História Dear Mom - Capítulo 2


Escrita por:

Postado
Categorias Haikyuu!!
Personagens Akaashi Keiji, Asahi Azumane, Bokuto Koutarou, Chikara Ennoshita, Daichi Sawamura, Hajime Iwaizumi, Kei Tsukishima, Keishin Ukai, Koganegawa Kanji, Koushi Sugawara, Lev Haiba, Personagens Originais, Shouyou Hinata, Tadashi Yamaguchi, Tetsurou Kuroo, Tobio Kageyama, Tooru Oikawa, Yaku Morisuke, Yuu Nishinoya
Visualizações 60
Palavras 1.695
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drabs, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Ficção Adolescente, Hentai, LGBT, Lírica, Literatura Feminina, Mistério, Orange, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Uma louca proposta


Aquele jantar com Mari e Asahi, havia sido o melhor que havia tido no último mês, não era uma daquelas besteiras que comprava ou o macarrão instantâneo que Suga sempre fazia para si mesmo, o frango estava macio e tinha um tempero que dava um sabor a mais, ao senti o gosto daquela comida e esta com o paladar mais apurado, o grisalho percebeu o quanto seu estômago estava desesperado por uma comida decente como aquela.

- Então, Esfomeado - Chamou Mari, o mais velho olhou para a castanha - Eu e o Asahi vamos nos mudar permanentemente para Nova York

Foi inevitável, Suga se engasgo e começou a tossir, enquanto seus pensamentos se misturavam ao desespero de estar se engasgando e a surpresa por aquela nova informação, Mari se levantou, mas o grisalho fez um sinal de parar com a mão enquanto tossi, o que significava com todas as palavras nao ditas: "Espera, eu sobrevivo sozinho a isso."

- Como assim, se mudar para Nova York, Azumane? - Perguntou Suga depois da crise de tosse e de beber quase em um único gole. Mari pediu para Asahi lhe esperar na cozinha para lhe

- É Mari, Kõshi! - Rebateu Mari, cruzando os braços - Eu tava pensado e eu acho que é melhor, principalmente para mim, você sabe que eu odeio esse lugar e as visitas indesejadas.

Suga passou a mão no rosto, ele ate congitaria ir com Mari, porem sua história se passava no Japão, onde morava e por mais estranho que fosse, o grisalho tinha a sensação de que se muda-se de ares jamais conseguiria completar aquela trilogia que estava lhe tirando o sono.

- Eu não poderia lhe acompanhar - Diz Suga, como se ele fosse o responsável de Mari e a castanha riu baixo.

- Quem cuida de você sou eu, agora eu tenho certeza que consigo me virar - Responde Mari, e Suga fechou a cara com a acusação da castanha, era a verdade nua e crua, mas ele não iria admitir isso, pelo menos nunca para ela.

- Como eu odeio essa sua ideia de se mudar, Azumane - Diz Suga, abrindo um sorriso melancólico. O sorriso foi retribuído da mesma maneira, mesmo odiando o fato de ter que ver sua amiga se mudando para outro país.

- Eu tenho uma proposta para você sobre esse seus livros de romance, mas so vou contar amanhã, enquanto você me ajuda a empacotar as coisas - Disse Mari, se levantando e Suga lhe acompanhou - Asahi! Vamos pra casa!

Asahi saiu de uma porta correndo em direção a Mari, segudando a mão da mãe e de Suga que abriu um pequeno sorriso. O trio se despediu na porta, Suga abraçou e beijou o topo da cabeça de Mari, que por incrível que parecesse não fez nenhuma cara de desgosto, se ajoelhou para abraçar Asahi e por fim os dois se afastaram com um simples aceno, Suga fechou a porta atrás de si e suspirou de maneira pesada.

Pegou os pratos que restavam em cima da mesa, se dirigindo para a cozinha onde lavou a louça as secando e guardando no armário, se apoio na parede e pensou, um pensamento egoísta lhe tomou. Sem Mari, o que era complicado escrever, seria mil vezes pior, teria que fazer ligações perguntando de como era ter sentimentos maternos, o que ela sentia naqueles momentos, foi então que a culpa começou a lhe atormentar, ele não faria isso com sua amiga, parecia mais fácil parar mães na rua com um gravador e pergunta o que cada uma sentia em relação aos filhos do que infernizar sua amiga.

Suga afastou esses pensamentos, enquanto subia as escadas em direção ao seu quarto, chegando no mesmo se jogou na cama e fechou os olhos, era peculiar como so percebemos as coisas quando fazemos ela, o jovem escritor so percebeu o quão cansado estava ate seus músculos relaxarem na cama macia que tinha.

•••


Na manha seguinte, Suga acordou com os raios do sol acertando seu rosto alvo, gostava do verão, mas aqueles raios de sol lhe acordando com total desconforto era o cúmulo do absurdo.

Saiu da cara direto para o banheiro, onde tomou uma ducha de água fria e acordando de vez. Saiu com a toalha enrolando a cintura, indo para o armário onde pegou uma muda de roupa à vestindo e desceu as escadas com a intenção de ir para a casa de Mari.

- Bom Dia, Suga - Diz Mari, assim que viu o acinzentado adentrando sua casa - Tem cereal no armário e leite na geladeira, depois me ajuda a desmontar os montar os móveis.

- Vai levar os moveis? - Pergunta Suga com curiosidade, enquanto caminhava para a cozinha da amiga.

- Metade eu vou doar e a outra eu vou ficar - Diz Mari em um tom mais alto, ja que ambos estavam em comodos separados.

- Uma pergunta, como o Asahi ta lidando com essa história de se mudar pra Nova York? - Pergunta Suga, em um tom mais alto igual Mari. Colocava o cereal na tigela

- Por incrível que pareça ele ate que gostou de la, acho que não lhe disse, mas ja compramos a casa e ficamos la com alguns móveis que eu comprei por isso metade sera doada e a outra eu fico - Diz Mari, e em seguda riu - Eu perguntei se ele queria fazer algum esporte na nova escola, que por sinal tem tantos clubes quanto no Japão, adivinha qual ele escolheu?

Suga pensou enquanto enchia a tigela de leite, era um esporte com uma bola obviamente, sabia que Natação não seria uma das escolhas do castanho que tinha um fascínio por esportes que utilizavam bolas, como a mãe.

- Basquete? - Perguntou Suga, sem muita certeza. Pela estátua do garoto que era acima da media como as outras crianças aquele era um esporte óbvio.

- Não, demônio! - Gritou Mari, e Suga começou a rir - Poxa vida, esse era tão óbvio! Ele que jogar Vôlei como a mamãe

Suga pegou a tigela, e caminhou ate a sala se apoiando na mesa e finalmente olhou com clareza para a amiga. Seus cabelos castanhos estavam presos em um rabo de cavalo, tendo uma faixa no topo de cor rosa e detalhes vermelhos, blusa amarela de mangás que por sinal estavam dobradas e usava uma jardineira jeans branca.

- Vôlei? Talvez ele seja um Bloqueador ou um atacante como você era - Diz Suga sorrindo e levando a colher cheia de cereal em direção a boca.

- Eu era a melhor, você também era um ótimo levantador - Diz a Azumane, se levantando e largando o Hack ja desmontado - Pra cozinha meu amigo, quero lhe contar algo que pode lhe ajudar com sua solidão e seu problema com o livro.

Suga encarou Mari, sabia que os planos da castanha eram sem dúvidas mirabolantes e completamente estranhas para não dizer loucas. Sentou na cadeira e olhou para Mari pronuciando as seguintes palavras:

- Eu não sou solitário

- Certo, e eu claramento sou o Tio Patinhas nadando em uma pilha de moedas de ouro e notas verdinhas - Zombou Mari, seu tom era de completo sarcasmo, enquanto profetizava as palavras. Suga não resistiu, a risada escapou entre seus lábios.

- Talvez... - Começou Suga, segurando a risada

- Corrija isso - Cortou Mari com um sorriso travesso nos lábios.

- Ok. Ok, voce venceu, eu sou uma pessoa solitária - Disse Suga levantando os braços em sinal de rendição, e Mari sorriu vitoriosa. O mais velho abriu um sorriso melancólico ao perceber que dificilmente teria essas discussões tolas e ridículas com a castanha.

- Mas agora eu tive aquela ideia, que é muito boa por sinal - Disse Mari, fazendo um pequeno suspense, deixando o grisalho somente mais curioso que, afinal era sua intenção - Você podia adotar uma criança.

Suga começou a rir, ri com gosto, foi quando lágrimas se acumularam no canto do seus olhos que Suga que o mesmo percebeu que Mari tinha os braços cruzados, uma expressão totalmente série sem nenhum resquício que havia um sorriso a poucos minutos ali.

- Pera, é sério? - Pergunta Suga e a castanha acena positivamente - Você é louca? Eu cuidar de uma criança? Nem em um universo paralelo isso aconteceria, eu não me dou bem com crianças e eu sinto que isso seria exploração! Que idéia estúpida é essa?

- Primeiro: sim sou completamente louca; segundo: Você se da bem com crianças sim, o Asahi é um belo exemplo e ate mesmo o demônio da minha prima de 5 anos que tu por algum milagre consegui acalmar, e também teve aquela vez que a gente tava no banco para eu retirar dinheiro onde o SENHOR CALMOU RECÉM NASCIDO! Agora me diz como assim o senhor se diz incapaz de se da bem com crianças? E terceiro e último: Por mais brega e clichê que essa porra possa parecer, crianças podem preencher vazios, assim como um "amor verdadeiro" - Disse Mari, fazendo aspas entre Amor Verdadeiro - Você tem condição e precisa entender instintos maternos ou no seu caso paternos que podem ser muitos semelhantes, e seria bom você construír uma família, ter um legado, Kõshi.

As palavras de Mari foram um chute na boca do estomago, tentava negar o sentindo daquelas palavras, por que o pior de tudo era que as mesmas faziam sentido ao serem encaixas em sua mente.

- Você é muito convicente, mas isso não é algo que se pense de uma hora para a outra, Mari - Diz Suga, mantendo a postura séria.

- Eu sei, você tem um mês para pensar nisso, eu tenho uma amiga em um orfanato em Tokyo - Diz Mari, se levantando e empurrando a cadeira em direção a mesa - Ela pode agilizar a adoção caso você concorde com isso, pense direito, eu vou esta aqui por um mês e come logo esse cereal.

Com essas palavras, Mari foi arrumar as demais coisas da casa, enquanto o grisalho mexia em seu cereal o olhando, era uma ideia louca, mas uma boa idéia louca.


Notas Finais


Não esqueçam de comentar! É muito importante para eu continuar com a fanfic, certo? ^-^

Espero que tenham gostado e a fanfic e atualizada toda santa terça feira


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...