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História Dear Valentine. - Capítulo 1


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Notas do Autor


Olaaaaaa!~~

30 min atrasada, porém vamos fingir q ainda to no tempo JDJAJDJS

Uma one descontraída dessa vez!!


Espero que gostem!
Boa leitura!

Capítulo 1 - Único; querido namorado.


Fanfic / Fanfiction Dear Valentine. - Capítulo 1 - Único; querido namorado.

— Então, o que você vai fazer no dia dos namorados?

Chat a indagou, largado sobre o divã cor-de-rosa e delicado do quarto da mestiça. Marinette girou o corpo, desviando a atenção do manequim e da sua mais nova criação para olhar o gatuno. Suspirou, colocando um alfinete no modelito e deu de ombros.

— Estava... pensando em chamar um colega para sair, mas... acho que não vou. Estou um pouco desanimada,  também com preguiça.

Chat Noir tombou o rosto.

— Desanimada? Por que? Voce nunca fica desanimada.

Marinette acabou rindo e se aproximou dele. Encostou-se na escrivaninha, atraindo todo o foco do maior para si. Ponderou, em mente, se era plausível contar tudo que aperreava seu espírito.

— Eu acho que ‘ele’ está com outra pessoa, e eu não ligo, de verdade! Ele estando feliz é o que me importa, mas... — Acabou fazendo uma pausa para uma respirada funda. — Eu... isso me deixa um tanto... pensativa? Frustrada? Eu não sei explicar muito bem... é meio que se eu pensasse que poderia ser eu e ele, mas no lugar que era supostamente meu esta outra pessoa.

— Ah... eu acho que entendo. — Ele suspirou. — Me sentia assim sobre LB as vezes, principalmente quando ela me contava sobre o garoto que ela gostava. É estranho, como se alguém tivesse pego um lugar que já tínhamos como nosso.

— Exato! E por mais que eu ame minha companhia, eu não quero sair amanhã. Todos os meus amigos estarão em casais e eu vou ficar sozinha.

Chat franziu o cenho. Como assim ‘todos’? Ela havia esquecido dele como Adrien, ou a lista de amigos não o incluía mais?

— ‘Todos’? — Ele tombou o rosto para o lado. — Não tem nenhuma exceção?

Marinette fez uma careta pensativa.

— Não que eu lembre.

Chat fez um bico mínimo e que passou imperceptível pela mestiça.

— E quem é ‘ele’?

Marinette desviou o olhar, querendo desconversar.

— Um... garoto que... eu conheço.

— Luka Couffaine?

Ela o encarou.

— Que?! Não! Luka e eu somos só amigos! E... ele vai fazer um show amanhã, me convidou até, mas não estou com ânimo, não para ir sozinha.

— Então... o garoto sou eu?

Ela riu, descontraída e com um sorriso delicado.

— Claro, Chat. Super é você.

— Aí, Marinnnnn... — O gatuno arrastou a palavra, levantando o corpo e indo em sua direção. Suspirou. — Sou seu melhor gatinho! Conta ‘pra mim, vai!

Ela respirou fundo.

— Adrien Agreste. Satisfeito?

Chat arregalou os olhos. Aquilo tinha sido uma bordoada certeira.

— E... Adrien está namorando?!? 

Perguntou, porque ele não fazia ideia de onde Marinette tinha retirado aquela informação.

— Parece que sim, digo... ele e Kagami estão andando juntos, fazendo tudo juntos... acho que estão namorando em segredo, para que ninguém faça pressão. E eu não ligo, sério.... eles... estão felizes.

Chat acabou rindo, meneando a cabeça em negação. Marinette o olhou um tanto feio.

— Do que... está rindo?

— Você acredita muito no que acha ser verdade né? 

Ela rolou os olhos.

— Confio na minha perspectiva.

— Você se precipita mais que chuva, princesa! Mas fica calma! O gatinho aqui vai tirar tudo a limpo ‘pra você!

Marinette arregalou os olhos, imóvel enquanto sentia o maior depositar um beijo estalado em sua testa.

— Chat! Não!

— Chat saindo, e pronto para ser o seu cupido! Cuidado com a flecha! 

Antes que ela pudesse o impedir, Chat Noir já tinha saído pela janela com seu sorriso perverso e uma mente ativa planejando o seu melhor dia dos namorados.

[...]

— Espero que ele não faça nada que coloque minha ficha criminal perfeita em risco.

Marinette resmungou, enquanto usava uma colher para mexer o molho do macarrão a bolonhesa que planejava fazer. Nunca tinha cometido um crime, mas não seguraria sua homicida interior caso Chat Noir e sua esperteza a colocassem em algum tipo de enrascada. Ele com certeza a pagaria, e caro!

Meneou a cabeça e suspirou. Era melhor não pensar naquilo.

Olhou para o relógio. Eram seis da tarde de sexta. As aulas da faculdade terminaram mais cedo, e os casais foram direto para seus programas em conjunto para comemorar aquela data. A maioria de seus antigos amigos do colégio enchiam o Facebook e o Instagram com fotos de seus namorados e namoradas, além de belíssimos pratos dos restaurantes em que almoçavam, todos com alguma coisa que remetia ao dia dos namorados, seja uma pizza em forma de coração ou um “j’taime” em um prato com uma sobremesa cara.

Ela poderia muito bem arrumar um date de última hora, ou sair de casa para algum barzinho. Pedir um lanche ou uma pizza também era opção, mas por algum motivo ela queria cozinhar. Já tinha feito uma bandeja de macarons e agora planejava um jantar caprichado para si. Se era para curtir a própria companhia, que fosse com uma comida de qualidade, ao menos.

— Pelo menos... o novo filme de Lara Jean e Peter Kavinsky já está na Netflix. — Comentou, mesmo sabendo que não obteria resposta. Estava sozinha na cozinha.

Suspirou. A vibe de passar aquele dia sozinha não era lá tão favorável assim.

Estava distraída olhando para o molho quando ouviu a campainha tocar. Deu um pulinho, e girou o corpo. Andou em direção à porta enquanto limpava as mãos no short de malha curta e maleável que usava naquela noite de clima morno.

O coração saltou a boca quando destrancou a porta e girou a maçaneta. 

Adrien Agreste estava ali, parado, com seu melhor jeito adorável ao mesmo tempo que bonito. A jaqueta em tons de banco e preto abrigava as mãos grandes que se localizavam no bolso. A camiseta branca com o colarinho redondo e a calça jeans deixavam o corpo imaculado confortável e os tênis não influenciavam em sua altura. Encarava-a com um sorriso largo, os dentes branquinhos expostos e o cabelo loiro que beirava o cor-de-ouro perfeitamente alinhado.

Adrien era um príncipe, não um mero homem. Marinette tinha quase certeza disso.

Pigarreou, dando um sorriso nervoso e um tanto envergonhado.

— Uh... Adrien? Boa noite! Eu... posso te ajudar? Precisa que eu te passe algo da aula de hoje?

Adrien acabou sorrindo.

— Oi, Mari, boa noite. — Fitou-a com atenção. — Não, eu... não vim aqui pela faculdade. 

— Então...?

Ele deu de ombros.

— Queria saber se quer sair comigo?

Marinette arregalou os olhos pelo convite repentino e encostou o rosto no batente na porta. Maldito Chat Noir!

— Se está aqui porque ‘alguem’ te intimou ou algo do tipo, saiba que não precisa fazer isso. De verdade! Eu estou... aproveitando o dia dos namorados.

O maior riu.

— Não estou fazendo isso por outra pessoas, mas... porque quero que saiamos, de verdade. Eu... estou me sentindo um pouco sozinho e... Alya me disse que você não vai sair hoje, então...

— Espera... Alya?

— É... — Fingiu-se de desentendido. — Por que? Tem mais gente que queria falar comigo?

Marinette adotou um sorriso nervoso.

— Não, não... — O sorriso nervoso cresceu. — E... eu... não sei... digo, estou cozinhando meu jantar e... mas que raio de cheiro de queimado é esse?!

Olhou para trás, e demorou instantes para raciocinar.

— AÍ. MEU. DEUS!!!

Correu, deixando a porta aberta e nem mesmo se importando com Adrien ali. Entrou na cozinha. A panela estava um tanto queimada, junto com o bendito molho. Abaixou o fogo, reduzindo-o a nada antes de tirar a panela do fogo e colocá-la na pia. Seu molho tinha ido embora e a água do macarrão tinha secado por completo. 

— Parece que não tem mais motivos para negar um jantar comigo, a não ser que queira encomendar algo...

Marinette virou o rosto e encarou a figura ilustra e loira no batente da porta da cozinha, que mantinha os braços cruzados e um sorriso um tanto convencido. Tinha se esquecido totalmente da presença e da visita do maior, e acabou suspirando.

— Isso é culpa sua, sabia? Você me distraiu.

Ele acabou rindo.

— Não era minha intenção, perdão. — Elevou as mãos em sinal de rendição. — Para que minhas desculpas fiquem completas, você tem que jantar comigo, mas fica a sua escolha... — Ele deu de ombros. — Prefere pedir algo ou quer sair para comer fora?

Marinette pensou nas opções. Ficar em casa era uma boa, mas... estava com tanta vontade de sair pelo menos uma vez com aquele que sempre manteve uma paixonite! Não faria mal, certo? Era só um jantar, que ele mesmo estava oferecendo!

Acabou sorrindo.

— Vou trocar de roupa, pode me esperar na sala?

Ele retribuiu o sorriso.

— Claro, leve o tempo que precisar.

[...]

A arrumação não demorou mais do que vinte minutos, o que para ela fora um recorde. Pegou um vestido simples, ajeitou o cabelo, e calçou um par de sapatilhas delicadas. Teve sorte de ter tomado banho antes poucos minutos antes da chegada do Agreste, mas da mesma forma fez questão de colocar um pouco do seu perfume favorito.

E Adrien esperou-a com toda a paciência na sala.

Saíram juntos, em um clima amigável. Ela ainda não sabia onde iriam, porém, não era como se estivesse nervosa ou ansiosa. 

Pelo contrário, sentia-se normal.

Tanto que não teve um surto interno quando chegaram em sua pizzaria favorita, mas sentiu o coração reverberar no peito quando a pizza chegou com um formato adorável de coração. Passaram todo o tempo que permaneceram na pizzaria em um papo agradável, tal qual Marinette percebeu que Adrien, semelhantemente a Chat Noir, era um piadista bobo.

— Quer ir embora, ou quer fazer algo mais?

Adrien ofereceu, com um sorriso amistoso que levantava com graça o canto dos lábios rosados. Brincava com a chave do carro entre os dedos, enquanto observava Marinette.

— Eu... fiquei sabendo que tem varias barraquinhas com doces na pracinha da Torre... — Ela murmurou, olhando-o enquanto brincava com os dedos. 

— Me parece uma boa ideia ir lá. Vou ser sincero, e confessar que estou com um desejo de algo doce depois da pizza.

Marinette acabou rindo.

— A dieta?

— Dieta? Que dieta? — Adrien fingiu uma careta. — Não faço, e você?

Ela o fitou, brincalhona. Aproximou-se com um tanto de graça, tomando cuidado para não invadir o espaço pessoal daquele que tanto importava para ela.

— Também não. Dieta ‘pra que, né?

— É. — Adrien a encarou. — Confie no potencial do seu metabolismo.

Trocaram sorrisos, enquanto caminhavam. O trajeto foi curto, até mesmo pela pizzaria ser extremamente próxima a Torre Eiffel. Marinette pareceu uma criança contente quando avistou as barraquinhas coloridas, muitas decoradas com o sútil vermelho e branco significando o dia tão especial para casais.

Adrien logo conseguiu alcançá-la na barraca de maçã do amor

— Chocolate ou calda?

Adrien sacolejou os ombros.

— Sou mais a tradicional.

Marinette voltou o olhar para o vendedor.

— Duas da vermelha, por favor.

Com prontidão, o homem atendeu a garota delicada de vinte anos, que percebeu não ser tão ágil quanto o Agreste. Antes que pudesse pegar o dinheiro na bolsa, Adrien já tinha pago os dois doces, fazendo com que ela rolasse os olhos com um bico enquanto segurava a maçã pelo palito amadeirado que servia de base.

— Por que o bico?

Ele estava ao seu lado, mordiscando a maçã adocicada. Marinette o olhou.

— Eu queria ter pago.

— Mas eu quem convidei. — Adrien sorriu, colocando uma das mãos sobre o ombro da mestiça. — Vamos fazer assim... na próxima, fica por sua conta, certo?

Marinette assentiu, um tanto animada pela ideia de uma próxima vez. A mão do maior em seu ombro também era algo estimulante. Levou a maçã a boca, mordiscando para conter qualquer resposta inoportuna.

Continuaram andando, em busca de um lugar calmo para sentar e jogar papo fora. Marinette observava os arredores, os casais passando sempre com enormes sorrisos que a faziam sorrir.

Adrien mantinha o foco nela. Seu sorriso era tão doce e cativante!

— Hã... Adrien?

— Hm?

— Eu... deixa. — Acabou levando uma mecha do cabelo para trás da orelha. As bochechas levemente avermelhadas chamaram ainda mais a atenção do maior.

— Fala, me deixou curioso...

— Eu... queria perguntar se... eu poderia te abraçar. — Mordiscou o lábio. — Está um pouco frio, e eu não trouxe casaco, e...

Foi surpreendida quando o Agreste se aproximou, passando com cuidado um dos braços sobre seu ombro delicado. Teve o corpo puxado para perto do dele.

— Não precisa se explicar, relaxa. — Ele suspirou. Marinette permitiu-se aninhar no abraço gostoso do garoto. — Se quiser minha jaqueta...

— Não, está ótimo assim. — A cabeça pendeu com suavidade sobre ele, encostando no ombro de Adrien enquanto mal percebera que a destra juntou-se a dele, unindo-se com delicadeza tremenda. 

— A noite está linda. — Ela comentou. — Combinando com o clima romântico do dia.

— Sim, está realmente otimo. — Adrien usou de suavidade nas carícias que fizera sobre os dedos da garota. — E se nao fosse por mim, passaria a noite naquele apartamento.

Ela rolou os olhos, antes de se sentarem em um dos bancos ali dispostos.

— Eu não sabia que você estava livre essa noite.

— Eu não estava. — Usou de um tom simplório. — Tinha um evento para comparecer com meu pai.

— Jura?! — Marinette o encarou, um tanto chocada. — E por que está aqui?!?! Deveria estar com ele! Você é Gabriel quase não passam tempo juntos!!

— Estou aqui porque sua presença é muito mais especial.

Marinette revirou os olhos.

— Galante.

— Eu!? Estou sendo sincero! Olhe... você me faz sorrir, e não passa a noite falando sobre negócios ou meu desempenho como modelo, ou pior, me indicando possíveis namoradas.

A palavra ‘namoradas’ fez algo doer no peito da mestiça. Ela fingiu um pigarreio.

— Você tem um ponto, porém... — Ela suspirou. — Não precisava ter faltado a um compromisso por minha causa. Eu... ficaria bem.

— Eu sei, mas não queria que ficasse bem trancada em um apartamento em um clima tão bonito para andar na cidade. — Ele a fitou. — E confesso que fiquei chateado por você não ter me ligado ou chamado para fazer algo.

— Pensei que fosse estar ocupado, e pensei certo. Só errei o motivo.

Adrien riu.

— E qual o motivo que você pensou que fosse?

Marinette resolveu ser sincera.

— Pensei que fosse estar com Kagami.

— Eu e ela somos apenas amigos. — Ele deu de ombros. — Por que achou isso?

— Por... nada. 

Ela se sentiu encurralada. Não queria dizer demais, e sabia que se começasse, não pararia cedo. Desviou o olhar.

— Quem nada é peixe.

Marinette riu.

— Essa é velha. Não conhece nenhuma melhor?

— Está desviando o assunto?

— Estou. — Foi honesta. — Quero aproveitar a noite. Podemos... só ficar em silêncio por um momento? Observando a noite e... curtindo?

Adrien deu de ombros, assentindo. Aproximou-se dela, surpreendendo-a quando passou o braço ao redor do ombro dela.

Aquilo pareceu cômodo demais. Era bom, mesmo que fosse só uma ilusão. Uma doce ilusão, era diria, se não soubesse que ficaria chateada quando tudo aquilo acabasse.

Será que não poderia durar mais?!?

Marinette o encarou por instantes. Ele estava concentrado observando a noite. Seria esse o momento perfeito para confessar tudo o que guardava a sete chaves há mais de quatro anos?!

Levantou-se de prontidão.

— Eu... preciso dizer uma coisa...

Adrien a encarou, surpreso pelo movimento repentino.

— Diz...

— Eu... eu... — Ela engoliu em seco, fechou os olhos e engoliu em seco antes de tomar coragem. — Eu gosto de você! Mais como um amigo! Eu... eu amo você, Adrien! E... acho que estou sendo uma boba agindo pelo impulso, mas não aguento mais conviver com isso grudado na garganta!

Soltou de uma só vez, abrindo os olhos e vendo o olhar chocado do loiro. Sentiu o corpo formigar. Tinha feito merda, certo? Era o que parecia.

— Adrien?

Ambos desaviaram o olhar. Perceberam o corpo bonito de Kagami se aproximando, com um doce olhar e um sorriso nos lábios vermelhos.

Marinette sentiu o próprio mundo desabando.

— Mari! — A japonesa a cumprimentou, com um beijo na bochecha antes de ir até o loiro, em quem – por algum motivo – depositou um selinho nos lábios rosados. — Adrien! Estava te procurando! Seu pai disse que saiu e...

— Kagami, eu... sai com a Mari...

— Mas, eu ja estou indo. Esta tarde, eu preciso ir para casa e... limpar minha louça.

A desculpa pareceu furada – o que realmente era –, porém serviu para dá-la uma ótima brecha para fugir. Saiu andando. Era um mecanismo quase natural fugir quando o assunto eram sentimentos e Adrien.

E ela estava se sentindo como uma boba pela confissão repentina e nada conveniente.

— Pelo menos... ainda tem ônibus para a área onde moro. — Murmurou, chegando no ponto de ônibus mais próximo. Sentou-se no banco. — Acho que sou uma verdadeira boba.

Encostou a cabeça no banco e suspirou. Não deveria ter dito aquilo, era o momento errado! Deveria ter guardado e deixado para outro momento...

Continuou o raciocínio no ônibus, que não tardou em aparecer. Teve uma ida rapida, e quase perdeu o ponto. Caminhou, abraçando o próprio corpo em direção ao prédio em que vivia. Surpreendeu-se ao se aproximar e ver o carro do loiro parado em frente ao edifício, assim como ficou surpresa por ele estar encostado na lataria do veículo, parecendo preocupado.

— O que está fazendo aqui? — Indagou, curiosa. Adrien suspirou, indo até ela.

Puxou-a para um abraço apertado.

— Você sabe que não se deve jogar uma bomba daquelas e ir embora, não é?!?

Marinette acabou rindo.

— Eu... falei sem pensar. Desconsidera tudo, tudo, tudo!

Adrien separou-se dela com um suspiro.

— Receio não poder fazer isso.

— Por que?

— Porque não é todo dia que eu recebo uma declaração dessas da garota mais bonita da cidade.

Ela rolou os olhos e se desvencilhou dos braços do maior.

— Você não gosta de mim.

— Como você pode ter certeza?

— Porque... eu confio na minha intuição.

Ele riu.

— Sua intuição disse que eu namorava Kagami...

— E ela te deu um selinho.

— Se você tivesse ficado, teria visto que eu pedi para ela não fazer mais aquilo porque eu estou... comprometido.

— Comprometido, é? Com quem?

— Com você, oras! 

Marinette rolou os olhos.

— Você é um palhaço!

— Mas eu estou sendo sincero! — Segurou-a com delicadeza quando ela fez menção de se distanciar. — Espera, espera! Deixa eu falar?

— Sou toda ouvidos.

Ele suspirou.

— Eu gosto de você, queria ter te dito, mas você só saiu andando e me deixou ali plantado com Kagami. Não vim te chamar para sair só porque Alya me disse que estava sozinha, mas porque queria sua companhia, é porque eu sou todo boiolinha por você.

Marinette sorriu.

— Está sendo verdadeiro? Mesmo?

Ele assentiu.

— Estou... por isso... eu quero dizer que retribuo seu sentimento e que seria uma honra se você me desse o prazer de ser seu namorado.

Marinette sentiu o corpo tremer.

— Eu... aceito...

Adrien abriu um largo sorriso, puxou-a ainda mais para perto, depositando um beijo nos lábios castos da menor.

O beijo que começara delicado ganhou força, ficando voraz é urgente. Separaram-se pela falta de ar, trocaram olhares e se beijaram novamente e novamente. Perceberam que cairiam em um círculo vicioso de beijos ali mesmo, e Marinette interrompeu o contato antes que isso acontecesse.

— O que acha de subir?

Adrien franziu o cenho.

— Subir?

— Pro meu apartamento... passar a noite, sei lá... — Ela deu um sorrisinho doce. — Acho que... é melhor que trocar beijos aqui...

— Hmmmm... eu acho que gostei dessa ideia... — Marinette soltou um suspiro exasperado quando teve o corpo girado e colocado contra a lataria do carro de Adrien. — Mas... você tem que cuidar bem do meu corpo. Tenho um ensaio amanhã.

As bochechas da garota ficaram rosadas.

— Mas não é como se fôssemos passar dos beijos, não é? — O tom provocativo do Agreste a fez suspirar.

— N-Não...

Mentiu, porque beijos era o mínimo que ela queria distribuir pelos lábios – e corpo – daquele bendito Agreste que agora era seu namorado.


Notas Finais


NHOIMMMMM~~

eu amo uns fluffy as vezes q

Espero que tenham gostado!
Obrigada por lerem!
Comentarios sempre bem vindos!
Beijaoooo!! <3


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