História Dear Psychopath 2.0 - Mitw - Capítulo 7


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Categorias Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Maria Luiza Ramos (MoonKase), Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Felipe "Febatista" Batista, Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Mike, MoonKase, Pac, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellps, Celltw, Dear Psychopath, Jvtista, Mitw
Visualizações 16
Palavras 945
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, LGBT, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Survival, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Saudações!
Como estão? Espero que bem!

Desculpem a demora, eu estive meio ocupado com algumas coisas, mas não é para isso que vocês estão aqui!
Tenham uma boa leitura!

Espero que gostem!
Bjs!

Capítulo 7 - Black Flowers...


No Capítulo Anterior

- Mara, você está com ciúmes de mim? - Acabo falando em voz alta, ela me encara com um olhar irônico, engoli a seco.

No Capítulo De Hoje

JVNQ's P.O.V

Acordei calmamente abrindo meus olhos, pisquei algumas vezes para acostumar-me a iluminação local, levei minhas mão ao rosto coçando meus olhos para melhorar minha embaçada visão. Observei o redor reconhecendo o mesmo em poucos segundos, era um hospital, aparentemente o grande hospital do centro da cidade, mas, o que aconteceu comigo e por que minha cabeça doí tanto?

Levantei-me, ou apenas tentei levantar, minha costas não deixaram por conta da enorme dor. Meu dedo foi a minha boca sendo fortemente mordido, crie uma dor para esquecer a outra, era isso que minha vó dizia. Mesmo assim não pude aguentar minhas cordas vocais e um grito abafado foi solto de meus lábios, eu sentia meus ossos quebrarem.

Após reabrir meus olhos depois de tal grito de dor observei melhor o redor, era relativamente um quarto vazio, mas, algo chamou muito a minha atenção... flores... flores pretas e purpuras em forma de uma rosa maior ainda. Nas pétalas, que eram as flores, haviam cartas de Tarô com bilhetes.

Aproximei-me tentando alcançar ao minimo uma rosa, mas, tudo caiu assim que arranquei uma flor, o vaso de vidro estilhaçou-se ao chão e as cartas misturaram-se assim como os nomes. A carta era "O Julgamento". havia um bilhete atrás da mesma o nome que estava nele era...

Bárbara's P.O.V

- Eu com ciúmes? Me poupa dessa, Bárbara. - De uma maneira grossa ela me responde, apenas suspiro e volto meu olhar a janela novamente. Estou com um mal pressentimento porém, não sei sobre o que é, mas, é extremamente ruim. Meu olhar focado na paisagem tentava buscar dicas nas folhas dançarinas ao ar, buscar na transparente água de um enorme rio ou talvez até no som dos pássaros a cantar para seus filhotes.

Observei a paisagem lentamente parar, olho para Mara, a mesma havia parado o carro e desligado seu motor. Tanto ela quanto Tayr saem do automóvel, Tayr foi para o porta-malas enquanto Mara se exercitava um pouco. Sai calmamente de braços cruzados e logo o maior chega carregando um rifle nas costas e uma pistola nas mãos.

Logo continuamos o caminho com a força do motor humano mesmo, um tempo depois chegamos ao local da missão, observei aquela enorme construção escondida em uma floresta abandonada. Abaixei-me entre as folhas e observei a Mara aproximar-se lentamente, mas, logo algo surpreendeu-me.

Mikhael?! - Lá estava ele, saindo daquele lugar sendo carregado por um garoto loiro, apenas mantive meus olhos nele, provavelmente isso seria mais um fingimento para alguma coisa, mas eu não tenho certeza.

- Bárbara, estou recebendo um chamado emergencial, está vindo do quartel 13! - Eu tenho duas escolhas.

Tarik's P.O.V

- Você é um inútil, como você deixou-os escapar? - Encosto-me na mesa apoiando minhas mãos na mesma. - Vá atrás dele! Não posso perder esse pedaço de mal caminho. - Fecho minhas mãos com um sorriso, vejo o homem sair da sala. Calmamente fecho meus olhos, sinto meu corpo esquentar e começar a suar apenas por lembrar daquela cena, daquele volume apertado. - Ah, Mikhael, você não pode fugir de mim...

Mikhael's P.O.V

- Olha quem temos aqui? O nosso ratinho fugitivo. - Ouvi uma voz masculina, logo virei vendo um homem alto junto a outros dois igualmente fortes. - Também temos um traidor, isso está cada vez melhor! - Ele riu e outro agarrou seu ombro.

- Vamos logo com isso, Norton. - Ele cruzou os braços e se aproximou, Batista se colocou a minha frente. - Você realmente é imbecil Batista. - Ele agarra o braço do garoto e o jogou no chão, o mesmo caiu deitado com a mão no lugar onde foi agarrado. Um dos homens estava se aproximando de mim, mas ele foi derrubado rapidamente e facilmente, havia duas garotas e um homem cobertos por sombras.

- Temos visitas então? - O homem, aparentemente chamado Norton, aproxima-se sorrindo. - Isso será muito divertido, ele corre em direção a Bárbara com uma faca nas mãos. Fecho meus olhos fortemente e senti ao espirrar sobre mim, algo quente que rapidamente se torna frio. Uma vibração na terra próxima a mim indica que algo havia caído, um grito é escutado e minha mente apenas pensa no pior...

Jvnq's P.O.V

Com muito esforço consegui sair da cama e, enfim, me manter em pé no chão. Meus passos eram lerdos e levemente caóticos, minhas costas pareciam se quebrar mais e mais a cada passo meu. Abaixei-me senti o peso de um elefante sobre mim e agarrei as malditas cartas com nomes, todos embaralhados e bagunçados. Seria impossível eu conseguir organizar isso de uma forma exata, há nomes de pessoas que eu nem conheço aqui, ou seja, vou ter que rezar muito para o santo Script me ajudar.

Observei um que havia algo dentro do vaso quebrado, um frasco avermelhado, sem um arranhão ou marca. Aproximei-me lentamente e abri sua tampa, uma rolha na cor preta, observei calmamente aquele líquido lilás que parecia borbulhar. Aproximei o fraco de meu nariz e senti seu aroma, um cheiro que trazia amargura junto ao mesmo.

Sem muitas opções aproximei o frasco de minha boca, tomei calmamente um pouco daquele líquido e, em poucos segundos, senti minha cabeça doer e minha visão turvar-se, eu já não tinha o controle de meu corpo que caíra ao chão. Senti a dor de milhares de agulhas perfurando minha pele e, por fim, minha mente desligou-se fazendo-me cair ao desmaio.


Notas Finais


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