História Dear Enemy - Capítulo 4


Escrita por: e BecHoney

Postado
Categorias Bella Thorne, Justin Bieber
Personagens Bella Thorne, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Bella Thorne, Brigas, Criminal, Dear Enemy, Drama, Evangeline, Gangster, Justin Bieber, Máfia, Policial, Ryan Butler
Visualizações 31
Palavras 2.332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E voltamos graças ao bom Deus
Boa leitura!

Capítulo 4 - Fase Um: Luta Corporal


Fanfic / Fanfiction Dear Enemy - Capítulo 4 - Fase Um: Luta Corporal

Justin Bieber

Seu jeito era intrigante, o mistério que a envolvia era mais ainda. Não era um pressentimento ruim, algo em Evangeline chamava minha atenção. Eu estava curioso, era isso. Queria ver até onde isso iria, e se fosse longe demais, se acontecesse algo, eu dava um jeito.

Sempre dava.

— Isso é loucura… — murmurava Ryan, passando as mãos pelo cabelo e andando de um lado para o outro. Sua desconfiança já estava me dando nos nervos. Evangeline já tinha ido embora, e ainda estávamos discutindo no escritório sobre ela e as fases que ela teria que fazer.

— Os outros estão de acordo. Aceita que dói menos. — disse, dando um sorriso sarcástico em sua direção.

— Gente, eu não tô entendendo vocês, que apesar de saberem do quão suspeita ela está sendo, conseguem aceitar isso numa boa. — ele continuava repetindo a mesma lorota de sempre, nada mudava.

— Ela pode ter mudado de ideia, não me parece suspeita. — Charles diz. — Qual é cara, aposto que você só tá enciumadinho porque ela terminou com você, supera.

— Ótimo. — Butler continuou. — Só eu estou percebendo o que aquela vadia quer. Ela abandonou a todos, lembram disso?

Ele estava exasperado, isso estava estampado em sua cara.

— Vida que segue, caro amigo. — disse Christian, dando de ombros.

— É, cara. Estamos na melhor agora, tem tudo do bom e do melhor. Ela não é párea para nós, se ela tentar qualquer coisa é só matar ela, pronto. — disse descontraído, em minha cadeira de couro.

— Você está muito confiante, vai acabar tropeçando e caindo do penhasco. Eu a conheço melhor do que ninguém aqui. — sua fala foi rápida.

— Chega, mano. A gente veio aqui para discutir sobre outras coisas, e não sobre Evangeline “ser uma completa vadia que está tramando algo terrível”. — falei, fazendo aspas com os dedos.

Mas, que ela é uma puta de uma gostosa, ela é. — Gritou meu subconsciente.

— Tudo bem. — disse Butler, se rendendo.

— A primeira fase vai ser luta corporal. — indaguei, já tendo algo em mente. Eu iria fazer ela com Ryan, ele tem um ódio mortal de Evangeline, e iria pegar pesado. — E ela vai lutar com Butler. — ele me olhou com os olhos arregalados, sei que ansiava por algo do tipo.

— Ela não vai conseguir, o Ryan a odeia, vai acabar a matando. — disse Chris, com um sorriso malicioso e enfatizando o óbvio.

Ela irá ter que empenhar-se para entrar.

— Por isso mesmo. — disse, entediado — O Butler é um ótimo lutador e ainda tem raiva dela, caso ela conseguir passar dele, já prova grande parte de seu potencial.

Eu queria que ela conseguisse, apesar de estar dificultando tanto. Ryan é um dos melhores lutadores da equipe, ótimo em campo — quase no meu nível, eu diria. Se ela conseguisse vencer James, o resto seria moleza.

— Acho que seria uma boa ideia, deixá-la lutar comigo... — disse Ryan, se manifestando sobre isso.

— Decidido? — questionei, olhando para todos, que assentiram. — Ótimo. Amanhã ela tem duas fases e depois de amanhã mais duas. Depois da luta corporal, ela terá que mostrar que tem mira; tanto para lançar facas e dar tiros a distância. — estava apenas ressaltando o óbvio que eles sabiam. — Christian, você pode cuidar dos alvos? Quero que ela aproveite para eliminar uns caras que estão achando que mandam aqui. Já sabe quem são, correto?

— Roger e Phillip? — concordo. — Certo, já irei cuidar disso. — ele disse e levantou-se para fazer sua parte.

— Depois de amanhã, são as fases mais simples. Ela terá que mostrar que sabe alguma coisa sobre hackear e como seduzir um cara. — pode parecer algo bobo, mas às vezes, uma mulher na equipe fazia uma falta tremenda, esses caras nunca desconfiam delas, não podem ver um par de peitos que já estão atrás.

Algo me diz que Evangeline sabe muito sobre a “arte da sedução”.

(...)

Suspirei.

Afastei-me da mesa de armas ao ver que Evangeline aproximava-se aos poucos com uma mochila nas costas. Seu cabelo estava preso, sua cara limpa bem branca por sinal. O que me deixou intrigado foi sua roupa, mas relevei já que ela não sabia que hoje seria a primeira fase que no caso é “luta corporal”. Sua roupa consistia em um vestido preto com botões que ia até metade de suas coxas, uma meia calça arrastão, e uma bota preta que ia acima de seu joelho. Ela extremamente sexy, porra.

Após parar à minha frente, ela abriu um sorriso sarcástico, ao ver que todos a olhavam.

— Então, quando começamos, chefinho? — debochou.

Lambi meus lábios, olhando-a.

— Aliás, qual será a fase de hoje? — continuou, jogando a mochila no chão.

— Luta corporal. — respondi.

— E cadê a outra que irá lutar comigo? — ri fraco.

— Não irá ser outra… Butler será seu componente nessa fase. — olhou-me assustada, mas sua expressão voltou ao normal. — Você terá que vencê-lo para passar para a próxima.

Evangeline olhou para os lados, parecia estar pensando.

— Certo, irei me trocar. — pegou a mochila. — Onde fica o banheiro?

— Final do corredor. — e saiu pisando fundo.

Será uma grande luta pelo visto.

Depois de alguns minutos ela voltou ainda mais sexy. Ela sabe que vai lutar daqui a pouco? Com um short absolutamente curto branco e uma blusa minúscula listrada azul e branca, ela vai para o meio do lugar, enquanto esperava Butler que até agora não chegou aqui.

— Cadê o panaca do Ryan? — questionou, fazendo uns aquecimentos.

Espero que tenha um hospital muito bom para ela ir e cuidar de seus possíveis hematomas, que logo terá pelo corpo.

— Saudades de mim, amor? — e ele acabou de chegar, largando a mochila ao meu lado.

— Sério? Saudade eu tenho é de dar na tua cara escrota, isso sim. — mostrou o dedo do meio, rindo.

— Vamos ver quem é o escroto aqui, quando você estiver no chão agonizando de dor, pela surra que tu vai levar de mim, otária. — puxou seu cabelo, e nem por isso ela se abalou.

— Veremos, docinho. — socou seu saco.

Isso vai dar merda.

CHEGA! — berrei, fazendo-os se afastarem. — Certo, a luta vai ter algumas regras…

— Qual foi, Drew? — Butler interrompeu-me.

— Sem puxões de cabelos, socos no saco e tentativa de morte. — virei-me para Ryan. — Escutou?

Ambos concordaram.

— E caso ele seguir as regras, posso revidar, correto? — Evangeline pergunta.

— Com maior prazer. — me afastei.

Andei até a parede, e virei-me na direção deles, que se olhavam com ódio, e dei o sinal para eles começarem.

O primeiro a dar um soco foi Ryan, a garota imediatamente foi de encontro ao chão murmurando alguns palavrões.

Evangeline Parker

Respirei fundo.

Quem ri por último ri melhor, certo?

Ryan com toda certeza não iria pegar leve comigo, ele está com raiva de mim e iria fazer de tudo para me ver acabada. Mas, não será hoje. Revidei com um chute em seu joelho e ao vê-lo no chão, soquei seu rosto, até o mesmo estar completamente deitado ao mercê de meus socos. Subo em cima dele, socando apenas em seu nariz diversas vezes, até ver o sangue escorrendo até sua boca.

Dou um sorriso.

Sinto sua mão em meu pescoço, sufocando-me aos poucos e assim que ele consegue me tirar de cima, Ryan começa a bater minha cabeça no chão constantemente. Minha visão fica turva por um segundo. Chutei seu abdômen, o afastando de mim, levantei-me depressa ao ver que ele também se levantou. Sou recebida com socos no rosto, me fazendo andar para trás, em busca de ver algo.

Butler segurou meu cabelo o puxando para baixo e seu joelho veio de encontro ao meu rosto, sendo nocauteado ao mesmo tempo que recebi socos na cabeça.

Se é para esquecer das regras, vamos esquecer.

Dou três socos em seu pau, fazendo-o cair no chão. Aproveito a deixa, e comecei a chutá-lo nas costas, pernas e cabeça, assim como ele fez comigo. Dispersa das coisas que fazia, ele puxa minha perna, e cai de cara no chão. Sinto chutes sendo distribuídos em meu corpo, e sinto-me fraca.

Não irei desistir, não agora, não com ele fazendo isso comigo.

Desgraçado… — murmurei baixo.

Tento levantar, mas ele não para de me chutar. Virei o rosto para o lado, e essa foi a minha pior decisão; um de seus chutes e direcionado a meu pescoço, e logo sinto o gosto de sangue na boca. Ele não parava de chutar meu abdômen, já começava a sentir a falta de ar. Ryan socou meu ouvido duas vezes e ouço apenas zumbidos, fico desnorteada, ameaçando a cair de vez no chão. Ergui-me do chão e cuspi em seu pé.

— Ryan chega, ela já está acabada… — era Justin?

— Não!

Meu cabelo é puxado de forma bruta e tento respirar. Sou erguida por seus braços, mas logo sou largada caindo que nem bosta no chão, fazendo um grande barulho.

— Ryan para, porra! — tenho certeza que agora é Christian.

Porra. Merda, mil vezes merda.

Sua mão enrola meu cabelo e minha cabeça é feita de bola, já que estava recebendo chutes e mais chutes. Tonta, me sinto tonta, minha vista embaça. Tento respirar. Agoniada com o nó que vai se formando aos poucos no pescoço, seguro sua mão, tentando puxar do meu cabelo.

Só ganha quem estiver caído no chão. Eu tenho que deixá-lo no chão.

Fecho meus olhos, fingindo um desmaio. Escuto vozes próximas, e Ryan se afastando. Entre-abro um olho e o vejo de costas, levantei-me com muito esforço, respirando fundo. Pulei em suas costas, rodeando meu braço em seu pescoço, forçando-o para baixo e apertando com extrema força. Tento a todo custo fazer um mata-leão decente a ponto de fazê-lo desmaiar logo, estou quase sem forças nenhuma.

É ele ou eu.

Assim que consigo fazê-lo cair no chão, subo em cima dele, socando com o resto de força que sobrou em meu corpo. Sua mão vem de encontro ao meu pescoço, sufocando-me novamente. Faço o mesmo ficando as unhas e bato sua cabeça no chão, com as pernas livre, dando joelhadas em seu pau diversas vezes. Vejo uma lágrima solitária cair por um de seu olho, e sua mão afrouxando e do nada ele para.

Ele morreu?

— Ele morreu? — sou puxada, e vejo Justin ao seu lado. Cuspi o sangue acumulado, deitando no chão. Suspiro. Fecho meus olhos, respirando fundo calmamente.

— Cacete, Evangeline acabou com ele. — essa voz é do Charles.

Sinto meu corpo tremer de dor. Precisava ir ao hospital.

— Eu disse que ela era foda, Bieber. — Christian aproximou-se mais.

— Evangeline que nos ensinou a lutar, mano. Tem noção do quão burro Ryan foi? — Charles exclama um tanto alegre, pra quem está vendo o amigo desmaiado no chão.

Gemi baixo, tentando chamar atenção deles. Porra, preciso ir a um hospital.

— Levem-na ao  hospital e digam que foi um assalto. — Justin gritou e sinto um zumbido na orelha, merda. — Aliás, você passou na primeira fase.

E por fim, desmaio.

(...)

Acordo com a claridade incomodando meus olhos, abro-os devagar e ao pouco eles se acostumam com a luz. Estou em um quarto cujo as paredes são brancas, enquanto observo tudo ao meu redor, tento me lembrar do que aconteceu e porque estou aqui.

Aos poucos vou me lembrando de tudo. Ryan. Luta. Tudo isso. Lembro-me também de ter dado uma surra nele —  não saí ilesa —, mas não queria estar na pele dele.

Quando tento levantar-me, sinto fios em meus braços, os tiro logo, não tinha tempo para  isso. Assim que faço isso, sinto uma pontada de dor na minha cabeça por me levantar de súbito, e a dor em todo o meu corpo se manifesta mais intensamente. Uma enfermeira logo entra no quarto, e eu já não estava com paciência para isso.

— Senhorita, você não pode… — a repreendo com o meu olhar e ela deve ter ficado assustada, pois logo para de falar.

— Eu estou indo embora e você não vai falar absolutamente nada. — digo calmamente, sem desviar o olhar e ela apenas assente, assustada e confusa. — Onde estão minhas coisas? — pergunto, e ela aponta para um armário, vou até ele cambaleando um pouco e pego minhas roupas. Olho para trás e a mulher ainda está lá, parada. — Vaza daqui! — exclamei alto, fazendo ela sair dali com pressa, sem nem me olhar.

Me visto com certa dificuldade, mas já passei por coisas muito piores do que uma luta com Ryan. Aquilo não era nada.

Assim que visto minha roupa, que estava suja de sangue e meio rasgada, saio do quarto com pressa e todos no hospital me olhavam, espantados com o meu estado, mas sem coragem para falar nada. Bando de fofoqueiros.

Quando sai daquele lugar, vejo Chaz encostado num carro em frente ao hospital, mexendo em seu celular, e assim que me vê lança-me um olhar descontraído.

— Você acabou com ele. — é a primeira coisa que ele diz, enquanto dá a volta no carro e entra nele, eu entro no lado do passageiro logo depois, dando de ombros.

— Já era de se esperar. Cadê a princesinha? Sobreviveu?

— Felizmente, sim. — ele disse, enquanto ligava o carro. — Ele tá em outro hospital, achamos melhor não deixarmos vocês no mesmo lugar por um tempo, não queríamos arriscar outra briga.

— Os mesmos idiotas de sempre, e mais um de brinde. — digo, referindo-me a Justin. — Onde tá o Bieber?

— Te esperando em casa, você ainda tem mais uma fase hoje. — ele diz e me lembro de Justin ter mencionado algo relacionado a “mira”. Simples, fácil e prático, como tirar doce de uma criança.

— Uma pena que Ryan não vai poder me ver arrasar novamente. E, acho que feri o ego dele.

Nah, acho que ele já esperava por essa, no fundo ele já sabia que ia levar uma surra.

— Não vamos deixar ele sem moral alguma, também sofri algumas lesões. Sou caridosa, vou dar um pouco de crédito a ele.

— Isso com certeza o deixará muito alegre. — ele disse, rindo.

— Você sabe, não sou de todo mal. — disse, e logo chegamos a humilde residência que me esperava.

— Pronta para a fase dois? — disse Justin, assim que cheguei com Chaz onde ele me esperava.

E você ainda pergunta? — eu disse, arqueando as sobrancelhas.


Notas Finais


Sintam-se à vontade para comentar, isso nos incentiva, muito :)
Comentários serão sempre bem-vindos!

Teaser:
https://www.youtube.com/watch?v=oEs3Pvspe4s
Nossa outra história:
https://spiritfanfics.com/historia/only-once-9566890

roupas usadas:
(1): https://i.pinimg.com/originals/75/02/e1/7502e191cd241674fb58cfb94e50fd89.jpg
(2): http://www.gazetatema.net/web/wp-content/uploads/2015/04/bella-throne.jpg


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