História Dear Teacher - Capítulo 13


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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hendery, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Jungwoo, Kun, Lucas, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, XiaoJun, YangYang, Yuta
Tags Colegial, Doil, Jaeyong, Johnten, Luwoo, Markchan, Yuwin
Visualizações 78
Palavras 1.328
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção Adolescente, Lemon, LGBT, Romance e Novela, Slash, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi kkkkk
Agradeço pelos comentários no capítulo anterior, perdoem-me por colocar o título errado, eu nem tinha percebido kkk
O capítulo anterior ficou maior em relação original, mas esse deve ter ficado menor, já que eu retirei um pov que achei um tanto desnecessário.
Bem, não tenho muito o que falar além disso, creio eu
Espero que gostem, por favor, continuem acompanhando, me sinto motivada com cada comentário, sempre
Amo vocês, principalmente por aguentarem minhas demoras
Acho que está um pouco próximo do fim, mas queria prolongar um pouco, não sei, talvez eu faça uma season 2
Aproveitem o capitulo, até a próxima

Capítulo 13 - Capítulo XIII


Haechan

Era por volta das nove da manhã quando acordei, ele já estava acordado e me encarando com um misto de cansaço, confusão e algo… Estranho. Passamos um longo momento nessa troca silenciosa de olhares, até ele se pronunciar, receosamente, sobre os ocorridos da noite anterior.

 – Como vim parar aqui? - ditou, lentamente, os olhos passeando pelo cômodo que não lhe era nada familiar.

 – Dessa parte não sei, mas você entrou aqui bêbado e… - comecei, mas fiquei quieto: não tinha certeza se deveria dizer o que ele me disse. Preferia evitar o assunto.

 – E…?

– Apagou bêbado na minha cama – completei, esperando qualquer tipo de ração do Lee, esta que veio rápido, na forma de uma risadinha nervosa. Coçou a nuca, desviou o olhar e, finalmente, murmurou um baixo “me desculpe”.

 – Vai tomar café, um banho e um remédio pela possível dor de cabeça que pode estar sentindo? Ou já vai embora? - disse, sem saber exatamente o porquê, mas esperando que fosse a primeira opção. Algo em mim queria que ele fosse embora, mas uma outra parte queria que ele ficasse um pouco mais comigo.

 – Isso é um convite? - sorriu animado, me olhando com uma pontada de esperança.

 – Leve como quiser, não tenho nada a declarar – resmunguei, saindo da cama e seguindo para o guarda-roupa. Peguei uma muda simples de roupa e segui até o banheiro no interior do quarto, mas, antes de entrar, me virei para o Lee – Decida rápido, quando eu voltar quero uma resposta.

Ten

Acordei com a cabeça rodando e doendo, as lembranças vinham em ondas lentas: um copo, luzes da festa, uma escada, um beijo… Johnny. Eu me levantei extremamente rápido, mas minha cabeça girou e tive que me apoiar com a mão para não cair. Minha mão estava apoiada em algo macio, olhei para o lado com lentidão, e Johnny estava lá. Ah, merda.

Me levantei, os olhos lacrimejando pelo que fiz: sei que tive escolha nisso, mas também sei que ele fez isso apenas por diversão. Seo John nunca vai sentir algo real por mim. Nunca. Foi com esse pensamento que me vesti, que não consegui pensar em me despedir e que derramei lágrimas quentes e silenciosas. Ia sair do quarto, mas fui surpreendido por uma voz que me fez parar no lugar e olhar para trás.

 – Ten? Por que está indo embora? - se sentou sobre a cama sem desviar os olhos de mim, a expressão confusa até entender o que se passava na minha mente. Estava fugindo do que aconteceu – Ei, não. Não é isso que você tá pensando que é, e eu sei que sabe disso!

 – Não?! O que é então? Vai dizer que fez isso porque gosta de mim? - ri, mas meu riso exalava a mágoa que ainda guardava pelo Seo, seu rosto empalideceu, mas ele se levantou e se vestiu silenciosamente, eu não tive coragem de sair do lugar com o tom sério que aquilo tomou.

- Sinceramente? Sim, é porque gosto de você. Porque você me atrai física e emocionalmente. Você sabe que o que estou fazendo é pra te conquistar do jeito certo e te ter do jeito certo, eu já te disse isso, e já tentei provar das mais diversas formas – apontou para mim, os olhos me acusando implicitamente, mas apenas em parte – Não fiz o que fiz por uma noite de prazer, mas, se te deixa mais tranquilo, não te tocarei novamente até que você peça por isso – pegou suas coisas sobre o criado mudo, se aproximou de mim até que quase não houvesse espaço entre nós, e, por fim, olhou apenas em meus olhos antes de sair.

Fiquei estático, quieto no mesmo lugar como uma estátua. Não sabia se ficava feliz ou com medo do modo como Johnny podia me atingir.

Taeil

Eu estava com uma dor de cabeça enorme, não lembrava de muita coisa além de um nome: Kim Dongyoung. Baseado no meu estado físico, o tal Kim não me fez nada de ruim, nem sequer tentou. Me levantei um pouco cambaleante, me segurando nas paredes para não cair durante o processo. Passo por uma porta que levava a um corredor, logo chegando em um curto lance de escadas, do alto podia ver a sala e alguém nesta. Era o garoto que me lembrava.

- Bom dia, Bela Adormecida – ditou rindo enquanto eu descia perigosamente cada degrau.

- Cala a boca – resmunguei baixinho, pondo a destra na cabeça e massageando as têmporas devagar – Minha cabeça dói, estou com fome e com uma aparência digna de um gambá.

- Vem, vou te dar um comprimido – disse levantando do sofá e seguindo para a cozinha, me levando junto, sorrindo de um jeito incrível e terrivelmente fofo – Depois que tomar o remédio, você toma um banho e come algo.

Acenei em concordância, pegando o remédio que este me entregara e tomando com pressa. Ele me olhou por um instante antes de apontar pelo mesmo caminho o qual tinha vindo, me ajudando a subir as escadas desta vez. Assim que chegamos ao quarto, me entregou uma toalha, uma muda de roupa e indicou onde ficava o banheiro.

- Vou estar lá embaixo, caso precise de algo é só gritar. Por favor, não mexa nas minhas coisas, tenho muito ciúmes delas.

~~

Não posso negar, Doyoung é uma ótima companhia. Faz algumas horas que estou a casa dele, pelo menos estando acordado, e nós estamos maratonando séries na televisão. Ele, na verdade, porque estou quase cochilando desde que ele deu a desculpa esfarrapada de que meu cabelo é muio bonito e que gostaria de ficar mexendo nele então passou a me fazer um cafuné.

- Pode ir desistindo de dormir, não vou te carregar lá pra cima outra vez – disse baixo rindo, a mão que me fazia carinho parando gradativamente.

- Aish, Doyoung! Só um pouquinho… - me viro para o lado, abraçando a cintura alheia e encostando o rosto contra sua camisa, ele que acabou continuando a rir da minha “cena”.

- Se mantenha acordado, hyung, senão não vai dormir e vai estar cansado amanhã.

- Me mantenha acordado, então.

Se eu soubesse o sentido que a frase tomou não fora o convencional, não teria dito, mas… Se tratando do tão intrigante Kim Dongyoung, eu provavelmente teria dito sim.

Doyoung puxou-me até que e voltasse a estar sentado no sofá, em seguida puxando-me para seu colo, os olhos focados nos meus. Seu rosto se aproximou do meu devagar, era calmo, mas bom. Retribui ao beijo enquanto me ajeitava sobre seu corpo, o que o fez segurar minha cintura com certa força para manter-me quieto e morder-me o lábio com minima força.

- Não faz isso – sussurrou contra meus lábios, os olhos se abrindo e seguindo aos meus, um minimo sorriso pairou em meus lábios

- E por quê? - disse de modo forçadamente inocente, o olhando com uma expressão minimamente risonha, o que o fez sorrir curto.

- Se eu ficar excitado, você vai resolver.

- Feito.

Dei de ombros voltando a me aproximar, iniciando mais um beijo. Sua língua deslizando por entre meus lábios e aprofundando o beijo lentamente, o que me fez segurar em seus fios. O Kim inclinou-se em minha direção, me fazendo deitar consigo sobre o sofá, seu peso apoiado em um dos braços enquanto o outro estava junto à minha cintura.

Sentia sua lingua deslizar eroticamente por entre meus lábios, não me negando o ímpeto de entrelaçar as pernas em sua cintura. Senti a mão alheia segurar-se em minha coxa com força, logo em seguida deslizando por sob minha camisa pressionando fortemente os dedos por minha cintura. Quando tivemos de tomar fôlego, ele se afastou devagar e sorriu minimamente.

– Você beija muito bem, Moon... Bem até – mordeu o lábio minimamente, os olhos focados nos meus fixamente.

– Eu não tenho certeza a você beija bem, faz de novo só pra me certificar – sorri, minha mão seguindo até sua franja e mudando alguns fios de lugar.



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