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História Death note - A verdadeira justiça. - Capítulo 9


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Notas do Autor


Boa leitura ❤️

Capítulo 9 - Chest pain


Misa estava nas gravações, e Matsuda notou que o prédio do grupo Yotsuba ficava bem perto do local onde estavam, e ele estava bem chateado por não se considerar útil na investigação. Imaginou que, por ser uma sexta-feira, poderia descobrir algo, já que as mortes se concentram nesses dias. Por isso, infiltrou-se no prédio. 



Enquanto isso, Light estava pensativo. Ele realmente mataria criminosos cujo nome e rosto fossem relevados se tivesse esse tal poder? Ele de certa maneira, não queria acreditar, principalmente por não ter nenhuma lembrança disso. Lawliet viu sua inquietação, parando o que estava fazendo. 



— O que foi Light? Está me encarando nos últimos dois minutos. Deixa eu adivinhar, deve estar chateado porque eu vou comer o bolo sozinho. É isso? 



— Não não, não é isso. — Light responde, balançando as mãos. 



— Toma. — Esticou o prato na direção do mesmo.



— Sério não esquenta não. — Light responde. Porém, todos param o que estavam fazendo ao ver que Watari se faz presente na tela do computador. 




— Ryuzaki. — O chamou. 




— O que foi? Watari. 




— Detetive Erald Coil acabou de receber um pedido particular de investigação e revelação da identidade do L. 



— Eh? — Ren tira os fones do ouvido, olhando para a tela. 



— Ele não é o segundo maior detetive do mundo, depois do L? Quem pediria algo assim? — Soichiro Yagami disse, aproximando-se.



— O cara que solicitou os serviços do Coil foi Masahiko Kita, diretor de licenciamento da matriz do grupo Yotsuba em Tokyo. 



— Pelo visto, o Kira realmente está dentro do grupo Yotsuba. — Ren fala. 



— Concordo plenamente. — Soichiro fala. 



— Com essa, temos certeza que Yotsuba está ligada ao Kira. E agora, se querem descobrir a identidade do L, deve ser para matá-lo. — Light fala, e Ren sente seu peito queimar, e levemente coloca a mão sobre ele. 



— Isso não é bom. Já estamos com pouco pessoal, e agora temos que nos preocupar com Coil também? — Soichiro fala. 



Ren solta uma risada sarcástica. — Fala pra eles, Ryuzaki. 



— Gostaria de saber o que tem de tão engraçado, detetive Mei. — Light a olha.



— É porque é simples. O detetive conhecido como Erald Coil sou eu. Os três maiores detetives do mundo, L, Coil e Danuve, sou eu e Mei. — Falou com a boca cheia de bolo. — Então qualquer um que tente me achar através deles, tem um problema, já que eu vejo quem tentou. 



— Como esperado do Ryuzaki. — Light fala. 



 


Matsuda viu o quão difícil estava sendo, por isso, já pensava em desistir, estava se esgueirando por perto do elevador, quando ouviu um dos rapazes falar sobre um encontro secreto, por isso, com cuidado se esgueira e olha o andar para onde estavam indo. — Bingo! Décimo nono andar! — Apressou-se e subiu as escadas, para tentar descobrir o que falavam nesse tal de encontro secreto. 






— Certo, dessa maneira conseguimos pegar ele. — O rapaz loiro fala, vendo a identidade do homem que solicitou informações sobre o L.




— Desse jeito, me sinto excluída. Eu conseguiria fazer tudo isso sozinha. — Ren cruza os braços. 



— Prefiro que fique aqui comigo. — Lawliet fala. 



— Mas, se vai instalar câmeras e escutas, use ao menos meu material. — Ren falou, olhando para a loira. 



— Não será problema. — A moça responde.



— Nosso inimigo é o grupo Yotsuba, mas também é Kira. Primeiro precisamos descobrir quem ele é, e quem são as pessoas que estão ajudando. 





Matsuda olhou para aquela porta enorme, e aproximou-se lentamente, esforçando-se para ouvir o que os homens falavam na sala. Ele queria ser útil, ele precisava ser útil! 




— Agora, temos que ficar mais quietos, se descobrirem, as chances de pegar o Kira já eram. — Lawliet fala para o pessoal, no prédio de investigação. 






Matsuda estava apoiado sobre a porta, estava esforçando-se cada vez mais para conseguir ouvir a conversa. — Espera, ele falaram Matar… — Matsuda ouvia com dificuldade. — Kira! Eles também falaram Kira! 



Porém, um dos rapazes abre a porta, e Matsuda cai no chão, revelando sua posição à todos ali. — Mas quem diabos é você?! — Um dos homens grita. 





— Ryuzaki. — Watari o chama. 



— O que foi? 



— Matsuda nos mandou sinal de emergência. 


 

— De onde foi? — Perguntou. 



— Bem, parece que foi do prédio do grupo Yotsuba…



— Mas o que droga esse palhaço foi fazer? — Ren coloca a mão na cabeça. 







— Sou empresário da empresa Yoshida productions, meu nome é Matsui Taro! — Matsuda tentava enganar os homens. — Estou aqui para promover o talento promissor de Misa Amane! — Mostrou um cartão com a foto da moça. — Pensei em vir aqui e mostrar o talento dela diretamente para vocês! 







—  Esqueçam o plano, temos que pensar em outra coisa. Matsuda seu idiota. — L fala.




— Yoshida productions, Matsui Taro. — Um homem leu o cartão de apresentação de Matsuda.  — Não parece suspeito, e você não parece estar espionando. 



— Sim, eu só vim promover a Misa Misa… — Coçou a cabeça. "Eles estão me mantendo ocupado, e os outros estão arrumando um jeito de me matar. Serei morto mesmo?" Pensou. "Eu mandei o sinal, espero que Ryuzaki e os outros dêem um jeito de me salvar. Droga, o que eu faço?" Seus pensamentos são interrompidos pelo toque de seu celular. 



— Pode atender, mas não diga à pessoa que está aqui, e coloque no viva-voz. 



— Sim. — Pegou o telefone, e o atendeu. — Alô? 



— Eai, Matsui. — A voz de Lawliet ecoa. — Sou eu, Arashi, há quanto tempo.



— Oi Arashi, quanto tempo! — Respondeu,desajeitado.



— Parece que você não está em casa, né? 



— É… 



— Está só? 



— Estou. O que é?  




— Ele não está com Misa, ele está sozinho. — Lawliet sussurra para as pessoas ao seu redor. —  Quer sair? 



— Hoje não posso, desculpa. 



— O que foi? Está com problemas de dinheiro?  — Lawliet usa a palavra chave, "problemas".



— Ah, você conhece meus problemas financeiros melhor do que eu.  



— Ele parece estar com problemas. — Sussurrou novamente. — Entendo, talvez outro dia, tchau.



— Ah, é, voltando a conversa sobre a Misa Misa. Tenho certeza de que ela pode lhes dar algum lucro.




— Você parece insistente, mas, você é realmente um empresário?  



— Sim. Ela está gravando um filme agora, mas posso ligar quando ela terminar.  — "A única coisa que posso fazer, é mantê-los ocupados!" 




— Isso não é bom, parece que Misa ainda está trabalhando, o celular está desligado. — Light fala, ao tentar ligar para Misa. 



 — O que faremos, Ryuzaki? — Soichiro perguntou. 



— Isso, mas se Matsuda morrer agora teríamos uma prova. Então, vamos esperar por enquanto. 





— O que faremos?



— Acho que ele não ouviu nada. — Os homens decidiam em conjunto, o que fariam com o Matsuda. 




— Ela é uma garota legal. — O homem disse, olhando para a foto da moça. 



— Sim, ela é. Por favor pense no assunto.  





O telefone de Light toca, Misa tinha terminado sua gravação e retornado para ele. — Misa, Matsuda não está com você? 



— Matsuda está ligando para Misa. — Light fala para o pessoal. 



— Tente ouvir a conversa. — Lawliet fala, e Light balança a cabeça positivamente. 




— Misa Misa, terminou por hoje? Quando tiver terminado, venha até o prédio principal de Tokyo. Tem uma chance de você trabalhar no comercial do grupo Yotsuba.  



— O quê? Sério?! Que ótimo Matsui. Então era isso que estava fazendo? Me promovendo? — Misa responde. 



— Isso, pegue um táxi e venha até aqui. 




— Light, essa é a única chance de salvar o Matsuda. — Lawliet segura a manga da camisa de Light. — A Misa escuta você, então deixe que ela faça isso. 


— Eu irei também.  — Ren fala, levantando da cadeira. 



— O que? O que pensa que está fazendo? É arriscado demais! — Light fala. 



— Não é somente Misa que tem beleza por aqui. — Ren sai da sala. 




— Mas que garota cabeça dura. — Light fala. 



— Vamos deixar e ver o que ela irá fazer. — Lawliet fala. 


 


— Eu sou Misa Misa! Não tiro fotos pelada, mas não tenho problemas com trajes de banho e lingeries! É bom trabalhar com vocês!  



— Ela é realmente uma linda menina. — Um dos homens fala. 



— Agora não é o momento para isso. 



— Matsui, eles nos deram um ok para um especial! — Misa diz, animada, após sair da sala. 


— Um especial? — Matsuda pergunta. — Espera, Mei?! — Matsuda se espanta, ao ver a mulher em sua frente. 



— Acho que você me confundiu, me chamo Saky! — Ren sorriu, afinando a voz. 



"É claro! Um disfarçe!" Matsuda pensou. 



— Agora, vamos lá? 







— É um prazer trabalhar com vocês! — As garotas falaram, em conjunto. 



— Estaremos todas aqui esta noite, então prazer em conhecê-los! — Misa fala. 



— Ei, parece ser legal. — Um dos homens fala. 



— Não posso fazer nada, já que o empresário está aqui. 



— Bem, vamos ver o que acontece. — O homem caminha, calçando as pantufas com estampa de coração. 



"Entendo, aqui Ryuzaki pode nos ver e nos ajudar" Matsuda pensa. 



Os homens se divertiam, comendo e bebendo ao lado das garotas. Ren estava se sentindo pelada com aquelas roupas curtas, e estava um tanto receosa com a maquiagem que fez em cima de suas cicatrizes, mas se mantinha calma, e sorria para os rapazes. 



— Você é bem bonita, deveria fazer o comercial junto com a Misa. — O homem fala, segurando na cintura de Ren. Seu estômago revirou com aquele toque. 



— Ah você acha?! Seria uma honra, o que você acha Misa Misa?! — Falou, olhando para Misa.



— Você está certo, Saky é muito bonita, deveria sim fazer um comercial comigo! — Misa a abraça. 



"Oh céus, por favor não." Ren pensava. 




— É, a Misa mandou bem. — Lawliet falou. 



— Mei também, quem diria. — Light falou, rindo. 



"Não estou contente por ela estar ali no meio daqueles homens, mas, ela fez certo. Sabe-se lá se isso é uma armadilha." Lawliet pensou, colocando a mão na cabeça. 



Matsuda vai ao banheiro, enquanto todos estão distraídos. — Ryuzaki, está vendo? — Falou. 



— Sim. — Respondeu, vendo Matsuda pelas câmeras. 



— Desculpe, eu… 




— Isso não importa agora. — O cortou. 



— Aqueles oito estavam num encontro sobre assassinatos, através de Kira. São eles, tenho certeza! 




— Se for assim, eles tentarão te matar. 



— A-ah… eu sei. Tem um jeito de eu sair daqui vivo? 



— Temos sorte de você ainda estar vivo. O que você tem que fazer, é morrer antes de ser morto.  



— Ahn? 



— Ouça com cuidado. 




Ren notou o sumiço de Matsuda, e logo concluiu que o plano já estava em ação. Matsuda volta totalmente fora de si, dando um chute na porta, chamando a atenção de todos ali.   




— Ah, foi tão bom… me sinto tão bem… — Ele agia feito um bêbado. — Aí, todo mundo, vou fazer algo divertido, vejam! 



As pessoas ali, o encaravam, tentando entender o que estava acontecendo. 


 

— Então, obrigada pela presença! Essa é a hora do show do Matsui Taro! — Abriu a porta da varanda. 



— Ei, o que está tentando fazer? 



 — Isso! Matsui vai! — Misa gritou.




— Ah! Aqui vou eu! — Falou, equilibrando-se em cima do parapente.



— Ei, pare é perigoso! 



— Não se preocupe! Eu faço isso o tempo todo! — Apoiou suas mãos, jogando suas pernas para o alto. Todos ali entraram em pânico.



— Ei, pare com isso idiota! 



— Tudo bem… — Matsuda estava apreensivo, seu medo de cair ainda era gigante. Então, finalmente fingiu se desequilibrar, caindo daquele andar. 



Um barulho de algo pesado chocando-se contra o chão ecoou, e todos ali começaram a gritar, ficando desesperados.  Os homens olharam para baixo, vendo o corpo caído no meio da pista. 



— Oh céus, eu preciso ajudar! — Ren gritou, correndo para a porta, quando um braço a segurou. 



— Você não pode fazer mais nada, princesa. Apenas fique calma e tome uma água. — O homem falou, e Ren colocou sua mão sobre a do rapaz, sorrindo para ele. Mas seu sorriso desfez ao olhar bem para ele, e reconhecer. 



— Eu sou estudante de medicina senhor, preciso ajudá-lo. — Sorriu novamente, dessa vez indo embora, para concluir outra parte do plano. 




"Ela me é familiar." O homem pensou, voltando a se distrair com o pessoal. 



— Pessoal, vocês não deveriam ficar aqui, deixem o resto conosco! — Misa fala. 



— Tem certeza? 



— Sim, por favor, pensem na oferta. — Sorriu. 



— Certo, vamos sair. Seria ruim se nos encontrassem aqui. 




Ren entra na ambulância, junto com o corpo, fingindo estar chorando. — Foi bom ele ter morrido antes de agirmos. — Um dos homens fala, vendo o corpo sendo colocado na ambulância. 



Ren sentou-se, vendo Light e Lawliet um pouco mais à frente, vestidos como socorristas. Ela sentiu-se envergonhada, por estar com aquelas roupas diante de seus colegas de trabalho, e principalmente, diante de L. 



— Sei que temos pouca gente, mas, esse não é o meu trabalho. 



— Olha pra mim. — Ren falou. — Está reclamando do quê? 



— Mas foi você que se ofereceu pra ajudar. — Deu de ombros. 



— Eu não sabia que teria que se vestir assim… — Colocou a mão no rosto. 






— L você viu? A segurança não era tão boa.  Foi bem fácil, agora o prédio inteiro está sendo vigiado.  — Wendy fala, após instalar as câmera e escutas no prédio.



— Deu certo mesmo, estou começando a ficar animado!  



— Sim, foi ótimo.



— Agora descobriremos quem é o Kira. — Agora, eles podiam ver a sala inteira através das câmeras. 





— Só tem sete deles, então provavelmente um foi…



— Morto. — Lawliet completa.  




— Quem deveremos matar? — Ren via, pelo celular, sentada na cama de Misa. 



— Mas que diabos… 



— O que foi Mei? — Misa senta ao lado dela. 



— Essa investigação, está acabando comigo. — Desligou o telefone, olhando para Misa. — Sabe Misa, eu entenderia se você fosse o segundo Kira. 



— Por que está me dizendo isso agora? 



— Porque há alguém que eu gostaria que Kira matasse, e que também ficaria grata… — Olhou para baixo. 



— Se isso for um tipo de pegadinha, não tem graça. 



— Quem gosta de joguinhos é o L, eu não sou muito disso. — Fala, jogando-se na cama. — E a propósito, obrigada por emprestar essa roupa, ficou um pouco apertada mas me caiu muito bem, por mais que eu não use roupas assim. 



— Quero que guarde com você, seria ótimo se fizesse o comercial comigo. 



— Com essas cicatrizes, eu poderia participar de um filme de guerra. — Riu. — E o mais chato, eram aqueles trogloditas colocando as mãos em mim.



— Acho que esses são os detalhes que te deixam mais bonita ainda. E eu sei muito bem que você queria que somente um colocasse as mãos em você, não é? 


 

— Pa-pare com isso.  Mas, você é tão fofa, por que Light é tão idiota com você? 



— Ele tem o próprio jeito de ser. Mas, não larga o osso. Queria saber o que o L não vê em você. 



— Ah ele, é como se ele tivesse um escudo ao redor. Às vezes não o entendo. 



— E por que você simplesmente não tenta ser mais direta? 



— Bo-bom… 



— Já entendi, você é tímida. 



— O quê? Impossível. — Cruzou os braços. 



— Vamos lá, você vai me escutar e fazer o que vou falar pra você. 



— Está bem. 





Na sala de investigação, estavam vendo a conversa inteira daqueles membros do grupo Yotsuba, eles tinham evidências para prender os sete, mas, não sabiam se haviam mais pessoas envolvidas, e por isso, o melhor seria descobrir mais informações. 





— Faça isso, e você vai ver que vai dar certo. 



— Mas, e o Light? 



— Só faça, e depois quero saber de tudo. 



— Isso é loucura, provavelmente daria errado. 



— Teimosa. 



— Enfim, terei de voltar para a sala agora, até amanhã! — Ren se despede, indo até a sala de investigação. 



Ren chega na sala, vendo uma tremenda gritaria. — Ei, mas o que está acontecendo aqui? — Fala, sentando-se em sua cadeira. 



— Ryuzaki quer deixar pessoas morrerem para comprovar que realmente são o Kira. 



— Mas essa é a única maneira. — Respondeu, pegando um dos açúcares no prato de L. 

 




— Se eu contactar um deles, é razoável afirmar que a chance de obtermos o Kira é de uma em sete? — Light fala. 



— Eu diria duas em sete. 



— Se planejarmos revelar tudo a eles de uma vez… podemos arriscar nesses dois em sete! Pegarei o nome do L emprestado. Aquele na reunião que aparenta ter muita influência, mas que não parece ser o Kira…



— Namikawa! — L  e Ren falam, cortando Matsuda. — Se vai ligar use este telefone, é aprova de grampos e não pode ser rastreado. — Lawliet apontou para o telefone antigo, perto deles. 






Light agiu de forma impressionante, colocando Namikawa em uma situação completamente sem saída. Agora, ele conseguiu atrasar as mortes, e espaço para conseguir informações sobre os membros. 




— Ele fez exatamente o que eu faria. Assim, se eu morrer, Light pode carregar o nome de L, e Mei não ficaria sozinha nisso. — Lawliet diz, fazendo com que Ren tenha uma dor forte no peito. 



— Você… — Ren fala, chamando atenção de L. — Nunca mais diga uma coisa dessas, seu doente! — O empurra, derrubando-o no chão, quase derrubando Light também. — Pare com essa história imediatamente. — Virou-se, sentando novamente na cadeira. 





— Está bem, está  bem. — Sentou-se. — Agora, só precisamos conseguir reunir informações e pegar o Kira em um mês. 





Light estava intrigado com os pensamentos de L. Lawliet pensava a todo custo que Light é o Kira, e nada o fazia mudar de ideia. 



— Acha mesmo que depois que pegarmos esse Kira, que eu viraria um assassino como ele? — Light virou a cadeira, olhando nos olhos de Lawliet. 



— Sim, é o que vejo. — Respondeu. 



Os dois irritaram-se novamente, trocando socos e chutes. Ren levanta e se põe no meio dos dois. — Vocês não tem coisa melhor pra fazer não? Duas crianças. 





— Sim. — Light limpa o rosto. —  Vamos pegar esse Kira que está diante de nós. 




Após toda essa discussão, Lawliet resolve recrutar Misa para ajudar nessa parte da investigação, já que ela teria influência com a empresa, e após tudo isso, todos acabaram percebendo que o melhor jeito de pegar o Kira realmente é seguindo o plano de L. 



Naquela noite, Ren pensava no que Misa tinha lhe dito, cogitando realmente a ideia de fazer aquilo. 



"Se veste bem, e vai até o quarto dele" 



Ren passou a mão nos cabelos, ficou nervosa com a situação. Mas, após pensar tanto, via que existia uma boa porcentagem daquela ideia maluca dar certo, e mesmo trêmula, pegou o elevador para o andar em que o quarto de L ficava. 



— Certo, você já passou por coisa pior. — Disse a si mesma, abrindo calmamente a porta do quarto. 



Observou Lawliet e Light dormindo, de costas um para o outro, como um casal em brigas, Ren achou aquilo engraçado, pelo fato dos dois realmente brigarem muito. 



Aproximou-se do lado em que L estava, vendo seu rosto sereno, aquele era um dos poucos momentos que o rapaz tinha para descansar, mas era notável que nenhum sono removeria aquelas olheiras profundas, marcas de seu trabalho bem feito. Era notável que Lawliet abria mão de sua própria saúde para que as pessoas ficassem livres desses assassinos. 



Ren acidentalmente encostou seus dedos nas bochechas do rapaz, que despertou com o toque. Ren ficou paralisada, não tinha intenção de acordá-lo, mas, agora que tinha acontecido, não sabia o que fazer. Lawliet a encarou, e colocou sua mão sobre a da moça.





— Por que estamos perdendo tanto tempo?













































Notas Finais


Matsuda só faz merda kjkkkk


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