História Dear Evil Bunny - Capítulo 3


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Jung Hoseok (J-Hope), Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin), Personagens Originais
Tags Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Kookmin, Minkook, Mistério, Psicopata, Serial Killer
Visualizações 33
Palavras 691
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Ainda não


Fanfic / Fanfiction Dear Evil Bunny - Capítulo 3 - Ainda não

- O bar está muito movimentado não acha? - Questinonei sentindo-me incomodado com tanta gente num só lugar.

- É de se esperar, já que viramos atrações de circo. - Hoseok riu áspero. - Já notou que aquele barman e o cara que tá de frente está nos encarando a muito tempo?

- Sim. Você vai lá falar com eles e eu vou dar uma saída para olhar a movimentação exterior.

- Okay. - Me dirigi até a porta do estabelecimente, claro, com muitos olhates acompanhando meu trajeto.

Do lado de fora havia quase ninguém. As poucas pessoas presentes estavam encostadas em seus carros sujos de lama seca ou na entrada de algum beco sujo e mal cheiroso.

Acendo um cigarro e dou uma tragada. Lembro-me das imagens de pulmões destruídos que minha professora mostrava para a classe, aconselhando os alunos a não fulmar. Sei o quanto isso me faz mau, por isso diminui consideravelmente a quantidade de cigarro que consumo para apenas um por semana.

No meio de todos aqueles rostos desconhecidos ao meu redor, algo me chamou a atenção, mais especificamente, alguém.

Um homem, no auge dos seus vinte anos, visivelmente bêbado caminhava cambaleando e falando coisas sem sentido.

Com cautela, me aproximo do homem, mantendo certa distância para não ser notado, mesmo que no estado que ele se encontrava seus sentidos não estavam no lugar. Algo nele havia me chamado a atenção.

Cessei meus passos ao ver o homem cambalear para dentro do beco. Com rapidez, puxo minha pistola que sempre carrego presa a cintura.

Com o olhar atento e a audição tanto quanto, me aproximei da entrada do beco imundo. Não se ouvia nada suspeito, o que era muito estranho, pois a vítima deveria ter emitido algum som, um pedido de socorro, por exemplo.

Entro no lugar escuro, pé ante pé. Estranhamente o homem havia desaparecido, como se tivesse sido sugado para dentro de um portal, e não caído num beco qualquer.

Opto por voltar para onde vim. Estava sozinho e não era uma boa ideia aprofundar a minha procura. Talvez não fosse nada tão alarmante assim.

Guardo a pistola para não chamar a atenção, e retornei a me encostar no carro. Dessa vez, eu tinha a sensação de estar sendo observado. Procurei por todas as direções, mas não encontrei ninguém relevante.




- Já viu isso? - Hoseok apontou para o jornal que lia anteriormente.

- Não. Algo importante? - Ergui meu olhar deixando de polir minha pistola favorita.

- O Serial Killer fez mais uma vítima. Dessa vez foi o jovem Ong Seungwon, de 22 anos. O corpo dele foi encontrado nesta manhã (24) em um beco próximo ao bar "Kim's". A causa da morte foi um corte limpo na jugular. - Jung leu o que estava escrito, e em seguida, largou o jornal sobre a mesa de centro bufando frustrado no processo. - Esse desgraçado matou mais um debaixo do nosso nariz.

- Tem uma foto da vítima aí?

- Tem. Mas para que? - Questinei confuso.

- Preciso confirmar algo.

Era o mesmo cara que eu tinha visto aquele dia. Eu estive tão próximo dele, poderia ter evitado. Mas a questão é: por que ele não fez nada comigo se eu estava tão vulnerável?


                         [...]


Aquele garoto era tão lindo. Seus olhos, mesmo pouco visíveis pela falta de luz, eram brilhantes e transmitiam determinação, além de muitos outros sentimentos.

Sua pele branca deleitosa brilhava com as luz dos postes. E pela primeira vez em todos esses anos eu senti uma espécie de atração, que ia muito além de uma simples atração física e sexual.

- Primo? - Encarei com rapidez ao ser chamado pelo mais novo.

- Sim? - Pisquei consecutivas vezes.

- Você está parado encarando essa xícara de café a muito tempo. O que houve?

- Nada demais. - Sorri amarelo. - Somente estava preso em meus pensamentos.

- Você sempre está preso em pensamentos. - Ele riu anasalado.

- Jin... Apareceu pessoas novas na cidade durante minha ausência? - Eu já sabia a resposta, mas precisava ocultar o meus interesse com uma pergunta gélida.

- Sim. Um detetive e um policial apareceram aqui, e tenho quase certeza que vão permanecer por um bom tempo. Você... Vai fazer algo... Com eles? - Sorri através da borda da xícara.

- Não... Ainda não.


Notas Finais




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