História Dear Friend - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Naruto
Personagens Akamaru, Hanabi Hyuuga, Hinata Hyuuga, Hizashi Hyuuga, Hyuuga Hiashi, Ino Yamanaka, Karin, Kiba Inuzuka, Kushina Uzumaki, Minato "Yondaime" Namikaze, Naruto Uzumaki, Neji Hyuuga, Sai, Sakura Haruno, Sasuke Uchiha, Shikamaru Nara, Shino Aburame, Temari, TenTen Mitsashi, Toneri Otsutsuki
Tags Briga, Dearfriend, Drama, Hinata, Naruhina, Naruto, Romance, Tenten
Visualizações 63
Palavras 1.504
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Famí­lia, Ficção Adolescente, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olha quem voltou pra alegria de todos.
Esse capítulo já era pra ter sido postado a tempos, mas, ele sofreu uma série de mudanças até aqui.
Enfim, espero que gostem.

Capítulo 8 - Capítulo 07


Fanfic / Fanfiction Dear Friend - Capítulo 8 - Capítulo 07

Capitulo 07

10 anos antes

Kurenai olhava para sua aluna enquanto está catalogava a sessão de biologia da escola. Era uma sexta-feira e Hinata ainda estava entretida com os livros, buscando uma perfeição as estantes que logo mais seriam bagunçadas pelos alunos da escola.

- Me explica mais uma vez o porquê de você estar aqui a essa hora. – Falou vendo a menina dar um sorriso sem jeito.

- Kurenai...

A mulher olhou para a garota, dando de ombros.

- Hinata. – Falou no mesmo tom de repreensão da morena. – Você é jovem, bonita... devia estar saindo com garotos, ou bebendo, ou fazendo besteira, mas, você tá aqui. Na biblioteca da escola ajeitando livros que vão ser bagunçados na segunda novamente. – Terminou chateada.

Hinata olhou mais uma vez de canto para Kurenai. Aquela não era a primeira vez que ela falava aquilo e, Hinata sentia que não seria a última.

- Você tecnicamente não deveria estar me dizendo essas coisas sabia? – Disse chegando perto da mesa de Kurenai. – Alguns adultos agradeceriam por eu estar aqui e não em festas me drogando ou ‘comendo’ um baseado. – Entregou um livro a mulher, que riu.

- Primeiro, não ‘comemos’ um baseado, as pessoas o fumam. – Segredou, recebendo uma negação em resposta. – Tá vendo? Você deveria estar fazendo besteira a essa hora... só Deus sabe o quanto de besteiras eu fiz na sua idade. Segundo, você deveria estar dando trabalho ao seu pai e não fazendo o papel de garota santinha e certinha.

- Kurenai... eu sou a garota certinha. – Segredou no mesmo tom ganhando um tapa de leve. – E eu gosto de ficar aqui... gosto de conversar com você e eu me sinto bem aqui, rodeada de livros e do silencio. Pelo menos aqui eu sou importante. – Falou em tom mais baixo.

Kurenai sabia o que Hinata passava, ou melhor, sentia.  Claro que ela achava que a Hyuuga talvez exagerasse um pouco com relação a competição com Neji, mas, sendo filha de quem era, talvez aquilo poderia não ser só um exagero.

Ela conhecia Hiashi desde a infância e sempre soube o quanto o pai do mesmo era exigente. Queria que os filhos fossem os melhores em tudo o que faziam. Isso, agravado com a pressão de ser o primogênito, fez com que Hiashi sempre cobrasse muito de si mesmo, enquanto Hizashi já era mais livre desse sentimento prezando mais por curtir a vida e ser feliz.

Quando o irmão teve um filho, Hiashi ficou ainda mais aborrecido com tudo. Ele sempre quis ser o primeiro e, quando Neji nasceu, Hiashi provavelmente pensou que deveria tentar ter filhos também, quase como uma obrigação. Mas, quando ele conheceu Hana, muita coisa mudou na vida do Hyuuga mais velho. Ela era como uma luz. Enquanto Hiashi era a razão, Hana veio como uma tempestade de emoções, abalando a vida do homem radicalmente.

Ele não era mais o Hiashi que ela conheceu desde criança. Agora, ele sorria, mesmo que de forma contida. Levava flores para a mulher, numa tentativa de conquista-la. Ele até havia entrado na mesma escola de dança em que ela e Hana estudavam. Kurenai ainda lembrava a surpresa que levou quando os irmãos Hyuuga apareceram na aula de balé.

- Ai meu deus, o que ele está fazendo aqui?! – Perguntou chocada segurando-se na barra.

Hana, que estava concentrada no exercício, só se deu conta do homem, quando este chegou perto de si com o irmão em seu encalço.

- Hiashi, oi. Não sabia que você fazia balé. – Hana sorriu, deixando-o vermelho.

- E-Eu... Err... M-Minha mãe nos obrigou a fazer. – Falou nervoso. – I-Isso é coisa de menina sabe? Homem que é homem não faz balé. – Hiashi adotou uma postura, aparentemente, séria enquanto falava.

“Ops... coisa errada para se falar amigo” pensou Kurenai enquanto via a amiga fechar o sorriso que dava.

- Como é que é? – Perguntou Hana, mais séria que o normal.

Opa, parece que Hiashi viu que falou algo de errado. A vermelhidão aumentava no rosto dele a medida que Hana o fuzilava com os olhos.

- Q-Quer dizer... V-Você pode me apresentar a professora? – Perguntou ainda mais nervoso.

Hana, ainda o fuzilando com o olhar, saiu em direção a madame Bonfrey e Hiashi, viu que foi sua deixa para a seguir.

Hizashi chegou perto de si contendo o riso.

- Você viu?! Meu irmão tá caidinho por ela. – Ele falou observando a professora olhar para seu irmão dos pés à cabeça analisando, principalmente, os braços fortes do rapaz.

- Eu sei. Foi ele que meteu você nisso, não foi? – Perguntou virando-se para o amigo.

- Por incrível que pareça... não. A minha avó vai fazer 60 anos e, por isso, minha mãe achou que devíamos ter aula de dança porque vai ter uma valsa na festa. A ideia era fazer dança de salão, mas, quando meu irmãozinho viu a gata da Hana entrando aqui ele meio que, não tão sutilmente, falou para minha mãe que devíamos fazer balé. E, você sabe como a minha mãe é. Ela achou a ideia maravilhosa e foi assim que paramos aqui. – Falou secando uma das meninas que passavam pela sala. – E eu até to achando que não foi uma péssima ideia sabia? As gatas vão se amarrar quando eu disser que faço balé...

- Porque, provavelmente, vão te achar sensível, não é?! – Perguntou, já revirando os olhos. Definitivamente Hizashi não prestava. – Só não arranja confusão ok?!

- Que você acha que eu sou? – Hizashi falou num tom fingidamente ofendido. – Eu sou um santo Nana. – Chamou-a pelo apelido de infância com um sorriso falso.

- Quem não te conhece que te compre Hiza. – Falou rindo do amigo. – Vou voltar pro meu alongamento que é melhor. – Segurou na barra para mais um alongamento.

- Humm... Gata e flexível. Eu to realmente gostando daqui. – Falou rindo e olhando para o irmão desesperado que era apalpado por madame Bonfrey.

Depois daquele dia, Hiashi foi, aos poucos, conquistando Hana com simples gestos. Meses depois, a amiga estava totalmente apaixonada pelo rapaz que fazia de tudo para ela ficar feliz. Foi ali que eles engataram num namoro de conto de fadas. Foi durante uma das aulas que Hana dava como professora 2 anos depois, que ele a pediu em casamento. Foi em Konoha que eles começaram a montar a sua família. E foi ali, que ela viu a amiga definhar por conta de uma leucemia.

- Kurenai? Kurenaiiiii – Falou Hinata a acordando de suas lembranças. – Tá tudo bem?

Kurenai olhou para a menina que era quase como sua filha e deu um grande sorriso.

- Sim, sim. – Abanou as mãos em frente ao rosto. – Que tal a gente fechar tudo e pegar uma sessão no CineLab? Quando passei na frente mais cedo o cartaz dizia que o filme de hoje era Titanic. A gente pode comprar pipoca, refrigerante, alguns doces e levar uma caixa de lenços, que tal?

- Já to indo arrumar minhas coisas. – Hinata saiu em busca de sua mochila com um sorriso no rosto. – Volto em 5 minutos.

Kurenai olhou mais uma vez, enquanto a menina buscava suas coisas. Ela não sabia se Hinata iria gostar ou não da surpresa, mas, ela tinha que fazer aquilo. Segurando o envelope em mãos ela prometeu a si mesma que ia enviar aquele material pela manhã.

Aquilo ia mudar a vida de Hinata. Ela só torcia para que fosse pra melhor.

.

.

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Agora

Hinata sentia sua cabeça girar. Seus olhos estavam pesados, como se um quilo de areia estivesse dentro do mesmo. Olhando para o teto, ela viu pequenos pontos de luz na escuridão. Eram estrelas, daquelas que brilhavam no escuro que formavam uma pequena constelação no quarto. Levantando-se devagar da cama, Hinata prometeu a si mesma que nunca mais ia beber tanto. Enquanto tentava se recuperar, tomou um susto ao perceber que não estava em seu quarto, ou melhor, em sua casa.

Cara.... O que ela havia feito?! As lembranças ainda eram confusas. Tudo só tendia a piorar quando percebeu que não usava seu vestido, e sim, uma camisa masculina grande demais para si. Ok, agora ela realmente começara a ficar preocupada. Onde estava Hanabi e o amigo maluco dela? Será que ela havia sido sequestrada, ou pior, será que ela havia saído com um cara qualquer do bar?! Droga, ela precisava sair dali o quanto antes. As coisas não podiam piorar.

Encontrando sua roupa numa cadeira, a mulher mal ligou se ia sair somente com a camisa. Sua única certeza era que devia ir embora o mais rápido possível dali. Quando ia dirigir-se a porta, que torcia para ser a saída, a mesma foi aberta e um cheiro de café da manhã tomou o ambiente do quarto.

- Ah, oi. Você finalmente acordou. Eu trouxe café da manhã.

Ok. Aquilo só podia ser karma. Ela precisava começar a medir suas palavras porque, sim, aquilo acabou de piorar. Quem estava na sua frente segurando uma bandeja repleta de comida e com um sorriso envergonhado era nada mais, nada menos que Naruto Uzumaki.


Notas Finais


E ai galera, altas revelações não acham?
Kurenai pode ter ajudado Hinata a ir pra Suna...
Hinata bebeu todas e acabou indo parar na casa de, ninguém mais, ninguém menos que nosso amigo Naruto...
Até a próxima :)


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