História Dear Dom - Capítulo 1


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Personagens Originais
Tags Bts, Daddy Kink, Dom, Jungkook, Sub
Visualizações 130
Palavras 2.663
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem❤

Capítulo 1 - 1


Arrumei o laço vermelho em meu cabelo.

Ele combinava perfeitamente com a minha coleira nova.

Meu Dom havia me dado ela faziam dois dias, ela era de um couro tingido de vermelho sangue.

Ela fazia uma marquinha bonita em meu pescoço, o peso do couro em volta dele era bom.
Me fazia lembrar do meu Owner a todo o segundo.

Meu Dom é muito ocupado, ele cuida de criancinhas durante o dia e a noite volta para a nossa casa pra cuidar de mim.

Por isso eu sou uma boa garota pra ele, meu Dom merece uma little obediente.

Porém existem dias em que tudo o que eu mais quero no final da noite é sentir o peso de sua palma em contato com a pele do meu bumbum.

E eu sei que ele também gosta disso.

Eu podia sentir o cheiro bom de comida que a empregada nova fazia.

Papai nunca deixava elas ficarem muito tempo por causa da ahjumma que trabalhava aqui quando eu vim morar com ele.

Ela achou que ele estava sendo mau comigo e chamou a Polícia.

Foi um dia agitado.

Ele não é nem um pouco mau, só quando não me deixa comer doces, ou não me deixa brincar ou ver televisão a noite.

Fora isso ele é muito bonzinho.

Papai contrata as ahjummas para passarem o dia comigo e fazerem a comida, eu disse pra ele que não me importo e que eu sei cozinhar mas ele não gosta de me deixar sozinha na cozinha.

Ele também não me fala o nome das ahjummas, ele diz que eu não preciso saber, já que é falta de respeito chamar alguém mais velho pelo nome.

Ainda falta um pouco para o meu Dom chegar, ele gosta que eu ja tenha jantado quando ele chega em casa, ja que ele quase sempre come antes de vir.

Ele diz que se alimenta bem, mas eu sei que ele não come todos os vegetais e legumes que manda eu comer.

Eu desço as escadas quase correndo e acabo me repreendendo por isso.

Daddy sempre diz que eu posso me machucar se correr na escada.

Sigo para a cozinha caminhando bem mais devagar sentindo o cheirinho bom fazer meu estômago roncar.

Sentei em silêncio, eu não devo atrapalhar nem incomodar a ahjumma.

Ela estava distraída, cantarolava uma musiquinha e acabou levando um susto quando me notou ali na mesa.

-meu Deus criança!- ela colocou a mão no peito e eu segurei uma risadinha.

-desculpe- pedi brincando com os dedos e ela respirou fundo sorrindo logo em seguida.

-tudo bem... Está com fome? O senhor Jeon já vai chegar, quer esperar?- ela perguntou e meu estômago roncou bem na hora.

Mas eu não foquei nessa parte, minha atenção ficou onde ela disse " o senhor Jeon já vai chegar".

Essa é a melhor hora do dia.

Abri a boca para responder mas me conti ao ouvir o barulho das chaves- provavelmente do carro- serem largadas na mesinha perto da porta.

O Daddy chegou.

Olhei para a ahjumma que sorriu e sibilou um " vai lá" apontando com a cabeça para a porta.

Eu senti meu coração mais acelerado, sempre ficava muito feliz depois de passar tantas horas sem meu Dom.

Eu levantei da cadeira não evitando fazer um certo barulho com a mesma e andei em passos rápidos até a sala.

Meu Daddy estava tirando as coisas do bolso quando me notou chegando e abriu aquele sorriso tão lindo.

Fui até ele e passei os braços por seu pescoço e colei nossos corpos o máximo que eu consegui.

-oh meu amor- senti ele me abraçar de volta com força.- como foi o seu dia, anjo?

-fiquei entediada e com saudade de você Dada- respondi e senti um bico se formando em meus lábios involuntariamente.

A ahjumma é legal mas ela não me da carinho como o Dada faz quando está em casa.

-eu também fiquei com saudades bebê.- ele me da um beijo na testa e separa nosso abraço.

Eu queria mais.

-chegou bem na hora senhor Jeon- ele sorri educado para a mulher.

-eu já comi, muito obrigado- ele me encarou e me puxou para nos manter abraçados.- você está com cara de quem ainda não comeu- falou em um tom de falsa repreensão.

-eu já estava indo... O senhor poderia me dar comida não é?- perguntei esperançosa e nós começamos a andar para a cozinha.

-claro anjo.

Ele senta e me coloca no colo dele.

Ele tira meus cabelos dos ombros os colocando para trás e aproveita para ajeitar minha coleira.

-ela ficou linda não é papai?- perguntei e toquei o pequeno coração que tinha pendurado.

-ficou perfeita em você meu bebê.- deixou um beijinho em meus lábios e logo se ajeitou para me dar comida.

Ele sempre me fazia comer os legumes antes e escondia os vegetais no meio da comida para ser mais fácil.

Não consegui comer todo o prato que a ahjumma fez, e meu daddy entendeu quando eu deitei a cabeça no vão do seu pescoço.

-satisfeita?- ele perguntou e eu só consegui soltar um suspiro.

Nada como comida.

Ele riu e me apertou mais, ele estava com os olhos meio caídos e soltou um bocejo.

-você parece cansadinho papai- toquei seu rosto e ele balançou a cabeça negando.

-Só tive um dia cheio.

-as criancinhas não foram boas com o senhor?

Ele negou.

-O problema não são as criancinhas amor... São os pais.

-como assim?

Ele suspira.

-coisa de adulto.

-mas eu sou adulta Dada.- inflei as bochechas

-então não precisa mais de colo e nem que te de comida na boca.- rebateu com calma e ameaçou me tirar do seu colo.

-NAO!  Eu sou só um bebê ainda papai- me aninhei mais em seu colo e senti ele começar a fazer um carinho gostoso em minha cabeça.

-eu já vou senhor Jeon, até amanhã- a ahjumma apareceu na cozinha novamente.

-tudo bem, até amanha- ele respondeu.

-tchau criança- ela disse e eu acenei.

-vá em segurança ahjumma.- ela concordou sorrindo. -Ahjumma!- chamei.

-ne.

-ainda tem aquele sorvete que você me deu depois do almoço?- perguntei quase dando pulinhos no colo do Daddy.

Ela apontou para a geladeira.

-tudo ali- acenou e se foi.

Tem. Sorvete. Na. Geladeira.

-Dada eu quero- pedi me sentando de frente no colo dele fazendo minha carinha mais fofa.

Ele não tinha como resistir, definitivamente iria me dar o sorvete.

-não.

Curto e grosso.

-mas... Mas... Por favorzinho papai- pedi e comecei a distribuir beijinhos em seu rosto.

-você ja tomou sorvete hoje, agora não.

Esperei alguns segundos.

-agora ja posso?

-não.

-Daddy- manhei.

-eu já disse que não- segurou minha cintura com firmeza e encarou meus olhos.

Deixei os ombros caírem e abaixei a cabeça.

-ne.

-vá escovar os dentes- mandou e eu levantei de seu colo.

"Eu ja disse que não" saí da cozinha e subi as escadas imitando a sua fala baixinho até chegar no banheiro.

-blá blá blá eu ainda vou comprar um montão de sorvete e não vou dar pro Dada- resmunguei e coloquei a escova na boca começando a escovar meus dentes.

Depois que eles já estavam bem limpinhos eu saí do banheiro e vi a luz do nosso quarto acesa.

Cheguei lá e vi meu Dom tirando a camisa que usava.

Jungkookie ficava tão lindo vestido daquele jeito pra trabalhar... Pena que só as criancinhas podiam ver ele assim o dia inteiro.

-eu vou tomar um banho rapidinho- ele avisou e passou por mim mas eu segurei sua mão. - o que foi?

-o senhor não me deu nenhum beijinho de verdade depois que chegou- olhei para baixo e senti ele chegar mais perto.

-você está com saudade de ganhar beijinhos bebê?- perguntou e eu assenti.

Jungkookie puxa minha cintura para ele e acaricia minha bochecha antes de colar nossos lábios com calma.

Eu amo esses beijinhos do daddy.

Ele explora a minha boca lentamente, brincando com a minha língua e sugando a mesma.

Seus dentes mordem de leve meu lábio inferior e aos poucos ele vai terminando nosso beijo.

Fico alguns segundos ainda de olhos fechados sentindo o torpor aos poucos ir embora e quando os abro vejo que ele me encarava de volta com os lábios vermelhor.

-o daddy me ama?- perguntei e ele mordeu o próprio lábio antes de concordar.

-o daddy te ama muito.

Lhe roubei mais um selinho e ele fingiu indignação.

Meu daddy também gosta de brincar.

-quando eu sair do banho você vai ver heim mocinha- me "avisou".

Eu ri sozinha no quarto e suspirei ao ouvir o barulho do chuveiro sendo ligado.

O daddy está no banho... A ahjumma ja foi... Eu estou sozinha... E a geladeira também...

Eu juro que não sei como aconteceu.

Mas em muito pouco tempo eu já estava sentada na bancada da cozinha me lambuzando com o sorvete de leite condensado.

Por que doces são taaaaao gostosos?

-anjo?- ouvi meu Dada me chamar no andar de cima e meu coração parou por alguns segundos.

Pulei para fora da bancada e fechei o pote de qualquer jeito e o coloque o de volta na geladeira.

Minha colher foi arremeçada para a pia e o primeiro pano que eu vi usei pars limpar minhas mãos e rosto que estavam melecados.

Por alguma ajuda divina minha roupa não estava suja.

Meu Dom nunca descobriria.

Subi as escadas- tomando cuidado- e quando cheguei na porta do quarto ele secava os cabelos.

-sim Dada?

-onde estava?

-fui beber água.

Ele me encarou por alguns segundos e eu tentei dar meu melhor sorriso.

Ele andou até mim e segurou meu rosto nas mãos se aproximando mais e mais.

Achei que ele me beijaria mas ao invés disso ele passou a língua no canto da minha boca.

-hmm... Leite condensado.

Engoli em seco.

-papai eu posso explicar.

-então me explique o que é isso, mas você sabe que mentir é pior.- ele disse e lentamente desceu uma das mãos de meu rosto para o meu pescoço pressionando encima da minha coleira.

-eu só queria sorvete Daddy...

-e o que eu tinha dito?- perguntou e eu não respondi, estava envergonhada.- o que eu tinha dito s/n?- perguntou mais firme.

-que não.

-exato.

Ele solta meu pescoço e eu olho para o chão.

Ele fecha a porta e me conduz até o meio do quarto.

-tira a roupa.- manda e para atrás de mim.

Eu puxo meu vestido para cima o passando pelos braços e cabeça, por fim o tirando.

Suspiro e abaixo minha calcinha também e como não estava de sutiã, fiquei completamente nua.

Ele caminha em volta de mim me olhando de cima a baixo sem deixar transparecer emoção nenhuma.

Meu Dada sabia se conter.

Ele sai do quarto sem falar nada e me deixa ali de pé e nua.

Não ouso me mover, eu ja havia o desobedecido uma vez essa noite.

Ele não demora muito para voltar, deve ter ido no meu quarto de brinquedos.

Ouvi a porta se fechar novamente e logo ele está na minha frente.

-você sabe o que fez?

-sim senhor- respondi.

-olhe para mim quando estiver falando.- repreendeu e eu levantei a cabeça.

Vi duas cordas um tanto grandes em suas mãos, uma parecia ser de algodão e a outra parecia pinicar só de olhar... Juta talvez?

-você sabe o que fez?

-eu fui desobediente com o senhor, mestre.

Ele assentiu.

-exatamente, é isso que boas garotas fazem?- perguntou e eu senti outro bico se formar.

-não senhor.

-você sabe que eu fico decepcionado quando isso acontece não é?

-sei, sim senhor.

Eu não gosto de decepcionar meu Dada.

-Pelo menos você sabe que foi errado- ele larga a corda piniquenta- na cama, de joelhos.- manda e eu vou no mesmo instante.

Fico de joelhos no meio da cama e espero seu próximo comando.

Jungkook vem até mim e faz sinal para eu colocar meus braços para frente.

Ele começa amarrando meus pulsos dando os nós, aos poucos vai prendendo meus braços até chegar aos ombros.

Estava apertado mas eu gostava assim, as marquinhas ficariam por mais tempo.

Ele caminha pelo quarto e qua do para a minha frente está segurando a guia de minha coleira.

Ele a prende e então enrola a mesma nas mãos.

-você gosta de fazer as coisas escondida?- perguntou provocativo.

Eu nego com a cabeça.

-não senhor.

Ele passa a língua pelos lábios e solta a guia.

Vejo Daddy Jungkook apertar a própria ereção por cima da calça antes de retirar a mesma.

-você gosta de leite condensado não é?

Tentei olhar em seus olhos mas os meus ficaram presos em sua ereção.

De repente minha boca salivava de vontade de tê-lo.

-eu gosto senhor.

Meu Dom gosta de ser chamado de senhor, ele gosta de se sentir superior.

-eu vou te dar algo muito parecido com isso, só não prometo ser doce.

Ele abaixa a cueca e volta a pegar a guia.

Ele usa a mesma para me puxar para frente com uma mão e com a outra segura o próprio falo.

Ele passa a cabecinha pelos meus labios lambuzando os mesmos c um pouco do pré gozo.

Abro a boca pronto para recebe-lo mas ele se afasta.

Passo a língua pelos lábios sentindo o gosto agridoce.

-você gosta disso não é?- assenti- minha putinha gosta de chupar meu pau- apertou meu pescoço novamente e disse, eu me remexi na cama apertando minhas pernas uma na outra.

Ele sobe as mãos e segura minhas bochechas com firmeza me fazendo manter a boca aberta.

-mas isso não é para o seu agrado, é para o meu.- ele não espera nem mais um minuto e seu membro está dentro de minha boca entrando e saindo com rapidez.

Meu Dom ja havia me ensinado a fazer isso, eu precisava me lembrar de manter a respiração constante e pus a língua no céu da boca para evitar a sensação desconfortável.

Ele segurava minha guia enrolada em sua mão e mordia o lábio inferior me olhando de cima, vendo meus lábios acomodarem seu pênis de forma tão acolhedora.

Se meu Dom achava que só ele estava se agradando disso ele se enganou.

Ele gostava que eu o encarasse o tempo inteiro e eu amava ver suas reações.

Dar prazer a ele é extremamente prazeroso.

Os gemidos baixos começam a sair de seus labios e eu sinto cada vez mais o gosto salgado em minha boca.

Sinto também um pouco de saliva misturada com pré gozo escorrerem pelo canto de minha boca mas não tenho como limpar estando com os braços imobilizados.

Ele solta um gemido mais alto e é quando eu abaixo a língua lhe dando acesso a minha garganta.

-isso s/n deixa o daddy foder a  sua boca- gemo junto com ele causando vibrações em seu membro.

Sinto meus olhos lacrimejarem ao que ele começa a foder minha garganta.

De vez em quando o barulho de eu me engasgando era ouvido e ele diminuía o ritmo.

Até que ele pareceu perder o pouco controle que tinha no momento e estocou firme contra minha boca duas, três, quatro vezes até eu sentir os jatos quentes descendo por minha garganta e ouvir seu gemido arrastado.

Ele tira o pênis devagar de minha boca e eu aproveito para chupar os resquícios de gozo que ainda tinha ali.

Quando ele está completamente fora de minha boca um pequeno fio de saliva escorre novamente e dessa vez ele limpa com a ponta dos dedos logo os colocando em minha boca.

Sigo chupando devagar ainda o encarando.

Minha mandíbula doia e eu tinha a certeza que estaria rouca amanhã.

-você tem uma boquinha muito gostosa meu bem.

Ele me da um selinho rápido e então me joga na cama deitada de barriga para baixo por cima de meus braços ainda amarrados.

Separa minhas pernas e empina minha bunda.

Gemi ao sentir suas mãos apertando minhas nádegas com vontade.

Ele esfrega a cabecinha de seu membro em minha entrada que a essa hora pulsava por tê-lo ali.

Eu queria tanto o sentir deslizando para dentro de mim e me fodendo forte.

-Daddy...

-você me quer não é?

-eu quero daddy.

-e o quanto você quer amor?- perguntou forçando só a cabecinha para dentro de mim e logo tirando, me fazendo gemer frustrada.

-muito Daddy... Por favor!- Choraminguei e então senti ele segurar a guia com mais violência e me puxar com minha bunda de encontro com seu membro novamente ereto.

Ele se esfregou ali me fazendo gemer mais necessitada e então se debrussou sobre meu corpo deixando os labios perto de meu ouvido.

-acontece, que você não tem querer.

Me virou novamente e rapidamente desfez os nós dos meus braços e retirou minha guia.

-Dada- Choraminguei mais uma vez, estava excitada, mas ele pareceu nem notar.

Andou pelo quarto com calma recolhendo as coisas.

-eu preciso trabalhar um pouco, você vai tomar um banho e dormir. Sem reclamar.

-Dada?

-sem Dada pra você hoje, e está de castigo, sem doces por duas semanas para aprender a me respeitar quando digo não.

Ele saiu do quarto e me deixou la, nua, com a boca doendo, excitada, e ainda por cima, de castigo.

Pensando melhor, meu Dom é muito mau.

(Continua?)





Notas Finais


___________________________________

Oiee, esse é o primeiro Cap de Dear Dom.


Espero que vocês tenham gostado, qualquer dúvida podem perguntar.


Quero pedir para vocês manterem a mente aberta no decorrer dessa fic.


~Vi


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