1. Spirit Fanfics >
  2. Dear Ômega (Kaisoo) >
  3. 06- Moreno cor do pecado.

História Dear Ômega (Kaisoo) - Capítulo 7


Escrita por:


Notas do Autor


Oie, sou eu de novo pensei em fazer att dupla hoje e cá estou. Fiquem com o capítulo de hoje!

Capítulo 7 - 06- Moreno cor do pecado.


Fanfic / Fanfiction Dear Ômega (Kaisoo) - Capítulo 7 - 06- Moreno cor do pecado.

Duas semanas depois...

Depois da confissão de JongIn na semana retrasada, eu fiquei mais perdido que cego em tiroteio. Meus sentimentos estavam uma bagunça, um lado meu me dizia "É uma boa" enquanto o outro dizia "Que boa que nada, isso aí é golpe, certeza!" eu não sabia que lado ouvir. Em todos esses anos de convivência com JongIn, nunca vi ele ser um filha da puta escroto do caralho, ele sempre foi o mesmo, o garoto gentil e super atencioso que gostava de ler romance e chorava por qualquer dorama.

Parece até um sonho, será que estou sonhando?

E sobre minha aparência, eu passei quatro dias letivos sem ir a escola estava com um pouco de medo do que iriam falar, enquanto os meus pais lógico que não ficaram parados foram na escola reclamar sobre o ocorrido o que foi uma confusão enorme, os país de Wheeln foram chamados na diretoria e tentaram pagar uma quantia alta de dinheiro para os meus país, que lógico não aceitaram. Eles disseram que o dinheiro de vez enquando não compra nada, então pediram apenas para conversarem com Wheeln para ela parar de me fazer bullying, eles concordaram e faz uma semana que não me encontro com o chão, que não sou molhado por suco, água ou refrigerante e que não sou espancado por motivo nenhum mas às risadinhas por conta da minha falta de cabelo ainda não se acabarem e bem o meu cabelo está crescendo.

Segundas feiras, como eu amo às segundas, minha mãe está de folga da polícia e ela faz uma macarronada deliciosa pro jantar, enquanto meu pai chega mais cedo do restaurante, aí que pena que hoje é quarta, e eu ainda estou aqui na escola ouvindo às aulas finais do professor Kwan, ainda mantendo em segredo que Kai é quem me escreveu a carta para os meus amigos.

— Os feromônios de um Ômega podem se intensificar muito mais durante o cio, o que pode causar um descontrole mental em certos Alfas, o que pode os tornar mais agressivos ao ponto de atacar os pobres Ômegas que se tornam mais vulneráveis e frágeis durante esse período. - Dizia o professor de cabelos ruivos. — Quase o mesmo acontece com os Alfas que durante o seu cio seus feromônios podem se intensificar causando desconforto aos ômegas ou uma enorme excitação, além de que o Alfa pode perder a consciência também e atacar os Ômegas. - O professor Kwan explicava o conteúdo caminhado de um lado ao outro da sala com um pincel nas duas mãos atrás das costas. — Para evitar esse descontrole de ambos, os supressores foram inventados suprimindo esse período durante esses sete dias, contudo-

— Psiu, ei, psiu, Kyungsoo Seunbae! - Sussurava Luhan para mim com a mão a frente da boca.

— O que foi Luhan? - Perguntei ao mesmo tom sem olhar para o moreno.

— Você quer vir comigo e alguns amigos meus naquela cafeteria perto da escola?

— Por que isso derrepente? - Perguntei baixinho olhando para ele desta vez.

— É que nos estamos arquitetando um plano e eu queria que você me ajudasse e... - Derrepente ele parou de falar e seus olhos arregalaram.

— Ajudasse com?

— Eu estou atrapalhando a conversa dos senhores? - Olhei para trás e era a voz grossa do professor e ele estava bem aqui na minha frente, era a visão do capeta.

Minha alma saiu por alguns segundos do meu corpo.

— N-não senhor! Nós estavamos conversando sobre o meu cio que está chegando... e estou um pouco com medo de passar ele sozinho, é isto! - Respondeu Luhan com um sorriso trêmulo ao rosto e uma postura um pouco nervosa.

A cara do professor foi aquela de "sei, conta outra" ele cruzou os braços e na hora em que ele ia falar algo, adivinha?

Isso mesmo que você provavelmente não está pensando.

— Professor o senhor é um ômega? - Sim alguém teve a coragem de interromper a bronca do professor Kwan e pior ainda perguntar algo assim pra ele, estarei rezando por ti aqui amigo, espero que suba em paz aos céus.

— O que você disse!? - Amigo você tá lascado na mão desse professor.

— Eu queria saber se o senhor é ômega, você é baixinho e bonitinho, parece um ômega. - Comentou o garoto de cabelos castanhos com um sorriso aberto formando um eyesmile.

— Eu sou um Alfa! - O professor gritou e o garoto desmanchou o sorriso brilhante e trocou pra um pequeno.

— Eu ainda pagava. - Falou o mesmo e a sala soltou alguns risinhos baixos, mano que pouca vergonha é essa? Gente como ele teve essa coragem?

— Ora seu!? - Ele ia dar sermão daqueles mas ele se controlou. — Moleques ousados merecem um castigo... - Abaixou o tom saíndo de perto das nossas mesas e indo em direção ao quadro. — Xiao Luhan, Do Kyungsoo e principalmente você Son Hyunwoo ficarão duas hora de detenção comigo para aprenderem a serem mais obedientes.

Espera um pouco, eu já escutei o nome desse garoto em algum lugar, mas onde foi?

E como assim duas horas!?

...

O sinal tocou alertando o fim dos horários mas como já era previsto  eu, Luhan e o outro guri ficamos na sala, e bem, antes dos meninos saírem da sala - Baekhyun e Junmyeon no caso. - pedi para fazerem o favor de passar lá em casa e avisar a minha mãe que eu estava na escola pagando duas horas de detenção. Passamos essas belas duas horas escrevendo uma linda redação sobre qual é a nossa opinião sobre o "Período de Acasalamento dos Pavões" meu querido, eu sei que sou uma pessoa super dotada - Não estou me gabando por isso - mas não significa que eu tenha de saber tudo.

— Faltam ainda quantos minutos professor? - Perguntou o garoto de cabelos castanhos.

— Pra quê a pressa? Se você tem algo pra fazer com alguém depois da escola pegue seu celular e desmarque logo. - Falou o homem que agora estava sentando na mesa do professor fazendo algumas anotações em um caderno preto.

— Eu só quero saber pra eu não perder o ônibus das nove. - Respondeu calmamente.

— Espero que tenha descansado no intervalo porque a parada de ônibus mais próxima daqui é uns 15 minutos de caminhada e vocês ainda vão ter uma longa conversa com o diretor. - Falou o ruivo que escrevia agora em outro caderno.

O castanho apenas bufou coçando a cabeça com a lapiseira rosa nas mãos.

Após duas horas e quarenta minutos finalmente a tortura havia acabado, levamos três pontos a menos na materia do professor e vamos dizer que tomamos uma "bronca" do diretor já que tudo que ele disse foi:

— Quando eu era da idade de vocês eu também fazia essas mesmas coisas mas aí quando fui parar na delegacia eu percebi que o que eu fiz foi muito errado.

— Tá mas nós só estavamos conversando na sala diretor. - Luhan se defendeu ganhando um pedido de silêncio de Jiyong Seunbae.

— Na época eu também disse a mesma coisa aos policiais mas não colou, então comigo não vai colar também. - Nos advertiu fazendo uma pose dramática, pondo uma das mãos ao peito e a outra apoiada na testa. — Não quero que voltem a fazer essas coisas dentro de sala. - Falou o diretor sério e seja lá o que for que ele tenha feito no passado foi completamente diferente do que fizemos na sala de aula. — Vão para suas casas e fiquem despreocupados que eu não vou contar a ninguém o que vocês estavam fazendo na sala, só não tornem a repetir o mesmo erro! - Concordamos mesmo que fosse uma suposta falsa acusação contra nós.

Estavamos do lado de fora, foi quando eu me lembrei quem era o garoto que nos acompanhou na detenção, o Kihyun lá do café contou que tinha uma quedinha por esse cara.

— Você é o Shownu né?

— Sim sou eu, todos me conhecem por esse apelido. - Falou o mais alto com uma cara séria, puts ele era da minha sala e eu nunca havia o notado!

— Eu queria te contar algo muito sério.

O mesmo não mudou às feições mas o tom de sua voz era de curiosidade.

— E o que é?

— Eu tenho um amigo muito bonito que está super afim de você! - Comentei sorridente ao moreno.

O mesmo ergueu suas sombrancelhas e pôs às mãos a cintura e me olhou de cima para baixo.

— Bonito é? E quem seria esse seu amigo bonito?

— Eu não posso contar quem é mas saiba que ele está bem mais próximo do que se pode imaginar!

— Nossa, vou ficar atento ao que me disse, obrigado... seu nome é?

— Kyungsoo, Do Kyungsoo. - Falei estendendo a mão, a qual Shownu deu um leve aperto.

— Muito obrigado Kyungsoo mas agora eu preciso ir correndo até a parada se eu quiser chegar em casa antes das dez. - Disse rapidamente e logo saiu correndo para longe de mim e do Luhan.

Após uns segundinhos de silêncio ouvi um suspiro e olhei para o garoto que o tinha soltado.

— Desculpe por te encrencar Kyungsoo Seunbae. - Disse o moreninho de cabeça abaixada.

— Não tem problema acontece.

— Mas você nunca tinha ficado de detenção...

— Tudo tem sua primeira vez aliás, Luhan. - Chamei ele que agora me olhava curioso.

— Sim?

— Pode deixar que eu irei a cafeteria com você. - Falei olhando para o moreninho pousando minhas mãos em seus ombros.

— Sério mesmo?! - Perguntou animado com um sorrisão de orelha a orelha.

— Seríssimo.

— Que ótimo! - Falou me abraçando forte. - Eu te amo Kyungsoo Seunbae!

— Eu também te amo Luhan, bem mas que dia vai ser?

— Pode ser nessa sexta antes da escola?

Fiz algumas caretas ao coçar a cabeça, fingido ser alguém super ocupado coisa que eu não sou.

— Deixe me ver aqui, sim pode ser na sexta.

— Valeu! Kyungsoo Seunbae é o melhor!

...

Assim que cheguei em casa eu já esperava uma surra da minha mãe logo na entrada mas tudo o que levei dela foi uma reclamação.

— Olha moleque só por que rasparam seu cabelo não significa que agora você é um delinquente! - Eu gargalhei um pouco desse comentário.

— Desculpa mãe mas meu amigo estava me convidando para tomar um café na sexta.

— Tá mas avisa pra ele que dá próxima vez que você for pra detenção por culpa dele, eu vou te dar um castigo.

— Sim senhora.

Tomei um banho e mesmo não sendo segunda o jantar foi aquela macarronada deliciosa que só minha mãe sabia fazer. O que eu não pude crer é que quando terminei o jantar meu pai já havia chegado em casa e consigo ele trouxe um embrulho dizendo para mim:

— Não é seu aniversário mas pensei em te dar isso, 'pra você se comunicar melhor conosco. - Era o telefone velho do meu pai, ele estava me dando de presente o telefone dele?! Gente aquele celular rosa era um arraso, no dia em que meu pai o comprou era uma edição exclusiva da feirinha, esse telefone era o top do top, os botõeszinhos tinham desenhos de corações e vinha um chaveirinho chiquérrimo de uma estrela dourada de plástico na anteninha dele, por mais que ele só fizesse ligação era divino ter aquela relíquia em mãos.

— Pra mim!? - Não pude me aguentar de felicidade estava chorando.

— Sim filho, esse aqui é pra você. - Falou entregando o embrulho, pera que?!

— Pensei que fosse me dar o Pink... - Falei desanimado.

(N/A: Vocês já tiveram uma quebra de expectativa com presentes galera? Ou sou eu mesma aqui.)

— Tire os olhos dele, eu já disse que isso aqui vale mais que ouro. - Falou o meu velho escondendo o celularzinho atrás das costas.

— Às vezes acho que esse telefone careta é mais importante que eu. - Reclamou minha mãe.

— Ele não é careta. - Falamos eu e meu pai ao mesmo tempo.

Encarei o embrulho e logo chaqualhei não ouvindo barulho algum.

— O que é?

— Abre logo isso aí ou vai ser eu que vou abrir! - Gritou a minha mãe já com raiva.

Tratei de rasgar o embrulho e gente era a caixa de um celular top de linha, meu Deus onde foi que meu pai arrumou tanto dinheiro, esse celular é de lansamento!

— Onde foi que você arrumou tanto dinheiro? - Minha mãe perguntou por mim.

— Eu tenho meus truques chuchu. - Falou meu pai convencido de sí.

— Aham tá bom, eu só espero que nenhum agiota venha aqui procurando por você Haejun.

— Aish, meu deus agora eu vi mesmo, eu sou um homem honesto Hae!

— Diz isso hoje mas antigamente adorava roubar no truco lá no boteco do seu tio...

— Mas isso foi a vinte anos atrás!

— Um ladrão contínua sendo um ladrão Haejun.

— Bem lembrado, falando nisso você devolveu o celular do Byeong?

— Escuta aqui eu peguei emprestado!

— Por dois anos? - Zombou meu pai.

Acho eles tão engraçados quando o assunto é troca de farpas.

No final daquele dia tratei de configurar o celular, baixando tudo que eu precisava, pegando os números dos meus pais e tentando dormir cedo pra amanhã de manhã pegar os números dos meus amigos o problema é que já era umas três da manhã e cara, eu não consegui pregar os olhos uma vez se quer, a ansiedade tava me matando então tratei de fazer algo que com certeza me faria dormir.

Saí de meu quarto tentando fazer o mínimo de barulho possível, descendo às escadas para ir até a cozinha, abri a geladeira e peguei a jarra de suco de maracujá do meu pai, virando o suco inteiro guela a baixo foi quando a luz se acendeu e derrepente...

— Que bonito ein. - Rapaz, fudeu de vez, era o meu pai de pijama de bichinho. — Tomando meu suquinho de maracujá a está hora da madrugada.

— Foi mal papai é que eu não tô conseguindo dormir. - Falei sonolento.

— É só fechar os olhos que o sono vem, já o meu suco de maracujá não volta mais, era pra eu tomar no jantar por que sua mãe botou o meu...

Foi aí que eu fiquei cansado do nada, me senti fraco derrepente mas pude ouvir meu pai sussurar.

— Meu sonífero...

Quando acordei eu estava no sofá da sala, procurei o relógio do aparelho da tv, e ele mostrou que ainda eram seis da matina.

— Tranquilo. - Falei calmamente mas foi aí que me toquei. — Que tranquilo que nada, essa porcaria está adiantado duas horas, meu Deus já são oito da manhã eu tô lascado!!!

Corri fazendo a maior algazarra, fiz tudo correndo e quando peguei às pressas o lanche na geladeira havia um bilhete na porta dela.

" Se você acordou agora e está atrasado não se preocupe que eu deixei um dinheiro pra você pegar um táxi. Não converse demais com taxistas e tome cuidado com eles.

Ps: Papai♡"

O dinheiro estava bem acima da mesa, o peguei e chamei o táxi por um aplicativo, graças ao meu senhor o velhinho que dirigia o veículo foi bem rápido quando eu disse que estava atrasado 'pra escola, assim que cheguei na mesma a primeira coisa que ouvi ao descer do carro foi o sinal. Entreguei o dinheiro ao velho taxista e corri pra dentro da escola e por sorte quando cheguei na sala a professora Hyolin não havia chegado. Tratei de sentar no meu lugar, a minha respiração estava fora do eixos e meu coração estava acelerado, eu até suava um pouco.

— Achei que não iria vir mais... - Falou um Baek de cabelos loiros, ele havia pintado na sexta passada.

— Eu tomei um suco do meu pai que tinha sonífero e acabei caíndo no sono feito pedra. Aliás olha só o que eu ganhei do meu pai ontem. - Falei puxando do bolso da minha mochila o celular branco pérola.

— Não creio... - Disse Baekhyun boquiaberto, ele estava estático.

— Nem eu acreditei quando o vi mas cá está ele. - Falei olhando para o meu reflexo na tela preta. — Aliás queria contar um negócio para você e o Junmyeon.

— Espera vou chamar ele. - Pensei que ele iria atrás do garoto. - OOOOOOOOH JUNMYEON!!! - Mas não ele teve fazer um show.

— QUE FOI? - Gritou do outro lado.

— VEM CÁ RÁPIDO!

Agora sim pronto, os dois estavam em minha frente com sorrisinhos e olhares curiosos pra cima de mim.

— Então, eu queria dizer que semana retrasada eu descobri quem é o cara que escreveu a carta.

— Nós já sabemos. - Contou Junmyeon.

— Como?

— Eu, Xiumin e Junmyeon havíamos combinado tudo desde de o início, tratamos de convencer o JongIn a se declarar... - Contou o ômega loiro.

— Mentira.

— Tô te falando cara. - Continuou.

— Por que não me contaram logo de primeira? - Perguntei emburrado.

— Você daria uma de "bom samaritano" e recusaria logo de primeira. - Contou Suho.

Najas, esses são verdadeiras najas!

— Aliás você já se decidiu? JongIn contou ao Xiumin que você pediu um tempo 'pra pensar. - Falou Baek.

— Depois do que vocês me falaram agora acho que vou dar um fora nele...

— Ah mais que droga Kyungsoo... - Resmungou o loiro.

— Eu não tenho culpa de nada! Eu não sei o que sinto pelo JongIn e eu gosto do JongDae... - Falei baixinho.

— Menino, esquece o Chen pra lá, ele gosta do Xiumin, deixa eles se comerem pra lá e aproveita que o JongIn tá disponível! - Pediu Baekhyun.

— Eu não posso fazer isso, eu amo o JongDae e não posso deixar alguns poucos anos de amizade estragarem isso...

— Você quer esperar levar um fora? - Perguntou Baekhyun com aquela cara de deboche dele.

— Sim! - Falei com raiva. — Era isso que queriam ouvir, assim que eu ver que esse amor não é recíproco eu vou parar de correr atrás dele!

— Olha, a gente entende, não queremos forçar você... - Disse Junmyeon tocando em meu ombro.

— Diz isso mas sempre o empurram pra cima de mim...

— Só queríamos ajudar você Soo, com certeza no final da história você sairia machucado... aliás você não tá perdendo nada ficando com o Kai, moreno pecado. - Disse Junmyeon num tom bem malicioso e teve até piscadinha no final.

— Que pouca vergonha é essa gente. - Falei corado.

— Larga de ser fingido que eu sei que você adora um moreninho da cor do pecado isso te deixa maluco. Até eu sou caidinho no Yixing de cabelo preto. - O que o Baekhyun fez ao meu amigo inocente?

Aquilo era tentação, dois diabinhos cochicando no meu pé do ouvido.

— Tá bom, tá bom eu vou aceitar! - Falei um pouco alto, o que chamou a atenção dos meus amigos e principalmente do JongIn, o coisa boa.

— É sério!? - Perguntou o mesmo.

— Não!!! - Será que esse grito foi alto de mais? — Eu ainda não estou decidido!

— Mas eu pensei–

— Você pensou errado! - Voziferei.

O que eu faço agora? Eu vou ter mesmo que esperar levar um fora do JongDae para começar a amar o JongIn?


Notas Finais


Até a próxima!


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...