História Death Dance Daryl Dixon - Capítulo 22


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Categorias The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Carol Peletier, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Michonne, Negan, Personagens Originais, Rick Grimes
Tags Amc, Carlgrimes, Daryl, Daryldixon, Dixon, Rickgrimes, Thewalkingdead, Twd
Visualizações 74
Palavras 2.455
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Aí, e olha eu aqui de novo, galerinha 💕💕💕💕

Antes de tudo eu só queria agradecer muito a vocês por todo o apoio! Sério, vocês são incríveis! BATEMOS MAIS DE 500 VOTOS NO WATTPAD E MAIS DE 2K DE VISUALIZAÇÕES NO SPIRIT AAAAAAAAAAH ❤️❤️❤️❤️❤️❤️

JÁ ESTAMOS NO CAPÍTULO 20 PQP nunca achei que chegaria tão longe hehe

Eu to surtando com isso tudo, sério! Muito obrigada mesmo por acompanharem e comentarem! 💕💕💕💕

⚠️ Amores, esse capítulo é um flashback e ele é triste! Teremos agressões verbais, uma tortura família e término de namoro. Então fica o alerta de gatilho! Se você quiser pular, é só não ler mesmo e me pedir um resumo mais leve que faço, ok? Não leia se te fazer mal!

🚨 Não é errado você se afastar de quem te faz mal, inclusive se for família. Muito pelo contrário, você deve se afastar! Não é por que é família que você tem que aguentar tudo não! Seu bem estar sempre vem em primeiro lugar! Digo isso por experiência própria, mesmo.

🚨 Caso você esteja passando por uma situação difícil/dolorosa/delicada, procure ajuda! Não guarde isso para você e também não se mantenha nessa situação. Sei bem que a mudança assusta e é difícil, mas não deixe de lutar nunca! Você é incrível e nunca deixe que ninguém fale o contrário! 💕💕💕

Eu realmente espero que vocês gostem do capítulo, apesar dele ser bem tenso viu!

Música do capítulo: Dynasty - MIIA (amo que amo)

Ah, o Sr. Johnson que vai aparecer eu o imagino como o Milton Gonçalves ❤️

Eu espero que gostem mesmo!

Boa leitura ❤️

Capítulo 22 - Capítulo 20 - Dynasty


Fanfic / Fanfiction Death Dance Daryl Dixon - Capítulo 22 - Capítulo 20 - Dynasty


Alguns dias
É difícil de ver
Se eu fui uma tola
Ou você um ladrãoFazendo isto através do labirinto
Você encontrou o meu um em um milhão
A cicatriz que eu não posso reverter
Quanto mais cura, mais machuca
Dei cada pedaço de mim
Não quero arriscar perder
Não sei como ficar tão perto de alguém tão distante


Flashback (cerca de um meses depois do último) 


Liz sabia que a vida não era um conto de fadas, mas achava que a vida estava muito boa, na medida do possível. Conseguiu um emprego na lanchonete/bar do Sr. Johnson e agora ele tinha o melhor hambúrguer e o melhor café de toda a cidade. O caçador arrumou um emprego numa mecânica e trabalhava montando e concertando motos, vendendo a carne que caça no final de semana. 


Seu relacionamento com Daryl estava ótimo, obrigada por perguntar, mas era complicado às vezes. Não era por se amarem menos ou por não se entenderem, mas sim por causa de suas famílias complicadas. 
Talvez fossem mesmo como Romeo e Julieta, mas de preferência sem a parte de morrer no final. 


O bar do Sr. Johnson era frequentado por quase toda a cidade, inclusive pelo Sr. Will Dixon, o pai de Daryl. Nas primeiras vez que ele esteve lá, foi um verdadeiro choque descobrir que aquele bêbado ignorante era, bem, seu sogro. Claro que a fama dele não era novidade, mas conhecê-lo foi completamente diferentes. 


O coração da mulher ficava pequenininho ao imaginar o que Daryl passava quando observava o cara agressivo e ignorante com todos. 


Um dia, o próprio caçador foi até lá buscar o pai e foi um tarde horrível. Will estava extremamente bêbado e briguento, devendo horrores na casa e pedindo cada vez mais bebida. O Sr. Johnson não deixava Liz nem chega perto do homem, protegendo-a da maneira que podia. Quando Daryl entrou no local, observou seu pai e seu olhou para Liz. A mulher viu o brilho em seu olhar se apagar imediatamente. Ela queria apenas pegá-lo e levá-lo para o mais longe possível, mas não podia. Tinham que fingir que não se conheciam, mesmo que Daryl fosse muito até lá e observava muito a garçonete, que retribuía o flerte. 


Daryl vestia o tempo todo o colete de asas, assim como Liz que usava o colar de bailarina.


— O que você está fazendo aqui? - Will resmunga irritado para o filho. 


— Estava te procurando. Você está sumido desde ontem. - Daryl responde com rancor. Era óbvio que estar ali o machucava e saber que Liz estava na plateia piorava tudo. 


— Virou minha babá agora é? - o bêbado grita batendo o copo no balcão - EU VOU PARA ONDE EU QUISER. 


Daryl respira fundo e abaixa um pouco a cabeça. Liz nunca o tinha visto daquele jeito: com medo e com raiva ao mesmo tempo. 


— É, eu percebi. Agora podemos ir? - ele diz baixinho. 
Liz observava tudo apavorada, abraçando sua bandeja metálica como se fosse um escudo. 


— FALA ASSIM DE NOVO COMIGO E EU QUEBRO ISSO NA SUA CABEÇA, SEU IMPRESTÁVEL. - Will grita, assustando Lizzie ainda mais. Daryl apenas abaixa mais ainda a cabeça e fecha os punhos com raiva. Quantas vezes ele ouviu essa ameaça e ela foi realizada? A mulher se lembrou das cicatrizes nas costas do seu namorado e sentiu vontade de chorar - Pelo menos faça algo de útil e pague a conta. 


Daryl suspirou mais uma vez antes de pegar a carteira no bolso de trás da calça. Todo o tempo que ele tem trabalhado duro pra juntar seu dinheiro honestamente e tem que gastar com os vícios do pai. Liz podia começar a chorar agora? 


— Quanto? - é tudo o que o caçador diz. 


— Pega a conta. - Will diz olhando para Liz, que não responde imediatamente. Ela salta com o susto que toma ao ouvi-lo gritar - A CONTA, VADIA, NÃO OUVIU? 


A mulher percebeu a merda que estava prestes a acontecer quando olhou para Daryl e o viu explodindo de raiva. Ele não aguentaria seu pai falando aquelas merdas pra sua namorada. Decidiu agir antes que uma briga sem precedentes acontece, correndo até o balcão e olhando a comanda do Will. 


75 dólares. Puta que pariu, como ele conseguiu beber 75 dólares em um dia? Lizzie olhou para Daryl que estava com o seu punhos cerrados e a expressão de pura fúria. 


— 25 dólares. - ela disse rapidamente. Sem olhar para a mulher, o caçador tira as notas da carteira e coloca em cima do balcão. 


— Pelo menos pra isso você serve. - Will Babaca Dixon diz maldoso para o filho. Se levanta e sai da lanchonete, com Daryl o acompanhando. 


Lizzie estava quebrada e destroçada, vendo seu namorado sofrer daquela maneira e não poder fazer nada. Se assustou com o Sr. Johnson que chegou a tempo de ouvir o resto da briga. 


— Você sabe que a conta não é só de 25 dólares. - ele diz com um olhar compreensivo. O dono da lanchonete era um senhor tão gentil que Lizzie quase chorou naquele momento. 


— Eu sei. Por favor, desconta a diferença do meu salário. - ela fala com a voz fina. 


— Está tudo bem, eu mesmo alívio a conta quando o Daryl vem pagar. Pobre garoto, sofre demais, mas é um bom homem. - o senhor fala gentil para Liz. Ele já tinha percebido os olhares que os dois trocavam e não demorou pra perceber pra quem era o hambúrguer extra que o Dixon mais novo sempre comprava. Não descontaria a diferença do salário da sua garçonete e não tocaria no assunto de novo para não magoá-la mais. Se relacionar com um Dixon é sempre um problema, mas ela escolheu o único que prestava e que precisava desesperadamente de carinho e atenção. Ele só rezava para que não acabasse em tragédia. 


Lizzie ficou tão transtornada que não conseguiu dormir naquela noite. Deu uma desculpa qualquer em casa para ir pra cabana no dia seguinte, mas Daryl não apareceu. Esperou quase que o dia inteiro e o caçador nunca furou um encontro. A mulher não sabia se ele não foi por vergonha dela ter visto a cena no bar ou se o pai dele tinha feito algo. Ela não gostava de nenhuma das hipóteses e esperava que Daryl estivesse bem. 


O problema maior foi quando ela chegou em casa e encontrou seu padrasto furioso. Ela tinha dito que iria na lanchonete, mas seu padrasto não a achou lá. Droga, como pode ter dado um mole desses? 


Ela se encolheu no canto do seu quarto quando o seu padrasto a tranco ali. Passou a noite acordada e com fome, já que ele não a permitiu sair nem para comer. Passou todo o domingo com a barriga doendo, o corpo pesado, a mente cansada e o coração quebrado. Não era a primeira e nem a última vez que isso acontecia. 


Lizzie queria matar o padrasto em todas elas. Se ela soubesse que pouco tempo um apocalipse zumbi aconteceria, teria matado mesmo. 


Quando foi liberada na segunda feira para ir trabalhar, estava com uma cara tão horrível que preocupou o Sr. Johnson. Ela comeu desesperada, escondida no depósito da lanchonete. As lágrimas de alívio, raiva e vergonha se misturavam com o pão. Passou o dia completamente desanimada e com uma enxaqueca terrível. Queria apenas ir para a cabana, abraçar seu namorado e chorar. Fazer suas malas e fugir. 


Sim, fugir. Ela sempre pensava nisso, mas agora estava planejando de verdade. 


Pareceu um sinal quando Daryl entrou na lanchonete e não estava muito melhor do que Liz. Os dois pioraram ao ver a situação um do outro. Cansada daquilo tudo, ela escreveu em um guardanapo “Me encontre na cabana às 18” e entregou para ele despistado. 


Quando finalmente o dia passou e conseguiram se encontrar, Liz apenas o abraçou. 


— Você está bem? - Daryl sussurra no ouvido de sua namorada. Ela apenas nega com a cabeça - Princesa, o que houve? Eu vim aqui no domingo, mas você não veio. 


Liz não conseguia responder por que sentia as lágrimas se formando em seus olhos. 


— Eu... eu sei que não vim no sábado... Foi por causa disso que você não veio? Me... me desculpa, é que - Daryl começa a falar, mas não consegue se expressar direito. Seu tom é tão quebrado que Lizzie se despedaça junto, deixando as lágrimas transbordarem. 


— Não foi por causa disso. Meu padrasto me trancou em casa. - ela explica e Daryl a abraça mais forte, agora sentindo a raiva aquecer suas veias. Se sentia tão inútil! Não conseguia nem se defender do seu pai e não conseguia ajudar Liz. - Amor, sobre o que aconteceu na sexta, isso não muda o que eu sinto sobre você. Só é mais uma coisa pra me fazer pensar no por que ainda estamos aqui. Vamos embora, vamos fugir. 


O caçador se afastou um pouco e percebeu que sua namorada falava sério quando olhou em seus olhos. 


— Como assim fugir? - ele pergunta assustado. 


— Amor, eu não aguento mais isso! Ele me trancou por quase dois dias sem comida e água! Isso é tortura! O jeito que seu pai te trata... Nenhum pai deveria fazer o que ele fez! - a mulher explode, falando rapidamente, andando de um lado para o outro. Não percebeu os punhos cerrados de Daryl, que estava furioso padrasto da mulher tê-la deixado com fome - Vamos fugir. Esperamos mais um pouco e juntamos mais dinheiro e vamos embora. Levamos minha mãe e tentamos fazê-la se livrar das drogas. Posso até mesmo tentar uma faculdade longe daqui. É a nossa esperança de vida melhor! 


Eles se encararam por alguns instantes. Vê-la daquele jeito era a pior coisa do mundo para Daryl. Ele só queria abraçá-la e protegê-la do mundo e, se para isso tivesse que fugir, então o faria. Nunca pensou em ir embora como seu irmão fazia sempre, não achava que merecia paz. Mas isso não era apenas sobre ele, era sobre Liz, a sua namorada, e faria o que fosse preciso para que ela estivesse bem. 


— Nós vamos então. - foi tudo o que ele disse, sendo beijado logo em seguida. 


O beijo foi desesperado, como se quisessem provar que o outro estava ali e estava bem. Foram para o quarto retirando todas as roupas e tocando cada centímetro de pele para aproveitar o máximo que podiam. Se tocaram e se sentiram de uma forma especial e única, selando um acordo silencioso de proteção. Estavam tão imersos naquele sentimento, que não perceberam o que fizeram naquela noite e Liz só descobriria alguns meses depois. 


Passaram o mês seguinte trabalhando o máximo que podia. Lizzie fazia hora extra, bicos no final de semana, trabalho de faxineira e o que mais fosse necessário, desde que a pagassem. Daryl estava no mesmo ritmo e, quando se encontraram na cabana novamente, já tinham uma boa quantidade de dinheiro. 


Deveriam terá fugido naquele dia, mas decidiram esperar mais duas semanas para resolverem melhor para onde iriam. 


A questão é que eles nunca foram para lugar nenhum. 
O problema foi em uma quarta feira chuvosa. 


Liz não gosta de chuvas. 


Ela e Daryl marcaram de se encontrar as 17 horas, mas já eram 19 horas e nem sinal do caçador. A chuva era torrencial, aumentado a preocupação da mulher. Por sorte, tinha combinado com Marie que “dormiria na casa dela”, caso alguém perguntasse. Daryl apareceu por volta das 21 horas, encharcado e completamente machucado. 


— O QUE ACONTECEU? - ela gritava o ajuda do a deitar no pequeno sofá, já correndo para buscar o kit de primeiros socorros. Passavam tanto tempo naquela cabana, que montaram uma pequena casinha ali, com tudo o que era necessário. 


Ela só descobriria a resposta para a sua pergunta anos depois. Daryl não disse nada, apenas resmungava enquanto a mulher limpava os seus cortes. Depois que ele já estava todo enfaixado e com alguns pontos feitos, o caçador se sentou ainda em silêncio. 


— Amor, o que aconteceu? - Liz perguntava desesperada. - Foi o seu pai? 


Sem resposta. Ela não aguentava aquilo, não aguentava ver aquela expressão de dor em seu olhar. Seu namorado estava quebrado e não era apenas por causa da briga. Ele estava sentindo uma tristeza imensa e era quase palpável. 


— Por favor, me conta. - ela insistiu, agora com algumas lágrimas nos olhos - Quem fez isso com você? Vamos apenas embora, tá? Você melhora e nós podemos fugir. Se quiser, vamos agora. 


Aquilo foi um gatilho pro caçador. Ela queria protege-lo, mas não sabia que estava cavando sua própria cova.  Levantou com dificuldade, controlando as lágrimas que insistiam em querer escorrer. 


— Eu... Eu tenho que ir embora. Nós não podemos. Eu sinto muito, meu amor. - ele sussurra com um tom desolado. Liz, por algum motivo, percebeu que ele não falava isso apenas pra fugir do questionário sobre o espancamento. Daryl falava sobre eles. 


— Fica comigo. - foi tudo o que ela disse. 


E ele ficou naquela noite. Deitaram na cama e o ar era de despedida, mesmo que Lizzie não quisesse aceitar. Se abraçaram e Daryl ficou acordado a noite inteira vendo sua garota dormir. Ela era tão linda e incrível! Não merecia aquela vida que levava, toda a dor e sofrimento que era obrigada a engolir. Ele faria de tudo para protegê-la mesmo que isso o matasse por dentro. 


Por isso, antes de amanhecer, pegou suas coisas e foi embora chorando. Sabia que não aguentaria ir se ela pedisse para ele ficar. Fugiu por que ficou com tanto medo de machuca-la, que não percebeu que estava fazendo exatamente isso. 


Quando Liz acordou, percebeu no fundo do seu coração que Daryl foi embora pra nunca mais voltar. Ele levou todas as roupas que tinha, sua besta e flechas. Mesmo assim, a mulher continuou indo sempre na cabana. Ela chorou noites a fio por não entender o que aconteceu. Ela merecia pelo menos uma explicação, né? Pensou em tantas coisas possíveis e a visão dele machucado e chorando não saia de sua cabeça. 


Pensou que a situação não poderia piorar. Estavam prestes a fugir e se libertar, mas se viu mais presa do que nunca. 


Achou que já tinha atingido o fundo do poço das situações complicadas quando passou mal em um dia de trabalho. Foi direto para a casa de Marie, já que não queria gastar dinheiro com hospital. 


Achou que já tinha passado por todo o sofrimento possível quando descobriu que estava grávida. 


E tudo que eu te dei se foi
Tremeu como se fosse pedra
Achei que tínhamos construído uma dinastia que o céu não poderia abalar
Achei que tínhamos construído uma dinastia, como nunca feita
Achei que tínhamos construído uma dinastia que não poderia se quebrar


Notas Finais


Aí, e aí, o que acharam? Tão triste né 😭😭😭😭

Finalmente temos o dia que o Daryl foi embora! Estamos encaminhando para descobrirmos o que realmente aconteceu com a filha deles. Já estamos na metade da fic, galerinha. 🤧🤧🤧🤧🤧

Eu pensei em fazer uma fic, um spin off, contando o que teria acontecido se o Daryl não tivesse ido embora. Se ele e a Liz tivessem fugido aí. O que vocês acham? Teria o apocalipse do mesmo jeito e tal, mas a história seria completamente diferente!

É apenas uma ideia que demoraria a ser feita, já que eu estou com uma outra em começo de produção, vamos ver o que sai disso. Planejo postar quando essa daqui acabar 💕

Mas o que vocês acharam? O padrasto da Liz é um embuste mesmo né? Pqp igual o pai do Daryl, dois Chernobyl pqp

Bom, é isso kkkkk espero realmente que tenham gostado, muito obrigada mesmo por lerem e acompanharem! 💕💕

Amo vocês, se cuidem e até o próximo capítulo ❤️


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