História Dear, teacher :: che.ronica - Capítulo 3


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Categorias Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Archibald "Archie" Andrews, Cheryl Blossom, Elizabeth "Betty" Cooper, Frederick "Fred" Andrews, Hermione Lodge, Hiram Lodge, Josephine "Josie" McCoy, Mary Andrews, Penelope Blossom, Reginald "Reggie" Mantle, Veronica "Ronnie" Lodge
Tags Beronica, Camilaine, Camilili, Cheronica, Choni, Lesbicas, Madnessa, Riverdale
Visualizações 15
Palavras 2.432
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, LGBT, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


boa leitura 🌈🔥

Capítulo 3 - 0.3 - we made a mistake


Fanfic / Fanfiction Dear, teacher :: che.ronica - Capítulo 3 - 0.3 - we made a mistake

verônica pov''

Um barulho me fez abrir os olhos. Mas percebi que foi no andar de cima.

Despertei melhor e percebi onde estava.

M E U   D E U S

Como é que... Como é que eu fiz isso?? Meu corpo está totalmente nu abraçado ao de Cheryl que só tem os shorts vestidos. 

Sua mão está pousada nos meus cabelos. Provavelmente ela ontem ficou fazendo carinhos. Mas... Isso não podia ter acontecido! Merda! 

— Hmm, bom dia! — ela se remexeu.

Fala logo que você não pode 

Fala logo que você não pode 

Fala logo que você não pode 

— Bom dia... — merda! 

— Dormiu bem?

— Sim... 

Porque diabos a minha vontade é simplesmente abraçar com mais força essa mulher??? 

— Olha, se quiser tomar um banho pode tomar. Eu vou depois. — ela disse. 

Me soltei do corpo dela. Cheguei para o lado na cama e procurei minha mochila. Tirei meu roupão preto de seda e logo o vesti. 

Cheryl voltou a fechar os olhos na almofada.

O que eu vou fazer agora??...

Maldita hora em que eu fui aceitar o vinho sabendo que um só copo já o suficiente p'ra me soltar demasiado. 

Porra, eu fiz sexo com a minha professora de ciências deus!!!! 

E a pior parte, é que eu gostei! 

Entrei no banheiro do quarto dela. Era requintado e moderno... Ao lado direito da porta havia um jacuzzi, do lado esquerdo havia duas pias e à frente tinha uma banheira. Tinha uma sanita também obviamente. 

— Verônica! — Cheryl me chamou sonolenta e o meu corpo estremeceu ao ouvir sua voz.

— Está tudo bem, Cheryl?? — perguntei nervosa. 

— Pode tirar toalhas nas portinhas por baixo da pia!

— Ah, obrigada!

Ufa.

Argh. Eu não quero ter uma conversa dessas com ela. Ainda por cima depois da nossa noite maravilhosa mas... Não vejo outro jeito... 

Retirei o meu roupão e entrei na banheira. 

A água quente me fez acordar por completo. Era relaxante. 

Esfreguei meus cabelos pensando em cada palavra que eu iria dizer na conversa com Cheryl. 

E merda. Agora o cheiro dela vai ficar pelo meu corpo todo por causa dos shampoos e do gel de banho. 

Depois de banho tomado, saí da banheira. Tirei uma toalha grande daquela portinha debaixo das pias e me embrulhei nela. Peguei noutra mais pequena para secar meus cabelos. 

Terminei de secar o meu corpo e troquei a toalha pelo meu roupão. 

Voltei ao quarto. Cheryl olhava para o teto e sorriu p'ra mim quando me viu. 

— Vou tomar um banho rápido, já volto. — ela disse se levantando. 

Para de olhar p'ro corpo dela, Verônica! 

Desviei meu olhar e procurei minha mochila novamente. Tirei a roupa que eu tinha escolhido p'ra usar hoje. O normal. Umas calças de ganga meio largas e com alguns rasgos e um moletom branco. 

Quando fiquei pronta peguei no celular. Tinha algumas mensagens da minha mãe perguntando como correu a noite. 

Respondo quando chegar à escola. 

Me dando um susto, Cheryl sai do banheiro. 

Pelo menos está vestida. Se ela aparecesse sem roupa ia dificultar o objetivo da conversa. 

Ela sorriu p'ra mim e se aproximou. Envolvendo seus braços ao redor da minha cintura.

Tá dificultando, Blossom. 

— Cheryl... 

— O que foi? 

— Precisamos conversar. 

— Diga. 

— Eu não consigo conversar com você me abraçando na cintura. — respondi. 

— Estou te incomodando? — ela perguntou com um olhar mais preocupado agora. 

— Não é que eu não goste, mas se torna difícil conversar sobre o assunto. 

— Tudo bem... — ela se afastou então. 

Ufa

— Cheryl nós... Nós cometemos um erro. 

— Quê??! Verônica, você me disse com toda as palavras que queria! 

— Eu sei disso mas eu tava solta demais por conta do vinho. Nós não podemos continuar seja lá o que começamos ontem. 

— Tá. Agora me fala de verdade. Você não gostou da noite, foi isso? — ela perguntou cruzando os braços. 

— Não! Claro que não foi isso! Eu... Eu amei. Mas... Cheryl, você sabe que é proibido os alunos terem relações com os professores... Pode estragar seu futuro! 

— Eu já disse que gosto do perigo. 

— Mas eu não gosto!

— Verônica, você não consegue por uma vez deixar de ser certinha para te fazer feliz e convenhamos, me fazer feliz a mim???!

— Não. Eu sempre fui certinha e gostei de regras. Não é uma professorazinha de nada que vai mudar isso tudo. 

— "Professorazinha de nada"?? Engraçado que foi essa professorazinha de nada que te levou a um orgasmo ontem à noite! Mas tudo bem. Não quer correr riscos para ser feliz uma única vez na sua vida, eu também não vou interferir. 

Cruzei os braços olhando p'ra ela também. 

— Ah claro, agora vai se achar a dona da razão com essa expressão empinada. — ela disse. — Quer saber, escova os dentes no quarto de hóspedes que eu vou escovar no meu. Depois vamos para a escola. 

Virei costas e peguei na minha mochila levando-a para o banheiro do quarto de hóspedes. 

— MERDA! — ouvi a reclamação de Cheryl junto com alguma coisa partindo. 

Decidi ignorar e escovar meus dentes. 

— Já tá pronta? — ela perguntou. O seu tom de voz era seco. 

— Já. — peguei nas minhas coisas e a segui p'ra fora do apartamento.

Descemos no elevador e depois fomos diretas para o carro dela. 

— Olha só, você é uma pessoa legal... Será que não podemos nem ser amigas?? — perguntei tentando aliviar o clima pesado no carro. 

— Eu não vou ser amiga de uma garota que eu quero beijar e entre outras coisas. — ela respondeu séria sem tirar os olhos da estrada. 

— Argh. Eu tentei. 

— Lamento informar, mas de facto, sua especialidade não é tentar fazer as coisas. 

Revirei os olhos ignorando o seu comentário. 

O resto do caminho até à escola foi em total silêncio. Ela estava zangada, eu também e isso nos deixou num mau humor infernal. 

Saí do carro quando ela estacionou. Peguei nas minhas mochilas e fui direta para a escola. Entrei e parei no meu cacifo para pousar a mochila da roupa. 

— Bom dia!! Como correu?! Quero saber detalhes de tudo!!! — Betty surgiu ao meu lado. 

Respirei fundo para não socar a cara da minha única amiga. 

— Eu não quero falar sobre nada. — respondi séria. 

— Ih qual é? Sou sua melhor amiga!

— É minha melhor amiga e me deixou completamente aterrorizada com aqueles avisos de tudo o que podia acontecer se eu tivesse um caso com a minha professora!! Agora parabéns, Betty! Estamos zangadas. 

— Ah... Verônica, eu não queria te assustar! E você mesma disse que "era hetero e nunca ia ter nada com ela". Mas está dizendo tudo isso porquê? Se beijaram?? — o seu olhar curioso pairou sobre mim. 

Apertei a mão cravando as unhas nela. (n/a: exatamente. Nessa fanfic quem faz isso é a Verônica e não a Betty).

— Nós transamos, Betty. Agora dá p'ra me deixar em paz por favor? Hoje não sou boa companhia p'ra ninguém. 

— Espera, você transou com uma garota? E sua professora?? — ela riu. 

—Eu não acredito que você ainda tá rindo na minha cara... Adeus. — fechei a porta do cacifo e me dirigi à sala da primeira aula. 

Graças a Deus ainda não é a sala de ciências. 

Betty voltou a aparecer ao meu lado. 

— Me desculpa? Se não quer tocar no assunto eu respeito. Se quiser desabafar, também estou aqui. — ela disse com um sorriso doce. 

Acabei sorrindo. 

— Obrigada... 

O sinal tocou. Vamos ter aula de inglês, minha preferida!

[...] 

O sinal voltou a tocar. 

Agora sim fudeu. Vou ter aula de ciências. 

— Você está bem p'ra ter aula com ela? — Betty perguntou. 

— Eu vou fazer o quê? Quem tem de ficar zangada sinceramente é ela! Eu não posso reclamar de nada! 

— Entendo... Mas e... Não quer me falar mesmo nada da noite? 

— Ah, Betts, nós jantámos, vimos um filme de terror, bebemos um copo de vinho na cama dela e você sabe o resto. Agora o pior e mais estranho, é que fui eu quem começou as provocações para transar...

— Eu lembro bem como você fica solta com apenas um copo de vinho. 

— Shhh ninguém tem que saber o que aconteceu da última vez. — ambas rimos. 

Caminhamos até à sala de ciências. 

— Verônica, hoje a aula é no laboratório. — Josie se aproximou para dizer. 

Josie é uma garota da minha turma. Não falamos muito. 

Assenti e então ela foi embora em direção ao laboratório. Betty e eu fomos atrás. 

— Eu adoro essas aulas! — comemorei. 

— Você é nerd, adoro qualquer aula! 

— Menos educação física. 

— Típica nerd. 

Soltei uma risada. 

Chegamos nas portas do laboratório exatamente na hora em que tocou. 

Todos entraram e no fim fui eu. 

Meu sorriso se fechou ao ver Cheryl. Ela também não estava sorrindo. Mas nem se deu ao trabalho de olhar para mim. 

Fui me sentar no meu lugar da frente ao lado de Betty (como sempre).

— Bom dia a todos. — sua voz estava... Em baixo. Como se estivesse zangada e triste. — Como já devem ter percebido, estamos no laboratório para fazer uma análise nessas rochas e preencher uma ficha de chave dicotómica. Acho que todos sabem como fazer isso. Se tiverem dúvidas me chamem. Eu vou distribuir as bandejas com as rochas. 

Cheryl começou a andar com os carrinhos distribuindo uma bandeja por mesa. 

Quando deixou uma bandeja na minha mesa nem sequer olhou para mim. 

Porra porque ela está me ignorando completamente??? 

Ignorei esses factos e comecei a trabalhar na chave dicotómica com Betty. Usamos a lupa para ver algumas coisas enfim. 

— Betty me ajuda aqui, que eu não tou entendendo. — pedi. 

— Se você não entende, como é suposto eu entender ein? 

— Cala a boca e tenta me ajudar. 

Betty olhou para o papel. 

— Certo, eu não entendo nada de ciências. — ela disse. 

Merda. 

— Olha foda-se. Vou chamar a Blossom. — concluí. 

— Senhorita* Blossom aqui. Não se engana por favor. — ela me corrigiu. 

Assenti e respirei fundo. Levantei o braço. 

— Senhorita Blossom, pode nos ajudar por favor? 

Finalmente ela olhou p'ra mim. Um olhar sério mas olhou. 

— Claro. — ela respondeu e se aproximou da nossa mesa. 

Eu engoli seco quando ela se debruçou levemente sobre a mesa. Pois seus seios ficaram bem marcados. 

Ela nos explicou tudo. Eu entendi pelo menos. 

— Você tá bem? — acabei por perguntar sussurrando. 

Cheryl me olhou séria. Nossos rostos estavam perto. Ela não disse nada. Se voltou a levantar e foi para frente da sala. 

Revirei os olhos. 

— Verônica? O que você disse para a mulher? Ela hoje tá com uma cara de cu que meu deus do céu. — Betty sussurrou. 

— Eu disse merda. Mas foi uma merda necessária! 

— Depois das aulas vou na sua casa, quero nem saber. Vai me contar exatamente TUDO. 

— Argh tá bom. 

Terminamos de preencher a chave dicotómica finalmente. 

Bati um hi-five com Betty por termos conseguido. 

— Já todos sabemos que você é a primeira a acabar, oh nerd inútil! Não precisa ficar aí se achando com a sua amiguinha. — obviamente, Jughead Jones. 

— Jones!! É bom calar a boca ou vou te levar na diretoria! E não me parece que você goste de limpar sanitas sujas por garotos. — Cheryl adverteu. 

Olhei para Jughead que se encolheu na cadeira. 

O sinal acabou por tocar. 

Mais uma vez, Cheryl nem olhou p'ra mim. 

Argh! Eu não tou aguentando isso! Merda! 

[...] 

Meus pais vieram me buscar na escola. A mim e a Betty. 

No carro eles notaram obviamente que algo não estava certo comigo. 

— Mi hija, aconteceu alguma coisa?? — minha mãe perguntou. 

Olhei assustada para Betty sem saber o que responder.

— A culpa é minha, senhora Lodge. A Verônica dormiu comigo e como eu me mexo muito durante a noite, ela dormiu mal. — a loira me salvou. 

Agradeci mentalmente. Não ia ser muito legal simplesmente dizer aos meus pais que "dormi com a minha professora nova e de manhã estraguei tudo". 

Meus pais riram. Foi rápido até chegarmos a minha casa. 

Subi para meu quarto com Betty. 

— Te salvei no carro por isso agora você definitivamente me deve contar tudo o que aconteceu. 

Sentamos na minha cama grande e confortável. 

— Foi aquela sequência que eu te contei mais cedo. — comecei. 

— Sim, isso eu entendi. E não quero detalhes da transa. Quero detalhes do que aconteceu de manhã que deixou a professora Blossom toda puta da vida. 

— Certo. Basicamente eu acordei não acreditando que tinha transado com a minha professora, e aí fui tomar banho. Depois do banho eu lhe disse que tinha sido um erro. 

— Você disse o quê??? Isso é a pior coisa para dizer quando não é recíproco! 

— Eu sei! Não me faça sentir mais culpada! Mas continuando... Eu disse também que não podia correr o risco porque nunca tinha sido uma garota que quebrava regras e isso não ia mudar por causa de uma "professorazinha de nada". 

— Verônica... Você é completamente louca! Entendo perfeitamente que a mulher tenha ficado puta da cara contigo. 

— Mas... Você sabe, eu não gosto de quebrar regras!! E você me deixou assustada com todas as consequências que me falou! 

— Não quer quebrar uma regra nem p'ra ser feliz? Ou se divertir pelo menos, sei lá! 

— Não... Eu... Eu não quero! 

— Seus olhos não me dizem isso. Você tá fazendo cu doce. 

— Betty!! Era suposto você me apoiar!! 

— Ué eu vou te apoiar quando você tá errada?? Sou tua melhor amiga, não sou uma garota falsa! 

— Mas eu só não quero que ela tenha consequências graves no futuro dela...— suspirei. 

— O que ela disse sobre isso? 

— Que "adorava o perigo". 

— Então o único erro tá em você. Lamento informar. 

Revirei os olhos por saber que Betty tinha razão. Eu não quero apressar nada com a Cheryl mas confesso que tê-la não seria nada mau... 

— Quer dormir aqui hoje? Mas ei! Não é p'ra fazer aquilo que disse no carro viu? — eu disse rindo. 

Betty riu também. 

— Relaxa, vou ficar quietinha como aposto que você ficou nos braços da princesa ruiva durante a noite... 

Peguei numa almofada e joguei na cara dela. 



Notas Finais


Próximo capítulo vem drama viu? Kkkkkkkk
Espero que tenham gostado 💘


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