História Dear Destiny: onde mora o coração? - clace - Capítulo 6


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Categorias Histórias Originais, Shadowhunters
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Clary Fairchild (Clary Fray), Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Jocelyn Fairchild, Magnus Bane, Personagens Originais, Raphael Santiago, Sebastian Verlac (Jonathan Christopher Morgenstern), Simon Lewis, Valentim Morgenstern
Visualizações 132
Palavras 1.489
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi oi gente

Capítulo 6 - Primeira noite no bar


" Querido destino, minha cabeça esta confusa com as informações. Jace sabe de coisas que não quer me contar. Sei que não posso confiar em estranhos mas algo em Jace me faz sentir protegida do perigo. Talvez seja aquele chapéu horroroso que ele usa, que espanta as assombrações."

- Que tédio! - Reclamo sozinha no quarto.

São 10 horas da noite e praticamente todo mundo foi dormir. Viro de lado na cama bufando. Na cidade a essa hora eu estava me arrumando pra sair e agora estou enrolando meu cabelo no dedo sem nada pra fazer.

- já chega! Vou fazer um lanche. - Pulo da cama e saiu do quarto. Desço até a cozinha escura e abro a geladeira. - Eu poderia fazer um sanduíche mas só tem queijo e ovo aqui dentro.

- Vocês da cidade são tão estranhos. - Dou um pulo com a voz na escuridão.

- Ai meu deus! - me viro procurado o interruptor.

- Todos falam sozinhos ou é só você?- a cozinha se ilumina e vejo a garota de cabelos negros e olhos gentis encostada ao lado do interruptor.

- Eu diria que é uma caractestica minha - Falo cruzando os braços. - O que faz aqui?...lily?

- Izzy. - Ela corrige. - Só vim beber uma água.

- Com essa roupa?- olho sua calça jeans, botas de cowboy, camisa xadrez clarinha, seus cabelos estão presos em duas tranças ao lado do rosto.

- Não. Eu vou sair. - Diz indo ate a geladeira que deixei aberta. - Seu pai pediu pra cuidar de você mas me pareceu que você não quer ajuda. - Ela pega uma jarra de agua e despeja no copo.

- Acho que não preciso de babá. - bufo enquanto ela bebe a água.

- Não..- izzy caminha ate a pia deixando o copo e depois fecha a geladeira. - Você ja esta grandinha pra isso...eu ia oferecer minha amizade mas..

- Sua amizade?- solto uma risada. - Eu tenho amigos. - falo com desdém.

-Tem mesmo?- ela levanta a sobrancelha. - Que engraçado...eu não vê.

- Eles...eles..- reviro os olhos. - Eu tenho um melhor amigo..mas ele esta na cidade. O resto das pessoas são apenas...companheiros de balada.

- Eu sinto muito. - diz ela.

- Por que? - levanto o olhar.

- É triste não ter com quem vc pode contar...bem, eu estou indo. - ela vai em direção a porta. - Boa noite, senhorita clarissa.

- Meu nome é Clary. Só quem me chama de clarissa é meu pai. - reviro os olhos.

- Esta bem. - Vejo ela segurar a risada.

-Espera! Disse que ia sair?- ela assenti. - pra onde?

- Tem um bar cidade. - explica. - O pessoal da nossa idade geralmente vão pra lá.

- Eu ouvi bar?! Ah, meus deus! Com bebida alcoólica?- pergunto animada.

- É o que um bar vende, não?- ela franze a testa

- Pelo anjo! izzy, você caiu do céu. - levanto a mão por alto. - Eu preciso encher a cara. Me arrumo em cinco minutos e a gente vai !- falo quase saindo correndo.

- Ta bom - escuto ela rir.

Minutos depois desço com meu cabelo preso em um rabo de cavalo. Ele esta ondulado e natural o que o faz ficar rebelde mas um peteado simples resolve. Coloquei minha saia de couro preta e uma faixa tomara que caia com brilho prateado. Coloquei um bota de salto fino que vai ate o meu joelho e uma bolsinha prateada.

-Meu deus. - exclama izzy quando apareço. - Você esta parecendo uma striper

- Eu sei - dou um sorriso indo ate ela. - o que esta esperando? Vamos!

- Que raziel me ajude. - diz ela indo ate a porta.

Após uns 20 minutos seguindo de carro pela estrada, finalmente a cidade aparece. É pequena e bem tipica do interior, com mercearias e lojas pequenas. Izzy para em uma rua escura e vejo ao final uma luz fraca em um estabelecimento.

Descemos do carro e a sigo até o bar. Ela passa pela por de madeira e quando entro quase caiu pra trás. Para todo lado pessoa com calça jeans, bota, blusas xadrez e chapeu. O bar é de madeira com decoração country. Vejo todos os olhos se virarem pra mim pois sou a única vestida diferente.

- Ai..credo..- murmuro.

- Bem vinda ao bar da aline. - diz izzy - Eu avisei que ia chamar a atenção de todos.

- Pelo anjo..to me sentindo em uma festa a fantasia com tema rural. - izzy solta uma risada.

- Você é tão doida - ela segura a minha mão. - Vem, vamo pro bar.

- Preciso de álcool - coramingo decepcionada.

Duas horas depois, estou com mais um copo de vodka na mão, dançando com um caipira gato que insisti em pegar na minha bunda. Coloco a mão o seu ombro e viro mais um gole da bebida.

- Você é tão gata - ele diz beijando meu pescoço.

- Eu vou pegar mais uma bebida - Falo cansando do papo dele.

- Esperai gracinha. - o empurro e olho ao redor procurando izzy.

Vejo ela sentada em uma mesinha e percebo seus olhos vidrados em mim. Eles estão um pouco arregalados parecendo assustada. Sinto a mão do garoto em minha bunda e o empurro de novo.

- Você é muito chato. - reclamo

- Eu vou te mostrar - ele solta um risada e me puxa contra ele.

- Não to afim - respondo com um sorrisinho. Ele agarra minha bunda. Levo minha mão ao seu peito e ele sorri satisfeito. - Você gosta?

- Sim, gatinha. - Dou um sorriso cruel.

- Então faz miau, babaca! - Fecho o polegar e o indicador em seu mamilo e o torço com força.

- Aii!! - ele exclama se afastando. - Você vai ver!!

- Acho melhor não tocar nela. - dou um pulo com a voz vindo atrás de mim e bato em um peitoral forte.

- Herondale? - o cara me olha - Também está de olho na novata?

- Não chega perto dela ! - Sinto uma mão forte no meu pulso - Vem, clary!

- Espera ai !- ele me puxa em direção a saída.

- Vamos para casa! - Ele diz bravo

- hey! - Reclamo. Ele passa pelo balcão do bar, viro o resto de bebida e coloco o copo na madeira. - Onde você..

Quando percebo, estamos do lado de fora na noite fria. Ele para e me olha irritado. Seus olhos passam dos meus pés subindo pelo meu corpo. Minha pele se arrepia com o frio. Geralmente quando saiu não sinto frio mas essa porcaria de interior tem as noites mais frias que na cidade.

- Onde estava com a cabeça quando saiu com esse pedaço de pano?- Vejo seus olhos em chamas.

- Ué..eu estava querendo beber e dançar. - Falo

- Aqui não é a cidade! As coisas funcionam de outro jeito. - Ele solta um suspiro. - Você é carne nova, clary... os caras daqui só querem te pegar! A cidade é pequena e as pessoas todas se conhecem.

-E qual o problema deles querer me pegar?- pergunto

-Clary, você..- Ele solta um grunhido quando estremeço com o vento frio. - Vem aqui!

Ele me puxa de novo ate uma caminhonete prata. Jace abre a porta e a começa remexer la dentro.

- Qual seu problema?- pergunto - Não tem motivo pra se irritar !!

- Não tenho?! Não tenho?!! - ele quase grita. - Esta vestida com um roupa que se agachar no um pouco, eu vejo...não importa o que eu vejo! Tem pessoas aqui que não são confiáveis. Não saia mais assim para sua propria segurança. - Ele trava a mandíbula. - Tem homens que não se pode confiar.

- E em você, eu posso?- pergunto quando ele tira uma manta do banco e passa ela pelos meus ombroa me cobrindo.

-Eu nunca faria nada para machucar uma mulher. - Afirma com sinceridade.

- Esta dizendo que é pra ficar confiar em você e não nos outros que querem me levar pra cama?- ele solta um suspiro.

- Estou dizendo que se quiser, pode confiar em mim...eu posso te proteger desses abutres e eu nunca..- ele fala com se sentisse nojo. - Nunca obrigaria a uma garota fazer algo que não deseja...

- Você sabe de alguma coisa ?- pergunto vendo que tem algo a mais por trás de suas palavras.

-Eu sei de muitas coisas, ja não posso dizer o mesmo de você. - Ele olha por cima do meu ombro.

- falei pra alec onde esta o outro carro. Vamos para casa?- pergunta izzy se aproximando.

- Vamos..a noite acabou por hoje - diz ele apontando o carro e entro rápido. Hoje a noite não foi o que esperava.



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