História Death Note - Destinos Opostos - Capítulo 16


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Categorias Death Note
Personagens Beyond Birthday, L Lawliet, Light Yagami, Misa Amane, Ryuuku, Sachiko Yagami, Sayu Yagami, Soichiro Yagami, Watari
Tags Caderno, Death Note, Drama, Kira, Lawlight, Lxlight, Novo Mundo, Romance, Shinigami, Suspense, Universidade
Visualizações 73
Palavras 2.444
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 16 - Click!


Fanfic / Fanfiction Death Note - Destinos Opostos - Capítulo 16 - Click!

Era apenas mais um dia normal de semana. O que, infelizmente, significava que ela tinha que ir para a faculdade...

Mas Lawliette não queria ir para lá. Ela não tinha dormido por quase quatro dias seguidos pois estava assistindo a todas as filmagens das câmeras de vigilância com os agentes do FBI. Ela podia sentir a sua cabeça girar e girar em cansaço...

"Você não dormiu, Ryuzaki?" Matsuda perguntou com preocupação. Eles haviam se revezado para dormir por algumas horas, mas ela não participou disso. O que ela poderia fazer? Ela iria garantir que aqueles agentes do FBI não morreram em vão, e para isso não havia tempo pra dormir. Os outros também sentiam o mesmo, mas eles eram seres humanos normais...

Mas então, um tempo depois, eles receberam um telefonema de Aizawa, que ela mandou de volta para a sede, e o telefonema dizia que a noiva de Raye Penber tinha informações. Isso foi a dois dias atrás, e ela fez uma anotação mental para melhorar o sistema de comunicação, especialmente agora que havia um racha entre a sua equipe e os outros policiais.

"Ele disse que o nome dela era Naomi Misora", Watari disse e suas sobrancelhas se franziram no momento em que ela ouviu esse nome.

Naomi Misora.

Lawliette pediu a Watari que revisasse o nome dela por precaução, apesar de ter certeza de que conhecia aquela mulher. Era um pouco embaraçoso tratar o seu pai adotivo como o seu assistente, mas ela viu o BB fazer isso toda vez, então naturalmente ela poderia fazer isso de novo.

Ela olhou para a foto e confirmou que era ela. Ela lembra de ter comido o recém-entregue bolo de morango da moça. Então Raye Penber era o noivo que ela estava falando? Que mundo pequeno.

"Eu vi ela a dois dias atrás.", Lawliette disse quase que despreocupadamente, se ao menos não houvesse uma sensação pesada e irritante em seu estômago. Conhecendo-a, ela teria insistido até falar com alguém. Então onde ela esteve nesses dois dias?

Suas suspeitas foram justificadas um momento depois. "Ela foi dada como desaparecida por sua família nos últimos dias."

"O que?"

Ela mordeu a unha, um hábito que fazia quando estava nervosa com alguma coisa. Raye Penber era o noivo de Naomi Misora. Isso também significa que ela deve ter estado com Penber e pode ter descoberto algo importante, mas o Kira chegou a ela primeiro.

Não, ela chegou primeiro, mas estava preocupada demais com os agentes do FBI, e não se incomodou em falar com Naomi Misora ​quando ela teve a chance. Se ela soubesse que Naomi era parente de Penber...

Droga!

Ela se obrigou a se acalmar. Eu não posso continuar me culpando, ela pensou. Era improdutivo. Ela poderia ir fazer as pazes mais tarde... e com o caso de Naomi, ela levaria o Kira à justiça.

Assim, com essa nova premissa, ela decidiu restringir a busca às duas famílias investigadas por Penber. Era a única fonte de informações que eles tinham. Mas quando ela vasculhou quais famílias ele investigou, Lawliette sentiu um baque pesado em seu intestino. Ela não gostou... ela não gostou nada disso. Ela franziu a testa profundamente antes de se virar para os seus aliados.

A família do chefe Yagami era uma delas.

"Buchou...", Matsuda expressou preocupação enquanto a expressão dos outros dizia que eles sentiam o mesmo. Foi uma das piores situações que ela poderia imaginar..., mas mesmo que houvesse menos de 5% de chance de que um deles fosse o Kira... ela não se conteria. Felizmente, o chefe pensou do mesmo jeito.

Lawliette observou o homem com olhos preocupados. Ela sabia que ele faria qualquer coisa pelo que é bom, mas a pressão sobre ele era tão óbvia que ele até atacou o seu time - algo que ele nunca fez, não importando o quão estressante os casos fossem. Na verdade, a sua própria família, e no caso dela, amigos sendo suspeito de ser aquele maníaco desumano... ninguém iria manter a calma.

Mas, em vez de evitar esse desafio, eles iriam enfrentá-lo de frente - com força total.

デスノート

UNIVERSIDADE DE TÓQUIO

Lawliette queria seriamente ignorar as aulas, mas ela já havia faltado mais do que o suficiente. Abandonar isso significava que ela também abandonaria a razão pela qual veio ao Japão em primeiro lugar. Além disso, Watari acrescentou que ela precisaria estar perto de coisas normais - fazer coisas da idade dela - para manter a sua sanidade. Um monte de coisas tinha sido jogado para ela muito duramente e demasiado depressa que preocupou um pouco a eles.

Então lá estava ela, tentando o seu melhor para não desistir. Ninguém notou, porém, ela sempre parecia grogue e seus olhos tinham estado lá por semanas a fio.

De fato, ela assistiu às aulas... mas só para dormir durante elas.

"...Harrison-san...", a professora chamou ela enquanto perguntava algo de antemão. Ela olhou e assim fizeram todos os outros. Ela desviou o olhar para o quadro que tinha um problema de matemática. Lawliette não ouviu o que a professora queria que ela fizesse, então ela só podia ir em frente e resolver a coisa toda.

Pequenos murmúrios aqui e ali foram ouvidos. E eles a encararam todo o caminho até ela voltar ao seu lugar. Aparentemente, o professor tinha pedido apenas a fórmula para resolver a questão.

Lawliette apenas encolheu os ombros.

デスノート

Durante o almoço, sob a habitual árvore de Sakura, Lawliette finalmente ganhou energia suficiente para não dormir. Mas, observando as perguntas curiosas e preocupadas de Takada e Kouhei, uma parte dela certamente desejou que não o fizesse. "O que você está fazendo sacrificando tantas horas de sono?", Kouhei perguntou ansiosamente enquanto apontava para os seus olhos, quase os tocando.

"Isso e aquilo." Ela respondeu preguiçosamente e Kouhei a cutucou gentilmente para confirmar o seu ponto. Lawliette não se abalou e apenas suspirou em ligeira exasperação. Então ela se lembrou da pequena cena logo após a aula.

"E você, então, Kouhei-san? Você parecia confuso, especialmente depois do telefonema que recebeu no início do intervalo." Ela perguntou, mudando de assunto.

"Eu não sei muito. É sobre o meu tio." Ele encolheu os ombros. "Mamãe estava preocupada com ele. Ele não tinha voltado para a sua casa por dois dias seguidos... e quando eles ligavam, ele sempre dava respostas idiotas... mais do que o habitual. E acham que aconteceu alguma coisa com ele.", Kouhei resmungou olhando para o céu, provavelmente lembrando de todas as coisas estúpidas que o seu tio fez.

Takada sacudiu a cabeça com o fracasso de Kouhei e começou a interrogar Lawliette. Era hora de usar o seu conhecimento em comunicação de massa agora.

"Agora... de volta ao tópico em questão..." Ela sorriu de modo simpático. "Você arranjou um namorado, Lawliette?"

"*tosse* O qu- *tosse*" Kouhei se recompôs engolindo ar. "O-Oi!"

Takada se sentiu como uma repórter de uma revista de fofoca. E como sempre, Lawliette e Light permaneciam normais enquanto Kouhei reagia exageradamente. Lawliette finalmente deu um sorriso calmo.

"Te garanto que eu não tenho nenhum."

Takada decidiu se certificar de qualquer maneira.

"Lawliette, um namorado é alguém que você vê como mais do que um amigo. Você faz coisas que não pode fazer com os seus amigos - embora as coisas tenham mudado um pouco hoje em dia - como beijar, e você também quer estar mais com essa pessoa."

Kouhei levantou uma sobrancelha e estava prestes a perguntar de onde aquilo vinha, mas então, por um instante, ele percebeu. Lawliette e Light se entreolharam e ela corou! Takada, apesar de estar estranhamente fantasiando sobre alguma coisa, também percebeu isso. Eles se entreolharam, assumindo simultaneamente as coisas.

Mas se por algum acaso - Kouhei espera que não - eles estavam sendo mais do que apenas amigos, então isso não explica por que ela está tão cansada quando ele está tão bem como sempre. Ele não achava que eles teriam esse tipo de relacionamento, então por quê?

Eles provavelmente estavam tirando conclusões precipitadas. Sim, deve ter sido isso.

Mas Takada parecia estar muito à frente dele com o interrogatório. "De qualquer forma, você está incomodada com algo que eu não acho que tenha a ver com a sua vida amorosa." Lawliette acenou com a cabeça para isso e, francamente, depois de alguma reflexão instantânea, Kouhei sentiu que ele realmente era o mais idiota do grupo.

Mas aquele tapa no seu orgulho parou quando ele finalmente viu a mudança de emoção nos olhos de Lawliette. Uma explosão de tristeza, por assim dizer, e sua mão se moveu sozinha para segurar a dela. Ela sorriu, e ele também, quando a viu lentamente superar um sentimento que deve ter sido recorrente dentro dela inúmeras vezes.

"Um outro amigo meu acabou de morrer." Ela finalmente pronunciou e ele a apertou um pouco mais enquanto Kiyomi se desculpava.

"Oh" Takada olhou para baixo, um pouco envergonhada por ter sido curiosa. "Sinto muito... por perguntar."

"Não se preocupe." Lawliette respondeu com desdém e pegou um pedaço de bolo de morango. "Aqui. Pegue esse pedaço."

O silêncio passou enquanto todos esperavam que Kouhei pegasse o bolo. Mentalmente, ele entrou em pânico. Além de não ter relativamente nenhuma habilidade em dirigir uma conversa intelectual, ele também era basicamente o causador de toda essa tensão! E pensar que ele já foi o cara mais popular do ensino médio...

Lentamente, Kouhei fez um gesto para pegar o bolo. Mas a Takada pareceu ter se lembrado de algo.

"Uhm. Mas antes disso." Takada fez uma pausa e levantou uma câmera; Kouhei lembrou que ela estava esperando por uma chance por algum tempo. "Eu comprei um modelo mais recente. Eu quero tirar uma foto nossa!"

Lawliette inclinou a cabeça. "Por quê?"

"Para preservar memórias. Capturar esses momentos é importante~"

"Ahh" Lawliette assentiu em compreensão e olhou para a câmera. "Você sabe... quando ficarmos famosos, acho que essas fotos vão valer muito dinheiro..." Ela lembrou de ter visto fotos de infância de atores famosos de Hollywood há alguns anos atrás. Aiden tinha um talento especial em colecioná-los.

Takada suou enquanto isso, enquanto os caras apenas olhavam. "Lawliette..."

"Hahaha, é verdade!" Kouhei exclamou, enquanto Light permaneceu impassível. Light estava simplesmente de mau humor e não queria ser incomodado. Mas o Kouhei não conseguiu pegar essa dica, pois agarrou os seus ombros e o puxou para o grupo. "Venha agora!"

"Sorria~!"

Click!

Takada se certificaria de que todos tivessem uma cópia daquela foto.

デスノート

Mais uma vez, Light e Lawliette foram deixados sozinhos. Kouhei considerou seriamente matar aula para impedir que isso acontecesse, mas ele não conseguia pensar em uma desculpa decente para fazer isso na prática.

Light, não gostando de ficar sozinho com essa mulher, se levantou e também se desculpou. Ele foi parado pela sensação de mãos frias em seu braço, interrompendo os seus movimentos. "Fique", ela ordenou e ele franziu a testa, mesmo que ele estivesse fazendo exatamente isso nesse momento.

Sabendo que seria muito suspeito forçar sua saída, ele suspirou em derrota. Ele olhou para ela quando se sentou de volta. Não foi difícil dizer alguma coisa. "Você parecia incomodada", ele disse, sem precisar fingir uma voz preocupada. "É sobre os seus amigos que morreram?"

"Sim", ela fez uma pausa.

"Como eles morreram?"

"Kira os matou."

Sua respiração vacilou por um momento e ele chicoteou a cabeça para encará-la. Ela não estava olhando para ele, mas sim olhando fixamente para o céu, sem dúvida pensando nas pessoas que haviam morrido. Ele tinha matado muitas pessoas e por isso não sabia a quem ela estava se referindo, pelo menos não ainda.

Seu debate sobre a justiça ecoou em sua cabeça, e imagens do estado cansado ​​e deprimido da garota apareceu em seus pensamentos. E então ele se lembrou daquele dia em que ela chorou, se agarrando a ele como uma tábua de salvação, e aquela lembrança era tão surpreendentemente vívida que quase pegou ele desprevinido.

E isso fez ele quase duvidar dos seus objetivos. Quase.

Mas isso não durou muito, pois ele sabia que estava no caminho correto.

Eles permaneceram em silêncio por um tempo, com o Light percebendo plenamente que, naquele momento, era impossível fazê-la entender a sua lógica e o seu modo de pensar. Ela odiava o Kira, e ele percebeu a quantidade de dor que ele causou a ela.

"Eu não posso imaginar o que teria sido se eu recebesse a ligação quando estivesse sozinha", ela disse a ele, o tirando de seu devaneio. Ela se virou para ele com um sorriso brilhante que o fez sorrir também. "Faz muitos anos desde a última vez que chorei na frente de uma pessoa, e faz mais tempo ainda desde a última vez que me senti dentro do abraço de alguém.

"Você estava muito quente, Light", ela disse, sorrindo.

"Obrigado."

デスノート

RESIDÊNCIA DOS YAGAMI

Light chegou em casa só para descobrir que a mesma estava trancada, e se perguntou por que ninguém estava lá, pois isso era incomum. Ele vasculhou a bolsa em busca das chaves extras, mas enquanto fazia isso, o garoto se lembrou da conversa anterior.

Uma garota tão fraca, ele pensou, e o fato era de que ele era a causa de sua dor, para completar. Pessoas morrem, elas fazem todo dia. Se um amigo/conhecido morresse, ela deveria encontrar outro, não era? Não era que ele não valorizasse a vida humana, ele simplesmente não via qual era a grande questão deles morrerem.

Mas ele pensou que ele não era tão diferente. Ele ainda era humano, embora tenha perdido grande parte da sua humanidade desde o momento em que encontrou o Death Note. Talvez aquele pequeno baque em seu peito, quando ele a viu triste - e consequentemente toda vez que ele se lembrou de seu rosto soluçando - fosse por causa disso.

"Você estava muito quente, Light-kun."

Light forçou esses pensamentos para fora da sua cabeça muito mais rápido do que antes. Ele tinha se tornado melhor em ignorar aqueles pensamentos perturbadores dela - um sinal sutil de que ele estava realmente chegando cada vez mais perto de se tornar um deus. Até mesmo ela não deveria ser capaz de o afastar do seu objetivo.

Ele despreocupadamente subiu para o seu quarto e chegou à sua porta para encontrar mudanças muito desconcertantes. A maçaneta da porta - que não deveria estar toda virada para cima - estava na altura máxima. Ele automaticamente inclinou os olhos para baixo e viu que o papel ainda estava lá. E então ele mudou para o outro lado da porta e ele franziu a testa imediatamente. Muito profundamente.

O chumbo, outra armadilha que ele montou, estava quebrado.

Alguém havia entrado em seu quarto.

Ele franziu a testa. Alguém estaria em apuros.

CONTINUA...


Notas Finais


Pessoas, nesse capítulo tivemos um pouquinho mais de LawLight para os chegados, mas não se animem muito porque no próximo capítulo a merda vai bater no ventilador com uma revelação inusitada de um dos nossos protagonistas. O que é? Só no próximo capítulo, mwahahahaha

É isso pessoal, espero que tenham gostado e até o próximo capítulo!

Lembrando que críticas, sugestões, ou qualquer outra coisa que você queira comentar serão sempre bem-vindas.


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