele achava -, que havia para aquele local aconchegante e calmo.

Depois de longos minutos, já sentindo seu braço com uma certa dor, por conta de está naquela posição a um tempo mediano, aparece um policial, na qual já ia atirando no mesmo, porém logo o tal atira antes, fazendo um barulho enorme, atraindo outros, não sendo um desafio para ele, que reproduz o que fez com o primeiro, com os outros que apareciam.

O que o mesmo não esperava, era que havia, também, um caminho por trás de si, onde um polícial, conseguiu ter acesso, chegando de modo silencioso, fazendo o maior nem perceber sua presença, sem pressa, pega sua pistola, mira em sua cabeça, apertando o gatulho, escutando um estalo bem forte. Mike estava sem reação, só sabia que não podia fazer nada, fechou seus olhos, sentindo a bala rasgar sua cabeça, logo em seguida, caindo, já inconsciente, em cima de seu amado.

Agora poderia se concluir que os dois, estavam bem feliz, juntos, começando uma nova vida, em outro mundo. Isso era o que os dois queriam e pensavam, porém iria ser um grande mistério para todos e aquela pergunta iria repercurtir para todos daquela cidade e mundo: “Para onde eles foram?”, essa é uma dúvida, que ninguém sabe responder, a não ser, os mortos.


Notas Finais


- Primeiramente quero agradecer por todos que apoiaram essa fanfic, obrigada por estarem comigo nesse tempo todo.

- Obrigada por todos, pois conheci pessoas incríveis e irei leva-las para sempre.

- Quero agradecer também, pelos múltiplos elogios, realmente eu me senti envergonhada:''')

- Agradecida pelas ajudas com os capítulos, realmente me ajudaram bastante.

- Esse não será o fim, eu irei publicar daqui a uma semana, uma one shot de Cellps, então fiquem ligados lala.

Até qualquer dia amores❤


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