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História Dear Noah - Capítulo 6


Escrita por: MCKA

Notas do Autor


📍 capítulo curto porque mais tarde terá mais uma atualização.

📍 A fanfic não é tão longa, então não estranhem os saltos temporais e os acontecimentos rápidos.

🦋Espero que goste e perdoem a demora.

📍 Para as meninas do grupo que estavam esperando eu postar a horas atrás, DESCULPEM KSKSMSKS eu estou atolada de coisas, principalmente de matérias para estudo. Esse capítulo ficou enorme, então eu decidi cortar e colocar apenas o começo, ou se não a revisão demoraria muito. Inclusive parte da minha demora foi porque eu escrevi mais dois capítulos (fora esse) durante esse tempo, apenas para não deixar vocês esperando. Irraaaaa.

🦋Boa leitura.

Capítulo 6 - Aniversário.


Fanfic / Fanfiction Dear Noah - Capítulo 6 - Aniversário.




O homem andava de um lado para o outro como de costume quando estava nervoso ou ansioso, não havia se esquecido de nada, mas ainda sim sentia a sensação de que esqueceu algo. Refez a lista de presente mentalmente em sua cabeça, tendo certeza de que não havia esquecido de nada, então por que estava tão afoito? 


— Isso tudo é saudades do garoto? — Albert surgiu no escritório, pegando seu afilhado de surpresa, quase nunca ele se assustava pois estava sempre atento aos movimentos a sua volta. — Ele só está lá a dois dias e você está nessa situação? Ridículo. 


— Eu não estou com saudades. — mentiu descaradamente, talvez estivesse, mas nunca admitiria isso em voz alta. 


Noah estava a quase um mês em sua casa e a companhia dele se tornou fundamental para que Bieber não chutasse o balde. Jason estava cada vez mais difícil de lidar e cedo ou tarde teria que ver seu irmão mais velho, o que não era muito bom para ele. Sempre que precisava ver Jason era porque as coisas na empresa ou nos negócios da família estavam indo mal. Bieber sabia que parte disso era sua culpa, passou os últimos dias completamente dedicado a Parisa e Noah que não fez suas tarefas simples, Albert esfregou isso em sua cara o mês inteiro. 


— Você deixou que ela dormisse ontem de novo, qual foi o combinado mesmo estúpido? — seu padrinho cruzou os braços, esperando uma resposta boa para a merda que Justin está fazendo. 


— Nós transamos e ela ficou cansada foi só isso, não é nada demais. — fez pouco caso, não queria discutir com seu padrinho sua relação com Parisa agora, estava preocupado demais com os presentes de Noah. 


— Nada demais? Primeiramente que já se passou um mês e você sequer começou a procurar sobre esse passado misterioso dela. Segundo, está praticamente brincando de casinha com uma mulher que não é sua e um filho que não é seu! O que foi que deu em você nesses últimos meses, Justin? Como pode ser tão cego e irresponsável assim? Seu pai lhe deu um cargo importante para que você pudesse exercê lo de maneira sábia e levasse a sério, eu pensei que você pudesse fazer isso, mas tudo que vejo é você adiando reuniões importantes para ir a praia com o garoto, ou pra ir naquela maldita floricultura. — totalmente cansado do comportamento indisciplinado e rebelde de seu afilhado, Albert desabafou. Aquele não era o Justin que conhecia, desde que foi à floricultura pela primeira, Bieber voltou diferente e agora Albert sequer o reconhecia. 


— Eu dei minha palavra a ela de que não iria investigar, a única coisa que prometi foi protegê-los. — defendeu-se das acusações mentirosas de Albert. — E meu pai não me deixou um império, padrinho, ele me deixou uma maldição que eu estou fadado a carregar. — sorriu amargurado, cansado de ter que seguir os mesmo passos de Jeremy. — Diga o que for, jogue na minha cara que eu sou um filho da puta egoísta, que eu não estou fazendo nada pela máfia ou pela empresa, eu não me importo. Pela primeira vez eu não me importo com merda nenhuma, sabe por que, Albert? — chegou bem próximo do mais velho. — Porque eu estou apaixonado por aquela mulher. — Embora suas palavras fossem belas e sua confissão surpreendente, Justin não estava feliz, não estava com uma expressão boa. Seus olhos lacrimejaram, e sua face foi ficando vermelha pouco a pouco. 


— Você mal a conhece, Justin, você está ficando louco. 


— É, eu devo estar mesmo. — riu entre os caos de sentimentos que sentia naquele momento. Fazia dias que ele se sentia assim. 


— Sabe que não pode se apaixonar, o amor pode destruir tudo, você sabe muito bem disso. — apontou o dedo para o mais novo. — Afaste-se dela, ainda dá tempo, isso que você está sentindo é um vício bobo que o cérebro cria nos primeiros meses, após isso você vai enjoar e ela não significará nada. — comentou crente de que aquilo fosse acontecer com seu afilhado, assim como aconteceu com ele, com Jeremy e com inúmeros homens que conhecia. — Seu pai deve estar se revirando no túmulo ao te ver tão de quatro por uma mulher. — o olhou decepcionado, quase enojado. 


— Acha que eu queria isso? — berrou descontrolado. — Acha que eu queria estar nessa porra de situação? Óbvio que não! Eu vi com meus próprios olhos o que o amor pode fazer, vi como Jaxon se acabou por uma mulher que não valia a pena, mesmo com os conselhos ele não escutou e agora nossos pais estão mortos! Eu sei de toda essa merda Albert, eu sei disso e acredite, todas as vezes que eu estou com ela, eu lembro da tragédia que aconteceu na minha família por causa do amor. Eu estou em conflito aqui dentro, porra! Eu não quero isso, mas não dá, eu não consigo me afastar, eu não consigo seguir meus próprios conselhos, é muito mais fácil quando você é a pessoa do lado de fora, o telespectador que apenas assiste a pessoa definhar por uma paixão estúpida e destrutiva. — depois do desabafo sincero, Bieber se sentia "melhor". Suas emoções estavam confusas, ele precisava de um tempo para pensar, para ficar só. — Eu não vou cometer o mesmo erro que Jaxon! Parisa não vai saber sobre o que eu sinto e eu não vou andar nem mais um passo na minha relação com ela. Essa merda de sentimento vai embora e você vai me deixar em paz. 


— Se está dando sua palavra, então pra mim é o suficiente, mas eu não aconselho você a manter esse acordo estúpido, ficar perto por quem se está apaixonado nunca é uma boa idéia. 


— Eu já disse que posso controlar. 


— Se você diz, só não volte com sua palavra futuramente. — O loiro assentiu e saiu na varanda para fumar. Precisava da calma que só a nicotina lhe proporcionava. 






...


O jardim estava lotado de crianças que riam e gritavam pelos cantos, haviam mesas espalhadas pelo quintal e brinquedos como cama elástica e piscina de bolinha também. Mesmo com toda aquela gente e todos aqueles brinquedos, Noah não queria se soltar de Justin, o pequeno ia para todos os cantos que o mafioso ia, chegava a ser Hilário. 


Amélie olhava maravilhada a cena, e repetia diversas vezes que Justin seria um ótimo pai um dia. 


Noah estava fazendo três anos, e Amélie teve a ideia de dar a ele uma festa, depois de muito insistir a Parisa, a loira autorizou e assim estava rolando uma ótima festinha de criança na casa da avó de Noah. Mas mesmo com seus amigos e os brinquedos, Noah parecia insatisfeito, ela só ficava feliz quando Justin estava por perto. 


— Campeão você tem que aproveitar sua festa, não pode ficar agarrado em mim a festa toda. — o mafioso se abaixou na altura de Noah para explicar a ele, mas o de cabelos castanhos nada disse ou se afastou, apenas esfregou seu nariz no peitoral do mais velho, e juntou suas mãos pedindo colo. Noah não falava muito, era rara as vezes que o menininho se expressava com palavras, geralmente era através de gestos que ele se comunicava. — Ok, mas só um pouco, depois você terá que ir brincar, ok? — Noah assentiu. Vê-lo balançar a cabeça positivamente com a chupeta na boca Bieber se derreteu todo, Noah é tão fofo. 






— Ele é um ótimo namorado. — Amélie comentou, enquanto ela e Parisa observavam a cena de longe. 


— Mamãe! — a loira repreendeu a mãe que apenas sorria, dando os ombros. — Nós não somos nada, são só negócios. — comentou profissional, não podia misturar as coisas, ou acabaria sofrendo por amor, e nunca queria passar por isso, preferia morrer do que sofrer por alguém que nunca poderá ter. 


— Pare com isso, Parisa! Olhe só pra ele, olhe para Noah, meu menino está feliz com a presença de Justin, por que não tenta alguma vez ser feliz? — sabia que o que começaria com uma discussão leve, se tornaria um bate boca desnecessário e desgastante, elas eram sempre assim. — O que te impede? 


— Eu não vou me jogar no primeiro que me estende os braços e diz gostar do meu filho, mãe! Não é assim que as coisas funcionam e não é assim que eu sou, coloque na sua cabeça que eu não sou como você. — o silêncio reinou entre elas, deixando o clima insuportável. — Justin quer apenas sexo, e eu estou focada em outra coisa agora, não tenho tempo para isso. 


— Faça o que quiser minha filha, só espero que não se arrependa tarde demais por não investir em um homem daqueles. — disse e saiu. 


Como esperado de dona Amélie, era óbvio que ela iria implorar para que Parisa se jogasse aos pés de Justin, mas ela não era assim, não acreditava em generosidade sem ter algo em troca e Justin tem, ele tem seu corpo e seu tempo, ele apenas queria isso, e ela queria ficar longe de problemas, era irônico dizer isso porque ela estava transando com o "problema" em pessoa. Justin ainda iria ferrar com ela, Parisa podia sentir, mas ainda sim não se afastava. 




— No que tanto pensa. — sentiu as mãos dele envolta de sua cintura. Parisa se desconcentrou por alguns minutos, Bieber era muito lindo que confundia seus sentidos, por que ele tinha que ser tão gostoso? — Paris? 


— Estou tentando adivinhar qual foi o presente que deu a Noah. — mentiu. Bieber sorriu, e apontou para o jardim, quando a loira botou seus olhos no pônei que o instrutor de montaria trazia, seu coração parou. — Ah não, você não fez isso. — riu incrédula. 


— Noah falava todos os dias sobre esses pôneis, chegamos até a ver corrida de cavalo na TV. 


— Como vamos cuidar desse bicho? — Parisa ria da felicidade do filho ao tocar no animalzinho vivo, que agora lhe pertencia. As crianças estavam maravilhadas, e pouco a pouco uma rodinha se formou em volta de Noah e do pônei. — Céus! Ele adorou. — levou as mãos até a boca. 


— Eu dei mais coisas, mas esse foi o mais especial, eu sabia que ele ia gostar muito. 


— É muito bom dando presentes, Sr.bieber! Será que é bom servindo pizzas também? — Parisa foi em direção a cozinha com Justin em seu encalço. Ela colocava os pedaços de pizza de pepperoni nos pratinhos esperando que Justin fosse aprender rapidamente, mas o loiro pregava atenção em tudo naquela cozinha, menos na aula que Parisa dava. 


Sem se conter ele lhe abraçou por trás, deixando a boca próxima ao ouvido da menina. Bieber murmurou um "vire-se" e quando Parisa virou, seus lábios foram tomados com urgência. A língua entrou dentro da boca quente sem qualquer aviso prévio, sugando uma a outra, lutando por espaço dentro da boca. 


A cada mordida nos lábios sua excitação crescia ainda mais, não seria capaz de duvidar que ele pudesse sentir ou até mesmo se passasse os dedos pela sua calcinha o quanto estava molhada. O beijo dele era gostoso, selvagem e com uma pegada que a deixava desnorteada, os beijos de Justin eram ardentes e cheios de paixão. Ele desceu seus lábios deixando um rastro invisível desde seu queixo até seu pescoço, ouvindo sua garota gemer deleitosamente abaixo de si. 


Suas mãos subiam por todo o corpo do Bieber, arranhando cada pedaço de pele, sentia os suspiros dele no meio dos beijos que eram distribuídos pelo seu corpo, sentiu ele apertar sua nunca por cima da calça jeans. Bieber parou e se afastou um pouco para observar a obra de arte que estava em suas mãos, sentia seu pau latejar na calça jeans que chegava a ser doloroso, ela era um espetáculo e gostosa demais. Um único beijo vindo daquela mulher poderia fazê-lo ficar rendido a qualquer coisa que ela propusesse, completamente entregue a ela. Ele a puxou novamente devorando sua boca, ela tinha um gosto viciante e doce, desceu o beijo pelo pescoço que já tinha marcas vermelhas, podia ouvir os gemidos que ela deixava escapar. As mãos de Justin eram grandes e macias, e quanto mais ele apalpava os seios e bunda de Parisa, mais ela sentia vontade de transar ali mesmo na cozinha, mas precisava se conter. 


— C-chega. — riu. — Precisamos voltar para a festa, e tem o Noah também. — disse tentando ajeitar o vestido amassado por conta da pegação de segundos atrás. 




— Claro. — passou o polegar entre os lábios, sorrindo para Parisa. Essa que por sua vez, sorriu fraco e saiu. — Essa mulher enlouquece, meu Deus. — Bieber esfregou o rosto, e encheu um copo de água para beber e se acalmar. Mas era difícil se acalmar porque tudo que ele conseguia pensar, era em transar com a loira. 






Albert observava Noah completamente feliz montado em seu pônei de estimação. Até nisso o menino se parecia com Justin. Olhou para o pano com alguns fios de cabelo castanho e digitou o número em seu celular. Poderia estar quebrando uma regra mas não se importava, não prometeu nada a Parisa. Podia morrer, mas antes descobriria quem é o pai de Noah e começaria os testes em Justin, porque ele era o principal suspeito, isso devido às características similares que ambos possuíam. 




— Alô? Denny? Conseguiu o DNA, o que eu preciso fazer agora? 





Notas Finais


📍 Se vocês esperam um Justin frio e calculista, estão na fanfic errada kkkkkkkkkkkkkkkkk ele tem sim seus momentos de chefão, mas nunca em relação a Parisa. Estou poupando vocês da decepção, então aviso desde já, que não é a mocinha que sofre pelo mafioso 💅🏻 Parisa é a patroa, vocês só não sabem disso ainda.

📍Como eu disse, Dear Noah é uma fanfic pequena e já tem até um final, então não estranhem o desenvolvimento rápido.

📍 NÃO SE ESQUEÇAM, MAIS TARDE TEM NOVAMENTE ATUALIZAÇÃO (então comentem ajuda muito 💖 )

🦋 Obrigada pela atenção, e desculpem a demora.

🦋 Até mais tarde <3


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