História Dear Dom - Capítulo 4


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Personagens Originais
Tags Bts, Daddy Kink, Dom, Jungkook, Sub
Visualizações 33
Palavras 1.430
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - 3 parte 2


"-O SENHOR ME PROMETEU UM ANO ATRÁS QUE QUANDO EU NAO AGUENTASSE MAIS, SE EU DISSESSE MINHA PALAVRA O SENHOR IRIA PARAR, E EU PROMETI QUE IRIA USAR ELA QUANDO NÃO AGUENTASSE MAIS...então por favor Dada... Roxo."


Fiquei encarando a porta por alguns minutos, não conseguia ouvir nenhum ruído vindo de dentro do quarto.


Eu sabia que meu Dada estava encostado na porta, mas ele ainda não abriu pra mim.


-Jungkookie- Choraminguei uma última vez e quando vi que ele não abriria funguei secando minhas lágrimas.


Eu sou uma menina grande, posso dormir sozinha.


Voltei para o nosso quarto e deitei na cama abraçando o travesseiro do dada, tinha o cheirinho dele.


Fechei os olhos e senti mais lagrimas vindo, amanhã provavelmente aquela garota ainda estaria aqui em casa e ela continuaria fazendo meu Dom não gostar mais de mim.


Comecei a soluçar, não sabia que estava chorando tão forte, minha cabeça doía.


De repente o quarto se iluminou e logo a cama afundou atrás de mim.


Me virei o mais rápido que pude a joguei meus braços por cima de meu dada o apertando contra mim.


-oh meu bebê- ele me balançava.


Não consegui responder nada, apenas chorei abraçada em meu Dom sentindo ele acariciar meus cabelos e minhas costas com carinho.


Ele soltou um ofego ao passar as mãos no meio de minhas costas.


-você... O que está acontecendo com você, meu bem?- perguntou com a voz afetada.


Neguei com a cabeça, ele não acreditaria em mim mesmo.


-eu preciso saber, só assim eu posso te ajudar...


-Não é nada, senhor- me surpreendi ao que minha voz não falhou, mas estava baixa.


-amor, olha pra mim, sou eu o seu  Jungkook! Você tem que me contar o que está acontecendo!- segurou meu rosto me fazendo o encarar.


Eu conhecia aquele olhar, era o olhar que ele me dava quando não tinha seu lado dominador presente.


Eramos só Jungkook e eu.


Lembrei de tudo o que a "unnie" tinha dito ao longo daqueles dias... Muita coisa fazia sentido.


Por que Jungkook escolheu logo ela?


-Por que ela?


-o que?


-a governanta, por que ela?


Jungkook franziu o cenho, tudo isso ainda era ciumes da governanta?


-ela precisava de dinheiro e eu precisava de outra pessoa pra trabalhar aqui!


-mas eu gostava da ultima ahjumma! Por que teve que trazer aquela garota pra perto de mim?


- você sabe o porque de eu fazer isso.


Senti seu olhar irritado sobre mim.


Sim eu sabia, mas nunca havia sido como dessa vez.


Sentei na cama e fui acompanhada por Jungkook.


-você conhece ela? De verdade?


-anjo...-suspirou, estava se controlando- ela é uma boa garota, dê uma chance a ela, ela realmente precisa desse emprego.


"NAO ELA QUER TE TIRAR DE MIM"


Fechei os olhos com força.


-não me deixa sozinha com ela, dada- pedi baixinho e Jungkook suspirou me abraçando novamente.


-você está muito carente e enciumada ultimamente sabia?


Não é ciúmes, carência talvez ja que eu não tenho tido meu dada corretamente nos últimos dias... Mas definitivamente não é ciúmes.


-o senhor não me respondeu.


Olhei para baixo, esperando sua resposta.


-eu preciso trabalhar amor.


Meu lábio inferior tremeu mas eu assenti.


Talvez eu precise aguentar ela por um tempo, ela não ficaria pra sempre afinal.


Espero que ela se canse logo do que está fazendo.


Me aconcheguei em Jungkook aproveitando que, por aquela noite ele estaria comigo.


Segui chorando baixinho e tendo os cabelos acariciados com carinho.


Meu dada achava que eu só estava carente...


Caí no sono em algum momento e quando acordei Jungkook ja não estava mais na cama.


Pov. Jungkook.


Ela não descansou a noite inteira, seu corpo tremia como se tivesse tido apenas pesadelos, mas não eram fortes o suficiente para a acordarem.


Quando ouvi sua palavra do outro lado da porta, não posso negar que meu coração se apertou.


Não gosto de punições psicológicas. Elas machucam mais que as físicas as vezes... Mas eu não podia usar minha força com ela mais uma vez e também não podia a deixar impune.


É obvio que eu estranhei o comportamento dela, sempre foi tão doce e educada com todos, e então começou a tratar mal a governanta nova.


Isso não era do feitio da minha bebê, mas as reclamações se tornaram tão frequentes que eu comecei a me sentir mal pela garota.


Era uma boa garota.


"Você conhece ela? De verdade?"


A vozinha de minha bebê ecoou em minha mente.


"Não me deixa sozinha com ela Dada"


Alguma coisa estava errada e eu iria descobrir, ja que ela não queria me falar, eu não posso obriga-la a isso então teria que dar um jeito de saber por mim mesmo.


{°°}


Acordei e me arrumei rapidamente, tinha um dia cheio no hospital e planejava vir em casa ao meio dia dar comida para minha bebê.


Pude sentir os ossos das costas dela saltados ontem, isso indica que ela perdeu mais peso ainda.


Fui para a cozinha e a moça ja estava la terminando de colocar o café na mesa.


-bom dia senhor Jeon- desejou sorrindo.


-bom dia!


Sentei e ela veio direto colocar café em minha xícara.


Bebi o primeiro gole e sorri.


-exatamente como eu gosto, orbigado.


-Não por isso... Posso fazer varias coisas do jeito que você gosta... Senhor Jeon.


A encarei pelo canto dos olhos franzindo o cenho pela quantidade de malícia presente em seu tom de voz e em sua fala.


Eu a conheço? De verdade?


Pigarriei e me levantei.


-estou atrasado... Tome conta dela- disse e prestei atenção em seu sorriso que até então não me pareceu tão falso como agora.


-é claro.


Assenti, peguei minhas coisas e saí de casa.


Não houve um só minuto em que eu não pensasse em minha bebê em casa.


Seu pedido para não ficar sozinha com a empregada era o que me intrigava bastante.


Quando deu meio dia eu praticamente voei até em casa, não coloquei o carro pra dentro pois não tinha muito tempo.


Cheguei perto da porta e antes mesmo de abrir a mesma eu ouvi barulho de algo caindo no chão e quebrando.


Abri a porta de cenho feanzido mas atento a tudo.


-OLHA O QUE VOCÊ FEZ SUA ESTÚPIDA!! O QUE ESTÁ TENTANDO FAZER?- meu corpo se tensionou ao ouvir os gritos da governanta ecoando pela casa.


-U-unnie eu estava só tentando fazer Lamén, e-estou com fome.


-fome? Gorda desse jeito ainda pensa em comer e pra ajudar quebrou a porcaria do prato! Seu querido Jeon vai saber disso! Que você ficou tão irritada por eu não ter feito o almoço que você queria que quebrou um prato.


-m-mas e-eu n..


-FODA-SE SE VOCÊ FEZ OU NAO!


O soluço que eu ouvi a seguir foi a gota d'agua.


Estava realmente chocado com o que tinha acabado de presenciar.


Mas agora essa garota me paga.


Andei em passos pesados até onde elas estavam podendo ver o olhar assustado das duas.


-m-me desculpa dada e-eu não q-queria- ela olha em volta vendo os cacos e eu sinto meu peito se apertar.


Tudo o que eu precisava fazer era proteger minha pequena, mas trouxe um monstro pra dentro de casa.


-calma meu anjo- disse sereno olhando para si.


-senhor Jeon...-ouvi a voz da garota e senti meu sangue ferver.


Eu não posso bater nela por ela ser uma mulher, mas minha vontade é exatamente essa.


-você- eu disse me aproximando- você vai pagar por isso- eu agarrei seus braços com força os apertando e ela gemeu de dor.


-a-ai!


-CALA A BOCA! VOCÊ VAI SAIR DESSA CASA E NUNCA MAIS VOLTAR AQUI, VAI FAZER ISSO GRATA POR EU NAO ESPANCAR MULHERES, SEU LIXO- joguei a garota no chão com força.


-Jungkook eu posso explicar.


-ENTÃO EXPLICA PORRA!
Você mentiu esse tempo todo, você fez ela perder peso, você me fez ficar longe dela... Lixo é pouco pra você, sai da minha casa AGORA.


Eu vejo a garota se levantar e andar até a porta assustada.


Respirei fundo e tomei coragem para encarar minha garota.


Ela ainda estava no meio daqueles cacos, estava apoiada na bancada.


Eu via as lagrimas escorrendo por seus olhos e me senti o pior tipo de homem do mundo.


-m-meu anjo eu... Me desculpe- senti que iria chorar.


Eu não ligo, não me importo.


Ela me encarou e se segurou com mais força.


-dada...- eu vi seu corpo frágil pender para frente e corri para a segurar antes que caísse no chão.


Minha pequena estava desacordada em meus braços tão leve quanto uma pena e a culpa era minha.


(Continua?)



Notas Finais


Ela foi embora gente, podem largar as armas.
Espero que tenham gostado.
Até mais❤
~Vi


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